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A dor é um dos primeiros sintomas a surgir no pósoperatório, assim que vai regredindo o efeito do anestésico, e a capacidade para suportá-la varia de paciente para paciente, dependendo muito da ansiedade, do tipo de anestesia e da cirurgia.
Com relação ao cuidado pós-operatório na cirurgia para realização de ostomia, é correto afirmar que:
há necessidade de técnica estéril para o manuseio.
deve-se aplicar como protetor da pele o pó protetor, pois aumenta a adesividade da bolsa coletora.
a limpeza do estoma poderá ser realizada com solução fisiológica a 0.9%, de forma suave.
no caso de ferida cirúrgica perto do estoma, o isolamento da primeira é dispensável, visto que a cicatrização ocorre mais rapidamente com a técnica de curativo aberto.
o autocuidado não deve ser estimulado, visto que é uma técnica exclusiva do enfermeiro
No pré-operatório, é importante que o paciente seja orientado sobre os procedimentos a serem realizados, utilizando-se linguagem acessível e enfatizando-se a importância de sua colaboração.
As cirurgias em que ocorra penetração nos tratos digestivo, respiratório ou urinário sem contaminação significativa podem ser classificadas como cirurgias contaminadas.
O centro cirúrgico tem como objetivo primordial oferecer atendimento integral ao usuário cirúrgico, por isso seu projeto arquitetônico deverá obedecer as exigências de áreas diferenciadas em restrita, semi-restrita e não restrita. Estas correspondem respectivamente:
Sala de recuperação pós-anestésica, secretaria e copa.
Lavabos, secretaria e corredor de entrada.
Vestiário, sala de cirurgia e sala de guarda de material.
Sala de curativo, vestiário e sala de anestesia.
Sala, vestiário e lavabos.
A infecção da ferida cirúrgica caracteriza risco inerente ao ato cirúrgico, sendo que sua complicação mais comum manifesta-se por:
hipertermia, náuseas e vômitos
edema e eritema local, dor e presença de secreção purulenta
secreção purulenta, eczema e vômito.
hipertermia, hipovolemia e tumoração
dispnéia, dor no local e edema pulmonar.
No período pós-operatório poderá ocorrer complicações em diferentes aparelhos orgânicos do paciente, destacando-se o aparelho gastrointestinal em que o paciente pode apresentar sintomas como:
A hipotermia na sala de recuperação deve-se à depressão do sistema nervoso decorrente da droga anestésica. Entretanto, não se espera hipertermia durante o pós-operatório, mesmo tendo havido agressão tissular.
É recomendado aplicação de calor e repouso no leito a pacientes que apresentem distensão abdominal devida a redução da peristalse, o que causa retenção de gases, vômitos e dor.
Como se denominam as feridas cirúrgicas quando removidas de uma área da pele?
Incisas
Primárias
Fechadas
Excisivas
O cuidado pré-operatório imediato tem por finalidades, EXCETO:
A posição indicada durante a anestesia peridural ou raquianestesia é:
decúbito ventral
decúbito lateral direito
decúbito lateral fetal
decúbito dorsal
No ato cirúrgico, os materiais utilizados na síntese são:
pinças hemostáticas retas e curvas.
agulhas de sutura e porta agulha.
tesouras e bisturi.
afastadores e pinças de dissecção.
pinças de campo e afastadores.
De acordo com a função, os instrumentais cirúrgicos, como as pinças de Kelly, Kocher e Rochester, são classificados como de:
hemostasia
diérese
apoio ou auxiliares
síntese cirúrgica
Durante uma punção lombar é cuidado de enfermagem:
orientar para que o paciente fique em jejum
solicitar que respire profundamente
manter o paciente em decúbito lateral e com o dorso em semi-flexão
manter o paciente em decúbito lateral e com o dorso em flexão máxima
Para paciente adulto em pós-operatório de apendicectomia, a intervenção que se deve fazer é auscultar os sons intestinais, antes de iniciar dieta oral, para prevenir complicação do tipo:
No pós-operatório do transplante hepático, o enfermeiro deve estar atento a alguns sinais que detectam o enxerto não viável. Correspondem a esses sinais:
acidose metabólica, hiperglicemia aguda e insuficiência renal
hiperglicemia aguda, insuficiência renal e ausência de produção de bile.
acidose metabólica, hipoglicemia aguda e diminuição do potássio sérico.
aumento de potássio sérico, hipoglicemia aguda e insuficiência renal.
diminuição de potássio sérico, hiperglicemia aguda e ausência de produção de bile.
As complicações de longo prazo da traqueostomia são:
Sangramento e pneumotórax
Pneumotórax e disfagia
Sangramento e necrose da traquéia
Dilatação traqueal e disfagia
São considerados desconfortos pós-operatórios:
Sede, dor, náuseas e constipação intestinal.
Hipertensão arterial, escara de pressão e choque.
Hemorragia, choque, sede e sudorese.
Sede, dor, náuseas e pulso rápido.