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Uma paciente de 59 anos, oito semanas após um AVC, conseguiu estender parcialmente o cotovelo quando o tronco foi estabilizado. Porém, para alcançar um copo, realizou uma grande flexão do tronco e reduziu o movimento do membro superior afetado. A mão apresentava abertura suficiente para segurar o objeto.
Sobre o caso apresentado, assinale a opção que indica a abordagem adequada para melhorar a qualidade do alcance sem reduzir a independência funcional.
Treinar repetidamente o alcance e a preensão em tarefas funcionais, graduando a distância e a assistência, e limitar seletivamente o excesso de movimento do tronco quando houver capacidade de produzir maior alcance com o membro superior.
Permitir livremente a flexão do tronco em todas as tentativas, pois o sucesso da tarefa demonstra recuperação motora e dispensa análise da estratégia utilizada.
Adiar o treino de preensão até que o paciente realize o alcance com trajetória próxima da normal e sem qualquer participação compensatória do tronco.
Priorizar o controle de ombro e cotovelo em exercícios analíticos, introduzindo tarefas de alcance e preensão apenas após normalização do controle proximal.
Fortalecer intensamente a musculatura envolvida na preensão para recrutar vias reticuloespinais, esperando que esse ganho produza posteriormente individualização dos dedos e melhora espontânea do alcance.
Uma paciente de 72 anos está no período inicial de reabilitação após artroplastia total de quadril (ATQ).
Durante o atendimento, o Fisioterapeuta orientou a paciente sobre posicionamento no leito, transferências e atividades funcionais.
Sobre as precauções após a ATQ, é correto afirmar que
a flexão do quadril acima de 90° é proibida durante toda a vida após a ATQ.
o cruzamento das pernas é recomendado para aumentar a estabilidade articular após a cirurgia.
as precauções dependem, entre outros fatores, da abordagem cirúrgica e da evolução clínica do paciente.
a mobilização precoce deve ser evitada, pois aumenta necessariamente o risco de luxação da prótese.
os pacientes submetidos à ATQ devem seguir exatamente as mesmas restrições de movimento, independentemente da via de acesso cirúrgico.
Um adolescente de 14 anos, jogador de futebol de um time de base, apresentou miosite viral após um quadro gripal. Depois da alta hospitalar, compareceu ao serviço de fisioterapia em que você atua.
Ao exame apresentava fraqueza muscular importante da musculatura do quadríceps, mais acentuada à direita, necessidade de andador para deambular e auxílio para levantar-se. Relatou que a intensidade da dor estava menor em comparação com o início do quadro e que, desde o início do quadro, ainda não havia retomado sua rotina esportiva com a equipe.
Os exames complementares mostravam que a creatinoquinase estava em queda e a função renal estava normal, indicando melhora do quadro. A Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF), criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2001, é uma ferramenta padrão para descrever a saúde e os estados relacionados à saúde.
Considerando os componentes da CIF, assinale a opção que apresenta, respectivamente, uma deficiência da função corporal, uma limitação de atividade e uma restrição de participação no caso relatado.
Levantar-se; dor e utilizar o andador.
Dor; levantar-se e utilizar o andador.
Não conseguir treinar ou jogar futebol; Miosite viral e deambulação.
Fraqueza muscular de quadríceps; deambular e não conseguir treinar ou jogar futebol.
Creatinoquinase em queda com função renal normal; fraqueza muscular de quadríceps e levantar-se.
João, 11 anos, após muitas avaliações médicas, foi diagnosticado com artrite reumatoide juvenil (ARJ). Seu reumatologista o encaminhou para o fisioterapeuta. O fisioterapeuta, após avaliação, propôs um programa de exercícios que inclui exercícios: de alongamento muscular, aeróbios e de força muscular.
Para iniciar os exercícios de força muscular foi recomendado 15 repetições sem carga; na sequência, é recomendado baixo peso com aumento de
0,2 kg a um máximo de 1,0 kg; máximo de 20 repetições.
