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A prescrição não corre em desfavor da pessoa obrigada que seja servidora pública federal e esteja no exterior a serviço da União.
Certo
Errado
Sobre prescrição e decadência, assinale a alternativa correta nos termos do Código Civil (Lei nº 10.406/2002).
Os prazos de prescrição podem ser alterados por acordo das partes.
A prescrição pode ser interrompida por qualquer interessado.
A prescrição iniciada contra uma pessoa deixa de correr contra o seu sucessor.
É válida a renúncia à decadência fixada em lei.
Deve o juiz, de ofício, conhecer da decadência quando estabelecida por lei, ou suprir a alegação da parte a quem aproveita quando a decadência for convencional.
De acordo com o Código Civil brasileiro, prescrevem em cinco anos:
a pretensão de cobrança de dívidas líquidas constantes de instrumento particular; a pretensão dos profissionais liberais em geral, curadores e professores pelos seus honorários, contado o prazo do início dos serviços, da cessação dos respectivos contratos ou mandato; a pretensão do vencedor para haver do vencido o que despendeu em juízo.
a pretensão de cobrança de toda dívida constante de instrumento particular; a pretensão dos profissionais liberais em geral, curadores e professores pelos seus honorários, contado o prazo da cessação dos respectivos contratos ou mandato; a pretensão do vencedor para haver do vencido o que despendeu em juízo.
a pretensão de cobrança de dívidas líquidas constantes de instrumento público ou particular; a pretensão dos profissionais liberais em geral, procuradores judiciais, curadores e professores pelos seus honorários, contado o prazo da conclusão dos serviços, da cessação dos respectivos contratos ou mandato; a pretensão do vencedor para haver do vencido o que despendeu em juízo.
a pretensão de cobrança de dívidas líquidas constantes de instrumento público ou particular; a pretensão dos procuradores judiciais, curadores e professores pelos seus honorários, contado o prazo da conclusão dos serviços, da cessação dos respectivos contratos ou mandato; a pretensão do credor para haver do devedor o que despendeu em contrato.
Alguns anos atrás, Murilo comprou um veículo que pertencia a Vilma, uma senhora muito amiga de sua família. O automóvel foi transferido a Murilo imediatamente, mas ele, que deveria pagar o preço à vista, nada pagou à vendedora. Vilma, por sua vez, em respeito à família de Murilo, nunca cobrou a dívida, não tendo nenhuma das partes jamais voltado a tocar no assunto desde então. Recentemente, Vilma, que já tinha uma idade avançada, faleceu e deixou como única herdeira Viviane, sua filha. Como sucessora legítima da mãe, Viviane adquiriu, por força de lei, entre outros direitos de Vilma, o direito de cobrar o preço do veículo vendido para Murilo.
Considerando como verdadeiro que a lei impunha a Vilma um prazo prescricional de cinco anos para a cobrança da dívida em face de Murilo e que já haviam decorrido exatos quatro anos desse prazo quando Vilma faleceu, é correto afirmar que:
com a morte de Vilma, a prescrição iniciada contra ela continua a correr pelo tempo restante contra Viviane;
com a morte de Vilma, a prescrição iniciada contra ela cessa e começa a correr novo prazo de cinco anos contra Viviane;
com a morte de Vilma, a prescrição da pretensão em questão deixa de correr permanentemente em favor de Viviane;
com a morte de Vilma, a prescrição da pretensão em questão reputa-se automaticamente consumada contra Viviane;
a prescrição da pretensão de Vilma já estava consumada antes da sua morte, por efeito da sua inércia injustificada.
Ana Carolina é uma artista plástica que atualmente passa por diversas dificuldades profissionais, não dispondo de quaisquer bens nem de recursos financeiros suficientes para pagar a maior parte de suas dívidas, inclusive aquelas contraídas com fornecedores de tintas, telas, pincéis e outros materiais necessários à sua atividade. Embora muitas dessas dívidas já estejam vencidas, sejam plenamente exigíveis e permaneçam sem pagamento, Ana Carolina, muito honesta, tem convicção de que um dia conseguirá pagar todos os seus débitos, sem exceção, não importa quanto tempo demore para fazê-lo. Com essa determinação em mente, a artista utilizou os últimos valores em dinheiro de que dispunha para pagar a dívida mais antiga de todas, vencida há mais de cinco anos, com o fornecedor Tintas Todas Ltda., apesar de ter o correto conhecimento de que, após tanto tempo sem pagamento, a pretensão daquele fornecedor já se encontrava juridicamente prescrita.
