Questões de Concurso sobre Choque séptico

 
 
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Um paciente adulto, internado em uma unidade de pronto atendimento, apresenta choque séptico refratário à reposição volêmica. Foi prescrito um agente vasoativo com o objetivo de manter a PAM >= 65 mmHg.


Sobre a administração desse medicamento, é correto afirmar que:


A

a administração de vasopressores deve ser feita preferencialmente por via periférica, pois essa via reduz o risco de complicações, como necrose tecidual;


B

a dopamina é a droga vasoativa de primeira escolha para o choque séptico, pois tem efeito predominantemente vasodilatador e melhora a perfusão renal sem causar efeitos adversos significativos;


C

os vasopressores devem ser administrados preferencialmente por acesso venoso central para evitar complicações, como necrose tecidual em caso de extravasamento;


D

o uso de vasopressores, como noradrenalina e vasopressina, está indicado em todos os casos de choque hipovolêmico, pois promove aumento do débito cardíaco independentemente da reposição volêmica;


E

os efeitos adversos dos vasopressores são limitados e incluem principalmente hipotensão postural transitória e bradicardia compensatória.

Paciente de 68 anos internado com diagnóstico de pneumonia grave, evoluindo para choque séptico. Apresenta pressão arterial de 82x45 mmHg, taquicardia, taquipneia, confusão mental, extremidades frias, débito urinário de 10 mL/h e saturação de O₂ de 86%. Está sedado, intubado e recebendo vasopressores.


Considerando os dados clínicos e os diagnósticos da North American Nursing Diagnosis Association International (NANDA-I), assinale a alternativa que apresenta apenas diagnósticos de enfermagem compatíveis com esse quadro clínico.


A

Perfusão tissular eficaz; Mobilidade física prejudicada; Ansiedade relacionada a apresentação em público.


B

Sono prejudicado relacionado a ruído ambiental; Aleitamento materno eficaz; Estilo de vida sedentário.


C

Integridade da pele preservada; Nutrição equilibrada; Comunicação verbal eficaz.


D

Troca gasosa prejudicada; Risco de choque; Débito cardíaco diminuído.

O choque e o traumatismo multissistêmico são emergências que podem afetar o controle de todo sistema do corpo. Devido aos seus efeitos variados, esses distúrbios frequentemente podem ser fatais. O choque costuma ser classificado de acordo com a área afetada. Nesse sentido, os tipos de choque incluem:


I – hipovolêmico

II – cardiogênico

III – distributivo (incui choque neurogênico, séptico e anafilático)

IV - obstrutivo



É verdadeiro o que se afirma em:


A

I, II, III e IV


B

I apenas


C

I e II apenas


D

IV apenas


E

II apenas

Um paciente idoso é admitido com infecção urinária complicada por obstrução vesical, evoluindo com confusão mental, temperatura de 39,5 °C, frequência respiratória de 32 irpm, pressão arterial de 85/58 mmHg e lactato sérico de 4,8 mmol/L. O enfermeiro da sala de emergência identifica, com base em parâmetros clínicos e laboratoriais, iminente risco de evolução para choque séptico, acionando prontamente a equipe médica. À luz das diretrizes da Surviving Sepsis Campaign, do protocolo brasileiro de manejo da sepse e das competências clínicas do enfermeiro na vigilância e triagem de risco, qual conduta imediata é mais compatível com o plano de cuidados avançado e respaldado tecnicamente?


A

Iniciar antibioticoterapia empírica com antimicrobianos de amplo espectro, conforme fluxograma institucional, diante de indicadores clássicos de choque infeccioso.


B

Postergar a infusão volêmica até a coleta laboratorial completa, reduzindo riscos de resultados laboratoriais potencialmente falseados.


C

Coletar exames iniciais, iniciar infusão de cristalóide a 30 mL/kg, monitorar débito urinário e perfusão, avaliando resposta clínica em tempo real.


