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Os etruscos, uma das civilizações mais influentes da Península Itálica, prosperaram entre os séculos IX e III a.C., antes da consolidação do poder romano. Sua cultura deixou um legado significativo em aspectos como religião, arquitetura e organização social, influenciando diretamente a civilização romana. Sobre esse assunto, é correto afirmar que:
Os etruscos foram assimilados culturalmente pelos gregos antes da expansão romana, o que explica a falta de registros arqueológicos etruscos.
Os etruscos eram conhecidos por sua estrutura política centralizada, liderada por um único rei que governava toda a Etrúria.
Os etruscos introduziram o conceito de república na Península Itálica, que posteriormente foi adotado pelos romanos.
Os etruscos praticavam um politeísmo semelhante ao dos gregos, mas rejeitavam rituais religiosos e a construção de templos.
Os etruscos adaptaram o alfabeto fenício para desenvolver sua própria escrita, mas muitos aspectos de seu idioma permanecem um mistério para os pesquisadores.
“... É interessante notar que os chefes bárbaros do primeiro período estavam possuídos de profunda admiração pela grandiosa estrutura político-administrativa do Império, fato esse que os levou muitas vezes a considerarem-se, ao menos teoricamente, como que lugar-tenentes dos imperadores ou uma espécie de gerentes de um território que, de fato, continuava romano.”
GIORDANI, Mário Curtis. História dos Reinos Bárbaros: A Civilização, Petrópolis: Vozes, 1971, v. II, p.10.
Sobre o conteúdo do texto acima e com relação ao período citado, podemos afirmar que:
A queda da cidade de Constantinopla, capital do Império Romano do Oriente, pelos germânicos, marca o início do período chamado Idade Média.
Os bárbaros, segundo os romanos, eram todos aqueles que falavam o Latim vulgar.
O fim do Império Romano do Ocidente em 476 d.C não foi, necessariamente, uma grande ruptura institucional e política, dado que os novos chefes germanos se sentiam como herdeiros do legado romano e muitos deles preservaram a infraestrutura administrativa do antigo império.
A ruptura política, econômica e social foi completa com a queda do Império Romano do Ocidente. Os germanos substituíram os povos latinos em todos os aspectos.
A fusão das culturas germânica e latina foi a grande causa do colapso das estruturas sociais em todo o mediterrâneo.
Quais foram as principais características das relações comerciais entre a Europa e o Norte da África na Antiguidade, especialmente durante o período do Império Romano?
O comércio era pouco variado, restrito apenas à troca de produtos agrícolas e especiarias.
O Norte da África era visto principalmente como um fornecedor de escravos e metais preciosos, sem maior integração com as culturas europeias.
Havia uma troca ativa de bens, como azeite, vinho, tecidos e cerâmicas, além de uma forte influência cultural entre as regiões.
O comércio entre a Europa e o Norte da África era quase inexistente e limitado a algumas feiras nas cidades imperiais.
Os produtos africanos eram considerados de pouca qualidade e não despertavam interesse entre os comerciantes romanos.
De acordo com Edward W. Said (2011), "em nossa época, o colonialismo direto se extinguiu em boa medida; o imperialismo, como veremos, sobrevive onde sempre existiu, numa espécie de esfera cultural geral, bem como em determinadas práticas políticas, ideológicas, econômicas e sociais." Para o autor, existe uma relação entre a cultura ocidental e o imperialismo. Sobre esse tema, assinale a alternativa correta:
A cultura ocidental, ao apresentar seus próprios valores como universalmente superiores, contribuiu para a justificativa moral do imperialismo e da colonização.
A cultura ocidental sempre promoveu a igualdade e o respeito mútuo nas relações coloniais e imperiais.
A cultura ocidental foi completamente isolada das práticas coloniais, sem influência na narrativa imperialista.
A cultura ocidental adotou uma postura de total rejeição à colonização desde o século XVIII.
A cultura ocidental sempre criticou e desafiou seus próprios processos coloniais, impedindo a colonização efetiva de outros territórios para além dos europeus.
