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José, servidor público ocupante de cargo efetivo da Câmara Municipal de Beta, com vontade livre e consciente, exigiu, para si, diretamente, no exercício da função, vantagem indevida consistente em 30 mil reais do sócio-administrador da empresa Alfa, contratada por aquela Casa Legislativa, para não relatar fato desabonador da conduta da citada sociedade empresária.
Assim agindo, José está incurso no crime:
material de corrupção passiva, punível com pena de reclusão de quatro a dez anos, e multa;
formal de concussão, punível com pena de reclusão de dois a doze anos, e multa;
material de prevaricação, punível com pena de reclusão de dois a oito anos, e multa;
formal de corrupção ativa, punível com pena de reclusão de quatro a doze anos, e multa;
material de advocacia administrativa, punível com pena de reclusão de quatro a dez anos, e multa.
“Juliano Moreira, na qualidade de gestor público, determinou a retenção dos valores descontados da folha de pagamento dos servidores públicos que recebiam seus vencimentos já com os descontos dos valores de retenção a título de empréstimo consignado, mas, conforme a ordem de Juliano, os repasses às instituições financeiras credoras não eram realizados. Investigados os fatos quanto ao destino do dinheiro e se houve benefício percebido por Juliano, nada ficou provado.” Quanto à conduta adotada por Juliano, pode-se afirmar que:
É atípica, uma vez que não se vislumbra proveito algum em benefício de Juliano.
Constitui crime de prevaricação, por ter Juliano deixado de praticar ato de ofício.
Representa peculato; Juliano se apropriou de valores recebidos, em decorrência de seu cargo.
É lícita, já que não há prova do destino do dinheiro, nem qual seria o benefício obtido por Juliano.
Apropriar-se o funcionário público de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou particular. de que tem a posse em razão do cargo, ou desviá-lo, em proveito próprio ou alheio é um crime contra a Administração Pública. Qual das alternativas apresenta a nomenclatura de tal crime e sua adequada pena?
Peculato; reclusão de dois a doze meses, e multa.
Peculato; reclusão de um a dois anos, e multa.
Peculato; reclusão de dois a doze anos. e multa.
Prevaricação; reclusão de um a dois anos, e multa.
Prevaricação; reclusão de dois a doze anos, e multa.
O Código Penal Brasileiro (CPB) determina a tipificação criminal para diversas condutas antiéticas possíveis de se praticar enquanto agente público. De acordo com o CPB, quando o servidor público retarda ou deixa de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa em lei, para satisfazer seu interesse ou sentimento pessoal, está praticando crime de:
condescendência
prevaricação
concussão
peculato
excesso
Examine as seguintes situações hipotéticas:
1. Mário, investigador de polícia, retardou, indevidamente, medidas investigatórias em um inquérito policial, para ganhar prestígio com o Prefeito Municipal, pois a esposa deste é a principal suspeita da prática do crime investigado;
2. Mévio, fiscal da Prefeitura, exigiu de particular a entrega de dinheiro para não embargar a construção da sua residência;
3. Ana, funcionária pública da Caixa Econômica Federal, em razão de seu cargo, apropriou-se de dólares que tinha recebido para serem trocados em reais.
Conforme o Código Penal, Mário, Mévio e Ana responderão, respectivamente, pelos crimes de
concussão, corrupção passiva e prevaricação.
prevaricação, concussão e peculato.
prevaricação, corrupção passiva e peculato.
corrupção passiva, peculato e concussão.
corrupção ativa, concussão e prevaricação.
O funcionário público que, embora não tendo a posse do dinheiro, valor ou bem, o subtrai, ou concorre para que seja subtraído, em proveito próprio ou alheio, valendo-se de facilidade que lhe proporciona a qualidade de funcionário, pratica
peculato.
corrupção passiva.
prevaricação.
condescendência criminosa.
descaminho.
