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Leia com atenção o texto abaixo.

A partir desta reflexão sobre a liberdade, pode-se dizer que, para Merleau-Ponty,
a ação humana é fruto do acaso, uma vez que é impossível identificar as causas reais das circunstâncias.
o conceito de liberdade é uma quimera, já que as ações humanas são completamente determinadas pelas cadeias causais que lhe antecedem.
a liberdade constitui-se não em oposição às determinações do mundo, mas por meio delas.
a liberdade reside na capacidade que os homens possuem de se destacar das determinações preexistentes no mundo, iniciando uma cadeia causal inteiramente nova.
a ação humana deve ser destituída de toda responsabilidade, já que nos cursos dos acontecimentos é impossível precisar a causa real dos fatos.
Wittgenstein fundamentou o conhecimento da realidade e das teorias científicas a partir da lógica, e não da epistemologia.
Em Além do Bem e do Mal, Nietzsche indica a necessidade de se reunir materiais para a realização de uma tipologia da moral. Esta tipologia se opõe à tradicional ambição de fundamentar a moral − ambição que Nietzsche critica − na medida em que
adota uma perspectiva histórica sobre a moral.
mostra que a vontade submete-se à razão e ao entendimento.
demonstra que há virtudes e vícios próprios a cada pathos ou tipo humano.
encontra o fundamento último e definitivo de toda conduta moral.
mostra como a moral não constitui um aspecto importante da cultura de cada povo.
A moral é a ética epistemologicamente considerada, pois a moral é ciência e a ética, costume.
Segundo o texto acima, é possível dizer que Santo Agostinho justifica a existência do Mal, afirmando que
não possui realidade em si, mas se trata apenas de um afastamento do Bem.
é uma criação de Deus.
se trata de uma grandeza positiva, isto é, que possui tanta realidade como o Bem.
é o meio pelo qual Deus pune os bons, fazendo parte, por isso, da justiça divina.
é como o pão saboroso ao paladar enfermo e como a luz agradável aos olhos doentes.
O texto de Freud refere-se a um tema caro à Filosofia, que é o
do antigo problema da relação entre verdade e aparência.
da formação e do modo de funcionamento da consciência moral.
da relação entre a unidade da consciência e o conhecimento dos objetos da experiência.
da dialética do senhor e do escravo.
da possibilidade do livre-arbítrio face à determinação dos eventos pelas suas causas antecedentes.
As artes plásticas são as comumente entendidas como arquitetura, escultura e música.
O sujeito ético é aquele que reconhece nos demais sujeitos as capacidades, potencialidades e aspirações que ele mesmo possui, e procura respeitá-las, assim como espera ser respeitado. Tal reconhecimento deve necessariamente refletir-se na conduta cotidiana, sob pena de permanecer um ideal abstrato, sem efetividade na vida prática. Assim sendo, o sujeito ético deve
buscar satisfazer apenas as necessidades e interesses pessoais e familiares.
adotar valores éticos idealizados, sem considerar sua aplicabilidade.
propiciar e aprofundar a alienação moral dos sujeitos com os quais convive.
defender valores que a religião considera fundamentais para os seres humanos.
agir sempre considerando as implicações pessoais e sociais de sua conduta.
Ciência que estuda princípios e métodos de inferência, tendo o objetivo principal de determinar em que condições certas coisas se seguem (são consequência), ou não, de outras.
(Mortari, C.A. Introdução à lógica, p.2)
A definição acima bem se aplica a qual disciplina filosófica?
Ética.
Metafísica.
Dialética.
Hermenêutica.
Lógica.
Segundo a Lógica, proposição é a representação do juízo. Juízo é o ato pelo qual a inteligência afirma ou nega a identidade representativa de dois conceitos. Marque a alternativa que expressa uma proposição lógica.
Que calor!
O homem é azul.
Amo você!
Que tédio agora...

