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Sobre a educação permanente em saúde no SUS, assinalar a alternativa CORRETA.

A intenção do programa é conferir soberania somente aos profissionais do serviço de saúde, deixando-os acima dos saberes do paciente frente ao processo de saúde-doença.
Somar conhecimentos entre profissionais, o trabalho de maneira multidisciplinar e a constante atualização e aperfeiçoamento são intenções e metas do programa.
Adquirir conhecimento profissional e menosprezar os saberes dos demais colegas em um serviço público é uma meta de todos os profissionais de saúde.
A soma de conhecimentos somente entre os gestores do SUS se faz importante, no entanto, aos demais profissionais, é cabível a individualidade e a soberania de suas decisões.
Sobre a educação em saúde, julgue as alternativas abaixo:
I-Educação em Saúde é um processo assistemático, descontínuo e permanente que objetiva a formação e o desenvolvimento da consciência crítica do cidadão.
II-A finalidade da ação de Educação em Saúde é a transformação. Esta ação, como área do conhecimento, contribui de forma decisiva para a consolidação dos princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde -SUS.
III-Educação popular em saúde volta-se para a promoção da participação social no processo de formulação e gestão da política de saúde.
É correto o que se afirma em:
II e III, apenas.
I, apenas.
II, apenas.
I e II, apenas.
Qual é o objetivo da Educação Permanente em Saúde?
Aumentar a carga horária de trabalho dos profissionais de saúde.
Promover a atualização dos conhecimentos e competências dos profissionais de saúde.
Reduzir o número de profissionais de saúde no mercado.
Desestimular a participação dos profissionais em cursos de capacitação.
Limitar a prática clínica dos profissionais de saúde.
A Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS) é uma estratégia do Sistema Único de Saúde (SUS) para a formação e o desenvolvimento de trabalhadores para o setor, por meio da articulação entre ensino e serviço. A condução locorregional da PNEPS é efetivada por um Colegiado de Gestão configurado como Polo de Educação Permanente em Saúde para o SUS.
Sobre os Colegiados de Gestão e os Polos de Educação Permanente em Saúde para o SUS, analise as afirmativas a seguir.
I. Os Colegiados de Gestão devem formular políticas de formação e desenvolvimento de formadores e de formuladores de políticas, fortalecendo a capacidade docente e a capacidade de gestão do SUS.
II. Os Colegiados de Gestão devem padronizar, para todo o território nacional, os conteúdos teórico-práticos de formação e de desenvolvimento dos trabalhadores de saúde, de modo a fortalecer o controle e a qualidade pedagógica do processo formativo. III. Cabe aos Colegiados de Gestão estabelecer a pactuação e a negociação permanentes entre os atores das ações e serviços do SUS, docentes e estudantes da área da saúde.
IV. Os hospitais de ensino e serviços de saúde poderão compor, em conjunto com outras instituições, os Polos de Educação Permanente em Saúde para o SUS.
V. O Colegiado de Gestão de cada Polo de Educação Permanente em Saúde para o SUS se responsabilizará pela geração dos recursos financeiros que viabilizarão a formação e o desenvolvimento de trabalhadores de sua locorregional.
De acordo com o disposto na Portaria nº 198/GM/MS, de 13 de fevereiro de 2004, estão corretas as afirmativas
I, II e IV, apenas.
II, III e V, apenas.
I, III e IV, apenas.
I, II, III, IV e V.
A Proposta de Educação Permanente em Saúde surge como uma iniciativa estratégica voltada para a melhoria dos processos formativos, das abordagens pedagógicas e práticas de saúde, assim como para a reorganização dos serviços. Este empreendimento visa estabelecer uma integração efetiva entre o sistema de saúde, em suas diversas esferas de gestão, e as instituições formadoras. O processo de Educação Permanente, quando implementado no Sistema Único de Saúde (SUS), deve dar ênfase a:
A promoção da democratização institucional.
O fomento do desenvolvimento da capacidade de aprendizagem.
O aprimoramento das habilidades docentes e a abordagem criativa das situações de saúde.