“Desde muito cedo, os plebeus lutaram pela igualdade de direitos com os patrícios. Em cerca de 494 a.C., segundo a tradição, os plebeus retiraram-se de Roma, dirigindo-se para o Monte Sagrado, onde, ao que parece, pretendiam fundar uma nova cidade. Os patrícios, interessados na conquista do Lácio, não podiam dispensar a participação dos plebeus como soldados no exército romano. Dessa maneira, tiveram que ceder às pretensões dos plebeus [...]” (Aquino, 2008). São conquistas da plebe obtidas durante a República Romana:
I. Direito ao casamento misto entre patrícios e plebeus através da Lei Canuléia.
II. Instituição do Tribunato da Plebe.
III. Abolição da escravidão por dívidas pela Lei das Doze Tábuas.
IV. Liberdade de culto com a publicação do Édito de Milão.
Quais estão corretas?
Apenas I e II.
Apenas II e III.
Apenas II e IV.
Apenas I, II e IV.
No processo de evolução política e social de Atenas, a Tirania representou uma fase de transição para a Democracia. As reformas de Sólon intensificaram as disputas internas na Pólis, favorecendo o surgimento desse regime. Sobre esse período, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os partidos políticos que se formaram em Atenas às suas respectivas características.
Coluna 1
1. Pedianos.
2. Paralianos.
3. Diacranos.
Coluna 2
( ) Eram formados por camponeses que desejavam mudanças na estrutura socioeconômica. Grupo representado por Pisístrato, de origem aristocrática, mas que, por objetivos políticos, buscava o apoio do povo.
( ) Eram constituídos pela aristocracia de nascimento, os eupátridas, descontentes com as reformas de Sólon, pois tiveram de fazer grandes concessões.
( ) Representavam os ricos comerciantes e armadores, além dos proprietários de oficinas artesanais, que se identificavam com a nova política estabelecida por Sólon.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
1 – 2 – 3.
3 – 1 – 2.
3 – 2 – 1.
2 – 1 – 3.
2 – 3 – 1.
“A crise do Império Romano é, sem sombra de dúvida, o tema de predileção da historiografia moderna, e de certa forma constitui o mito “da noção de Alta Idade Média”. Para A. Piganiol, esse é o mais importante dos problemas da história. O recenseamento feito em 1982 pelo historiador alemão A. Demandt, das diversas teses apresentadas para explicar estes fenômenos por historiadores, filósofos, economistas, etc, parece dar razão a Piganiol: nada menos que 210 hipóteses, distintas e/ou complementares, tinham sido apresentadas até aquele momento para elucidar a crise do Mundo Antigo e o desaparecimento do Império romano do Ocidente. Desde então, diversas outras abordagens foram desenvolvidas, tanto por estudiosos internacionais como brasileiros”.
SILVA, M. Entre a ‘antiguidade tardia’ e a ‘alta idade média’, Revista Diálogos, v. 12, n. 2/3, 2008, p. 53-64. (Adaptado)
Sobre as diferentes explicações propostas por estas abordagens a respeito da passagem da Antiguidade para o Medievo, pode-se considerar, a EXCEÇÃO de:
Esse período envolve um singular interesse por oferecer ao Ocidente Moderno e ao Ocidente Contemporâneo dois de seus principais traços definidores de identidade: os valores greco-romanos, que futuramente se tornariam uma base para a cultura burguesa e o cristianismo, que se tornaria a religião predominante no Ocidente.
A História do período analisada através de uma polifonia de temporalidades tem permitido aos historiadores perceberem que não pode existir periodizações inflexíveis e que os antigos elementos se reorganizam a par de novos aspectos, que se ajustam para a formação de um novo sistema de civilização.
A profusão de novas perspectivas na historiografia contemporânea introduz uma miríade de novos campos históricos, como a História Social, Econômica e Cultural, que contribuem para um conhecimento preciso e autêntico do que aconteceu no período.
A perspectiva de um longo período de transição da Antiguidade Romana ao Ocidente Medieval, situado por estudiosos entre os séculos III/IV ao VIII, tem sido contraposta às ideias como “queda” do Império Romano ou “invasões bárbaras”.
“Democracia — algo tão valioso para nós — é um conceito surgido na Grécia antiga. Por cerca de um século, a partir de meados do século v a.C., Atenas viveu esta experiência única em sua época. Democracia, em grego, quer dizer ‘poder do povo’, à diferença de ‘poder de um’, a monarquia, ou o ‘poder de poucos’, a oligarquia ou aristocracia.”