Entre os crimes listados a seguir, o único que pode ser praticado por particular é o crime de
corrupção ativa.
concussão.
prevaricação.
corrupção passiva.
abandono de função.
Considere as afirmativas dos crimes contra a Administração Pública. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)Apropriar-se o funcionário público de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou particular, de que tem a posse em razão do cargo, ou desviá-lo, em proveito próprio ou alheio.
(__)Praticar ato de ofício, ou praticá-lo conforme disposição expressa de lei.
(__)Deixar o funcionário, por indulgência, de responsabilizar subordinado que cometeu infração no exercício do cargo ou, quando lhe falte competência, não levar o fato ao conhecimento da autoridade competente.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
F, V, V.
F, F, V.
V, V, V.
V, F, V.
Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal, implica em pena de:
Detenção, de 3 meses a 1 ano, e multa.
Detenção, de 15 dias a 1 mês, ou multa.
Detenção, de 1 a 3 meses, ou multa.
Reclusão, de 3 a 8 anos, e multa.
Reclusão, de 2 a 12 anos, e multa.
Considere as situações hipotéticas que caracterizam crime contra a administração pública praticada por funcionário público.
I. Ana, servidora pública federal, é responsável por gerir galpão em que são depositados bens apreendidos pela entidade pública onde trabalha. Ao perceber o grande número de equipamentos de informática confiscados, ela se apropriou, por ato livre e consciente, de dois notebooks e uma impressora, que serviram de suporte para o estudo de seus filhos recém ingressos na faculdade.
II. Bruno, policial rodoviário, foi flagrado, por diversas vezes, intimidando e exigindo propina de R$100,00 (cem reais) para autorizar passagem de pessoas por uma estrada que liga a cidade A à cidade B.
III. Rita, servidora pública municipal, ocupa o cargo de Técnica em Enfermagem em um posto de saúde na cidade Cascatinha. Ao atender o Sr. Borges, diabético, o qual apresentava uma ferida na perna que necessitava de cuidados constantes, sugeriu ao paciente que, mediante uma ajuda financeira, poderia se dedicar mais ao caso dele. Satisfeito com o atendimento da aludida servidora, sempre gentil e prestativa, o Sr. Borges aceitou a proposta e pagou à servidora, que passou a tratar diariamente do seu ferimento, até sua cura total.
IV. Douglas, servidor Técnico-Administrativo do quadro permanente do CEFET-MG, deixou de praticar, indevidamente, ato de ofício para satisfazer interesse pessoal.
V. Antônio é servidor público de uma Instituição Federal de Ensino Superior (IFES). Ao saber que a filha de uma grande amiga havia sido eliminada no processo seletivo para ingresso em um curso de graduação por não ter apresentado a documentação exigida no prazo estipulado, resolveu interceder pela candidata e levou a documentação à sala do Coordenador de Processos Seletivos, também servidor da instituição, pedindo que ele abrisse uma exceção e aceitasse a documentação, mesmo fora do prazo previsto no edital, já que a candidata estava inconsolável.
Os crimes descritos acima cometidos pelos servidores públicos no exercício de suas atividades são, respectivamente:
Peculato, Corrupção passiva, Corrupção passiva, Prevaricação e Prevaricação.
Peculato, Concussão, Corrupção passiva, Prevaricação e Advocacia administrativa.
Excesso de exação, Concussão, Corrupção passiva, Prevaricação e Corrupção passiva.
Peculato, Concussão, Prevaricação, Corrupção passiva e Condescendência criminosa.
Excesso de exação, Concussão, Prevaricação, Corrupção passiva e Advocacia administrativa.
Analise as afirmativas a seguir:
I. À luz do artigo 316 do Código Penal, aplica-se a pena de reclusão, de dois a doze anos, e multa, para quem exigir para si diretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, uma vantagem indevida.
II. O artigo 319 do Código Penal determina a prisão, de nove meses a dois anos, para o indivíduo que deixar de praticar um ato de ofício para satisfazer um interesse pessoal.