D

Posicionar o paciente em Trendelenburg, administrar antipirético intramuscular e realizar compressões rítmicas para otimização circulatória.


E

Estimular ingesta hídrica oral assistida e iniciar antibioticoterapia por via oral, considerando manifestações neurológicas como padrão geriátrico.

Durante o atendimento de um paciente com suspeita de choque séptico, a equipe de enfermagem deve estar atenta aos sinais e intervenções precoces para melhorar o prognóstico. De acordo com as diretrizes atuais, os parâmetros considerados como critério diagnóstico importante para o reconhecimento antecipado do choque séptico são:


A

pressão arterial média (PAM) acima de 65 mmHg, sem necessidade de vasopressores


B

lactato sérico abaixo de 2 mmol/L após reposição volêmica inicial e hiperfusão hemodinâmica


C

necessidade de vasopressores para manter a PAM ≥ 65 mmHg e lactato sérico > 2 mmol/L, apesar da reposição volêmica adequada


D

frequência cardíaca abaixo de 90 bpm e temperatura corporal normal

Em relação à assistência de enfermagem ao paciente com choque séptico, é correto afirmar:


A

A administração de vasopressores deve preceder a reposição volêmica.


B

A monitorização da perfusão tecidual é irrelevante nas primeiras horas.


C

A coleta de culturas deve ser realizada após o início da antibioticoterapia.


D

A reposição volêmica com cristaloides é indicada como primeira medida terapêutica.

Um paciente apresenta os seguintes sinais:


FR: 30 irpm; PA: 88/54 mmHg; FC: 122 bpm; temp: 38,4 °C; pele

fria e úmida; agitação leve; Escore NEWS = 8 pontos.


De acordo com o Protocolo Nacional de Avaliação de Risco Clínico (MS, 2021) e a Resolução COFEN nº 564/2017 (que aprova o novo Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem), assinale a opção que indica a conduta tecnicamente correta da Enfermagem para esse quadro clínico.


A

Administrar antibioticoterapia empírica antes de avaliação médica.


B

Posicionar o paciente em decúbito lateral esquerdo e observar evolução por 30 minutos.


C

Instalar hidratação venosa rápida com solução hipertônica e administrar antipirético imediatamente.


D

Aguardar nova aferição de sinais vitais antes de intervir, diante da estabilidade parcial do quadro.


E

Acionar a equipe de resposta rápida, manter acesso venoso pérvio, cabeceira elevada e monitorização contínua.

Diante de um paciente com hematêmese e hipotensão, a assistência de enfermagem deve garantir reposição volêmica imediata, monitorização rigorosa e encaminhamento oportuno. Nesse contexto, assinale a alternativa com a conduta correta.


A

Instalar acesso venoso calibroso, administrar reposição volêmica com solução cristaloide e checar sinais vitais em intervalos curtos.


B

Manter o paciente em decúbito horizontal sem elevação da cabeceira, acreditando reduzir pressão venosa e inibir o sangramento.


C

Evitar totalmente a inserção de sonda nasogástrica para não estimular novas lesões, mantendo jejum apenas diante de hematêmese.


D

Suspender oximetria de pulso, pois a redução de saturação inicial não interfere de modo significativo na terapêutica.


E

Executar compressão manual epigástrica diante de vômitos sanguinolentos para conter a distensão e minimizar aspiração.

Dentre as principais etiologias relacionadas ao choque obstrutivo, está


A

o sequestro de líquidos para o terceiro espaço (pancreatite, peritonite).


B

o IAM (principalmente afetando ventrículo esquerdo).


C

a coarctação da aorta.


D

o coma mixedematoso.


E

o choque séptico.

Paciente de 62 anos, internado em UTI após cirurgia abdominal, apresenta febre, taquicardia, PA 80/50 mmHg, extremidades frias e confusão mental. A suspeita da equipe de saúde é de choque séptico.


