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No que tange aos Crimes contra a Administração Pública, analise os quesitos seguintes e marque a alternativa correta:
I- Quem obtém para si vantagem a pretexto de influenciar em atos praticados por funcionário público no exercício da função comete o crime de prevaricação;
II-O funcionário público que recebe para si, mesmo que fora da função, mas em razão dela, qualquer vantagem indevida comete o crime de corrupção ativa;
III- O funcionário público que exige para si, mesmo que fora da função, mas em razão dela, qualquer vantagem indevida comete o crime de concussão;
IV-Quem promete vantagem indevida a funcionário público, para determiná-lo a retardar ato de ofício comete o crime de tráfico de influência.
Só há um quesito errado.
Só há um quesito certo.
Só há dois quesitos errados.
Todos os quesitos estão errados.
Todos os quesitos estão corretos.
Conforme prevê o código penal, em seu artigo 319, retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal, é a definição de
estelionato.
corrupção passiva.
corrupção ativa.
prevaricação.
concussão.
Considerando-se o disposto no Código Penal Brasileiro, analisar os itens abaixo:
I - Exigir, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida corresponde ao crime de concussão.
II - Deixar o funcionário, por indulgência, de responsabilizar subordinado que cometeu infração no exercício do cargo ou, quando lhe falte competência, não levar o fato ao conhecimento da autoridade competente corresponde ao crime de condescendência criminosa.
III - Deixar o diretor de penitenciária e/ou agente público de cumprir seu dever de vedar ao preso o acesso a aparelho telefônico, de rádio ou similar, que permita a comunicação com outros presos ou com o ambiente externo se constitui em crime de prevaricação.
Estão CORRETOS:
Somente os itens I e II.
Somente os itens I e III.
Somente os itens II e III.
Todos os itens.
Antônio, Diretor de Penitenciária, deixou de cumprir seu dever de vedar ao preso o acesso a aparelho telefônico, de rádio ou similar, que permita a comunicação com outros presos ou com o ambiente externo. Nesse caso, é CORRETO afirmar que Antônio cometeu o seguinte crime contra a Administração Pública:
Condescendência criminosa
Prevaricação
Advocacia administrativa
Exercício funcional ilegalmente antecipado ou prolongado.
Concussão
Em relação aos crimes praticados por particulares e funcionários públicos contra a Administração Pública, analise as assertivas e assinale a alternativa correta:
I – Pode-se afirmar que o crime de prevaricação tipifica-se por retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal.
II – O descumprimento, por autoridade administrativa, de sentença proferida em Mandado de Segurança, pode configurar, em tese, o crime de prevaricação.
III – Para configuração do crime de corrupção passiva, na modalidade solicitar vantagem indevida, é necessário que a solicitação do funcionário seja correspondida pelo particular.
IV – Se o funcionário deixa de praticar ato de ofício, com infração de dever funcional, cedendo a pedido ou influência de outrem, comete o delito de condescendência criminosa.
V – No crime de concussão, como o particular é ameaçado, caso ceda à exigência do funcionário, não incorre em corrupção ativa.
Apenas as assertivas I, II e III são verdadeiras.
Apenas as assertivas I, II e V são verdadeiras.
Apenas as assertivas II, IV e V são verdadeiras.
Apenas as assertivas II, III e IV são verdadeiras.
Apenas as assertivas II, III e V são verdadeiras.
Qual alternativa apresenta INFORMAÇÕES CORRETAS a respeito do crime de prevaricação?
Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal.
Deixar o funcionário, por indulgência, de responsabilizar subordinado que cometeu infração no exercício do cargo ou, quando lhe falte competência, não levar o fato ao conhecimento da autoridade competente.
Patrocinar, direta ou indiretamente, interesse privado perante a administração pública, valendo-se da qualidade de funcionário.
Entrar no exercício de função pública antes de satisfeitas as exigências legais, ou continuar a exercê-la, sem autorização, depois de saber oficialmente que foi exonerado, removido, substituído ou suspenso.
Devassar o sigilo de proposta de concorrência pública, ou proporcionar a terceiro o ensejo de devassá-lo.
Leandro foi denunciado pela prática do crime de prevaricação. Em virtude dos mesmos fatos, foi instaurado procedimento administrativo em seu desfavor, sendo o mesmo arquivado por ausência de provas. Diante disso, o processo criminal de Leandro deve:
ser extinto sem julgamento do mérito, pois todas as decisões administrativas vinculam o juízo criminal;
ter prosseguimento normal, não sendo atingido pela decisão administrativa;
ser extinto sem julgamento do mérito, pois especificamente a motivação adotada no procedimento administrativo vincula o criminal;
ser extinto com julgamento do mérito, sendo Leandro absolvido;
ser suspenso, pois a existência de procedimento administrativo impede o prosseguimento daquela ação.
Sobre o crime de prevaricação previsto no art. 319 do CP, espécie de crime contra a Administração Pública, é CORRETO afirmar que:
é um crime funcional impróprio, uma vez que a ausência da qualidade especial de funcionário público faz com que o fato seja enquadrado em outro tipo penal.
é um crime funcional próprio, cuja ausência da qualidade de funcionário público torna o fato atípico, não sendo a conduta tipificada em qualquer outro crime previsto na legislação penal.
