

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
As ações antrópicas têm causado transformações no meio ambiente relacionadas, principalmente, aos aspectos atmosféricos e hídricos, com grande geração de lixo entre outros problemas graves. A engenharia ambiental auxilia no desenvolvimento de processo que
envolve, parcialmente, a população para solucionar as questões ambientais.
maximiza os problemas mencionados para, depois, resolvê-los.
minimiza e resolve, definitivamente, os problemas citados.
busca métodos alternativos para destruir, de uma só vez, os problemas.
implementa técnicas dirigidas para resolução dos problemas aludidos.
De acordo com Veiga e Ehlers (2009:6) comparáveis aos impactos das mudanças de uso dos solos são os estragos causados pela homogeneização. Além da diminuição do número de espécies e da variedade genética das plantas utilizadas, também ocorre uma dramática redução do número de outras espécies, como as bactérias fixadoras de nitrogênio, os fungos que facilitam a absorção de nutrientes, predadores de pragas, polinizadores etc. Simultaneamente, águas superficiais e subterrâneas são contaminadas, tanto pelo uso crescente dos insumos básicos dessa conversão (fertilizantes químicos e agrotóxicos), quanto pela excessiva concentração da pecuária.
Sobre esse assunto,
não há geração de problemas no âmbito da resiliência dos agroecossistemas.
as perdas da biodiversidade nos agroecossistemas não são significativas, nem causam impactos de grande magnitude e efeitos primários.
estes impactos econômicos da perda de biodiversidade e contaminações dos recursos hídricos representam riscos ambientais combinados, em função da resiliência e das vulnerabilidades de cada sistema.
não há riscos ou efeitos adversos relativos à biodiversidade, mas somente contaminações de recursos hídricos e de fauna.
a biodiversidade não é prejudicada de modo grave, apenas encontra-se exposta ao risco.
Sobre florestamento e reflorestamento,
ambos expandem a cobertura vegetal e apoiam o manejo de recursos bióticos em regiões secas, afetadas ou propensas à desertificação.
o florestamento permite muitos espaços abertos na área implantada, sendo menos eficiente que o reflorestamento na proteção e conservação do solo.
ambos podem ser feitos com qualquer tipo de espécie nativa, de crescimento lento ou rápido, adaptada a clima úmido.
o florestamento pode ser usado para a produção de madeira para fins energéticos, sendo assim uma fonte alternativa de energia limpa.
o reflorestamento em áreas afetadas pela seca deve utilizar espécies geneticamente modificadas mais tolerantes a variações ambientais.
A desertificação é caracterizada como o processo de degradação da terra nas zonas áridas, semiáridas e subúmidas secas, resultantes das atividades humanas ou de fatores naturais (variações climáticas). Esse conceito foi elaborado durante a Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação.
Esse fenômeno afeta, aproximadamente, 60.000 quilômetros quadrados de terras por ano em diversas partes do planeta. As diversas atividades humanas, realizadas de forma insustentável, têm provocado drásticas reduções da vegetação e da capacidade produtiva do solo.
(http://brasilescola.uol.com.br/geografia/desertificacao.htm)
Para a conservação e preservação das características locais e diminuição dos fatores que desencadeiam o processo de desertificação se faz necessário a tomada de algumas medidas tais como ordenar o uso do solo
para alagamento das áreas e plantio de árvores frutíferas.
de acordo com as características locais e manutenção da vegetação nativa.
de forma a aumentar a irrigação e aumentar a produção de alimentos.
para extinção da agricultura e uso da área para criação de gado.
para diminuir a mineração e aumentar a irrigação no cultivo e aumentar a produção pecuária.
Para a recuperação de áreas degradadas, as características de espécies florestais nativas do Brasil que compõem os estádios serais devem ser consideradas em modelos de recuperação vegetal com base na sucessão secundária. Em relação às Espécies Climáticas, todas as afirmativas abaixo são verdadeiras, EXCETO:
A disseminação das sementes se dá principalmente pelo vento.
A viabilidade de sementes é curta.
A forma de regeneração é a colonização de áreas sombreadas.
Quanto à necessidade luz, são umbrófilas quando jovens, e necessitam de luz quando adultas.
A Resolução CONAMA nº 369, de 28 de março de 2006, dispõe sobre os casos excepcionais de utilidade pública, interesse social ou baixo impacto ambiental que possibilitam a intervenção ou supressão de vegetação em Área de Preservação Permanente (APP). Com base no texto abaixo, assinale a alternativa FALSA.
