

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Durante o acompanhamento da gestante em trabalho de parto normal podem ser oferecidas estratégias e métodos não farmacológicos para alívio da dor. Nesse contexto, assinale a alternativa INCORRETA.
Apoiar que sejam tocadas as músicas de escolha da mulher durante o trabalho de parto.
Disponibilizar técnicas de relaxamento durante o trabalho de parto, como respiração profunda, visualização, meditação ou qualquer outra estratégia que ela preferir.
Oferecer acupuntura, se houver profissional habilitado.
Administração de opioides para alívio da dor.
Após o parto, a mulher pode passar por grande estresse fisiológico e psicológico e algumas ações e cuidados específicos da equipe de Saúde da Família podem ajudar a mulher a cuidar de si mesma e de seu filho nesse período que é denominado:
Marque a alternativa CORRETA.
Quarentena.
Isolamento.
Puerpério.
Pós-gestação.
São práticas assistenciais baseadas em evidências científicas que contribuem com a progressão do trabalho de parto normal:
massagem e distensão perineal, com uso de episiotomia.
uso de técnicas e medidas não-farmacológicas para alívio da dor, conforme escolha da mulher.
pressão no fundo uterino no período expulsivo para auxiliar no desprendimento cefálico.
posição litotômica e toque vaginal a cada hora para o partograma.
ocitocina endovenosa de rotina e jejum.
A promoção de saúde tem diversas ações possíveis de serem realizadas no momento da assistência ao parto. Uma delas, essencial para a promoção do vínculo e para diminuir o risco de hemorragia pós-parto, é:
clampeamento tardio do cordão umbilical.
tração ativa do cordão umbilical.
amamentação na primeira hora de vida.
manobra de Kristeller
uso de berço aquecido enquanto se examina o neonato.
Em relação a mulheres em trabalho de parto, é correto afirmar:
Mulheres em trabalho de parto que estiverem sob efeito de opioides, ou eventualmente apresentarem fatores de risco iminente para anestesia geral podem ingerir uma dieta leve.
Os antagonistas H2 e antiácidos são a primeira escolha para serem utilizados de rotina para mulheres de baixo risco para anestesia geral durante o trabalho de parto.
As mulheres que receberem opioides ou apresentarem fatores de risco que aumentem a chance de uma anestesia geral não devem receber antagonistas H2 ou antiácidos.
Mulheres em trabalho de parto podem ingerir líquidos, de preferência soluções isotônicas ao invés de somente água.
Imediatamente após o parto, o fundo do útero deve ser palpado acima da cicatriz umbilical, sendo esperado que ele passe fisiologicamente a ter um bom tônus, firme, móvel e indolor, ao nível justo acima da cicatriz umbilical. Esse achado propedêutico pode ser descrito como ______, representado a devida contração, e, então, processo de involução uterina. Dessa maneira, a contração do órgão realiza a oclusão dos vasos sanguíneos periféricos, obliteração e trombose dos vasos mais calibrosos e intramiometriais, para evitar uma possível hemorragia.
Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
globo de segurança de Pinard
manobra de McRoberts
globo de segurança de Gersuny
manobra de Jobert
globo de segurança de Cullen
As boas práticas de atenção ao parto são diretrizes baseadas em evidências que visam promover uma assistência segura, respeitosa e centrada na mulher durante o trabalho de parto e o parto. Essas práticas são fundamentais para melhorar os resultados maternos e perinatais. Conhecer os princípios das boas práticas é essencial para a prática obstétrica atualizada. Dentre as assertivas abaixo descriminadas, assinale aquela que é recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
Administração de ocitocina sintética de rotina.
Restrição de movimentos da mulher durante o trabalho de parto.
Estímulo ao contato pele a pele imediato entre a mãe e o recém-nascido.
Monitoramento contínuo eletrônico dos batimentos cardíacos fetais.
Uso rotineiro de episiotomia.
A Sra. Marques, uma Primigesta de 28 anos, com 40 semanas de gestação, está em trabalho de parto ativo há 10 horas. Ela está experimentando contrações regulares, mas a dilatação cervical progride lentamente. O monitoramento da frequência cardíaca fetal não mostra sinais de sofrimento. Com base nas intervenções descritas nas evidências científicas para garantir um parto seguro, assinale abaixo a alternativa que melhor se encaixa ao caso e que você indicaria como enfermeiro obstetra:
incentivar à deambulação e mudanças de posição.
administrar ocitocina em bomba infusora.
realizar cardiotocografia continua e monitorização da gestante.
incentivar a posição supina em seu leito.
solicitar ao médico anestesia peridural.
