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Com relação aos achados, é correto afirmar que o paciente apresenta diminuição moderada do nível de consciência desde o momento do trauma até a avaliação no hospital, vômitos, hipertensão, bradicardia e eupneia (sinais clínicos de hipertensão intracraniana), mas ainda com pupilas isocóricas.
Algumas alterações do tamanho pupilar podem ser observadas em pacientes vítimas de traumatismo craniano, acidente vascular cerebral, drogadição, entre outros. Pupilas dilatadas são um sinal denominado:
Miose.
Midríase.
Anisocoríase.
Discoríase.
Deu entrada no pronto-socorro paciente adulto com diagnóstico médico de traumatismo crânioencefálico – TCE, sendo necessárias intubação orotraqueal e ventilação mecânica. Nessa situação hipotética, considerando o risco do aumento da pressão intracraniana associado ao TCE, um dos procedimentos na assistência de enfermagem é
utilizar o escore de Framingham na avaliação do nível de consciência a cada 03 horas.
realizar aspiração das vias aéreas, banho no leito e mudanças de decúbito de forma sequencial e cumulativa, sem espaço de tempo entre essas atividades, a fim de reduzir a frequência de manipulação do paciente.
monitorizar rigorosamente os sinais vitais a fim de identificar precocemente sinais de hipertensão, bradicardia e alteração da frequência respiratória, conhecidos como tríade de Cushing.
manter o paciente em posição de Trendelemburg para aumentar o retorno venoso.
aquecer o paciente para manter temperatura corporal entre 37 e 37,5 °C, por 48 horas após o trauma.
O traumatismo cranioencefálico apresenta um alto potencial para ocasionar lesões neurológicas graves e severas. Ocorre frequentemente entre a população jovem adulta, com alto índice de morbidade e mortalidade no Brasil e no mundo. São sinais indicativos de lesão intracraniana, EXCETO:
Otorragia.
Tríade de Beck.
Sinal de Battle.
Olhos de Guaxinim.
Tríade de Cushing.
M.S.T., de cinquenta e cinco anos, vítima de queda do telhado, sofreu traumatismo cranioencefálico (TCE) e foi internado na UTI. Encontra-se comatoso e apresenta alteração na resposta motora, denominada decorticação, que é uma postura na qual se observa uma adução e
hiperpronação e flexão dos punhos e dos dedos do membro superior e hiperextensão, muitas vezes associada a opistótono e fechamento da mandíbula.
hiperpronação e extensão do membro superior e hiperextensão, flexão plantar do membro inferior muitas vezes associada a opistótono e fechamento da mandíbula.
flexão do cotovelo, extensão e hiperpronação dos punhos e dos dedos do membro superior e hiperextensão, flexão plantar e rotação interna do membro inferior.
flexão do cotovelo, dos punhos e dos dedos do membro superior e hiperextensão, flexão plantar e rotação interna do membro inferior.
Deve-se suspeitar de traumatismo craniano se a vítima apresentar um ou mais dos seguintes sinais e/ou sintomas.
Estado de higidez
Diarreia
Diminuição da lucidez e/ou sonolência
Pupilas isocóricas
“Expressa desejo de aumentar a sensação de controle” é uma característica definidora que se enquadra no seguinte diagnóstico de enfermagem:
Disposição para resiliência melhorada.
Ansiedade relacionada à morte.
Enfrentamento ineficaz.
Síndrome do estresse por mudança.
Sobre o diagnóstico de enfermagem “Risco de constipação funcional crônica”, é CORRETO afirmar que são considerados fatores de risco:
Dieta com baixo teor de fibras, estilo de vida sedentário e ingestão de líquidos insuficiente.
Costume de ignorar a urgência para defecar, presença de grande massa fecal no reto e evacuações dolorosas ou difíceis.
Sensação de obstrução/bloqueio anorretal e fezes granulosas ou duras.
Sensação de evacuação incompleta, evacuações dolorosas ou difíceis e fezes com diâmetro grande que podem obstruir o vaso sanitário.
O TCE (trauma crânio-encefálico) é uma afecção traumática responsável por um elevado índice de morbimortalidade no trauma, e cursa tendo como principal complicação desencadeadora da morte encefálica:
Hipoglicemia.
Hipertensão Intracraniana.
Hemorragia meníngea.
Desidratação.
Hipertensão arterial.
O diagnóstico de enfermagem de troca de gases prejudicada é aplicável mediante o caso descrito.
Com base na imagem tomográfica do paciente, confirma-se o diagnóstico de hemorragia subdural, caracterizada pelo acúmulo de sangue abaixo da camada meníngea da dura-máter e acima do revestimento aracnoideo do encéfalo.