Nesse contexto, é correto afirmar que:
Ana Carolina renunciou tacitamente e de forma plenamente válida à prescrição da pretensão em favor do fornecedor Tintas Todas Ltda.;
as partes acordaram tacitamente, de forma plenamente válida, a alteração do prazo prescricional em favor do fornecedor Tintas Todas Ltda.;
a renúncia à prescrição pretendida por Ana Carolina em favor do fornecedor Tintas Todas Ltda. é nula, pois, em casos como este, apenas se admite a renúncia de forma expressa;
Ana Carolina renunciou tacitamente à prescrição em favor de Tintas Todas Ltda., mas essa renúncia não tem validade jurídica nas circunstâncias em que foi feita;
a alteração do prazo prescricional em favor de Tintas Todas Ltda. pretendida pelas partes foi nula, pois apenas se admite essa alteração depois de consumada a prescrição.
Em ocorre a consonância prescrição com o Código Civil Brasileiro, não ocorre prescrição nos seguintes casos, EXCETO.
Entre os cônjuges, na constância da sociedade conjugal.
Contra os ausentes do Pais em serviço público da União, dos Estados ou dos Municípios
Entre ascendentes e descendentes, durante o poder familiar.
Contra os que se acharem servindo nas Forças Armadas, a qualquer tempo.
NÃO é causa interruptiva da prescrição:
O despacho de juiz incompetente que ordena a citação.
O protesto cambial.
O reconhecimento inequívoco do devedor judicial ou extrajudicialmente.
A constituição em mora do devedor por ato extrajudicial.
O protesto judicial determinado por juiz, ainda que incompetente.
As partes podem alterar, por acordo, os prazos de prescrição, inclusive mediante renúncia expressa ou tácita.
Certo
Errado
De acordo com o Código Civil, assinale a opção correta, a respeito da prescrição.
A prescrição extingue o direito e sempre pode ser reconhecida de ofício pelo juiz.
É possível que o devedor renuncie a prescrição prevista em lei.
O prazo geral para a prescrição é de vinte anos.
O incapaz não tem direito de ação contra seus representantes que tenham dado causa à prescrição.
Havendo mais de um credor, a interrupção da prescrição por um credor aproveita ao(s) outro(s) credor(es).
Acerca das disposições do Código Civil de 2002 sobre a prescrição, analise as afirmativas abaixo:
I. A exceção prescreve no mesmo prazo em que a pretensão.
II. Os prazos de prescrição não podem ser alterados por acordo das partes.
III. A prescrição iniciada contra uma pessoa continua a correr contra o seu sucessor.
Assinale a alternativa correta.
As afirmativas I, II e III estão corretas
Apenas as afirmativas I e II estão corretas
Apenas as afirmativas II e III estão corretas
Apenas as afirmativas I e III estão corretas
Considerando as normas que regem o instituto da prescrição, assinale a alternativa correta:
A renúncia da prescrição deve ser expressa, e só valerá, sendo feita, sem prejuízo de terceiro, depois que a prescrição se consumar;
Os prazos de prescrição podem ser alterados por acordo das partes, desde que haja pactuação expressa;
Aqueles que forem plenamente incapazes e as pessoas jurídicas têm ação contra os seus assistentes ou representantes legais, que derem causa à prescrição, ou não a alegarem oportunamente;
A prescrição iniciada contra uma pessoa continua a correr contra o seu sucessor;
Suspensa a prescrição em favor de um dos credores solidários, só aproveitam os outros se a obrigação for divisível.
Assinale a alternativa correta sobre a prescrição no Código Civil Brasileiro.
Não corre prescrição entre ascendentes e descendentes.
A prática de atos incompatíveis com a prescrição presume a sua renúncia.
O juiz não poderá suprir, de ofício, a alegação de prescrição.
A suspensão da prescrição em favor de um dos credores solidários, a todos aproveita.
A qualquer tempo poderá a parte renunciar à prescrição.
Considerando a disciplina conferida aos institutos da prescrição e da decadência pelo Código Civil, marque a alternativa correta:
A prescrição iniciada contra uma pessoa nem sempre continua a correr contra o seu sucessor.
A natureza do prazo decadencial não admite causa impeditiva de seu transcurso.
As causas interruptivas da prescrição somente ocorrem a partir de condutas do credor.
Por envolver questões familiares, a prescrição não corre entre ascendentes e descendentes.
