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Considerando a distribuição percentual dos profissionais de enfermagem, para a assistência semi-intensiva deve-se considerar de:
12 a 18% de enfermeiros e os demais são técnicos e/ou auxiliares de enfermagem.
20 a 24% de enfermeiros e os demais são técnicos e/ou auxiliares de enfermagem.
33 a 37% de enfermeiros e os demais são técnicos e/ou auxiliares de enfermagem.
42 a 46% de enfermeiros e os demais são técnicos e/ou auxiliares de enfermagem
52 a 56% de enfermeiros e os demais são técnicos e/ou auxiliares de enfermagem.
“No dimensionamento de pessoal de enfermagem nas instituições de saúde, o acréscimo no quantitativo de pessoal de enfermagem por categoria profissional, para a cobertura das ausências ao serviço, merecendo atenção especial na área de enfermagem pelas implicações que a redução da equipe acarreta na quantidade e na qualidade da assistência prestada ao paciente, especialmente nas unidades que funcionam ininterruptamente”.
Esse conceito diz respeito à (ao)
taxa de segurança contra o absenteísmo.
margem de segurança no sistema de classificação do paciente.
coeficiente da carga horária de trabalho.
distribuição de percentual por profissionais.
índice de segurança técnica.
Cabe ao enfermeiro a classificação dos clientes segundo o Sistema de Classificação de Pacientes (SCP), para subsidiar a composição do quadro de enfermagem para as unidades assistenciais.
Marque a alternativa que CORRESPONDE valores corretos da distribuição percentual do total de enfermeiros, de acordo com os cuidados necessários.
Assistência mínima e intermediária: 10 a 15%; Assistência semi-intensiva: 20 a 30% e Assistência intensiva: 35 a 40%.
Assistência mínima e intermediária: 20 a 25%; Assistência semi-intensiva: 30 a 35% e Assistênci intensiva: 40 a 45%
Assistência mínima e intermediária: 23 a 33%; Assistência semi-intensiva: 40 a 50% e Assistência intensiva: 55 a 65%
Assistência mínima e intermediária: 30 a 40%; Assistência semi-intensiva: 40 a 50% e Assistência intensiva: 50 a 60%.
Assistência mínima e intermediária: 33 a 37%; Assistência semi-intensiva: 42 a 46% e Assistência intensiva: 52 a 56%.
No dimensionamento do pessoal de enfermagem, é importante considerar o Índice de Segurança Técnica (IST) que envolve as ausências previstas por folga
mensal; por feriado, por férias e as não previstas não podendo ser inferior a 15%.
mensal; por feriado, por férias e as não previstas, não podendo ser inferior a 10%.
semanal; por feriado, por férias e as não previstas, não podendo ser inferior a 15%.
semanal; por feriado, por férias e as não previstas, não podendo ser inferior a 10%.
No dimensionamento de equipes de atendimento a pacientes internados, deve-se considerar, para cada período de 24 horas, a necessidade de 5,6 horas de enfermagem por paciente na assistência mínima ou autocuidado.
Certo
Errado
A Resolução COFEN - Nº 293/2004 estabelece os parâmetros para dimensionar o quantitativo mínimo dos diferentes níveis de formação dos profissionais de Enfermagem para a cobertura assistencial nas instituições de saúde. De acordo com essa resolução, devem ser consideradas como horas de enfermagem, por leito, nas 24 horas, e distribuição percentual do total de profissionais de enfermagem:
12,7 horas de Enfermagem, por cliente, na assistência semi-intensiva. Para assistência intensiva: de 52% a 56% são Enfermeiros e os demais, Técnicos de Enfermagem.
2,5 horas de Enfermagem, por cliente, na assistência mínima ou auto-cuidado. Para assistência intensiva: de 80% a 86% são Enfermeiros e os demais, Técnicos de Enfermagem.
5,6 horas de Enfermagem, por cliente, na assistência intermediária. Para assistência mínima e intermediária: de 33% a 37% são enfermeiros (mínimo de seis) e os demais, Auxiliares e/ou Técnicos de Enfermagem.
15,7 horas de Enfermagem, por cliente, na assistência semi-intensiva. Para assistência intensiva: de 52% a 56% são Enfermeiros e os demais, Técnicos de Enfermagem.
Segundo Kurcgant (1991), o método proposto para o dimensionamento de pessoal de enfermagem, compreende:
recrutamento, seleção de pessoal, cálculo de pessoal e clientela.
reconhecimento da situação, cálculo de pessoal, distribuição do pessoal e avaliação.
avaliação, gráfico de Gantt, aperfeiçoamento e análise de pessoal.
reconhecimento da situação, avaliação, planejamento e clientela.
recrutamento, análise de pessoal, distribuição do pessoal e gráfico de Gantt.
A temática “dimensionamento de pessoal de enfermagem” tem se constituído, ao longo dos anos, foco de atenção dos enfermeiros, bem como, dos administradores dos serviços de saúde, por interferir diretamente na eficácia, na qualidade e no custo da assistência à saúde. Para o operacionalização do processo de dimensionamento de pessoal de enfermagem requer a aplicação de um método capaz de sistematizar o inter-relacionamento e a mensuração das variáveis que interferem na carga de trabalho da equipe de enfermagem. Este método indica para sua aplicação as seguintes variáveis:
I. Carga média de trabalho da Unidade.
II. Distribuição percentual dos profissionais de enfermagem.
III. Variáveis demográficas.
IV. Índice de segurança técnica e tempo efetivo de trabalho.
Das assertivas descritas acima, quais indicam as variáveis utilizadas para o método do dimensionamento de pessoal de enfermagem:
As assertivas I, II, III.
As assertivas I e III apenas.
