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Após submeter-se à apendicectomia, devido à perfuração do apêndice, o escriturário apresentou sintomas como febre, dor, rigidez abdominal, vômitos e desidratação. Essas manifestações caracterizam a complicação denominada
gastrite.
diverticulose.
intolerância à lactose.
doença de Whipple.
peritonite.
A hipotermia é um importante risco intra e pósoperatório para os pacientes idosos. O ambiente frio e o estremecimento resultante aumentam o débito cardíaco e a ventilação, além de privarem o coração e o cérebro do oxigênio necessário, de modo a retardar o despertar e o retorno dos reflexos. As assertivas abaixo indicam medidas preventivas para a hipotermia:
I. Monitoramento da temperatura do corpo.
II. Aquecimento de ar forçado durante o período intra e pós-operatório.
III. Controle no uso de medicamentos que diminuem o metabolismo.
IV. Administração de soluções de infusão venosa entre 15 e 20 ºC.
Está(ão) CORRETA(S):
Apenas as assertivas I, III e IV.
Apenas as assertivas II, III e IV.
Apenas as assertivas III e IV.
Apenas as assertivas I, II e III.
Apenas as assertivas II e IV.
As complicações cardiovasculares básicas observadas na sala de recuperação anestésica incluem, EXCETO:
Choque.
Hemorragia.
Aspiração.
Hipertensão.
A avaliação dos sinais vitais, das condições da ferida operatória e do curativo, da localização de drenos, das características das drenagens e da presença de sonda vesical e do volume de urina favorece a prevenção de complicações pósoperatórias. Essa avaliação deve ser feita quando o paciente sai do centro cirúrgico.
A cirurgia de histerectomia total traz como principal complicação a bexiga neurogênica, que é caracterizada pela exacerbação da sensação da necessidade de urinar seguida de retenção urinária.
A ação de enfermagem na presença de evisceração no pósoperatório deverá ser a de cobrir o local com gaze estéril umedecida.
A hemorragia, caracterizada pela perda de sangue grave e rápida, hipotensão e retenção urinária, é uma complicação pós-operatória observável.
No ato cirúrgico, o enfermeiro deve considerar a possibilidade de ocorrência da hipertermia maligna. O tipo de doença, o fator desencadeante da crise e os sinais clínicos clássicos estão corretamente descritos em:
Tipo de doença | Fator desencadeante da crise | Sinais clínicos clássicos |
Doença vascular periférica | Formação de trombos na microcirculação | Hemiplegia, hipertermia, petéquias e edema de glote. |
Tipo de doença | Fator desencadeante da crise | Sinais clínicos clássicos |
Doença autoimune | Contato com iodo | Hipertermia, taquicardia, edema e icterícia. |
Tipo de doença | Fator desencadeante da crise | Sinais clínicos clássicos |
Doença hipermetabólica do sistema nervoso | Trauma cirúrgico | Hipertermia, anúria, cianose e petéquias. |
Tipo de doença | Fator desencadeante da crise | Sinais clínicos clássicos |
Doença farmacogenética do músculo esquelético | Anestesia geral | Taquicardia, cianose, hipertermia e sudorese. |
Tipo de doença | Fator desencadeante da crise | Sinais clínicos clássicos |
Doença hereditária do hipotálamo | Anestesia raquimedular | Hipertermia, convulsões, bradicardia e anúria. |
A dor neuropática pode ser resultante, entre outras causas, de procedimentos cirúrgicos e quimioterapia.
A hipotensão arterial é uma complicação pós-operatória que pode ter como causa a dor.
Paciente apresenta depressão respiratória no pós-operatório devido ao uso de drogas morfinomiméticas. Tal efeito poderá ser revertido com a administração de:
Cloridrato de naloxona.
Meperidina.
Epinefrina.
Corticoides.
Antihistamínicos.
Complicações como hemorragia e choque, que podem advir do sangramento significativo e da hemostasia precária dos músculos nesse tipo de cirurgia, devem ser monitoradas.
No 6º dia de pós-operatório de uma cirurgia de aneurisma de aorta abdominal, foi identificada a evisceração, após uma grande crise de tosse. O cuidado de enfermagem imediato para este caso é
aplicar uma cinta abdominal para sustentar as vísceras.
chamar o cirurgião.
irrigar a região com solução de PVPI.
manter o paciente em repouso absoluto.
realizar curativo estéril, umedecido com solução salina.
Cliente em período pós-operatório imediato de toracotomia, apresenta-se descorado, hipotenso, com rebaixamento do nível de consciência, grande quantidade de sangramento pelo dreno de tórax e oligúrico. O quadro apresentado é compatível com o choque
obstrutivo.
séptico.
hipovolêmico.
cardiogênico.
neurogênico.
A deiscência é uma complicação na ferida operatória, que se caracteriza pela abertura da incisão cirúrgica.
O choque hipovolêmico é causado pela redução do volume de líquido circulante, provocada por perda sanguínea e hídrica, sendo importante manter o paciente em decúbito dorsal, elevar os membros inferiores e controlar rigorosamente os sinais vitais.
Entre os problemas mais sérios observados no período pósoperatório estão as complicações pulmonares, como a atelectasia, a broncopneumonia e a embolia pulmonar. Hipotermia, alterações da freqüência do pulso e da respiração, dispnéia e tosse são sinais e sintomas característicos.
Náuseas e vômitos podem ocorrer em virtude de drogas anestésicas que aumentam o peristaltismo. Nesses casos, o paciente deve ser colocado em decúbito lateral ou deve-se lateralizar a cabeça para evitar aspirações.