0,2 kg a um máximo de 1,5 kg; máximo de 20 repetições.
0,2 kg a um máximo de 1,5 kg; máximo de 30 repetições.
0,5 kg a um máximo de 2,5 kg; máximo de 30 repetições.
0,5 kg a um máximo de 2,5 kg; máximo de 20 repetições.
Em um paciente séptico estável hemodinamicamente, qual intervenção fisioterapêutica hospitalar está alinhada às recomendações atuais?
Mobilização precoce progressiva, respeitando segurança clínica.
Evitar mobilização para reduzir consumo energético.
Treino aeróbico contínuo em esteira hospitalar.
Manobras agressivas de reexpansão torácica.
Sessões longas de fortalecimento resistido.
Paciente: Sr. Sicrano, 28 anos, sofreu um AVC isquêmico na artéria cerebral média esquerda há 3 meses. Apresenta hemiparesia direita (fraqueza muscular) e afasia motora (dificuldade para articular palavras). Iniciou a reabilitação com o objetivo de restaurar, na medida do possível, a função motora do braço e da perna direita e melhorar a articulação da fala. Diante desse caso, pode-se afirmar que o fisioterapeuta, após realizar a avaliação fisioterapêutica, com detalhada anamnese, realizando exame físico e cinésio-funcional específicos para o paciente, e estabelecendo um diagnóstico fisioterápico preciso, poderá agir da seguinte forma:
I- Explorar e estimular a plasticidade neural – a capacidade do cérebro de se reorganizar e formar novas conexões para compensar a área lesionada.
II- Utilizar a Terapia de Movimento Induzido por Restrição (TMIR), levando a restrição da mão e do braço paréticos (direito) que são restringidos com uma luva ou tipoia, forçando o uso intensivo dos membros saudáveis (esquerdo) por várias horas seguidas.
III- Utilizar Tecnologias de Suporte como Neurofeedback e Realidade Virtual, que fornecem um feedback imediato e gratificante, o que aumenta a liberação de dopamina, um neurotransmissor crucial para a plasticidade sináptica e o aprendizado.
IV- Utilizar o Treinamento Orientado à Tarefa, que não é apenas benéfico ao Sr. Sicrano, é essencial. Ele traduz os ganhos de força e amplitude de movimento em uma recuperação funcional real, restaurando a sua capacidade de interagir com o mundo e viver de forma independente, explorando ao máximo o potencial de plasticidade de seu cérebro.
V- Utilizar padrões e técnicas de irradiação e somação. Os conceitos de irradiação e somação são pilares da Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva. A irradiação se refere ao aumento da força de contração muscular que ocorre quando um estímulo (ou vários estímulos) é aplicado de forma repetitiva e rápida, e a somação é um princípio que descreve a propagação de uma resposta neuromuscular de músculos fortes para músculos mais fracos, quando é aplicado um estímulo de resistência máxima.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I, III e IV.
I, III e V.
I, II e V.
II, IV e V
III, IV e V.
O programa de reabilitação após fratura do úmero proximal deve ser organizado de acordo com as fases de cicatrização óssea. Em relação às etapas desse programa, assinale a alternativa correta.
A mobilização passiva precoce deve ser evitada na fase de cicatrização fibroblástica, para não comprometer a formação de tecido de granulação e deposição da matriz extracelular.
Na primeira fase do programa de reabilitação, mobilizações com maiores amplitudes articulares são permitidas e inicia-se o programa de fortalecimento muscular submáximo, com exercícios isométricos.
Na segunda fase do programa de reabilitação, no qual há o início do processo de remodelação dos tecidos em cicatrização, a ênfase é dada à cinesioterapia, por meio de exercícios ativos livres ou assistidos.
Entre a 4ª e a 8ª semanas, são acrescentados ao programa exercícios isotônicos, concêntricos e excêntricos com resistências progressivas, feitos com o uso de faixas elásticas, halteres ou mecanoterapia.