Diante das informações, a equipe deve



A

manter o paciente em posição de Trendelemburg prolongado, oferecer dieta hipossódica, aguardar melhora da PA.


B

restringir a oferta hídrica até definição médica.


C

administrar antipirético e aguardar redução da febre.


D

monitorar sinais vitais, garantir acesso venoso calibroso, e iniciar infusão rápida de fluidos conforme prescrição.


E

evitar manipulação e postergar medidas invasivas.

Evans et al. (Surviving Sepsis Campaign, 2021) consolidaram recomendações para o manejo inicial da sepse, priorizando coleta de culturas antes da antibioticoterapia, início precoce de antimicrobianos de amplo espectro dentro da primeira hora, ressuscitação volêmica inicial com cristaloide em dose adequada, escolha de noradrenalina como vasopressor inicial para manutenção de PAM ≥ 65 mmHg, avaliação seriada de perfusão e intervenção sobre o foco infeccioso. À luz dessas diretrizes, qual proposição sintetiza de modo mais consistente esse arranjo assistencial?


A

Estrutura conduta com corticoterapia precoce universal, ausência de antibióticos empíricos, uso isolado de inotrópicos, reposição hídrica limitada e drenagem do foco apenas após estabilidade laboratorial.


B

Organiza a abordagem com administração antimicrobiana retardada, expansão volêmica restrita, vasopressor dopamina como primeira linha, manutenção de PAM mais baixa e controle do foco adiado.


C

Direciona o cuidado para uso inicial de vasodilatadores, volume reduzido, início antibiótico tardio, meta pressórica elevada, ausência de lactato inicial e definição do foco somente após exames complementares.


D

Estrutura o atendimento com reconhecimento precoce, culturas antes dos antibióticos, início antimicrobiano na primeira hora, ressuscitação com cristaloide em dose adequada, noradrenalina para PAM ≥ 65 e reavaliação clínica.


E

Fundamenta o manejo na substituição de cristaloide por coloide, titulação pressórica pelo pulso periférico, coleta de culturas pós-antibiótico, ausência de ultrassonografia e reavaliação hemodinâmica diferida.

A estratificação de risco para sepse em pronto atendimento demanda integração entre achados clínicos, marcadores laboratoriais e escores validados, de modo a antecipar intervenções tempo-dependentes. Em um adulto febril com taquicardia, taquipneia, hipotensão limítrofe e lactato sérico discretamente elevado, qual estratégia inicial alinha-se de forma mais precisa às recomendações contemporâneas de bundles de primeira hora?


A

Coleta de hemoculturas após antibioticoterapia empírica, expansão volêmica restrita e vigilância hemodinâmica intermitente por oximetria periférica.


B

Administração de antimicrobianos de amplo espectro após culturas, expansão com cristalóide balanceado e avaliação seriada de perfusão periférica.


C

Início de vasopressor periférico de curta duração antes da reposição volêmica, seguido de antibioticoterapia guiada por gram de secreções respiratórias.


D

Infusão de coloides sintéticos em bolus escalonado, com adiamento de antibiótico até confirmação de foco por imagem.


E

Correção dirigida de acidose metabólica com bicarbonato intravenoso, manutenção hídrica mínima e controle térmico ativo por medidas físicas isoladas.

Um paciente de 68 anos, com histórico de infecção do trato urinário não tratada, é admitido no serviço de emergência apresentando hipotensão (PA 80x50 mmHg) que não responde à infusão inicial de 1.000 ml de cristaloide, taquicardia (FC 130 bpm), febre (39,2°C), oligúria e rebaixamento do nível de consciência. Os exames laboratoriais revelam leucocitose com desvio à esquerda, acidose metabólica e lactato arterial de 5 mmol/L. Este cenário é compatível com choque séptico. A assistência de enfermagem intensiva é crucial para a estabilização do paciente e prevenção da disfunção de múltiplos órgãos. Diante deste quadro clínico complexo, qual é a principal prioridade do enfermeiro no manejo hemodinâmico do paciente, após a expansão volêmica inicial, conforme as diretrizes da "Surviving Sepsis Campaign"?