(FUNARI, Pedro Paulo. Grécia e Roma. São Paulo. Contexto. 2002. p. 24.)
A democracia ateniense, desenvolvida no século V a.C., é frequentemente citada como um dos primeiros modelos de governo popular da história. No entanto, sua estrutura e funcionamento apresentavam características distintas das democracias modernas. Considerando o texto acima e o contexto histórico da democracia ateniense, marque a opção correta.
A democracia ateniense pode ser considerada um modelo universal, pois permitia a participação de todos os habitantes da pólis, incluindo mulheres, estrangeiros e escravizados, garantindo plena representatividade social.
O modelo democrático ateniense previa a participação de cidadãos escolhidos por sorteio para ocupar cargos públicos, mas restringia a participação política à aristocracia, garantindo que apenas as elites decidissem os rumos da cidade.
A democracia ateniense era um sistema representativo, no qual os cidadãos elegiam líderes que tomavam decisões em nome do povo, garantindo maior eficiência na administração pública.
Embora baseada na participação direta dos cidadãos, a democracia ateniense dependia da exclusão de grande parte da população, como mulheres, estrangeiros e escravizados, o que limitava o conceito de ‘povo soberano’.
A democracia ateniense, por ser direta, não impunha qualquer restrição à participação política, permitindo que todos os homens adultos, independentemente de sua origem ou condição econômica, exercessem seus direitos de cidadania.
Reconhecido como um dos impérios antigos mais poderosos da história, o Império Romano sucumbiu por diversos aspectos conjugados. Sobre a queda e o legado do Império Romano, assinale a alternativa correta.
As invasões germânicas não exerceram pressão no Império Romano a ponto desestabilizar sua organização social, política e econômica.
Em 395, o imperador Júlio Cesar dividiu o império em duas partes, o Império Romano do Ocidente e o Império Romano Oriente.
A queda do Império Romano (séc. V), foi o produto de tensões externas (invasões germânicas) e internas (conflitos, migrações, descentralização de poder e desestabilização econômica).
Dado o fluxo contínuo de invasões, o Império Romano Oriente ruiu mais rapidamente, dando início ao processo de ruralização, característico período medieval.
direito, a arquitetura, a rede de estradas e o latim, não podem ser considerados aspectos importantes do legado romano.
Analise o texto abaixo:
O rio cobria anualmente a sua planície aluvial inundável.[…] A cheia ocorre entre julho e novembro quando as águas da inundação escoam e o rio diminui progressivamente o seu débito, sem nunca secar totalmente […]. À medida que as águas se espraiam, sua velocidade diminui e só aluviões mais leves, altamente fertilizantes, são carregados e depositados.
CARDOSO, Ciro Flamarion. Sete olhares sobre a Antiguidade.
Assinale a alternativa que pode ser corretamente relacionada ao texto.
Na Antiguidade Oriental, registra-se uma estreita relação entre o meio ambiente e a sobrevivência dos povos. Os gregos, por exemplo, dependiam do regime de cheias do Rio Nilo, os romanos, das inundações do Rio Tibre.
Os romanos, graças ao seu extraordinário desenvolvimento tecnológico, domaram os rios Nilo, Eufrates e Tibre, aproveitando o seu regime de cheias para desenvolvimento da agricultura na Itália.
Algumas das civilizações que se desenvolveram na Antiguidade Oriental eram dependentes das águas dos rios. A egípcia, em especial, dependia do ciclo de cheias do Rio Nilo.
O texto diz respeito à dependência da civilização chinesa ao regime de cheias do Rio Brah-maputra, que nasce na planície aluvial do Rio Amarelo.
Civilizações como a assíria, babilônica, fenícia, grega, hebraica e persa, dependiam para sua sobrevivência das enchentes dos rios que cortavam os seus territórios.
A Filosofia romana, influenciada diretamente pelos gregos, teve em autores como Cícero e Sêneca importantes representantes, cujas obras focavam na ética, na matemática e no direito canônico, temas que eram essenciais para o entendimento da sociedade romana.