A construção de práticas tecnológicas, éticas e humanísticas.
O Programa para o Fortalecimento das Práticas de Educação Permanente em Saúde no SUS (PRO EPS-SUS), criado em 2017, prevê aos estados e Distrito Federal incentivo de custeio para a elaboração de Planos Estaduais de Educação Permanente em Saúde (PEEPS). Esses planos precisam ter previsão mínima de um ano e devem utilizar, como eixo, as bases teóricas e metodológicas da Política Nacional de Educação Permanente em Saúde. Quanto à elaboração do PEEPS, o PRO EPS-SUS recomenda:
respeitar em seus pressupostos os princípios da pedagogia tradicional e do tecnicismo
apresentar estimativa de custos para a execução de cada atividade prevista no Plano
indicar a mudança individual que a ação provocará nos participantes, desconsiderando a modificação na realidade dos serviços
considerar os princípios da Educação Permanente em Saúde, que orientam os processos educacionais para que ocorram de forma uniprofissional
A Educação Permanente em Saúde, interpretada como estratégia de gestão, implica considerar
o espaço do trabalho morto, privado por excelência, que os trabalhadores reinventam, dia a dia, sua autonomia na produção dos atos de saúde.
o espaço do trabalho morto como intervenção sobre o trabalho vivo, atuando a partir de saberes tecnológicos que operam lugares previamente estruturados.
o mundo do trabalho como o meio do processo pedagógico e de aprendizagem do trabalhador com o seu próprio agir produtivo.
os saberes estruturados enquanto projetos políticos de atenção à saúde em disputa cotidiana nos e dos estabelecimentos de saúde.
os recursos disponíveis e vigentes como formas de enfrentar um problema concreto que produz o incômodo necessário para pedagogias construtivistas.
“É uma estratégia ético-político-pedagógica, que visa transformar e qualificar a atenção à saúde, os processos formativos, as práticas de educação em saúde, além de fomentar a organização das ações e dos serviços numa perspectiva intersetorial.” Essa estratégia refere-se a:
educação popular em saúde;
educação permanente em saúde;
valorização social;
participação da comunidade;
vigilância em saúde.
Analise as afirmativas a seguir e marque a alternativa correta.
I - A Educação Permanente em Saúde é uma proposta educacional desenvolvida no ambiente doméstico e no ambiente de trabalho.
II - A Educação Permanente incorpora o ensino, a atenção à saúde, a gestão do sistema, a participação e o controle social no cotidiano profissional promovendo mudanças na realidade do trabalho.
III – A Educação Permanente é voltada para os profissionais de saúde aposentados.
IV – A Educação Permanente produz encontros com outras pessoas que constroem conhecimentos, possibilitando a mudanças na realidade do trabalho.
V – A Educação Permanente não orienta o desenvolvimento do processo educativo.
Apenas I e II estão corretas.
Apenas II e III estão corretas.
Apenas II e IV estão corretas.
Apenas I e IV estão corretas.
Apenas III e V estão corretas.
A Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS) visa à transformação das práticas profissionais e organizacionais no Sistema Único de Saúde (SUS). Marque a alternativa correta sobre os princípios e diretrizes dessa política.
A avaliação dos programas de educação permanente deve ser realizada unicamente por critérios quantitativos, focando-se na quantidade de profissionais capacitados por ano.
A Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS) defende que a educação dos profissionais de saúde seja exclusivamente baseada na padronização de conteúdos teóricos.
A Educação Permanente em Saúde deve ser centrada exclusivamente nos profissionais de saúde que atuam diretamente no atendimento ao público, sendo facultativa para gestores e trabalhadores administrativos do SUS.
A PNEPS preconiza a educação em serviço como uma prática que deve ser planejada de forma descentralizada, mas exclusivamente com base nas diretrizes estabelecidas pelos órgãos federais.
Um dos pilares da PNEPS é a promoção da aprendizagem significativa, baseada na problematização das práticas cotidianas dos profissionais de saúde, favorecendo a construção coletiva de soluções.
A Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS) foi instituída no ano de 2004 e representa um marco para a formação e trabalho em saúde no País. No contexto da PNEPS, o Programa para o Fortalecimento das Práticas de Educação Permanente em Saúde no SUS (PRO EPS-SUS) visa a fortalecer as ações de Educação Permanente em Saúde (EPS), dar centralidade aos processos de gestão da PNEPS na lógica do modelo de atenção à saúde e reconhecer as contribuições dos principais atores nesse processo. É um critério para adesão dos municípios no PRO EPS-SUS a
realização, no período mínimo de três anos, de ações educativas de EPS.
apresentação de, minimamente, duas equipes da Atenção Básica.
elaboração de plano de ação contemplando as atividades de EPS previstas.
exposição na Comissão Intergestores Tripartite (CIT).
A formação e a Educação Permanente em Saúde (EPS) são aspectos inerentes aos processos de trabalho das equipes que atuam na Atenção Básica (AB). Tais aspectos foram contemplados pela Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), por meio da Portaria nº 2.436, de 21 de setembro de 2017 (Brasil, 2017).
Em relação à formação e à EPS na AB, de acordo com a Portaria nº 2.436/2017, é correto afirmar que
a EPS é a aprendizagem que se desenvolve no trabalho e que inviabiliza uma transformação efetiva nas práticas dos trabalhadores.
as ofertas educacionais devem estar indissociadas das temáticas relevantes para a AB e da dinâmica cotidiana de trabalho dos profissionais
os processos formativos que ocorrem na AB prejudicam a população pela presença de profissionais de saúde menos qualificados no território.
o apoio institucional, no contexto da EPS, visa a manutenção dos modelos de gestão verticalizados, a fim de garantir a autonomia dos trabalhadores.
o apoio institucional é uma função gerencial que, no contexto da EPS, contribui para aumentar os problemas e as tensões do cotidiano dos trabalhadores.
A educação permanente em saúde
I interliga profissionais de saúde e usuários/pacientes.
II é importante para a transformação das práticas de saúde e para a integralidade da assistência.
III não é uma construção interdisciplinar.
Assinale a opção correta.
Apenas o item I está certo.
Apenas o item III está certo.
Apenas os itens I e II estão certos.
Apenas os itens II e III estão certos.
Todos os itens estão certos.
Visando superar os fatores limitadores para a efetiva implementação da Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS), o Ministério da Saúde iniciou, em 2017, o processo denominado de “A retomada da PNEPS”, com a intenção de recolocar o tema da Educação Permanente em Saúde na agenda das políticas públicas do país.
A partir dessa iniciativa, Silva e Scherer (2020) realizaram um estudo que deu voz a atores que promovem a PNEPS, no intuito de compreender os fatores intervenientes em sua implementação, o qual concluiu que:
O principal fator favorável é o Programa para o Fortalecimento das Práticas de Educação Permanente em Saúde no SUS (PRO EPS-SUS).
Um dos fatores desfavoráveis é o baixo e descontínuo envolvimento dos trabalhadores que articulam a Educação Permanente em Saúde em seus territórios de atuação.
Um aspecto facilitador é a centralização nacional das decisões que permite a cada locorregião atuar de modo sincronizado na solução de necessidades comuns.
Um aspecto desfavorável é o excesso de monitoramento e de avalições das ações de Educação Permanente em Saúde, que terminam por constranger a inovação e a criatividade.
Em 2004, o Ministério da Saúde implementou a Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS) como parte integrante do Sistema Único de Saúde (SUS), com o objetivo de fortalecer a formação continua e o aprimoramento dos profissionais e trabalhadores que atuam no setor da saúde. Sobre a PNEPS, analise as assertivas abaixo:
I. Essa estratégia foi adotada visando a melhoria constante da qualidade dos serviços de saúde oferecidos à população brasileira, promovendo a atualização e a capacitação dos envolvidos no sistema de saúde do país.
Il. A mesma segue orientada via Política Nacional de Educação Permanente em Saúde, mas não detém de sua política regulamentada em lei.
