

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Quanto à comunicabilidade e limitação da comunicabilidade das circunstâncias e condições do crime aos participantes da conduta delitiva, é correto afirmar:
As circunstâncias objetivas referentes à condição e qualidade da vítima, por serem de caráter pessoal, não se transmitem a todos os participantes da conduta delituosa;
As circunstâncias objetivas referentes aos meios de execução, não se transmitem a todos os participantes da conduta delituosa;
As circunstâncias objetivas referentes ao tempo e lugar, não se transmitem a todos os participantes da conduta delituosa;
As circunstâncias e condições que não forem de caráter pessoal se comunicam entre todos os sujeitos ativos do crime, sejam elas elementares, sejam elas circunstâncias do delito;
As circunstâncias e condições que não forem de caráter pessoal somente se comunicam entre todos os sujeitos ativos do crime quando forem elementares do delito.
José e João, mediante prévio ajuste com Pedro, funcionário público, ingressaram na repartição pública em que este exercia suas funções e subtraíram um computador. José sabia que Pedro era funcionário público e João desconhecia essa circunstância. Nesse caso, o crime de peculato será imputável a
José e João, apenas.
Pedro, José e João.
Pedro e João, apenas.
Pedro, apenas.
Pedro e José, apenas.
Assinale a alternativa que completa corretamente o disposto no art. 30 do Código Penal brasileiro referente as circunstâncias incomunicáveis Art. 30 - Não se comunicam as __________ e as ____________, salvo quando elementares do crime.
qualificadoras - agravantes genéricas
causas de aumento de pena - descriminantes putativas
causas de exclusão de culpabilidade - causas de exclusão de ilicitude
circunstâncias judiciais - causas de exclusão de ilicitude
circunstâncias - condições de caráter pessoal
No concurso de pessoas, as circunstâncias e as condições de caráter pessoal, ainda que elementares do crime, não se comunicam ao co-autor ou partícipe.
Certo
Errado
João revelou a Pedro que estava pensando em subtrair dinheiro do cofre da repartição pública em que trabalhava, mas não sabia como abri-lo. Pedro, então, informou-lhe que ouviu o chefe do setor dizer que o segredo do cofre estava escrito num dos quadros que decoravam a parede. De posse dessa informação, João abriu o cofre e retirou dinheiro do seu interior, gastando-o em proveito próprio. Nesse caso, João responderá por crime de peculato e Pedro
responderá como partícipe.
responderá como co-autor.
responderá como autor principal.
responderá como autor mediato.
não responderá pelo delito praticado por João.
Suponha-se que Manoel, previamente combinado com Cláudio, subtraia dinheiro de empresa pública, valendo-se da facilidade do cargo que ocupa na empresa, circunstância, entretanto, desconhecida por Cláudio, com o qual divide o produto do crime. Nessa situação, a conduta de Manoel e Cláudio caracteriza o crime de peculato consumado.
A (funcionário público da União Federal) desvia, atendendo solicitação de B, farmacêutico, sem qualquer vínculo com a União Federal, objeto confiado à sua guarda.
A hipótese descreve:
concurso de agentes.
A pratica um crime e B outro crime.
A pratica mera infração administrativa.
B pratica furto qualificado.
crime de concurso necessário.
Paulo contratou pistoleiros profissionais para matarem ascendente seu. Nesse caso,
Acerca da comunicabilidade das elementares e circunstâncias, é correto afirmar que:
as elementares objetivas se comunicam ao partícipe do crime;
as circunstâncias objetivas não se comunicam ao partícipe do crime;
as circunstâncias subjetivas se comunicam ao partícipe do crime;
as elementares subjetivas não se comunicam ao partícipe do crime;
as circunstâncias não se comunicam ao partícipe do crime.
O particular que auxilia funcionário público na execução de crime de peculato doloso
só comete esse delito em co-autoria se sabia da condição de funcionário público do agente.
comete o crime de condescendência criminosa, se não tiver conhecimento da condição de funcionário público do agente.
não responde por esse delito porque o simples auxílio é penalmente irrelevante.
não responde por esse delito porque o sujeito ativo do peculato doloso só pode ser funcionário público.
não responde por esse delito em co-autoria, mas apenas pelo crime de peculato culposo.
No concurso de pessoas, as elementares do tipo, sejam elas objetivas ou subjetivas, só se comunicam se entrarem na esfera de conhecimento dos participantes do crime.
Juliana era conhecida de Múcio, funcionário de autarquia federal, e sobre ele a primeira possuía grande ascendência. Juliana não era funcionária pública e, durante muito tempo, tentou convencê-lo a subtrair um equipamento, de pequeno porte mas valioso, que havia no ente público, até que Múcio anuiu e efetuou a subtração. Nessa situação, Múcio cometeu peculato e, pelo fato de esse delito ser próprio de funcionário público, Juliana não poderia ser punida como partícipe do crime.
Pedro e Ricardo responderão pelo crime de peculato-furto.
Amélia, funcionária pública, associa-se a seu marido João, que trabalha como dentista num hospital particular, para juntos se apropriarem de dinheiro público do qual Amélia tem a posse em razão do seu cargo como Tesoureira. Nesse contexto, é correto afirmar:
Amélia responderá por peculato e João por furto.
Tanto Amélia quanto João responderão por furto, por tratar-se de tipo congruente.
Tanto João quanto Amélia responderão por peculato.
João não será punido, pois era Amélia quem detinha a posse do dinheiro, em razão do cargo.
Amélia responderá por crime de apropriação indébita qualificada e João por usurpação de função pública.
X e Y deveriam responder pelo crime de peculato, pois a qualidade de funcionário público comunica-se ao particular que seja partícipe.