Na segunda fase do programa de reabilitação, os exercícios são direcionados para o fortalecimento resistido dos músculos rotadores, flexores, extensores, adutores e abdutores do ombro, além dos flexores e extensores do cotovelo.
Utilize o caso clínico a seguir para responder às questões 40 e 41:
Antonieta, 68 anos, realizou cirurgia bariátrica há 3 anos, é hipertensa e diabética. Na manhã de domingo, acordou e apresentou dificuldade em movimentar o hemicorpo esquerdo, o que a impediu de se levantar da cama. Seu filho, assim que percebeu a situação, levou-a ao hospital mais próximo, onde foi diagnosticada após 4 horas com acidente vascular cerebral isquêmico. Após 2 semanas de internação, recebeu alta e foi encaminhada ao centro de reabilitação para iniciar a reabilitação.
Antonieta, ao receber alta hospital, apresenta dor no ombro esquerdo, hipotonia principalmente na musculatura da região proximal do ombro. Assim foi orientada a posicionar o membro superior esquerdo para evitar a subluxação de ombro e diminuir a dor.
O fisioterapeuta orientou o seguinte posicionamento:
abdução de escápula, 30 graus de abdução de ombro, leve flexão de cotovelo, punho e mão em posição de função com semiextensão de punho, semiflexão de dedos e abdução de polegar.
adução de escápula, 30 graus de abdução de ombro, leve flexão de cotovelo, punho e mão em posição de função com semiextensão de punho, semiflexão de dedos e abdução de polegar.
abdução de escápula, 60 graus de abdução de ombro, leve flexão de cotovelo, punho e mão em posição de função com semiflexão de punho, semiflexão de dedos e abdução de polegar.
abdução de escápula, 45 graus de abdução de ombro, leve flexão de cotovelo, punho e mão em posição de função com semiflexão de punho, semiflexão de dedos e abdução de polegar.
adução de escápula, 60 graus de abdução de ombro, leve flexão de cotovelo, punho e mão em posição de função com semiextensão de punho, semiflexão de dedos e abdução de polegar.
Um paciente pós-acidente vascular encefálico apresenta limitação importante para transferências e marcha, necessitando do auxílio de duas pessoas para atividades simples.
Considerando a classificação da incapacidade funcional, como esse quadro pode ser interpretado?
Autonomia preservada e dependência mínima.
Incapacidade leve e autonomia ampliada.
Dependência moderada, com manutenção plena do desempenho motor.
Dependência severa, com repercussão direta na participação das atividades diárias.
Autonomia flutuante, sem impacto funcional relevante.
Um homem de 27 anos de idade, 15 dias após reconstrução do ligamento cruzado anterior (LCA), é encaminhado à fisioterapia apresentando edema significativo no joelho operado, além de atrofia e fraqueza muscular evidentes, especialmente do quadríceps femoral, quando comparado ao membro contralateral.
Com base nesse caso clínico hipotético, considerando o quadro de inibição artrogênica do quadríceps, frequentemente observada no pós‑operatório de LCA, assinale a opção que apresenta as condutas fisioterapêuticas eficazes para sua redução.
acupuntura e moxaterapia
massagem e bandagem elástica
caminhada e laserterapia
agachamento e crioterapia
eletroestimulação e cinesioterapia
Durante programas de reabilitação cardiovascular, o treinamento aeróbico regular promove:
Redução permanente da capacidade pulmonar.
Melhora da eficiência cardiovascular e aumento da tolerância ao esforço.
Diminuição da oxigenação muscular.
Redução da circulação periférica.
Durante atendimento fisioterapêutico em paciente com doença pulmonar obstrutiva crônica moderada, observa-se queda da saturação periférica de oxigênio durante a realização de exercícios funcionais. A saturação permanece abaixo de 90% mesmo após pausas curtas. Considerando diretrizes de reabilitação pulmonar, assinale a alternativa que indica qual conduta é mais adequada.