O autor está se referindo à prova
O chamado princípio de não-contradição pode ser formulado do seguinte modo:
nenhuma proposição é verdadeira e falsa ao mesmo tempo.
Em sua Crítica da razão pura, Kant estabelece uma distinção entre noumena e fenômenos. Tal distinção refere-se, respectivamente,
às coisas tal como elas são em si mesmas e às coisas tal como elas são segundo o ponto de vista de cada cultura particular.
às coisas tal como elas são em si mesmas e às coisas tal como podemos conhecê-las.
às coisas tal como elas nos aparecem e às coisas tal como elas são em um reino abstrato de Ideias ou Formas.
às coisas tal como elas são segundo meu ponto de vista individual e às coisas tal como elas são segundo o ponto de vista do outro.
Para Schopenhauer, a causa e a essência do mundo estão na vontade de viver, e a consciência não passa de um serviço sacrificado dessa vontade. Relacionando esse pensamento com a teoria da arte do filósofo, assinale a alternativa correta.
A vontade é que impulsiona o artista em sua produção; por isso, a arte sempre é inconsciente.
A contemplação estética traz à tona o quando, o porquê e para quê; por isso, é filosófica.
A arte é uma das alternativas que se abrem para o indivíduo para livrá-lo da escravidão.
A percepção dos objetos artísticos traz ao homem, cada vez mais, a consciência de sua condição humana.
A arte é uma representação individual da realidade; por isso, deixa de ser sensorial.
A respeito das proposições categóricas, sabe-se que é costume usar as letras A, E, I e O como marcadores para as quatro formas típicas dessas proposições: universal afirmativa, universal negativa, particular afirmativa e particular negativa, respectivamente. As proposições categóricas de forma típica começam com uma das expressões: “todos”, “nenhum” ou “alguns”, pois elas têm “qualidade” (afirmativa ou negativa) e “quantidade” (universal e particular). Elas compõem-se de quatro partes: o quantificador, o termo sujeito, a cópula (verbo “ser” afirmado ou negado e flexionado de acordo com o tempo e o modo verbal) e o termo predicado. A partir das proposições categóricas, podem-se fazer inferências imediatas, já que há apenas uma premissa, diferentemente do silogismo, em que se fazem inferências mediatas, pois há mais de uma premissa.
Tendo como base o texto acima, considere as seguintes proposições categóricas, assim interpretadas:
A: Todo professor é inteligente.
E: Nenhum professor é inteligente.
I: Algum professor é inteligente.
O: Algum professor não é inteligente.
Assumindo que “I: Algum professor é inteligente” é falsa, é correto inferir, imediatamente, que
A é falsa, E e O são indeterminadas.
A é falsa, E é verdadeira e O é indeterminada.
A é verdadeira, E é falsa e O é falsa.
A é verdadeira, E é falsa e O é verdadeira.
A é falsa, E é verdadeira e O é verdadeira.
Nada além da liberdade é necessário à ilustração; na verdade, o que se requer é a mais inofensiva de todas as coisas às quais esse termo pode ser aplicado, ou seja, a liberdade de fazer uso público da própria razão a respeito de tudo.
(Kant, I. O que ilustração?)
Baseando-se na citação acima, é correto afirmar que, para Kant, a vida social emancipada (isto é, a ilustração) pressupõe
uma formação educacional ilustrada como condição de possibilidade da liberdade.
o livre uso público da razão entendida como propriedade de todo ser humano.
o caráter inofensivo e benevolente do uso público da razão.
a necessidade de que cada indivíduo se ilustre para poder opinar a respeito de tudo.
a necessidade de abandonar o uso privado da razão em favor do público.
Francis Bacon dizia que Saber é poder e Descartes que A ciência deve tornar-nos senhores da natureza. Essas frases dão testemunho paradigmático de que a ciência moderna
é essencialmente teórico-contemplativa.
visa ao despotismo político perante a natureza.
antepõe o voluntarismo à observação objetiva.
tem um caráter explicitamente antiecológico.
busca intervir na natureza para controlá-la.
A ideologia é um conjunto lógico, sistemático e coerente de representações (ideias e valores) e de normas ou regras (de conduta) que indicam e prescrevem aos membros da sociedade o que devem pensar e como devem pensar.
Marilena Chauí. O que é ideologia. São Paulo: Brasiliense, 1980, p. 113.
Quanto a esse assunto, assinale a alternativa correta.
A ideologia constitui um corpo sistemático de regras que interferem exclusivamente no pensar humano.
A ideologia não se refere aos conflitos sociais e de classe; por isso, assegura a coesão entre os homens.
A naturalização das diferenças sociais não constitui objeto de estudo da ideologia.
A função da ideologia dominante é a de apagar a diferença entre os indivíduos e fornecer aos membros da sociedade uma identidade social.
A ideologia mostra uma realidade como ela realmente é; por isso, não valoriza a práxis.
1 | 2 | 3 | |
p | q | p → q | |
1 | V | V | |
2 | V | F | |
3 | F | V | |
4 | F | F |
Tabela de verdade
Considere a tabela de verdade acima para o cálculo do conectivo implicação material (→). Os valores de verdade expressos ao se calcular a implicação (p → q) na coluna 3, considerando a sequência das linhas 1, 2, 3 e 4, nessa ordem, são
V, V, F, F.
V, V, V, F.
V, F, V, V.
F, V, F, F.
V, F, V, F.

Considerando o texto acima, os nomes tradicionais dessas três leis fundamentais do pensamento são os princípios
de identidade, de não-contradição e do terceiro excluído.
de não-contradição, de caridade e de identidade.
da existência, de identidade e de não-contradição.
do terceiro excluído, de caridade e de identidade.
da abstração, de identidade e de não-contradição.