A

Inserir um cateter vesical de demora para monitorização rigorosa e contínua do débito urinário horário.


B

Aumentar a oferta de oxigênio por meio de uma máscara não reinalante com fluxo de 15 L/min para manter a SpO2 acima de 94%.


C

Iniciar a administração de aminas vasoativas, como a noradrenalina, para manter uma Pressão Arterial Média (PAM) alvo.


D

Administrar antibioticoterapia de amplo espectro na primeira hora após o reconhecimento do choque séptico.


E

Realizar a coleta de duas amostras de hemocultura de sítios distintos antes de iniciar a antibioticoterapia de amplo espectro.

Durante o plantão em uma UTI, um paciente de 65 anos, com histórico de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, é internado com diagnóstico de choque séptico de foco pulmonar. Encontra-se com cateter venoso central, monitorização contínua e débito urinário controlado. Com base nessa situação, marque verdadeiro (V) ou falso (F) nas afirmativas abaixo.


(_)A pressão arterial média deve ser mantida > 65 mmHg para garantir perfusão adequada.

(_)A pressão venosa central é um indicador confiável de perfusão tecidual e deve ser mantida < 5 mmHg.

(_)O débito urinário inferior a 0,5 mL/kg/h por mais de 2 horas pode indicar hipoperfusão renal.

(_)A ausência de lactato elevado exclui a presença de choque séptico.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.


A

F, V, F, V.


B

V, V, F, F.


C

F, F, V, V.


D

V, F, V, F.

Um homem de 67 anos de idade chegou à unidade de pronto atendimento com queixa de febre que o acometia já há dois dias, calafrios, queda do estado geral e confusão mental. No exame, apresentou temperatura de 38,9 °C, frequência cardíaca de 120 bpm, pressão arterial de 88/56 mmHg, frequência respiratória de 26 irpm e extremidades frias. O paciente relatou histórico recente de infecção urinária.


Com base nesse caso clínico hipotético e considerando o Protocolo de Manchester e os sinais apresentados, assinale a opção que apresenta corretamente a classificação de risco adequada para esse paciente.


A

Verde – o paciente está consciente e orientado, podendo aguardar atendimento sem risco imediato.


B

Azul – há presença apenas de febre, sem o registro de sinais respiratórios evidentes.


C

Amarelo – o paciente apresenta infecção, mas sem comprometimento circulatório grave.


D

Vermelho – o paciente está com febre e apresenta leve taquicardia, sem risco iminente de morte.


E

Laranja – o paciente apresenta sinais sugestivos de sepse, com comprometimento hemodinâmico, exigindo atendimento em até dez minutos.

Em unidade de terapia intensiva, paciente sob ventilação mecânica e uso de drogas vasoativas apresenta, subitamente, taquicardia, hipotensão e agitação psicomotora, com alarme de oclusão na linha infusional. À luz da fisiopatologia do choque distributivo e das diretrizes de monitorização contínua, qual sequência inicial de conduta é mais apropriada?


A

Reduzir a infusão da droga vasoativa e aferir manualmente a pressão arterial após cinco minutos, priorizando estabilidade hemodinâmica progressiva.


B

Verificar integridade do sistema infusional, identificar dobras ou infiltrações, restabelecer o fluxo com técnica asséptica e acionar imediatamente o enfermeiro de referência.


C

Suspender momentaneamente a ventilação mecânica, realizar aspiração vigorosa e reiniciar parâmetros após estabilização do débito cardíaco.


D

Aumentar a fração inspirada de oxigênio e reposicionar o paciente, mantendo observação clínica por tempo determinado antes de nova intervenção.