Marque a alternativa CORRETA:
As duas afirmativas são verdadeiras.
A afirmativa I é verdadeira, e a II é falsa.
A afirmativa II é verdadeira, e a I é falsa.
As duas afirmativas são falsas.
Acerca do crime de prevaricação, previsto no art. 319 do CP, assinale a alternativa correta.
Responde por crime de desobediência, e não prevaricação, o funcionário público que recebe mandado judicial e não o cumpre, ainda que haja a finalidade específica de satisfazer interesse ou sentimento pessoal.
Admite tentativa na modalidade omissiva e comissiva.
Por ser crime grave, as sanções fixadas na norma penal vedam quaisquer benefícios processuais da Lei 9.099/95.
Retardar é adiar a prática. É não realizar dentro do prazo que a Lei determina. Deixar de praticar é abster-se no que concerne à realização de um ato de ofício. Finalmente, a conduta comissiva é fazer. Portanto, agir e atuar. Estes são os núcleos do crime.
Em relação aos crimes contra a administração pública, é INCORRETO afirmar que:
O peculato consiste em apropriar-se o funcionário público de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou particular, de que tem a posse em razão do cargo.
A prevaricação consiste em retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal.
As penas do crime de resistência são aplicáveis sem prejuízo das correspondentes à violência.
Revelar fato de que tem ciência em razão do cargo e que deva permanecer em segredo, ou facilitar-lhe a revelação, sujeita à pena de seis meses a dois anos, ou multa, se o fato não constitui crime mais grave.
A advocacia adminstrativa consiste em deixar o funcionário, por indulgência, de responsabilizar subordinado que cometeu infração no exercício do cargo ou, quando lhe falte competência, não levar o fato ao conhecimento da autoridade competente.
Sobre os crimes contra a Administração Pública, julgue os itens a seguir:
I. No crime de peculato culposo, o funcionário público concorre culposamente para o crime de outrem.
II. No crime de corrupção, o funcionário público exige, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida.
III. Embora não seja apenado com multa, o crime de prevaricação sujeita o funcionário público à pena de reclusão.
Está(ão) correto(s) apenas o(s) item(ns):
I.
I e II.
II e III.
I, II e III.
Com relação ao crime de prevaricação, assinale a alternativa correta.
Somente o funcionário público pode ser sujeito ativo do delito de prevaricação.
O sujeito passivo do crime é a sociedade.
A moralidade administrativa é o bem juridicamente protegido pelo tipo penal que prevê o delito de prevaricação.
A culpa é o elemento subjetivo exigido pelo tipo penal que prevê o delito de prevaricação.
A ação penal é de iniciativa privada.
Analise o seguinte caso hipotético:
Fernando, servidor público, visando satisfazer interesse pessoal, deixou de praticar, indevidamente, ato de ofício. Consoante o disposto no Código Penal, Fernando estará sujeito a ser processado e julgado pelo crime de
concussão.
prevaricação.
corrupção passiva.
abandono de função.
peculato.
“Conduta que expressa a defesa de interesse privado, realizada de forma direta ou indireta, perante a Administração Pública, fazendo uso do cargo de funcionário público.” Trata-se de:
Concussão.
Corrupção.
Prevaricação.
Advocacia administrativa.
Comete crime de prevaricação o agente que pratica ato de ofício, com infração de dever funcional, cedendo a pedido ou influência de outrem.
Certo
Errado
Considerando o que dispõe o Código Penal, é correto afirmar que são crimes contra a Administração Pública:
Estupro de vulnerável e Furto.
Prevaricação e Estelionato.
Concussão e Falsificação de documento público
Peculato e Advocacia administrativa.
Moeda falsa e Associação criminosa.
Funcionário Público do Município de Guarapari/ES, que retardar, indevidamente, ato de ofício para satisfazer sentimento pessoal, incorrerá no crime de:
Prevaricação.
Concussão.
Condescendência criminosa.
Corrupção passiva.