Com base nos problemas oriundos do tratamento quimioterápico de pacientes com câncer, são diagnósticos de enfermagem prioritários para esses pacientes:
deglutição prejudicada e volume de líquidos excessivo.
risco de sangramento e mobilidade física prejudicada.
risco de infecção e risco de sangramento.
termorregulação prejudicada e risco de infecção.
O traumatismo craniano pode ser confundido com a intoxicação alcoólica e, em uma emergência, o enfermeiro pode ter de diferenciá-la rapidamente para intervir de modo adequado. Correlacione os sintomas de A e B:
(A) traumatismo craniano.
(B) intoxicação alcoólica.
( ) diminuição do pulso.
( ) nível de consciência flutuante, geralmente com piora da condição.
( ) pulso elevado.
( ) pupilas desiguais e alteráveis.
( ) melhora do nível de consciência, embora com muita lentidão.
( ) pupilas iguais e responsivas.
A sequência correta, de cima para baixo, para os sinais e sintomas específicos para cada uma das condições clínicas é:
B, B, A, B, A, A.
A, A, A, B, B, B.
A, A, B, A, B, B.
A, B, A, B, A, B.
B, A, B, A, B, A.
Quase 10 milhões de traumatismos cranianos ocorrem por ano, nos EUA, e cerca de 20% deles são graves o bastante para lesionar o cérebro.
Sobre essa temática, assinale a alternativa CORRETA.
Um traumatismo craniano, poucas vezes, é associado a um traumatismo raquimedular.
A intoxicação é um fator pouco associado à lesão cerebral traumática e, dessa forma, a pesquisa de uso de drogas e álcool é desnecessária.
A contusão é um traumatismo craniano leve e refere-se à perda imediata e transitória de consciência, associada a um curto período de amnésia.
A concussão é uma equimose superficial do cérebro com graus variáveis de hemorragia petequial, edema e destruição tecidual.
As lesões intracranianas acompanham 66% das fraturas de crânio, e a presença de uma fratura aumenta, muitas vezes, a chance de hematoma subdural ou extradural subjacente.
O enfermeiro deve-se preparar para o atendimento de diversos tipos de trauma. Um dos mais comuns e mais graves são os Traumas Crânio-Encefálicos (TCE). O indivíduo vítima de TCE deve receber assistência de enfermagem direta e intensiva, dependendo do grau da lesão. Algumas intervenções de enfermagem são necessárias e imprescindíveis para a manutenção e para a melhora do estado de saúde da vítima de TCE grave.
A esse respeito, é correto afirmar que é necessário e imprescindível o/a
uso de cateter urinário de demora, pois deve-se evitar a distensão da bexiga.
administração de sódio intravenoso, pois a hipernartremia evita quadros de letargia e confusão
administração de analgésicos opioides, pois essa classe de analgésicos promove maior conforto ao paciente.
manutenção da temperatura corporal abaixo de 38º C, pois temperaturas altas aumentam o metabolismo cerebral.
É fundamental para estabelecimento do diagnóstico de infarto do miocárdio identificar
o supradesnivelamento de segmento ST em V2 com 0,2 mv.
o supradesnivelamento de segmento ST em V6 com 0,1 mv.
a inversão de onda T.
o infradesnivelamento de segmento ST em DII.
Para o DE risco de retenção urinária relacionado com anestesia, opioides ou dor, algumas das intervenções esperadas pelo enfermeiro são: inserir sonda vesical de demora usando técnica asséptica; manter bolsa de drenagem abaixo do nível da bexiga; iniciar medidas para aquecer a paciente e manter a normotermia; verificar possível obstrução do cateter e sistema de drenagem toda vez que a paciente for reposicionada.
O diagnóstico de enfermagem de risco de desequilíbrio eletrolítico é aplicável mediante o caso descrito.
Ao atender um paciente com trauma cranioencefálico em ambiente extra-hospitalar, o profissional de enfermagem deve
aplicar pressão direta sobre a lesão em couro cabeludo com deformidade óssea ou fratura aberta, seguida de curativo compressivo.
controlar o sangramento de orelha e nariz por meio de tamponamento com material de curativo, permitindo vazamento leve.
realizar avaliação primária com ênfase na avaliação de sinais vitais e histórico de convulsões.
recolocar o globo ocular, em caso de enucleação, com auxílio de gaze estéril e soro fisiológico, e manter compressa no local.
auxiliar o médico, na presença de trauma direto na face, na intubação nasotraqueal.
O diagnóstico de enfermagem “capacidade adaptativa intracraniana diminuída” pode ser atribuído a esse paciente por ter como características definidoras a tríade: hipertensão, bradicardia e alteração da frequência respiratória.