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Sobre algumas obras que são importantes para a discussão ontológica na filosofia ocidental, podemos elencar as seguintes:
I – Crítica da Razão Pura, de Immanuel Kant.
II – Metafísica, de Aristóteles.
III – Ser e Tempo, de Martin Heidegger.
IV – O Ser e o Nada, de Jean-Paul Sartre.
V – O Justo, de Paul Ricoeur.
Marque a alternativa CORRETA:
Somente o item I está errado.
Somente os itens II e IV estão errados.
Somente o item V está errado.
Todos os itens estão errados.
Todos os itens estão corretos.
Uma referência bastante acessível: se encontra no capítulo Símbolos da ausência, do livro: ALVES, Rubem A O que é religião? São Paulo: Brasiliense, 1981. Coleção, Primeiros Passos. Trata-se de um excelente texto para ajudar na construção do conceito de Cultura, assim como para lançar o problema da relação / oposição com a Natureza. Linguagem fácil e poética.
Analise as afirmativas abaixo e depois marque a alternativa correta.
I. Outra boa referência, fácil e instigante, sem ser simplista: Capítulo: O que se entende por Cultura, do livro: SANTOS, José Luiz. O que é Cultura. São Paulo: Brasiliense, 1983.
II. O livro aborda o problema dos pontos de vista da Sociologia e da Antropologia Cultural. É atual, na medida em que leva em conta os debates teóricos mais recentes (pós-marxistas e ecologistas, por exemplo).
III. Os dois livros tem posição ética conflitante, indo além do relativismo exacerbado: devemos respeitar a diversidade cultural, sim, mas todas as posições, e todos os modos de agir e viver são igualmente aceitáveis (eg. racismo, nazismo, etc.).Ver outras referências na OP - Natureza e cultura II - O mito de Prometeu.
I e II estão erradas;
I e III estão certas;
Todas estão certas;
I e II estão corretas e III está errada.
Compreender um fenômeno qualquer é apresentar a rede causal a que ele pertence, o determinismo que o sustenta. Falamos frequentemente de um mecanismo de sublimação, da lógica dos acontecimentos, etc. Muitas das explicações corriqueiras a propósito das relações humanas e sociais nutrem-se da suposição da existência de determinismos tanto naturais quanto psíquicos e sociais.
Marque a alternativa correta tomando como base o texto acima.
Todas essas marcas, talvez, se enraízem no fato de ser a posição do homem contemporâneo ante a Natureza tão radicalmente distinta da de épocas anteriores. Isso constitui já, em si, um ponto de partida para a reflexão filosófica e uma razão suficiente para o ensino desse tema.
Essa posição se exprime, como nos primórdios da nossa civilização, por narrativas míticas e religiosas, mas é certamente determinada em baixa medida pela Ciência e pela Tecnologia.
Uma verdadeira geração de um mundo novo se realiza e se manifesta de fato em forma de uma velha relação entre o homem e a natureza e de uma unificação das formas de vida em escala local.
Assim, a reflexão filosófica sobre a irracionalidade científica se coloca como condição para se compreender o mundo contemporâneo.
A relação entre as esferas da Natureza e da Cultura é uma das matrizes da filosofia ocidental desde os gregos. Tomar consciência de sua diferença e tentar compreender os modos como se relacionam são tarefas que geram uma série de questões e debates, recebendo múltiplas versões e formulações ao longo da História da Filosofia.
Assinale a alternativa correta sobre o assunto.
A posição e o enfrentamento filosófico desses problemas não definem o sentido da existência humana no mundo.
O enfrentamento filosófico não contribui para torná-la viável, tanto no plano instrumental (técnico e operacional), como no plano comunicativo (moral e político).
Uma referência, mais elaborada, principalmente para o professor: Verbete: Natureza. Natureza e Naturalismo, escrito por Catherine Larrère. In: CANTO-SPERBER, Monique (Org.). Dicionário de Ética e Filosofia Moral. Trad. Ribeiro-Althoff, A. M. e outros. São Leopoldo: Ed. Unisinos, 2003.
