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Com relação aos tipos de insulina, a Sociedade Brasileira de Diabetes - SBD aponta que são análogos de ação ultrarrápida:
Glargina e Detemir.
Lispro e Aspart.
Regular e Glulisina.
Lispro 25% + NPL 75% e Asparte 30% + NPA 70%.
Ao orientar R.S. e sua filha a respeito do preparo da insulina, o enfermeiro deve
esclarecer que quando, até duas horas após uma refeição, a glicemia capilar apresentar valores acima de 100 mg/dL, R.S. deve antecipar, imediatamente, a próxima aplicação de insulina devido ao risco de vir a apresentar hiperglicemia.
informar que seringas graduadas em mililitros (mL) substituem adequadamente as seringas específicas para a administração de insulina devido sua correspondência direta em volume.
orientar que o exercício físico, temperatura ambiente elevada, febre, banho quente, compressa quente e massagem aumentam a velocidade de absorção da insulina e podem causar hipoglicemia.
enfatizar que, independentemente do tipo de insulina, a velocidade de absorção é semelhante em todas as regiões de aplicação recomendadas.
demonstrar a aplicação em prega subcutânea no antebraço, facilitando o entendimento por R.S. e sua filha.
Considerando seu conhecimento sobre a insulina, assinale a alternativa incorreta.
A insulina NPH promove um efeito mais prolongado, comparada à ação da insulina regular.
A insulina regular é uma insulina de ação rápida e sua coloração é transparente.
A insulina é aplicada por via intramuscular, ela não é oferecida comumente na apresentação oral, pois os sucos digestivos presentes no estômago interferem em sua eficácia.
A insulina NPH é uma insulina intermediária, sua coloração é leitosa.
Pacientes em tratamento com insulina devem checar seus níveis glicêmicos regularmente por intermédio de um exame de glicemia capilar.
Na prescrição médica, foi solicitada a administração de 20UI de insulina NPH. Rotulado no frasco da NPH 100UI/ml e disponível na instituição seringa de insulina graduada 40UI/ ml.
Deve-se aspirar até que demarcação da seringa para administração da dose de 20UI prescrita?
8UI.
2UI.
10UI.
6UI.
A correta aplicação da insulina é imprescindível no cuidado do paciente. Para isso é necessário instrumental adequado, domínio da técnica de aplicação e rodízio dos sítios de aplicação. São complicações associadas à insulinoterapia, exceto:
hipoglicemia.
falência renal.
lipodistrofia hipertrófica.
lipodistrofia atrófica.
edema insulínico.
Paciente, 48 anos, internada em unidade de clínica médica por diabetes mellitus tipo 2. No momento que antecede o jantar, refere sensação de fome, tremores e palpitações, porém mantendo a consciência preservada. A equipe de enfermagem, ao aferir a glicemia capilar, constata resultado de 63mg/dL. Qual a intercorrência identificada e a conduta mais apropriada para essa situação?
Hiperglicemia, administração subcutânea de insulina regular.
Hipoglicemia, antecipação da refeição mais próxima (jantar).
Hipoglicemia, administração endovenosa de 40ml de glicose a 50%.
Hipoglicemia, oferta de 15 gramas de carboidrato de rápida absorção para ingesta oral.
Analise as afirmativas a seguir:
I. A eliminação do fármaco é uma das etapas do ciclo do medicamento no organismo humano e deve ocorrer anteriormente à biotransformação, quando o fármaco e seus metabólitos são eliminados do organismo na urina, na bile ou nas fezes.
II. Usando o conhecimento das variáveis farmacocinéticas, os clínicos podem eleger condutas terapêuticas ideais, incluindo a via de administração, a dosagem, a frequência e a duração do tratamento.
III. A insulina e a heparina são exemplos de fármacos administrados comumente por via subcutânea.
Marque a alternativa CORRETA:
Nenhuma afirmativa está correta.
Apenas uma afirmativa está correta.
Apenas duas afirmativas estão corretas.
Todas as afirmativas estão corretas.
Na sala de medicação, o profissional de enfermagem deve observar alguns cuidados ao atender a uma prescrição médica de associação de dois tipos de insulina na mesma seringa. Uma delas é
considerar que análogos de ação prolongada podem ser associados com qualquer tipo de insulina.
considerar que todas as insulinas podem ser associadas.
não administrar a mistura da insulina NPH com a insulina Regular imediatamente após o preparo.
utilizar somente seringas com agulhas fixas.
se a dose aspirada na seringa for maior que a soma das doses prescritas, o excesso deve ser devolvido ao frasco.
