

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Zelinda e Cláudio compareceram ao cartório para celebrar contrato de compra e venda de imóvel, tendo declarado, para fins de lavratura da escritura pública, que o preço pago por Zelinda seria de R$ 1.200.000,00 em troca da transferência da propriedade do apartamento de Cláudio. Entretanto, o que seria efetivamente pago, conforme avençado entre os dois, era o valor de R$ 2.000.000,00, que foi o montante efetivamente recebido por Cláudio de Zelinda: o acordo entre as partes para a declaração de valor menor tinha por objetivo pagar menos impostos.
Nesse caso, ocorreu:
fraude contra credores;
dolo;
lesão;
simulação;
estado de perigo.
No que diz respeito ao negócio jurídico, assinale a alternativa incorreta.
O negócio jurídico nulo não é suscetível de confirmação, nem convalesce pelo decurso do tempo
As nulidades devem ser pronunciadas pelo juiz, quando conhecer do negócio jurídico ou dos seus efeitos e as encontrar provadas, não lhe sendo permitido supri-las, ainda que a requerimento das partes
É nulo o negócio jurídico simulado, e igualmente o que se dissimulou, ainda que válido na substância e na forma
É nulo o negócio jurídico quando for preterida alguma solenidade que a lei considere essencial para a sua validade
Em 2017 o munícipe A celebrou negócio jurídico com o munícipe B, entregando para uso do munícipe B um imóvel residencial, tendo como contraprestação o pagamento mensal de R$ 3.000,00, em dinheiro. Tencionando sonegar a tributação, o munícipe A intitulou o instrumento particular como contrato de comodato e anotou, no corpo do instrumento, que o pagamento da contraprestação dava-se a título de auxílio de curso. Ante a situação, assinale a alternativa correta.
O negócio jurídico é anulável, pois firmado em fraude contra credores.
Eventual pretensão de anulação do negócio jurídico está prescrita, uma vez que a prescrição relativa à locação de imóvel urbano é de 3 anos.
O negócio jurídico não poderá ser anulado por iniciativa do munícipe B, pois, passados 4 anos, operou-se a decadência.
O contrato de comodato é nulo, dada a simulação, mas subsiste a locação que se dissimulou.
Nenhuma das alternativas acima está correta.
Situação hipotética: André está sendo demandado em ação de execução em decorrência de obrigação contratual inadimplida por ele junto a Manoel. Para se esquivar da obrigação, André formalizou um contrato particular, por meio do qual transferiu para Haroldo, com data retroativa, parte do seu patrimônio. Assertiva: Nessa situação, Manoel poderá requerer a nulidade do negócio jurídico formalizado entre André e Haroldo, por considerar que houve um ato simulado.
Certo
Errado
O Banco BPF S/A ajuizou execução por título extrajudicial em face de João Pedro para satisfação de sua dívida. No momento da penhora de um automóvel que cobriria o valor devido, o executado informou que este fora vendido para seu filho, Bernardo. O automóvel se encontra efetivamente na posse de Bernardo, que dele vem se utilizando, e a transferência da propriedade foi registrada administrativamente junto ao Detran. No entanto, o executado não obteve êxito em comprovar o valor supostamente pago pela venda do carro, ficando claro que o negócio jurídico efetivamente celebrado fora uma doação.
Diante disso, deve ser reconhecida a:
nulidade do contrato de compra e venda do carro por simulação relativa objetiva;
anulabilidade do contrato de compra e venda do carro por simulação absoluta;
inexistência do contrato de compra e venda do carro por simulação relativa subjetiva;
nulidade do contrato de compra e venda do carro por simulação absoluta;
anulabilidade do contrato de compra e venda do carro por simulação relativa objetiva.
De acordo com o Código Civil, haverá simulação nos negócios jurídicos quando:
1. aparentarem conferir ou transmitir direitos a pessoas diversas daquelas às quais realmente se conferem, ou transmitem.
2. contiverem declaração, confissão, condição ou cláusula não verdadeira.
3. os instrumentos particulares forem antedatados, ou pós-datados.
4. o credor quirografário receber do devedor insolvente o pagamento da dívida ainda não vencida.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
São corretas apenas as afirmativas 1 e 3.
São corretas apenas as afirmativas 2 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 3.
São corretas apenas as afirmativas 2, 3 e 4.
São corretas as afirmativas 1, 2, 3 e 4.
Gustavo cedeu imóvel a Rodrigo, por meio da celebração de comodato. Entretanto, Gustavo passou a cobrar de Rodrigo valores mensais referentes a aluguel.
Considerando as disposições do Código Civil, a situação hipotética representa
a simulação do negócio jurídico, sendo o comodato nulo e a locação válida.
a simulação do negócio jurídico, sendo o comodato válido e a locação nula.
a validade de ambos os negócios jurídicos.
a coação, sendo o comodato nulo.
a simulação do negócio jurídico, sendo o comodato e a locação nulos.
Magda deseja vender um imóvel para um de seus filhos, Bruno. Para não ter problemas com seus outros filhos que não concordarão com a venda, ela combina com Jorge, seu melhor amigo, de vender o imóvel para ele, mas com a incumbência de ele revendê-lo, em seguida, para Bruno, o que efetivamente ocorre.