Os autores fazem um histórico do problema, destacando os comportamentos humanos típicos ou predominantes com relação à natureza, em três momentos: Observar (modernidade), Experimentar (antiguidade) e Respeitar (época Contemporânea).
A questão do “ser e dever ser” (ou, em outras palavras, dos fatos e valores) é central na ética, podendo ser expressa de muitas maneiras e através de diferentes vocabulários. Desde os gregos se distinguia o domínio da “natureza” do domínio do “ethos” (costumes e leis), sendo o primeiro objeto da contemplação e o segundo objeto da ação humana. Muita coisa mudou dos gregos até nós, principalmente a imagem da natureza, que se tornou também objeto da ciência.
Assinale a alternativa correta sobre o assunto.
As mudanças, no comportamento das sociedades, de um modo geral, pouco alterou seus valores.
Permanece a ideia de que o reino da ética ou dos assuntos humanos é atravessado por uma espécie de contingência que não se encontra em outros domínios da natureza, contingência que é tanto o espaço da afirmação da liberdade quanto o do perigo de sua negação.
As questões éticas, cumprimento das leis no Brasil, vem ganhando notoriedade e levada bastante a sério.
Pouca coisa mudou dos gregos até nós, principalmente a imagem da natureza.
Sabemos que a ideia de “raças” e de “culturas inferiores” foi muito estimulada no período colonial e do imperialismo, a serviço do projeto de dominação dos povos na América e na Ásia.
A partir da ideia do pequeno texto acima, marque a alternativa incorreta.
Contra esta tendência, a antropologia mostra que há muitas formas diferentes de humanidade e que as práticas mais estranhas, se olhadas com preconceito, não têm sentido no interior de uma sociedade.
O diferente não é nem irracional nem inferior.
Enfim, o grande ensino da antropologia cultural é que a humanidade é um fenômeno complexo e diverso.
Só uma mentalidade estreita ou movida por interesses outros (econômicos, por exemplo) julga e condena.
Heráclito, que foi o filósofo da fixidez do ser, é considerado o pai da ontologia.
Na Idade Média, a filosofia escolástica era toda determinada pelo cristianismo. Por causa disso, a metafísica grega foi profundamente reformulada, a fim de adequar-se ao dogma cristão da criação divina do universo. Com isso, a escolástica distinguiu três diferentes espécies de metafísica, às quais correspondem três diferentes espécies de ser, a saber:
teologia (ser de Deus); psicologia racional (ser da alma humana); cosmologia racional (ser das coisas naturais).
deontologia (ser de Deus); ontologia (ser lógico); fisiologia (ser natural).
deontologia (ser de Deus); dialética (ser do ente racional) ; alquimia (ser da matéria).
teologia (ser de Deus); ontologia (ser da alma racional); psicologia (ser da alma animal).
teosofia (ser de Deus); teologia (ser da alma divina); fisiologia (ser da alma animal).
O primeiro que, tendo cercado um terreno, lembrou-se de dizer: ‘Isto é meu’, e encontrou pessoas bastante simples para crê-lo, foi o verdadeiro fundador da sociedade civil.
(Rousseau,J.-J. Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens)
Esta célebre passagem de Rousseau pressupõe que os homens, antes do surgimento da sociedade civil, viviam num estado de natureza, no qual
prevaleciam apenas os adaptados.
reproduziam-se as leis do Éden.
não havia propriedade privada.
havia regras sociais comunitárias.
o homem era o lobo do homem.

Segundo a autora, o que se poderia deduzir dessa distinção essencial? Assinale a alternativa INCORRETA:

O autor está se referindo à prova
Leia com atenção o texto a seguir.

É INCORRETO dizer que, para Espinosa,
fundamentava-se no princípio de que aquilo de que não se pode pensar nada de maior existe tanto no intelecto quanto na realidade.
A essência ou natureza do homem precede sua existência.