Suspender permanentemente qualquer exercício físico.
Manter exercícios sem alteração da conduta terapêutica.
Iniciar ventilação mecânica invasiva.
Utilizar oxigenoterapia suplementar durante o exercício.
Restringir completamente atividades físicas.
Ana, 45 anos, com diagnóstico de lesão muscular crônica, está em reabilitação fisioterapêutica. O fisioterapeuta propõe um novo protocolo de exercícios mais intensivo para acelerar a recuperação. No entanto, Ana manifesta receio de sentir dor e prefere manter o protocolo atual, mais gradual.
Com base no Artigo 10, inciso IV, da Resolução COFFITO nº 424/2013, assinale a alternativa correta.
O fisioterapeuta deve respeitar a autonomia da paciente, explicando riscos e benefícios, mas permitindo que ela decida sobre o protocolo de exercícios a seguir, garantindo beneficência e não maleficência.
O fisioterapeuta deve interromper todos os exercícios, pois a decisão do paciente substitui qualquer recomendação profissional.
O fisioterapeuta pode ignorar a opinião da paciente se acreditar que o protocolo mais intenso trará resultados melhores, documentando apenas no prontuário.
O fisioterapeuta pode impor o novo protocolo de exercícios, pois ele tem maior conhecimento técnico sobre reabilitação, independentemente da opinião da paciente.
Na reabilitação após reconstrução do Ligamento Cruzado Anterior com enxerto de tendão patelar, a proteção do neoligamento deve ser priorizada em ângulos críticos de estresse. No que tange aos cuidados na fase inicial do protocolo fisioterapêutico, assinale a alternativa CORRETA.
O uso de eletroestimulação neuromuscular é vedado na fase aguda, pois a contração muscular induzida por corrente galvânica altera a fixação dos parafusos de interferência.
Os exercícios de Cadeia Cinética Fechada são proibidos nas primeiras 12 (doze) semanas por promoverem uma força de compressão excessiva que inibe a revascularização do tendão.
Devem-se evitar exercícios de extensão resistida de joelho em Cadeia Cinética Aberta entre 0 e 30 graus, devido ao pico de tensão imposto pela contração isolada do quadríceps.
A carga total imediata é contraindicada em todos os casos de reconstrução isolada, devendo o paciente permanecer em repouso absoluto por 4 (quatro) semanas para integração do enxerto.
Durante a fase intermediária de reabilitação funcional de joelho, o fisioterapeuta orienta o paciente a descer um degrau de forma lenta e controlada, solicitando que mantenha o alinhamento do membro inferior enquanto realiza a flexão do joelho sob ação da gravidade. Nessa atividade, o músculo Quadríceps femoral atua gerando tensão enquanto sofre alongamento, com o objetivo de controlar e desacelerar o movimento articular. Esse tipo de ação muscular é classificado como:
Contração isocinética.
Contração isométrica.
Contração excêntrica.
Contração concêntrica.
Um paciente de 72 anos, com diagnóstico de Doença de Parkinson em estágio moderado, encontra-se em acompanhamento fisioterapêutico ambulatorial. Durante a avaliação funcional, o fisioterapeuta solicita que o paciente se levante de uma cadeira, caminhe 3 metros, retorne e sente-se novamente. O tempo total gasto para realizar a tarefa foi de 18 segundos. Com base na avaliação descrita, assinale a alternativa correta.
O teste aplicado foi o Timed Up and Go, e o tempo obtido sugere aumento do risco de quedas.
O teste aplicado foi o Teste de Sentar e Alcançar, e o resultado indica redução de flexibilidade.
O teste aplicado foi o Índice de Barthel, e o resultado indica dependência parcial para atividades de vida diária.
O teste aplicado foi o Teste de Caminhada de 6 Minutos, e o resultado indica limitação funcional grave.