As assertivas I, II, IV.
Todas as assertivas.
Conforme a resolução COFEN 293/2004, o dimensionamento de pessoal de enfermagem deve basear-se em algumas características. Marque a assertiva INCORRETA.
Tipos de serviços ofertados e sua complexidade.
Dinâmica de funcionamento das unidades nos diferentes turnos.
Saber da administração superior se o cálculo deve basear-se na legislação vigente.
Jornada de trabalho e carga horária semanal da equipe de enfermagem.
Sistema de classificação de pacientes (SCP).
taxa de absenteísmo deve ser considerada ao dimensionar o quadro de pessoal de enfermagem e pode ser entendida como:
Ausências programadas ao trabalho em um determinado período.
Ausências não programadas ao trabalho em um determinado período.
Número reduzido de pessoal entre períodos de demissões e admissões.
Menor número de internações em determinada unidade e em um determinado período.
Para o dimensionamento da equipe de enfermagem em unidades de internação, o sistema de classificação de pacientes – SCP (Fugulin et al) é utilizado como forma de classificar o grau de dependência do paciente em relação à assistência de enfermagem. Nesse sistema, pacientes recuperáveis, sem risco iminente de morte, sujeitos à instabilidade de funções vitais que requeiram assistência de enfermagem e médica permanente e especializada devem ser classificados na categoria de cuidados
intensivos.
semi-intensivos.
de alta dependência.
intermediários.
permanentes.
Ao dimensionar o quadro de profissionais de enfermagem de uma unidade de internação considerada pelo Sistema de Classificação de Pacientes (SCP) como de “assistência intermediária”, o quantitativo de profissionais deverá ser acrescido de um índice de segurança técnica (IST) de, no mínimo,
1%.
3%.
5%.
10%.
15%.
Em alguns métodos para dimensionar o pessoal de enfermagem, as ausências não previstas são identificadas como uma das variáveis para aplicar o cálculo. Consideram-se como ausências não previstas:
folgas semanais.
licenças-prêmio.
folgas por feriado.
férias gozadas.
licenças-cobertura.
Dimensionar é um processo sistemático que tem por finalidade a previsão da quantidade e qualidade por categoria necessária para atender direta ou indiretamente as necessidades de assistência de enfermagem da clientela. O dimensionamento constitui um dos instrumentos da administração, o qual o Enfermeiro carreia em sua formação, além do conhecimento clínico e de saúde coletiva, um componente administrativo, que cabe a este profissional desenvolvê-lo, adquirindo habilidades e competências embasadas no amparo legal da Resolução nº 293/2004 do Conselho Federal de Enfermagem (COFEN). No que concerne ao dimensionamento de pessoal da equipe de enfermagem, é correto afirmar que:
o referencial mínimo para o quadro de profissionais de Enfermagem, incluindo todos os elementos que compõem a equipe, referido no art. 2º da Lei nº 7.498/86, para 12 horas de cada Unidade de Internação, considera-se o Sistema de Classificação de Pacientes, os turnos e a proporção funcionário/leito.
para efeito de cálculo, devem ser consideradas como horas de Enfermagem, por leito, em 12 horas: 3,8 horas de Enfermagem, por cliente, na assistência mínima ou autocuidado; 9,4 horas de Enfermagem, por cliente, na assistência intermediária; 5,6 horas de Enfermagem, por cliente, na assistência semi-intensiva; 17,9 horas de Enfermagem, por cliente, na assistência intensiva.
ao cliente crônico com idade superior a 60 anos, sem acompanhante, classificado pelo Sistema de Classificação de Pacientes com demanda de assistência intermediária ou semi-intensiva, deverá ser acrescido de 1,5 as horas de Enfermagem especificadas.
o dimensionamento e a adequação quantiqualitativa do quadro de profissionais de enfermagem deve basear-se em características relativas à instituição/empresa, como: missão, porte, estrutura organizacional e física, tipos de serviços e/ou programas, tecnologia e complexidade dos serviços e/ou programas, política de pessoal, de recursos materiais e financeiros, atribuições e competências dos integrantes dos diferentes serviços e/ou programas e indicadores hospitalares do Ministério da Saúde.
o responsável técnico de enfermagem deve dispor de 5% a 10% do quadro geral de profissionais de enfermagem para cobertura de situações relacionadas à rotatividade de pessoal e participação em programas de educação continuada.
De acordo com a portaria COFEN 293/2004, na assistência intensiva, a equipe de enfermagem deve contar com o seguinte número de enfermeiros que represente, em relação ao total de profissionais, um percentual situado entre:
33 e 37%
42 e 46%
48 e 50%
52 e 56%
36 e 42%
No dimensionamento do pessoal de enfermagem, o enfoque quantitativo é prioritário e mais relevante que o qualitativo.
O método do dimensionamento do pessoal de enfermagem em instituições de saúde, segundo proposta de GAIDZINSKI (1998) indica, para sua aplicação, a identificação das seguintes variáveis:
carga média de trabalho da unidade, distribuição percentual dos profissionais de enfermagem, índice de segurança técnica e tempo efetivo de trabalho.
tempo médio diário de cuidado, por cliente, segundo o grau de dependência ou tipo de atendimento, carga mensal de trabalho da unidade e conhecimento do perfil epidemiológico dos usuários/clientes.
quantidade média diária de usuários/clientes, o grau de dependência dos usuários/clientes assistidos pela equipe de enfermagem e o tempo médio diário de cuidado.
classificação de clientes quanto ao grau de dependência, tempo de assistência por tipo de atendimento e carga mensal de trabalho na unidade.
distribuição percentual dos profissionais de enfermagem, ausências previstas por folga semanal e ausências previstas por férias.