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Uma pessoa que permaneça como locatária de imóvel por vinte anos não tem direito a adquiri-lo por usucapião.
Certo
Errado
João Carlos invadiu, às ocultas, um imóvel urbano particular de duzentos e quarenta metros quadrados, situado em Novo Hamburgo-RS, no dia 10.10.1981. Tornou pública, ininterrupta e sem oposição a sua posse sobre esse imóvel desde o dia seguinte ao da invasão, utilizando-a para sua moradia e de sua família, sendo que mantém arrendada a um cunhado pequena propriedade rural, situada em Sertão-RS, de apenas três hectares, que titula desde setembro de 1980. Pretendendo adquirir a propriedade, situada em Novo Hamburgo-RS, por meio da usucapião, qual é a modalidade correta a ser empregada?
ordinária
especial de imóvel urbano
especial coletiva de imóvel urbano
extraordinária
concessão de uso especial, após desapropriação judicial
Considere as seguintes afirmativas acerca das regras vigentes quanto aos imóveis urbanos.
I- Na desapropriação de imóveis para a implantação de parcelamento popular, destinado às classes de menor renda, não haverá retrocessão.
II- Nos parcelamentos populares, admite-se a cessão da posse em que estiverem provisoriamente imitidas a União, Estados, Distrito Federal, Municípios e suas entidades delegadas, inclusive por instrumento particular que terá, para todos os fins de direito, caráter de escritura pública.
III- À aquisição da propriedade do lote do terreno, nos loteamentos em geral, o adquirente precisa estar munido da escritura pública de compra e venda, além da prova de quitação, não se admitindo o compromisso de compra e venda, por instrumento particular.
IV- Na usucapião especial coletiva de imóvel urbano, admite-se que o usucapiente titule a propriedade de outro imóvel urbano, desde que tal imóvel não exceda a cento e cinqüenta metros quadrados.
V- O Estatuto da Cidade estabelece que lei municipal definirá os empreendimentos e atividades públicos ou privados, em área urbana, que dependerão de elaboração de estudo prévio de impacto de vizinhança (EIV) para obter licenças ou autorizações de construção, ampliação ou funcionamento, a cargo do poder público municipal.
Quais estão corretas?
Apenas I e II.
Apenas I, II e V.
Apenas I, III e IV.
Apenas II, IV e V.
Apenas II e IV.
A obrigação dos proprietários de imóveis confinantes de concorrer para as despesas de construção e conservação de tapumes divisórios, pode ser considerada como:
Considere os seguintes dados: Américo invadiu, às ocultas, a propriedade urbana de Afonso há oito meses. Afonso, que exercia posse antiga sobre o bem até então, tomou conhecimento dois dias após a invasão, não tentou restituir-se por força própria e pretende reintegrar-se na posse do mencionado imóvel, buscando a proteção possessória em juízo.
Qual é a alternativa correta quanto ao ato de agressão à posse praticado por Américo e à classificação de sua posse?
Praticou ato de esbulho possessório; sua posse é injusta pela clandestinidade em sua origem, nova e de má-fé.
Praticou ato de esbulho possessório; sua posse é injusta pela violência em sua origem, velha e de má-fé.
Praticou ato de turbação; sua posse é injusta pelo abuso de confiança em sua origem, nova e de má-fé.
Praticou ato de turbação; sua posse é injusta pela violência moral em sua origem, velha e de má-fé.
Praticou ato de ocupação; sua posse é justa, nova e de boa-fé, pois Afonso perdeu a posse ao abster-se de retomar a coisa logo após tomar conhecimento do fato (dois dias depois).
Havendo erro quanto à pessoa o juiz, ao tomar conhecimento do negócio jurídico, pode pronunciar incidentalmente a sua invalidade.
A exceção de contrato não cumprido é irrenunciável.
A responsabilidade do proprietário na hipótese de queda, em lugar indevido, de coisas colocadas em sua casa, independe de culpa.
No direito brasileiro, havendo comoriência, presume-se que o comoriente de maior idade precedeu ao de menor idade.
No contrato de fiança o fiador sempre pode invocar o benefício de ordem.