O parto é considerado um evento complexo, capaz de ser positivamente marcante no âmbito emocional da gestante ou até mesmo doloroso e traumático. O processo parturitivo pode ser caracterizado por alterações hormonais e mecânicas, que inicialmente promove contrações uterinas e dilatação do colo, resultando em dores progressivas, e findando-se na expulsão fetal. Reconhecendo que a dor pode acarretar prejuízos para mãe e bebê, é sabido atualmente que há a necessidade de aliviá-la, com base neste assunto assinale a alternativa correta:
A deambulação e livre movimentação materna não é permitida, notadamente no primeiro e segundo período do trabalho de parto.
Tentar retardar ou evitar a progressão do trabalho de parto com métodos de alívio da dor é recomendado.
A solicitação materna por analgesia de parto é motivo suficiente para sua realização, independente da fase do parto e do grau de dilatação, inclusive para a analgesia epidural, salvo contraindicação médica e após esgotados os métodos não farmacológicos disponíveis.
A analgesia farmacológica, de qualquer tipo, não é restrita ao ambiente hospitalar.
A analgesia epidural ou os opioides parenterais, como fentanil, dimorfina e petidina, são recomendados para todas as mulheres que requerem alívio da dor durante o trabalho de parto e parto.
Denominamos trabalho de parto a sequência de eventos fisiológicos que prenuncia o parto e faz com que o bebê seja expulso do interior do útero materno. Pedro Augusto, que é bombeiro civil e que pode a qualquer momento prestar socorro em um parto de emergência, compreende que o trabalho de parto abrange necessariamente as seguintes fases:
I. Dilatação.
II. Concepção.
III. Expulsão.
IV. Dequitação.
Está correto o que se afirma em:
I e II, apenas.
II e III, apenas.
III e IV, apenas.
I, II e III, apenas.
I, III e IV, apenas.
Cláudio, de folga, estava a caminho da padaria em seu bairro, quando ouviu gritos de socorro vindo do interior de um veículo.
Tratava-se de uma parturiente com fortes dores, que estava a caminho do hospital, pois havia rompido a bolsa amniótica.
Cláudio com conhecimento sobre Assistência ao Parto, foi até o veículo para auxiliar a mulher e verificar se estava com sinais de Parto Iminente.
Diante do exposto acima são sinais de PARTO IMINENTE:
I. Sensação intensa de evacuar;
II. Presença de contrações uterinas de forte intensidade e frequentes: 5 contrações no intervalo de 10 minutos com duração acima de 40 segundos cada contração;
III. Visualização da cabeça do bebê no canal do nascimento (coroamento).
IV. Vontade de Vomitar.
Apenas as afirmativas II e III estão corretas
Apenas as afirmativas I, II e III estão corretas
Apenas as afirmativas III e IV estão corretas
Apenas as afirmativas II, III e IV estão corretas
Após um acidente de carro, S. B., 32 anos, gestante, precisou passar por um parto de emergência. Após o nascimento, o recém-nascido foi monitorado intensivamente devido ao risco de dano neurológico. Para isso, cinco parâmetros (frequência cardíaca, esforço respiratório, tônus muscular, reatividade à aspiração e cor da pele) foram avaliados nos primeiros minutos de vida para atribuição do índice nomeado:
Apgar.
Barthel.
Duke.
Wells.
Índice de Gravidade Simplificado APACHE (SAPS).
Considere os diferentes aspectos relacionados aos métodos não farmacológicos utilizados para o alívio da dor no trabalho de parto e assinale a alternativa correta.
A parturiente pode ser massageada para alívio da dor, mas não pelo acompanhante, pois mesmo com treinamento pode incorrer em iatrogenias.
Métodos de relaxamento, como hipnose, podem ser oferecidos no trabalho de parto com profissional d evidamente habilitado.
Aromaterapia só é permitida em centros de parto normal.
Métodos farmacológicos para alívio da dor devem ser utilizados antes da utilização de métodos não farmacológicos.
Analgesia inalatória com o uso de chás naturais é uma opção permitida para alívio da dor.