Sobre as regras de prescrição dispostas no Código Civil Brasileiro, assinale a alternativa errada:
Não corre a prescrição contra ausentes do País em serviço público da União, dos estados ou dos municípios.
A prescrição iniciada contra uma pessoa não continua a correr contra o seu sucessor.
Qualquer ato inequívoco, ainda que extrajudicial, que importe reconhecimento do direito pelo devedor, interrompe a prescrição.
Quando a ação se originar de fato que deva ser apurado no juízo criminal, não correrá a prescrição antes da respectiva sentença definitiva.
Suspensa a prescrição em favor de um dos credores solidários, só aproveitam os outros se a obrigação for indivisível.
A respeito do instituto da prescrição, o Código Civil de 2002 regula que
prescreve em um ano a pretensão de cobrança de dívidas líquidas constantes de instrumento público ou particular.
prescreve em dois anos a pretensão dos hospedeiros ou fornecedores de víveres destinados a consumo no próprio estabelecimento, para o pagamento da hospedagem ou dos alimentos.
prescreve em três anos a pretensão relativa a aluguéis de prédios urbanos ou rústicos.
prescreve em cinco anos a pretensão relativa à tutela, a contar da data da aprovação das contas.
Acerca da prescrição, assinale a alternativa correta.
I- Não corre a prescrição enquanto estiver pendente a condição suspensiva do negócio jurídico.
II- A prescrição iniciada contra uma pessoa não corre contra o seu sucessor.
III- Suspensa a prescrição em favor de um dos credores solidários, só aproveitam os outros se a obrigação for indivisível.
IV- Corre a prescrição entre tutelados ou curatelados e seus tutores ou curadores durante a tutela ou curatela.
Somente as alternativas I e II são verdadeiras.
Somente as alternativas I e IV são verdadeiras.
Somente as alternativas I e III são verdadeiras.
Todas as alternativas são verdadeiras.
Sobre a prescrição e a decadência, assinale a afirmativa correta.
Não corre prescrição contra o relativamente incapaz.
O termo inicial da prescrição nas ações de indenização é a data do fato, e não a data em que restar constatada a lesão ou seus efeitos, em observância ao princípio da actio nata.
A renúncia à prescrição poderá ser expressa ou tácita e deve ser realizada depois que se consumar.
A interrupção da prescrição, que somente poderá ocorrer uma vez, dar-se-á por qualquer ato, judicial ou extrajudicial, que constitua em mora o devedor.
A renúncia à decadência fixada em lei será válida, mas não se admite, nesse caso, a modalidade tácita.
Em relação à prescrição e decadência, assinale a alternativa correta.
A renúncia da prescrição só pode ser expressa, sem prejuízo de terceiro.
Os prazos da prescrição podem ser alterados por acordo das partes, por instrumento público.
Corre prescrição entre os cônjuges, na constância da sociedade conjugal.
A prescrição iniciada contra uma pessoa continua a correr contra o seu sucessor.
Corre prescrição contra os ausentes do País em serviço público da União, dos Estados ou dos Municípios.
Em tema de obrigações:
A ação de in rem verso visa à compensação das perdas e danos sofridos em razão do enriquecimento sem causa.
O terceiro não interessado, ao realizar o pagamento da dívida de outrem em seu próprio nome, tem direito tanto ao reembolso do que adimpliu quanto à subrogação dos direitos do credor.
Deteriorada a coisa, não sendo o devedor culpado, deverá o credor, obrigatoriamente, aceitar a coisa, abatido de seu preço o valor que perdeu, haja vista a ausência de culpa do devedor.
O pagamento de dívida prescrita constitui-se em verdadeira renúncia do favor da prescrição pelo devedor.
Em observância à vedação do enriquecimento sem causa, é vedado às partes convencionar o aumento progressivo das prestações sucessivas.
Instituto fundamental no direito civil, a prescrição visa instaurar estabilidade nas relações jurídicas, pondo termo à possibilidade de exercício do direito de ação, em razão da negligência de seu titular em exercê-lo, dentro de determinado lapso temporal. Sobre o instituto descrito, assinale a alternativa INCORRETA.
Os prazos de prescrição podem ser alterados por acordo das partes.
A prescrição não corre entre ascendentes e descendentes, durante o poder familiar.
A prescrição pode ser alegada em qualquer grau de jurisdição, pela parte a quem aproveita.
A prescrição pode ser renunciada na forma expressa ou na forma tácita, quando se presume de fatos do interessado, incompatíveis com a prescrição.