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O enfermeiro tem papel importante na recuperação e reabilitação do paciente laringectomizado na realização das ações no cuidado domiciliar. Portanto, deve
instruir o paciente e família sobre o autocuidado quanto a aspiração e as medidas de emergência com a traqueostomia e com o estoma.
tranqüilizar o paciente e família sobre os cuidados com a traqueostomia, que mesmo no domicílio serão realizados por profissionais.
instruir a família ao prestar cuidados ao aspirar as secreções trqueobrônquicas utilizando técnicas estéreis
instruir apenas o paciente sob a supervisão da família a realizar cuidados relativos a aspiração e higiene
No pós-operatório de prostatectomia, é necessário atenção para alterações imediatas. Sobre isso, o Técnico de Enfermagem deve estar atento à
hipertensão e hipertermia.
sangramento e choque.
oligúria e tremores.
infecção urinária e pele fria.
hipotermia e disúria.
Nessa situação, o profissional de enfermagem deve ter o cuidado de manter o dreno de tórax sempre fechado a fim de evitar entrada de ar no circuito.
A idade elevada, a história de tabagismo, a obesidade, a hipertensão, o tempo prolongado de anestesia são todos fatores de risco para desenvolver complicações, relacionadas à cirurgia, como atelectasia pulmonar.
Constituem cuidados de enfermagem numa biópsia de pele por punção:
aplicar antibióticos tópicos na véspera do exame;
orientar o paciente para manter dieta líquido-pastosa dois dias após o procedimento;
manter à mão frasco com solução de formaldeído a 10% para receber a amostra;
avisar aos familiares sobre a duração do procedimento, que usualmente é de 3 a 4 horas;
orientar o paciente para evitar banho de aspersão por uma semana após o procedimento.
Para minimizar a dor no pós-operatório, o profissional de enfermagem deve afrouxar o curativo do dreno, realizar mudança de decúbito, aplicar compressas mornas no tórax e proporcionar distração ao paciente.
Quanto ao exame do estado respiratório na fase pré-operatória, é correto afirmar que:
caso o paciente seja tabagista, deve parar de fumar na fase pré-operatória imediata (POI).
os exercícios respiratórios devem ser ensinados na fase pré-operatória
os exercícios respiratórios são atribuídos ao profissional de fisioterapia
as complicações respiratórias como, infecção, DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica) e asma são causas de suspensão da cirurgia.
Para reduzir a ansiedade do paciente no pré-operatório, o profissional de enfermagem deve esclarecer e orientar o paciente a respeito da anestesia, da administração usual de oxigênio e da necessidade de drenos torácicos.
Além da observação permanente, um dos cuidados básicos que deve ser realizado no pós-operatório imediato é verificar:
gotejamento do soro.
funcionamento dos drenos
sinais vitais.
pressão venosa
Nas cirurgias de fundoplicaturas para tratamento de doenças do refluxo gastroesofágico (DRGE), a principal orientação ao paciente no pós-operatório é
manter dieta líquida por 30 dias, devido ao edema na válvula funcional criada com a cirurgia na transição gastroesofágica.
manter a dieta líquida até o retorno da motilidade gástrica que ocorre no segundo ou terceiro dia após a cirurgia.
manter dieta liquidificada por uma semana.
não molhar a ferida operatória até a retirada dos pontos de pele.
iniciar dieta semipastosa quando o reflexo da deglutição estiver reestabelecido.
Ao receber alta hospitalar após correção de hérnia de disco, o cliente terá restrição quanto a
movimentar a articulação do joelho.
alimentar-se com glúten.
movimentar a articulação do ombro.
carregar objetos pesados.
alimentar-se com dieta hiperprotéica.
Na avaliação dos resultados esperados, relacionados à cicatrização normal da ferida cirúrgica, o enfermeiro deve observar as condições da ferida, como a ausência de sinais de inflamação e a aproximação das bordas.
A tricotomia é um ritual pré-operatório que pode aumentar as taxas de supuração das cirurgias limpas, ao invés de diminuilas. Este procedimento deve restringir-se aos casos em que os pelos impeçam a visualização do campo cirúrgico e, por segurança e prevenção, deve ser realizado num intervalo temporal, em relação à cirurgia:
O cuidado prioritário que o enfermeiro deve dispensar ao paciente que está chegando na unidade de Recuperação Pós-anestésica é
administrar analgésicos.
controlar a diurese.
monitorizar a freqüência cardíaca.
verificar o nível de consciência.
monitorizar o padrão respiratório.
Quando, por motivo de hemorragia uterina pós-parto, o auxiliar de enfermagem decidir colocar a mulher em uma posição profilática, esta deverá ser decúbito dorsal, com a cabeça e tronco inclinados para baixo em relação ao joelho e os pés com elevação de 45 graus em relação às costas. Estará, então, adotando a posição
de Fowler
de Trendelemburg.
de Sims
genupeitora
supina
Na fase de coleta de dados, no pré-operatório, é importante a identificação dos conhecimentos e expectativas do paciente quanto à cirurgia a fim de permitir seu preparo emocional e o planejamento relativo aos seus aprendizados necessários.
As prescrições de enfermagem mais comuns no pósoperatório incluem aquelas relativas à verificação freqüente dos sinais vitais, controle de líquidos e infusões, administração de medicamentos para dor conforme prescrição médica e posicionamento adequado do paciente no leito.
Ao receber o paciente na sala de recuperação, o enfermeiro deve informar-se quanto aos anestésicos utilizados, às infusões intravenosas e aos derivados de sangue que foram administrados durante a cirurgia bem como estabelecer o grau de consciência e avaliar o equilíbrio hidroeletrolítico.
Ao elaborar o diagnóstico de enfermagem recuperação cirúrgica retardada, da NANDA, o enfermeiro considerará o número de dias de pós-operatório necessários para iniciar e desempenhar atividades que mantêm a vida, o bem-estar e a saúde.
Ana tem dois importantes fatores de risco: a obesidade e o tabagismo, que aumentam o risco de complicações durante e após a cirurgia.