E

Injetar manualmente a droga vasoativa para compensar a falha da bomba infusora, assegurando retorno imediato da perfusão periférica.

Durante a CEC, a saturação venosa mista (SvO2) cai de 75% para 52%, enquanto o fluxo da bomba permanece constante. Considerando que a oxigenação no oxigenador está adequada, qual é a explicação mais plausível para esse achado?


A

Diminuição do consumo de oxigênio tecidual.


B

Aumento do débito cardíaco residual.


C

Hipervolemia induzida por ultrafiltração agressiva.


D

Redução da fração inspirada de oxigênio no oxigenador.


E

Aumento do consumo de oxigênio por hipertermia ou shunt tecidual.

Um paciente da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em choque séptico, está recebendo norepinefrina em bomba de infusão contínua por via central. Ele também está sedado com propofol e sob reposição volêmica com cristaloides.


A prescrição médica inclui antibioticoterapia de amplo espectro a ser infundida em até três horas, conforme protocolo institucional de sepse. O acesso venoso central disponível possui três vias: uma ocupada pela norepinefrina, outra pela sedação com propofol e a terceira está sendo utilizada intermitentemente para a reposição volêmica.


Com base na avaliação crítica da Enfermagem sobre compatibilidade medicamentosa, segurança da infusão e tempo de administração, a conduta adequada é


A

administrar o antibiótico na via da sedação com propofol, uma vez que ambos os fármacos são emulsões lipídicas de infusão contínua.


B

diluir o antibiótico em volume compatível e administrar lentamente pela via da norepinefrina para garantir início imediato da antibioticoterapia.


C

manter a organização atual das vias e aguardar o término da reposição volêmica para infundir o antibiótico pela terceira via.


D

solicitar novo acesso venoso e usar bomba de infusão com acesso exclusivo para a antibioticoterapia, evitando riscos de incompatibilidade com drogas vasoativas e sedativos.


E

realizar a antibioticoterapia em bolus por via periférica, enquanto mantém a infusão contínua dos demais fármacos na via central.

Um paciente em choque séptico necessita de suporte com drogas vasoativas para manutenção da pressão arterial média (PAM). Em um adulto com choque séptico associado à instabilidade hemodinâmica, a droga vasoativa indicada como agente vasopressor de primeira linha é a


A

dopamina.


B

dobutamina.


C

noradrenalina.


D

vasopressina.

No manejo do choque em pacientes pediátricos na UTI, o enfermeiro deve dominar as diferentes formas deste e suas abordagens terapêuticas. Conforme as diretrizes mais atuais, marque a opção correta sobre as condutas de enfermagem em casos de choque séptico, hipovolêmico, cardiogênico e distributivo em crianças.


A

No choque hipovolêmico, a reposição volêmica com soluções cristaloides deve ser limitada a 10 mL/kg, administrada em bolus lento, para evitar sobrecarga hídrica, principalmente em pacientes com hipotensão arterial.


B

A monitorização contínua da saturação venosa central de oxigênio (ScvO2) e o lactato sérico são parâmetros essenciais para guiar a terapia em choque séptico, devendo o enfermeiro intensivista avaliar também a diurese e o estado de perfusão periférica como parte da assistência multidisciplinar.


C

O choque séptico deve ser inicialmente tratado com o uso de expansores plasmáticos, como albumina, ao invés de cristaloides, visando a uma maior eficácia na restauração da volemia e melhora da perfusão tecidual.


D

Em casos de choque distributivo, o uso de vasodilatadores é uma estratégia eficaz na reversão da hipoperfusão tecidual, visto que esses fármacos aumentam o fluxo sanguíneo para os órgãos vitais, corrigindo a vasodilatação patológica.


E

No choque cardiogênico, o uso de drogas vasoativas como noradrenalina e dopamina é recomendado após a estabilização hemodinâmica com reposição volêmica agressiva, com infusão de até 60 mL/kg em bolus rápidos.

   
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