De acordo com Rezende (2022), no que se refere à fase de expulsão (ou segundo segmento), é correto afirmar que esta tem início quando a dilatação está completa, encerrando-se
após o desprendimento do polo cefálico.
ao iniciar a saída da apresentação fetal.
com a saída do feto.
quando é possível evidenciar abaulamento perineal.
O período do puerpério está relacionado com as alterações anatomofisiológicas e questões psicossociais do momento como: maternidade, sexualidade, autoestima, reorganização da vida pessoal e familiar. Dentre os sinais de alerta observados na consulta puerperal temos: ____________ e ________________.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Desidratação e Cetoacidose.
Febre e Sangramento vaginal em grande quantidade.
Colesterol alto e Plaquetopenia.
Glicose elevada e Poliúria.
Falta de apetite e Ganho de peso.
Durante o segundo período do trabalho de parto, devemos avaliar a condição da mulher e do feto. Dentre os cuidados a serem realizados durante este período, assinale a opção INCORRETA.
Realizar episiotomia de rotina na assistência ao parto vaginal.
Apoiar a realização de puxos espontâneos no segundo período do parto em parturientes sem analgesia, evitando os puxos dirigidos.
Informar às mulheres que não há evidências suficientes e de qualidade para apoiar o segundo período do parto na água, sendo que o mesmo deve ficar restrito a ensaios clínicos.
Auscultar durante e após uma contração, ao menos durante 1 minuto, registrando um único valor.
Incentivar a parturiente a adotar a posição mais confortável, assegurando a possibilidade de avaliação da vitalidade fetal e a proteção do períneo.
Assinale a alternativa que apresenta quais técnicas são utilizadas com o objetivo de reduzir hemorragias pós parto.
Manobra de Hamilton ou Chantrapitak
Manobra de Max Verstappen ou Chantrapitak
Manobra de Lando Norris ou Hamilton
Manobra de Magnussen ou Lando Norris
Manobra de Magnussen ou Max Verstappen
Na assistência de enfermagem à mulher no ciclo vital (gestante, parturiente e puerpério), no parto normal e de risco e ao recém-nascido normal e de risco, o enfermeiro deve:
Evitar a amamentação na primeira hora de vida do recém-nascido para preservar suas energias.
Realizar o clampeamento imediato do cordão umbilical após o nascimento, independentemente da situação.
Encorajar a presença do companheiro durante o trabalho de parto e parto apenas se a mulher assim desejar.
Colocar o recém-nascido em contato pele a pele com a mãe apenas após a estabilização completa do neonato.
Sobre as boas práticas para a assistência segura e humanizada ao parto e nascimento, e considerando as diretrizes nacionais, assinale a afirmativa correta.
É recomendada a limpeza vaginal de rotina com clorexidina durante o trabalho de parto com a finalidade de prevenir morbidades infecciosas.
Deve-se encorajar a mulher a ficar na posição que ela achar mais confortável durante o trabalho de parto, especialmente na posição supina, em decúbito dorsal horizontal, ou posição semissupina, durante o segundo período do trabalho de parto.
Deve-se apoiar a realização de puxos dirigidos por um profissional de saúde ou uma doula, no segundo período do trabalho de parto, em mulheres sem analgesia, evitando os puxos voluntários.
Recomenda-se a massagem uterina sustentada como intervenção para prevenir hemorragia pós-parto, mesmo em mulheres que receberam ocitocina profilática.
É recomendável, de um modo geral, para todas as pacientes, administrar 10 UI de ocitocina intramuscular após o desprendimento da criança, antes do clampeamento e corte do cordão, com a finalidade de prevenir hemorragia pós-parto.
Para a prevenção de hemorragia pós-parto é necessário que o profissional identifique possíveis fatores de riscos, podendo ser eles anteparto e intraparto. Tal avaliação deve ser realizada através de uma anamnese bem detalhada, que inclua histórico de morbidades, uso de medicamentos e antecedentes ginecoobstétricos. Essa abordagem deve ser realizada durante todo o pré-natal e pelo menos durante a admissão da paciente e trabalho de parto. São considerados fatores de risco para hemorragia pós-parto anteparto:
Descolamento prematuro de placenta e parto instrumentado (fórceps, vácuo).
Uso de anticoagulantes e parto induzido.
Prolongamento de episiotomia e placentação anormal (acreta, prévia).
Anemia na gestação e distensão uterina (gemelar, polidramnio, macrossomia).
Corioamnionite e parto induzido.