O órgão ambiental competente poderá autorizar em qualquer ecossistema a intervenção ou supressão de vegetação, eventual e de baixo impacto ambiental, em APP. Considera-se intervenção ou supressão de vegetação, eventual e de baixo impacto ambiental, em APP:
Abertura de pequenas vias de acesso interno e suas pontes e pontilhões, quando necessárias à travessia de um curso de água ou à retirada de produtos oriundos das atividades de manejo agroflorestal sustentável praticado na pequena propriedade ou posse rural familiar.
Implantação de instalações necessárias à captação e condução de água e efluentes não tratados, desde que comprovada a outorga do direito de uso da água, quando couber.
Construção de rampa de lançamento de barcos e pequeno ancoradouro.
Implantação de corredor de acesso de pessoas e animais para obtenção de água.
"Um corredor verde é um corredor de espaço aberto, que pode variar muito em sua escala, desde as menores, atravessando áreas urbanas, suburbanas e rurais, até corredores mais longos que abrangem recursos cênicos naturais e culturais diversificados, incorporando diferentes funcionalidades ambientais, tais como proteção, recreação, qualidade ambiental, qualidade de vida e desenvolvimento econômico”, conforme Russ Johnson, em Creating Connections. Assim, traduz-se corredor verde como
greenline.
greenwashing.
greenway
greensleeves.
green landscape vector
De acordo com o Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES, 2013, p. 9), “Licitações Sustentáveis viabilizam o atendimento das necessidades do órgão ou entidade por meio de contratações que promovam maior número de benefícios para o meio ambiente e para a sociedade, contribuindo, dessa maneira, para o desenvolvimento sustentável do país”.
Diante deste contexto, a decisão de se realizar uma licitação sustentável deve considerar no processo de aquisição de bens e contratações de serviços:
o fomento do aumento sustentável da participação de biocombustíveis na matriz de transportes nacional e, ainda, atuar com vistas à estruturação de um mercado internacional de biocombustíveis sustentáveis, e o fortalecimento de ações inter setoriais voltadas para redução das vulnerabilidades das populações.
temas estratégicos, tais como esgoto tratado, resíduos sólidos, biodiversidade, arborização urbana, educação ambiental, cidade sustentável, gestão das águas, qualidade do ar, estrutura ambiental e conselho ambiental.
os registros, inventários, estimativas, avaliações e quaisquer outros estudos de emissões de gases de efeito estufa e de suas fontes, elaborados com base em informações e dados fornecidos por entidades públicas e privadas.
custos ao longo de todo o ciclo de vida, eficiência, compras compartilhadas, redução de impactos ambientais e problemas de saúde, desenvolvimento e inovação.
o Programa Munícipio Verde Azul Sustentável − PMVA e o Programa de Termo de Compromisso de Recuperação Ambiental e Energias Renováveis − PTCRAER.
Entre as ações administrativas de cooperação das diferentes esferas governamentais, visando a proteção do ambiente, compete ao município
elaborar a relação de espécies ameaçadas de extinção no respectivo território.
elaborar o zoneamento ambiental, em conformidade com os demais zoneamentos.
elaborar o plano diretor, observando os zoneamentos ambientais existentes.
aprovar o funcionamento de criadouros da fauna silvestre.
aprovar a liberação de espécimes de espécie exótica em ecossistemas naturais.
O sistema internacional de certificação para edificações sustentáveis LEED possui dimensões que devem ser avaliadas, englobando práticas obrigatórias, créditos e recomendações que, ao serem atendidos, resultam em pontos que determinam o nível de certificação. As sete dimensões consideradas pela Leadership in Energy and Environmental Design são:
Espaços tradicionais e exclusivos, com segurança; qualidade ambiental externa.
Espaços abertos; eficiência de captação de água; tecnosfera; diminuição dos riscos regulatórios, inclusão social e aumento do senso de comunidade, implantação consciente e ordenada; mitigação dos efeitos das mudanças climáticas.
Modernização e menor obsolescência da edificação; espaços socioecológicos; conforto ambiental; inovação e processos; eficiência no uso de commons, mitigação dos efeitos das mudanças climáticas, qualidade ambiental interna.
Design ecológico, eficiência no uso de commons, mitigação de riscos ambientais, reprodução de processos, créditos de prioridade nacional, sistemas socioecológicos, sistemas adaptativos complexos.
Espaços sustentáveis; eficiência do uso da água; energia e atmosfera; materiais e recursos; qualidade ambiental interna; inovação e processos; créditos de prioridade regional.