Uma mulher de 32 anos, G2P2, no puerpério tardio (B semanas após parto vaginal), relata perda urinária aos esforços, sensação de peso na região pélvica e dificuldade para retomar atividades físicas. Observa-se fraqueza da musculatura do assoalho pélvico (Oxford grau 2), presença de diástase dos músculos retos abdominais de 3 cm e coordenação inadequada entre contração do assoalho pélvico e aumento da pressão intra-abdominal. Com base nesse caso, assinale a alternativa CORRETA.
O fortalecimento da musculatura do assoalho pélvico através dos exercícios de Kegel está indicado, devendo-se priorizar a coordenação respiratória e evitar a realização de manobras de Valsalva.
A realização precoce de exercícios abdominais tradicionais e recomendada para correção da diástase abdominal, independentemente do grau de separação muscular.
O biofeedback e a eletroestimulação são contraindicados em todos os casos de incontinência urinária no puerpério, devido ao risco de lesão tecidual.
A orientação de evitar todo tipo de atividade física até 6 meses de pós-parto é tida como essencial para não agravar a disfunção do assoalho pélvico.
A reeducação do assoalho pélvico só deve ser iniciada após a total resolução da diástase, pois ativá-lo precocemente agravaria a separação muscular.
Um dos testes utilizados para avaliação indireta da força muscular dos membros inferiores em idosos é o teste de sentar e levantar da cadeira de cinco repetições (TSLC5rep), na qual é necessária apenas a utilização de uma cadeira e um cronômetro, consistindo-se de uma ótima opção para aplicação em diferentes ambientes.
Para diagnosticar o idoso com redução na força muscular e maior risco de quedas, o ponto de corte sugerido pelo grupo de Trabalho Europeu sobre Sarcopenia em Pessoas Idosas (EWGSOP2) é:
Tempo entre 7 e 8 segundos no TSLC5rep.
Tempo entre 9 e 10 segundos no TSLC5rep.
Tempo entre 11 e 12 segundos no TSLC5rep.
Tempo entre 13 e 14 segundos no TSLC5rep.
Tempo superior a 15 segundos no TSLC5rep.
Uma paciente de 58 anos foi encaminhada para o setor de fisioterapia após realizar a artroplastia total do joelho esquerdo há 20 dias devido à osteoartrose avançada. Durante a avaliação, apresentou redução da amplitude de movimento, diminuição da força muscular do membro inferior esquerdo, marcha lenta, insegurança durante a deambulação e necessidade de uso de andador. Considerando o caso clínico apresentado, assinale a alternativa CORRETA.
A prática de subida e descida de escadas deve ser evitada durante toda a reabilitação pós-operatória, pois as demandas biomecânicas dessa atividade podem prejudicar a recuperação funcional do membro operado.
O uso do andador deve ser contraindicado durante o período inicial da reabilitação, pois favorece a dependência funcional e atraso na recuperação da marcha.
Durante o treinamento de marcha com dispositivo auxiliar, o paciente deve, imprescindivelmente, avançar primeiro o membro inferior não acometido.
O treinamento de marcha pode incluir mudanças de direção, treino em diferentes superfícies e prática de obstáculos, conforme a evolução funcional e a segurança do paciente.
No pós-operatório de fratura de quadril em pessoa idosa clinicamente estabilizada, a reabilitação fisioterapêutica ocupa papel decisivo para mobilidade, independência e destino funcional. Assinale a alternativa correta.
A reabilitação deve começar no máximo até o dia seguinte à cirurgia e seguir com suporte diário à mobilidade durante a internação.
A mobilização depende do desaparecimento da dor em repouso, pois a ativação precoce amplia o risco de falha da síntese e de complicações locais.
O treino fora do leito deve aguardar consolidação inicial, enquanto exercícios respiratórios e mobilidade distal ocupam todo o período hospitalar.
A deambulação com ajuda profissional ganha utilidade depois da alta, porque a fase hospitalar privilegia proteção tecidual e analgesia.
O início do treino diário se justifica quando o paciente já recuperou independência em transferências e ortostatismo com apoio mínimo.