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Marcos, estudando para um concurso de Guarda Municipal, coletou na internet diversos materiais sobre Direito Processual Penal. Em um dos textos, leu que está plenamente vigente e aplicável a Súmula nº 568 do Supremo Tribunal Federal que dispõe que “a identificação criminal não constitui constrangimento ilegal, ainda que o indiciado já tenha sido identificado civilmente”. Quanto ao assunto, pode-se afirmar que:
O texto que Marcos estudou está parcialmente certo, pois a identificação criminal pode ser realizada em qualquer circunstância, ao arbítrio da autoridade policial.
Marcos está estudando por material duvidoso, pois a Constituição de 1988 limita a identificação criminal, do civilmente identificado, a situações de exceção previstas em lei.
Marcos deve saber que, se o indivíduo não estiver portando a carteira de identidade, ainda que apresente outro documento, a autoridade policial deverá proceder à identificação criminal.
O material estudado por Marcos está atualizado, pois a Lei nº 12.037/2009 cuidava dos casos de identificação criminal, mas foi superada pelo citado entendimento do Supremo Tribunal Federal.
O princípio constitucional implícito que impede a Administração Pública de criar obstáculos burocráticos desnecessários para o exercício de direitos e garantias fundamentais é o da
Razoabilidade.
Proporcionalidade.
Produtividade.
Boa-fé.
Transparência.
Sobre a Constituição Federal de 1988, assinale a alternativa incorreta:
tornou o racismo e a tortura crimes inafiançáveis.
consagrou de rol de direitos fundamentais.
criou o Estado de Tocantins.
consagrou o princípio da inafastabilidade do controle jurisdicional.
Por ocasião de fortes chuvas na cidade, um policial militar, sem autorização do morador e sem determinação judicial, adentrou um imóvel na periferia de Fortaleza para prestar socorro aos seus ocupantes.
Nesse caso, de acordo com expressa previsão legal, não pratica crime.
Pratica, em tese, crime de abuso de autoridade, mas o juiz pode deixar de aplicar a pena, concedendo-lhe perdão judicial.
Pratica conduta típica e ilícita, mas inexiste crime porque é inimputável.
Não há conduta criminosa porque atuou culposamente e não há crimes culposos na Lei n° 13.869 de 2.019.
Na hipótese, embora a lei não trate expressamente da matéria, não há crime por inexigibilidade de conduta diversa.
A Constituição Federal de 1988 estabelece que a prática do racismo constitui crime:
afiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão, nos termos da lei.
inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de detenção, nos termos da lei.
afiançável e prescritível, sujeito à pena de detenção, nos termos da lei.
inafiançável e prescritível, sujeito à pena de detenção, nos termos da lei.
inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão, nos termos da lei.