A certificação socioambiental é um instrumento econômico viável para diferenciar produtos e produtores de acordo com valores e critérios, com vistas a superar barreiras não-tarifárias do comércio internacional de mercadorias, obtendo preços adequados junto aos consumidores, tanto no país como no exterior. Nesse sentido, a certificação socioambiental
I. surgiu com o objetivo de ser um dos mecanismos de promoção e incentivo às mudanças de qualidade na agricultura em direção à sustentabilidade.
II. não deve ser encarada como uma solução, embora possa cumprir interessante papel no sentido de promover transformações em segmentos produtivos, como nos setores florestal e agrícola.
III. promove transformações que não devem ser acompanhados de políticas públicas, pesquisas e outros instrumentos complementares.
IV. é realizada por certificadores que avaliam o desempenho da operação auditada frente a padrões mínimos existentes.
Está correto o que consta APENAS em
I e IV.
I e II.
II e IV.
III e IV.
II e III.
No Estado do Piauí, o turismo destaca-se entre as alternativas para o seu desenvolvimento sustentável. A legislação atual exige a elaboração de Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental para que seja autorizada a operação de empreendimentos que possam causar impactos ao meio ambiente. Um empreendimento turístico para que seja considerado ambientalmente viável, com o mínimo de impactos, NÃO deve
preservar os cursos d’água e dar uso ao terreno com sustentabilidade.
promover a educação ambiental envolvendo a comunidade local.
buscar a geração de emprego e renda com a utilização da mão de obra local (construção civil, artesanato, gastronomia etc.).
usar tecnologias tradicionais (fontes de energia de termoelétricas).
conservar a cultura da comunidade local.
Atualmente, o modelo agrícola com alta especialização, menor diversidade e maior uso de produtos químicos é usual no Brasil. Eles poluem o solo, os rios, causando também problemas de saúde na população. Para tornar a agricultura sustentável, é INCORRETO:
optar por adubos naturais.
utilizar inseticidas biológicos.
ter pouca diversidade de cultivos usando insumo industrial.
a integração lavoura-pecuária-floresta.
rodízio de culturas.
Em um domingo, no dia 16 de julho de 2000, há exatos 16 anos, um acidente tecnológico resultou no derramamento de 4 milhões de litros de óleo cru nos rios Iguaçu e Barigui, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Até o início da noite do dia seguinte, segunda-feira, a mancha de óleo cru, que tinha espessura de cinco centímetros, havia percorrido 44 quilômetros até o distrito de Balsa Nova, também na RMC. Um dos danos desse acidente levou à contaminação de uma vasta área de solo, levando ao um longo processo de recuperação ambiental. Assinale a alternativa CORRETA sobre o processo em que se utilizam microrganismos para detoxificar áreas contaminadas.
Floração.
Biorremediação.
Liofilização.
Bio-oleificação.
O Ato de manter o bem em estado de uso adequado à sua finalidade, que implica maiores despesas que as de uma simples manutenção, é a:
Decrepitude.
Benfeitoria.
Conservação.
Cominação.
No que diz respeito ao gerenciamento ambiental, contrapõe-se o uso dos princípios das Técnicas de Fim-de-Tubo e Técnicas de Produção Mais Limpa. Analise as ações abaixo.
I. Os resíduos, os efluentes e as emissões são controlados através de equipamentos de tratamento.
II. Leva a custos adicionais.
III. A proteção ambiental atua como uma parte integrante do design do produto e da engenharia de processo.
IV. Prevenção da geração de resíduos, efluentes e emissões na fonte. Procurar evitar matérias-primas potencialmente tóxicas.
V. Ajuda a reduzir custos.
VI. Proteção ambiental é um assunto para especialistas competentes.
São ações ligadas as Técnicas de Fim-de-Tubo (1) e de Produção Mais Limpa (2), respectivamente:
1: I, II, VI − 2: III, IV, V.
1: I, III, V − 2: II, IV, VI.
1: II, IV, V − 2: I, III, VI.
1: III, IV, V − 2: I, II, VI.
1: IV, V, VI − 2: I, II, III.
Considerando-se as necessidades e fontes de financiamento de estratégias de transição para o desenvolvimento sustentável, o Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono − ABC, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, apresenta, para o período de 2011 a 2020, estimativas de recursos que são da ordem de R$ 197 bilhões, mediante financiamentos com fontes orçamentárias ou por meio de linhas de crédito. Deste total, cerca de R$ 157 bilhões seriam recursos disponibilizados via crédito rural, para financiar as atividades necessárias ao alcance das metas físicas de cada programa.