IIl. O objetivo do Ministério da Saúde é a construção de uma política nacional de formação e desenvolvimento para o conjunto dos profissionais de saúde, principalmente por meio da constituição de Pólos de Educação Permanente em Saúde para o SUS (instâncias interinstitucionais e locorregionais/rodas de gestão), com a elaboração de projetos.
Estão CORRETAS:
Apenas as assertivas | e Il.
Apenas as assertivas Il e III.
Apenas as assertivas I e III.
As assertivas I, Il e III.
A Política de Educação Permanente em Saúde foi implantada em 2004 e orienta que a formação e desenvolvimento dos trabalhadores da área da saúde pode ser definida como
aquisição sistemática de conhecimentos capazes de provocar, a curto ou longo prazo, uma mudança de ser e de pensar do indivíduo, através da internalização de novos conceitos, valores ou normas e da aprendizagem de novas habilidades
aprendizagem no trabalho, em que o aprender e o ensinar se incorporam ao cotidiano das organizações e ao trabalho, baseando-se na aprendizagem significativa e na possibilidade de transformar as práticas dos trabalhadores da saúde.
processo educativo, formal ou informal, dialógico e contínuo, individual e coletivo, que permite qualificação, exercício da cidadania, reafirmação ou reformulação de valores, construindo relações integradoras entre os sujeitos envolvidos para uma práxis crítica e criadora.
prática que valoriza os saberes, de modo a fomentar a construção de conhecimentos vinculados a seu contexto concreto a partir de convivências não hierarquizadas entre os participantes dos processos de ensino e de aprendizagem.
Observe a charge abaixo (ETS/UFPB, 2020) e analise as assertivas abaixo:
I – palavra “conhecimento” observada na charge refere-se ao processo de educação permanente que precisa ser cada vez mais implementado no SUS.
II – No caso da charge abaixo, refere-se ao processo de informação que os agentes comunitários deveriam ter acesso. Nesse caso, não se aplicando a educação na saúde, mas sim, educação em saúde.
III – O processo de sistematização do conhecimento faz parte do processo de educação na saúde, logo relativo à formação e o desenvolvimento de habilidades para atuação em saúde.

Fonte: ETS/UFPB, 2020.
Marque a alternativa CORRETA:
I, II e III
I e II
I e III
Apenas a III
Quais são as estratégias utilizadas na Educação Permanente em Saúde?
Cursos de capacitação e treinamentos.
Redução da carga horária dos profissionais de saúde.
Exclusão dos profissionais de saúde do mercado de trabalho.
Desestímulo à atualização dos conhecimentos dos profissionais.
Priorização do lucro em detrimento da qualidade do atendimento.
Quais são os principais desafios enfrentados na implementação da Educação Permanente em Saúde?
Falta de recursos financeiros.
Falta de interesse dos profissionais em se atualizar.
Limitações do sistema de saúde.
Desvalorização dos profissionais de saúde.
Ausência de normas e diretrizes na área.
No que diz respeito à educação em saúde no contexto dos serviços de saúde pública, analise as afirmativas abaixo:
I.A educação e a saúde são práticas sociais inseparáveis e interdependentes que sempre estiveram articuladas, sendo consideradas elementos fundamentais no processo de trabalho dos profissionais da saúde.
II.A formação profissional afeta profundamente a qualidade dos serviços prestados e o grau de satisfação dos usuários.
III.A educação em saúde no contexto dos serviços de saúde pública tem importantes dimensões a serem tratadas: a educação permanente em saúde como política norteadora dos processos educativos contínuos nos diferentes arranjos assistenciais do SUS, com suas diversas denominações; e a educação popular em saúde, que reconhece que os saberes são construídos diferentemente e, por meio da interação entre sujeitos, esses saberes se tornam comuns ao serem compartilhados.
Fonte: https://unasus.unifesp.br/biblioteca_virtual/esf/2/unidades_conteudos/unidade09/unidade09.pdf
É CORRETO o que se afirma em:
I e II, apenas.
I, II e III.
I e III, apenas.
II e III, apenas.