A prescrição de insulina para o paciente portador de Diabetes exige que a equipe de saúde domine os ajustes de dose em cada tipo de esquema, técnica de preparação, aplicação e armazenamento. Sobre esses aspectos, assinale a alternativa INCORRETA.
Após aberto, o frasco de insulina pode ser mantido em temperatura ambiente para minimizar dor no local da injeção, entre 15°C e 30°C, ou também em refrigeração, entre 2°C a 8°C.
É importante o rodízio no local de administração de insulina. Deve-se orientar a pessoa a organizar um esquema de administração que previna reaplicação no mesmo local em menos de 15 a 20 dias, para prevenção da ocorrência de lipodistrofia.
Durante a aplicação de insulina, é aconselhável esperar cinco segundos após a aplicação antes de se retirar a agulha do subcutâneo, para garantir injeção de toda a dose de insulina.
Em caso de combinação de dois tipos de insulina, deve-se aspirar antes a insulina de ação intermediária (regular) para que o frasco não se contamine com a insulina de ação curta (NPH).
As insulinas lacradas precisam ser mantidas refrigeradas entre 2°C a 8°C e não podem ser congeladas.
Foi registrada a prescrição médica com 20 UI de insulina NPH rotulado 100 UI/ml. Você dispõe de seringas de insulina graduada 100 UI/ml e de seringas hipodérmicas de 3 ml. Qual quantitativo se deve aspirar nas duas opções de seringa, respectivamente?
20 UI e 0,2 ml.
2 UI e 2 ml.
20 UI e 2 ml.
2 UI e 0,2 ml.
Sobre os cuidados importantes em relação à administração de insulina, é CORRETO afirmar:
Deve-se fazer a agitação vigorosa antes da aplicação da insulina, uma vez que isso produz bolhas, o que colabora com a precisão da dose.
A insulina lacrada deve ser armazenada em geladeira na qual seja improvável ocorrer o congelamento. Recomenda-se retirá-la da geladeira entre 15 e 30 minutos antes da aplicação e/ou rolá-la entre as palmas das mãos até atingir a temperatura ambiente.
A insulina não é uma droga termossensível, podendo expô-la a luz ou à agitação excessiva.
Caso a temperatura ambiente seja superior a 30ºC, a insulina não precisa ser armazenada em geladeira.
Nunca administrar insulina no abdômen de mulheres gestantes.
Sobre insulinoterapia é CORRETO afirmar:
O tratamento intensivo, através de esquema basal-bolus com múltiplas doses de insulina NPH humana e insulina regular humana ou bomba de infusão subcutânea de insulina (BISI), tornou-se o tratamento preconizado para pacientes com DM 1.
O tratamento intensivo, através de esquema basal-bolus com múltiplas doses de insulina NPH humana e insulina regular humana ou bomba de infusão subcutânea de insulina (BISI) tornou-se o tratamento preconizado apenas para pacientes com DM 2.
Não existe bomba de infusão subcutânea de insulina, pois a insulina é subcutânea e exige uma dose muito mínima. A insulinoterapia nunca será recomendada em outra via de administração de medicamentos.
A automonitorização da glicemia é dispensável para quem utiliza o esquema basal-bolus de tratamento com insulina.
Em casos de cetoacidose diabética a única via de administração da insulina é a via subcutânea.
No que diz respeito à aplicação da insulina, o enfermeiro deve, entre outros cuidados,
propor um esquema de rodízio dos locais de aplicação da insulina que seja de fácil execução, orientando V.S a evitar, durante 14 dias, nova aplicação no ponto onde o medicamento foi aplicado.
esclarecer que o frasco de insulina deve ser agitado vigorosamente para sua perfeita homogeneização, antes do medicamento ser aspirado na seringa.
reforçar que a realização da prega cutânea e a introdução da agulha a 45º é obrigatória, independentemente do tipo de material ou equipamento utilizado para a administração da insulina.
esclarecer que está contraindicada a assepsia da tampa de borracha do frasco de insulina com álcool 70%.
orientar que após a introdução da agulha no tecido, a prega cutânea deve ser solta antes de que a insulina seja injetada, e após a introdução do medicamento, a agulha deve ser retirada imediatamente.