Quanto aos prazos totais e a respectiva ordem de apresentação dos projetos, é correto:
1. Implantação de viveiros de mudas florestais | 2. Recuperação de pastagens | 3. Implantação e manutenção de florestas de dendezeiro | 4. Recomposição e manutenção de áreas de preservação permanente ou de reserva legal |
até 8 anos, estendendo-se até 12 meses quando a componente florestal estiver presente, incluindo 3 anos de carência | até 12 anos, estendendo-se até 15 anos a critério da instituição financeira credenciada e quando a espécie florestal o justificar, incluindo até 8 anos de carência | até 12 anos, incluindo até 6 anos de carência | até 15 anos, incluindo 1 ano de carência |
1. Implantação de viveiros de mudas florestais | 2. Recuperação de pastagens | 3. Implantação e manutenção de florestas de dendezeiro | 4. Recomposição e manutenção de áreas de preservação permanente ou de reserva legal |
até 5 anos, incluindo até 2 anos de carência | até 8 anos, com até 3 anos de carência | até 12 anos, incluindo até 6 anos de carência | até 15 anos, incluindo 1 ano de carência |
1. Implantação de viveiros de mudas florestais | 2. Recuperação de pastagens | 3. Implantação e manutenção de florestas de dendezeiro | 4. Recomposição e manutenção de áreas de preservação permanente ou de reserva legal |
até 8 anos com até 3 anos de carência | até 12 anos, incluindo até 6 anos de carência | até 15 anos, incluindo 1 ano de carência | até 10 anos, incluindo até 2 anos de carência |
1. Implantação de viveiros de mudas florestais | 2. Recuperação de pastagens | 3. Implantação e manutenção de florestas de dendezeiro | 4. Recomposição e manutenção de áreas de preservação permanente ou de reserva legal |
até 10 anos, incluindo até 2 anos de carência | até 8 anos, com até 3 anos de carência | até 12 anos, incluindo até 6 anos de carência | até 15 anos, incluindo 1 ano de carência |
1. Implantação de viveiros de mudas florestais | 2. Recuperação de pastagens | 3. Implantação e manutenção de florestas de dendezeiro | 4. Recomposição e manutenção de áreas de preservação permanente ou de reserva legal |
até 15 anos, incluindo até 2 anos de carência | até 7 anos com até 3 anos de carência | até 15 anos, incluindo até 5 anos de carência | até 30 anos, incluindo 1 ano de carência |
De acordo com Abreu e Lopes (2005), em Análise de Sistemas de Produção Animal – Bases Conceituais, considere:
I. A agropecuária depende dos recursos naturais para sua existência e funcionamento, sendo que podem ser classificados em recursos renováveis, semi renováveis e não renováveis, tanto em nível micro (fazenda) como em nível macro (região).
II. Para alcançar o desenvolvimento socioeconômico sustentável é essencial utilizar os recursos de maneira que seja assegurada sua renovação. Em outras palavras, não se deve gastar os recursos naturais a uma velocidade mais rápida que sua regeneração natural.
III. Qualquer produto pecuário é submetido às leis do mercado. O preço em si varia de acordo com as relações entre a oferta e a demanda. A classificação dos sistemas de produção em grupos depende do propósito do estudo. O importante é pensar nas principais zonas agroecológicas e classificar os sistemas de produção predominantes em cada zona, sendo relevante levar em consideração não apenas os fatores ambientais de cada zona, mas também outros fatores como distância dos centros consumidores, infraestrutura de transporte, etc.
Está correto o que consta em
I, II e III
I, apenas.
I e II, apenas.
III, apenas.
II e III, apenas.
Conforme os aspectos inerentes à conservação de áreas verdes urbanas. Marque a alternativa correta.
A artificialidade do meio urbano contribui para a qualidade de vida da população, considerando o crescimento econômico da região.
A arborização das cidades tem como estratégia a amenização de aspectos ambientais adversos, redução da poluição e abriga a fauna silvestre.
Os sistemas de valoração da arborização urbana procuram expressar, em termos educacionais, seus múltiplos serviços ambientais para as cidades.
A avaliação da arborização presente em determinada região é feita através de um inventário somente das árvores exóticas.
Leia o texto para responder à questão.

Em relação ao texto, assinale a alternativa que representa um instrumento criado para medição da ação antrópica sobre a Terra.