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O termo ética, segundo sua significação etimológica, une os sentidos de costume e caráter.
O logos difere do mito, pois o primeiro, como discurso racional, apresenta explicações em que razões são dadas, enquanto o mito, como narrativa de caráter poético, freqüentemente recorre aos deuses, ao tempo em que revela os profundos anseios humanos.
O argumento a) é um silogismo formal e materialmente válido, categórico, do modo AEE da segunda figura, em que “quadrado”, “círculo” e “redondo” são, respectivamente, os termos menor, maior e médio.
A criteriologia estuda quais são as referências do conhecimento, as medidas e os parâmetros humanos do conhecer.
Na lógica dialética, o espírito nega-se como natureza e afirma-se como cultura, nega-se como ser em si, tornando-se ser para si; o sentido imediato é superado dialeticamente por um sentido novo, posto pelo próprio espírito.
Arte mimética é aquela que gera um efeito purificador e de distensão produzido naqueles que assistem. Um exemplo são as tragédias.
A obra aberta, segundo Umberto Eco, é uma mensagem fundamentalmente clara, uma unicidade de significado que convive em vários significantes.
Para Hegel, o direito, a moralidade e a realidade jurídica e social concebem-se por meio dos seres, adquirindo uma forma concreta determinada por uma estrutura da própria natureza, uma vez que o real é o real e o racional é idêntico a si próprio, não se identificando estas duas realidades.
A moral de situação é aquela que considera a relatividade dos princípios éticos dependente de cada contexto, no qual as circunstâncias não só condicionam o ato moral, mas o determinam.
As artes podem ser plásticas ou dinâmicas. A pintura é a bidimensional das artes dinâmicas. Nisto difere-se da arquitetura que é uma arte tridimensional.
A liberdade é o poder que a vontade possui de se autodeterminar e agir sem ser coagida por nenhuma força.
De acordo com o texto, o mito não se identifica com o bom senso, pois o mito, como fantasia e mentira, é desprovido de contato com o real.
A função formalista da arte busca a essência integradora da obra de arte na sociedade na medida em que serve como utilidade ornamental.
O argumento b) é um silogismo dedutivo, válido formal e materialmente, categórico, sendo a sentença da premissa maior uma sentença toto-total afirmativa, segundo a quantificação do predicado de Hamilton.
Em uma linguagem atual e mais precisa, a moral é a ciência do agir humano, é a ação humana epistemologicamente considerada, ao passo que a ética trata dos costumes e das ações humanas amplamente consideradas.
Ao se vivenciar os mitos, sai-se do tempo profano, cronológico, ingressando-se em um tempo qualitativamente diferente, um tempo “sagrado”, um tempo sem tempo, primordial e indefinidamente recuperável.
A função naturalista refere-se ao interesse pelo que a obra retrata, em detrimento de sua forma ou modo de apresentação, como, por exemplo, uma pintura ou escultura para evocar algo ou alguém com certa importância.
A arquitetura é chamada “a arte maior”, pois, de certo modo, abriga e influencia as demais, enquanto que a música não é uma arte plástica, sendo a mais dinâmica das artes de movimento.
A área da filosofia conhecida como Estética teve sua primeira sistematização
na antiguidade clássica, com o Hípias Maior de Platão.
na antiguidade clássica, com a Poética de Aristóteles.
no século XVIII, com a Crítica do Juízo de Kant.
no século XVIII, com a Estética de Baumgarten.
no século XIX, com as Lições de Estética de Hegel.