No que diz respeito aos cuidados gerais no manuseio da insulina, o envolvimento do paciente é determinante no sucesso da terapia. A aceitação da insulina e o aprendizado das técnicas de automonitoração têm melhorado, em muito, o controle da doença. Tanto o profissional de enfermagem, responsável pela medicação, quanto o usuário, que se autoadministra a insulina, devem seguir algumas orientações básicas, a fim de evitar complicações e alcançar melhores resultados com a terapia. Os cuidados referentes à administração de insulinas são:
manter a insulina sob refrigeração intensa entre -2° e -8°C
realizar a massagem após a aplicação da insulina, ajudando na absorção da substância.
realizar o rodízio das áreas de aplicação, evitando o uso do mesmo local e mantendo um espaço de segurança entre eles
inserir a agulha de insulina na posição de um ângulo de 15º, evitando realizar o pinçamento da pele e garantindo que a insulina seja injetada no tecido intradérmico
Embora a insulina esteja em uso há mais de 90 anos, nas últimas três décadas ocorreram os maiores avanços na sua produção e na forma como ela é utilizada na prática clínica. Sobre as insulinas, com base na Sociedade Brasileira de Diabetes, é correto afirmar que:
NPH é um análogo de insulina de ação prolongada.
Glardina é um análogo de insulina de ação prolongada.
Asparte é um análogo de insulina de ação rápida.
Lispro 50% + NPL 50% são análogos combinados de insulina de ação lenta e ação moderada.
O jovem deve ser orientado quanto aos tipos de insulina existentes e à possibilidade de fazer uso inicial de associações com insulinas NPH e análogo de insulina de ação rápida, como, por exemplo, a lispro e a glargina.
Certo
Errado
C.A, 18 anos, sexo feminino, portadora de diabete tipo 1, eutrófica, está internada para tratamento clínico. Ao verificar a prescrição médica, o técnico de enfermagem (TE) constatou que 30 minutos antes do almoço a paciente deveria receber 10 unidades de insulina simples, por via subcutânea. Para administrar corretamente essa medicação, o TE deve
manter o frasco de insulina na geladeira, em temperatura entre 2 e 8 ºC, até o momento da aplicação.
agitar vigorosamente o frasco de insulina, para sua homogeneização antes da aplicação.
aplicar a insulina, preferencialmente na região abdominal, com distância de um a dois dedos da cicatriz umbilical.
dispensar a realização de prega subcutânea quando utilizar seringa de insulina com agulha de 4 mm de comprimento.
retirar imediatamente a agulha do tecido subcutâneo após injetar a insulina.
H. B., 66 anos, sexo feminino, portadora de diabete tipo 2 há 15 anos, insulinodependente, foi admitida na unidade de clínica médica com diagnóstico de pneumonia. Ao preparar a medicação, o técnico de enfermagem (TE) constatou que a paciente deveria receber 20 unidades de insulina NPH, por via subcutânea, às 8:00h. Para administrar corretamente essa medicação, o TE deve
retirar o frasco de insulina da geladeira entre 15 e 30 minutos antes da aplicação, se mantido sob refrigeração, para evitar dor e irritação no local em que será injetada.
agitar o frasco vigorosamente para homogeneização da insulina.
retirar a agulha do tecido subcutâneo imediatamente após injetar a insulina, massageando o local vigorosamente
realizar a prega cutânea no local selecionado, introduzir a agulha e soltar a prega antes de injetar a insulina.
aplicar a insulina preferencialmente na região abdominal, dentro de um raio de 5 centímetros da cicatriz umbilical, pois nessa área a absorção da insulina é mais rápida.
O uso da insulina para tratamento da diabetes mellitus ocorre a longa data e muitos pacientes diabéticos utilizam esta forma de tratamento. Assinale a alternativa incorreta.
A insulina pode ser administrada tanto com agulha (4, 5 e 6 mm) com seringa ou com caneta e agulha (4mm).
É necessário esperar secar a pele ao utilizar álcool 70%.
Para a aplicação pode ser orientado a retirada a insulina de 15 a 30 minutos da geladeira.
Doses grandes de insulina podem ser divididas em duas aplicações, desde que utilize a mesma agulha para ambas.
Ainda sobre o uso e aplicação da insulina, o rodízio dos pontos de aplicação é fator decisivo para o tratamento insulínico, e esta prática deve ocorrer devido ao risco de
diminuição da absorção da droga.
inflamação
lipo-hipertrofia.
edema.