-
Quando os outros filhos de Magda descobrirem, eles poderão alegar:
confirmação;
conversão;
simulação;
redução;
ratificação.
Em razão da presença de vício que a doutrina classifica como social, o negócio jurídico será anulável, caso se constate a presença de
objeto ilícito.
coação entre seus celebrantes.
fraude contra credores.
estado de perigo.
simulação.
De acordo com o Código Civil, o negócio jurídico simulado é
anulável, não sendo suscetível de confirmação.
anulável, mas é suscetível de confirmação.
nulo, não sendo suscetível de confirmação.
nulo, mas é suscetível de confirmação.
válido, exceto no caso de dissimulação.
A. é casado com S. pelo regime da comunhão universal de bens. A. tornou-se amante de M. e deseja doar para ela um apartamento de propriedade dele, no valor de R$1.000.000,00. Combinou com seu amigo F. a outorga de escritura de compra e venda, porque assim S. concordaria com a alienação. F. nada pagaria e assumiu a obrigação de transferir em doação o imóvel para M. As duas escrituras públicas foram lavradas na mesma data, porém, em tabelionatos de notas diferentes.
Os dois negócios jurídicos noticiados são
anuláveis por fraude contra credores.
nulos por simulação.
nulos por vício de forma.
válidos porque aplicável o princípio da conversão substancial.
Ademir queria doar um de seus terrenos a seu sobrinho João, mas sabia que sua esposa Delma não concordaria com isso. Assim, doou o terreno para seu amigo Cleber que, após alguns meses, repassou o imóvel a João, conforme previamente acertado entre Ademir e Cleber.
Nesse caso, ocorreu:
dolo;
fraude contra credores;
lesão;
simulação;
erro.
É nulo o negócio jurídico que aparente transmitir direitos a pessoa diversa daquela à qual realmente se transfere.
Certo
Errado
Assinale a alternativa correta sobre a simulação.
Na simulação relativa, o aproveitamento do negócio dissimulado se subordina à verificação de ausência de ofensa à lei e preenchimento de requisitos de validade, e não decorre tão somente da invalidade do negócio jurídico simulado.
A simulação não pode ser alegada por uma das partes partícipes do negócio contra a outra.
A simulação gera a nulidade do negócio jurídico, com efeitos ex tunc, razão pela qual não há como preservar eventuais direitos de terceiros de boa-fé.
Tal como ocorre na reserva mental, a simulação pressupõe concorrência de vontades voltadas à produção de efeitos que, na verdade, não são desejados.
Em relação à invalidade do negócio jurídico, considere os enunciados seguintes:
I. É nulo o negócio jurídico simulado, mas subsistirá o que se dissimulou, se válido for na substância e na forma.
II. O negócio jurídico nulo não é suscetível de confirmação, embora convalesça pelo decurso do tempo.
III. A anulabilidade não tem efeito antes de julgada por sentença, nem se pronuncia de ofício; só os interessados a podem alegar, e aproveita exclusivamente aos que a alegarem, salvo o caso de solidariedade ou indivisibilidade.
IV. Quando a lei dispuser que determinado ato é anulável, sem estabelecer prazo para pleitear-se a anulação, será este de quatro anos, a contar da data da conclusão do ato.
V. Respeitada a intenção das partes, a invalidade parcial de um negócio jurídico não o prejudicará na parte válida, se esta for separável; a invalidade da obrigação principal implica a das obrigações acessórias, mas a destas não induz a da obrigação principal.
Está correto o que se afirma APENAS em
simulação.
erro.
dolo.
Representa a hipótese de nulidade dos negócios jurídicos previsto em nosso ordenamento Jurídico:
simulação.
erro.
coação.
fraude contra credores.
Fábio doou um terreno a Fernanda, porém, como resultado de conluio entre ambos, o imóvel foi registrado como adquirido por meio de contrato de compra e venda.
Conforme o Código Civil, essa situação hipotética configura
fraude contra credores, permanecendo válida a doação.
simulação, sendo válido o contrato de compra e venda.
fraude contra credores, o que implica a nulidade da doação.
simulação, o que implica a nulidade da doação.
simulação, permanecendo válida a doação.
Gustavo e Henrique celebraram compromisso particular de venda e compra de um imóvel, em fevereiro de 2019. Ajustaram, no entanto, que no instrumento contratual referente ao compromisso constaria outra data: maio de 2018. Isso porque Gustavo pretendia apresentar o documento para um credor seu, justificando que já havia se comprometido a alienar o imóvel. De acordo com o Código Civil de 2002, é correto afirmar que o negócio jurídico
é anulável, em razão da simulação existente.
é nulo, em razão do dolo existente.
é anulável, pois o motivo determinante, comum a ambas as partes, foi ilícito.
é nulo, em razão da simulação existente.
é anulável, em razão do dolo existente.
Suponha-se que João e Maria tenham simulado negócio jurídico. Nesse caso, esse negócio jurídico simulado será nulo, mas o negócio que se dissimulou subsistirá, se for válido na substância e na forma.