é um crime formal, cuja consumação admite, tão somente, a conduta comissiva ou o retardamento do ato.
para consumação do crime de prevaricação, o agente deve atuar visando a obtenção de uma vantagem indevida.
“Mévio, no exercício de sua função no cartório extrajudicial, não cumpriu o mandado judicial de averbação do divórcio no registro de casamento. Mévio assim agiu porque o divórcio era de sua vizinha Cleofa e não queria vê-la divorciada.” A conduta de Mévio configura crime de
desacato.
desobediência.
resistência.
prevaricação.
Retardar, indevidamente, ato de ofício para satisfazer interesse pessoal configura o seguinte crime:
peculato
concussão
prevaricação
contrabando
O art. 319 do Código Penal brasileiro, que trata sobre os tipos de conduta que configuram crime contra a Administração pública, dispõe um dos referidos crimes: “Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal”. A pena prevista no Código Penal para a prática do crime descrito anteriormente é:
Reclusão, de 2 a 5 anos, e multa.
Reclusão, de 3 a 8 anos, e multa.
Reclusão, de 2 a 12 anos, e multa.
Detenção, de 3 meses a um ano, e multa.
Detenção, de 6 meses a 2 anos, ou multa.
Imagine que um policial, em abordagem de rotina, identifique e efetue a detenção de um indivíduo procurado pela Justiça. Assim que isso ocorre e antes de apresentar o indivíduo à autoridade de Polícia Judiciária (Delegado de Polícia), o policial recebe verbalmente, do detido, a seguinte proposta: soltar o indivíduo para que ele vá até o caixa eletrônico e busque R$ 500,00, a serem entregues ao policial em troca de sua liberdade. O policial aceita a proposta e solta o detido, que não retorna e não cumpre com a promessa de pagamento. Diante dessa hipótese, o policial
cometeu crime de prevaricação (CP, art. 319).
cometeu crime de corrupção passiva (CP, art. 317).
cometeu o crime de condescendência criminosa (CP, art. 320).
cometeu o crime de concussão (CP, art. 316).
não cometeu crime algum, pois não chegou a receber o dinheiro.
Bernardo, servidor público lotado no SESACRE, deixou de praticar, indevidamente, ato de ofício para satisfazer interesse pessoal. Ele incorreu no crime de:
concussão.
peculato.
peculato mediante erro de outrem.
corrupção ativa.
prevaricação.
Funcionário público que estende intencional e desautorizadamente o período de tempo reservado para seu almoço, a fim de durante esse “período de folga” dedicar-se a atividades pessoais não urgentes, deixando de praticar, indevidamente, uma série de atos de ofício, comete
corrupção passiva.
peculato.
concussão.
prevaricação.
corrupção ativa.
Funcionário público, responsável por receber cadáveres no Instituto Médico Legal, que se apropria de relógio que estava no pulso de pessoa falecida encaminhada à necrópsia comete
peculato.
corrupção ativa.
prevaricação.
concussão.
corrupção passiva.
Considere os seguintes crimes contra a Administração Pública:
1) retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal.
2) apropriar-se de dinheiro ou de qualquer utilidade que, no exercício do cargo, recebeu por erro de outrem.
3) exigir, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida.
4) solicitar ou receber, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida, ou aceitar promessa de tal vantagem.
As proposições acima correspondem, respectivamente, aos crimes de:
concussão, peculato, corrupção passiva e prevaricação.
condescendência criminosa, peculato, prevaricação e concussão.
prevaricação, peculato, concussão e corrupção passiva.
prevaricação, peculato, corrupção passiva e concussão.
concussão, corrupção passiva, peculato e prevaricação.
O funcionário público que solicita vantagem indevida para aprovar, em prova prática, candidato à obtenção de carteira de habilitação de motorista, comete crime de
corrupção ativa.
concussão.
corrupção passiva.
excesso de exação.
prevaricação.
Os crimes de falsificação de documento público e de prevaricação têm em comum:
apresentarem mais de uma conduta prevista no tipo.
admitirem a punição também na modalidade culposa.
ambos serem punidos com penas de detenção e multa.
a qualificadora, tratando-se de crime praticado para satisfazer interesse pessoal.
o fato de somente poderem ser praticados por funcionário público.
Josefina, chefe de uma seção da Secretaria de Estado de Saúde, tomou conhecimento de que um funcionário de sua repartição havia subtraído uma impressora do órgão público. Por compaixão, em face de serem muito amigos, Josefina não leva o fato ao conhecimento dos seus superiores, para que as medidas cabíveis quanto à responsabilização do servidor fossem adotadas. Portanto, Josefina:
não obrou para crime algum, haja vista não ter competência para responsabilizar o seu subordinado.
obrou para crime de condescendência criminosa, haja vista ter competência para responsabilizar o seu subordinado.
obrou para crime de condescendência criminosa, haja vista não ter competência para responsabilizar o seu subordinado, mas o dever de levar o fato ao conhecimento da autoridade competente.
obrou para crime de corrupção passiva, haja vista a compaixão ser uma vantagem indevida.
obrou para crime de prevaricação.
Modela-se também pelas ideias de furto e de apropriação indébita a figura legal do crime de
prevaricação.
concussão.
excesso de exação.
favorecimento pessoal.
peculato.