Certo
Errado
Analise as seguintes afirmações sobre a Europa Clássica e Medieval e indique se são verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) Durante o Império Romano, a economia baseava-se primariamente no comércio marítimo, facilitado pela extensa rede de portos ao longo do Mar Mediterrâneo.
( ) A filosofia medieval, particularmente no período inicial, foi marcada por um forte sincretismo entre o pensamento cristão e as ideias filosóficas greco-romanas.
( ) O sistema feudal, prevalente na Europa Medieval, era uma estrutura econômica homogênea que se aplicava uniformemente em todo o continente.
( ) A peste negra, que devastou a Europa no século XIV, foi um fator determinante no declínio da servidão, pois reduziu drasticamente a população de trabalhadores rurais.
A sequência correta é:
V – V – F – V.
V – F – V – F.
F – V – F – V.
F – V – V – F.
A instituição da democracia em Atenas foi um longo processo composto por ações de diversos estadistas e legisladores. O aristocrata Clístenes assumiu o poder em Atenas e presidiu uma reforma política de fundamental importância para esse contexto político. Sobre este tema, assinale a alternativa que apresenta a principal reforma realizada por Clístenes em Atenas.
Aboliu a divisão da sociedade em quatro camadas de acordo com a sua renda agrícola e estabeleceu uma divisão de acordo com o local de residência.
Criou um Conselho (Bulé) composto de quatrocentos membros que elaboravam as leis a serem votadas pela Assembleia Eclésia.
Cancelou as hipotecas sobre as propriedades e limitou o tamanho da propriedade que cada indivíduo poderia possuir.
Reorganizou as camadas sociais e a participação política de cada cidadão passou a depender de sua riqueza agrícola e não mais de sua linhagem familiar.
Proibiu a escravidão por dívidas, o que fez crescer a venda e a compra de escravos.
A monarquia macedônia de Alejandro criou o que desde a Antiguidade foi considerado o primeiro império europeu. Sua sucessora em quase todos seus aspectos foi Roma, a qual tem sido fonte de inspiração, do imaginário e do léxico dos impérios da Europa, desde o espanhol, precursor da modernidade, até o britânico do final do século XIX.
Adaptado de: PADGEN, Anthony. Pueblos e imperios. Una breve historia de la migración, exploración y conquistas europeas, desde Grecia hasta hoy. Barcelona: Penguin Random House Grupo Editorial, 2015, p. 41.
Com base no trecho, assinale a afirmativa que menciona corretamente uma característica do Império Romano.
Regime democrático de ampla participação política, a partir da influência grega.
Pouca expressão da cultura militar, adotando políticas conciliatórias e pacíficas.
Adoção do sistema monárquico desde sua fundação que permitiu a conquista de vastos territórios.
Tranquilidade interna permanente que contribuiu para a estabilidade do Império.
Conformação de um sistema legal que criou uma compreensão sobre o direito entre os cidadãos romanos.
A Diáspora da Civilização Hebraica se deu após o reinado de:
Salomão.
Davi.
Moisés.
Saul.
“Não há como negar que a nossa sociedade é herdeira da tradição latino-romana. O direito é apenas um dos tentáculos lançados por este povo para a estruturação da sociedade atual. Nosso pensamento, nossos costumes, nossas práticas, embora com sentidos e representações distintas, possuem suas raízes na sociedade que se formou na região do Lácio” (Santos, 2021). Sobre este tema, analise a sentença abaixo:
A origem do Direito Romano teve início com a elaboração da “Lei das Doze Tábuas”, criada na fase da República Romana, e se configurou como o primeiro registro de uma lei que ficou pública para todos os cidadãos em Roma (1ª parte). Havia uma divisão em Direito Público e Privado, diferenciando as leis que tratavam das relações privadas, entre indivíduos, e as leis públicas, que regulavam as relações entre o Estado e a população (2ª parte). O Direito Romano foi o primeiro a trazer a ideia de cidadania, originando a criação dos direitos e deveres dos cidadãos; aqueles que eram estrangeiros ou não eram considerados cidadãos não tinham acesso a esses direitos (3ª parte).
Quais partes estão corretas?
Apenas a 1ª parte.
Apenas a 3ª parte.
Apenas a 1ª e a 2ª partes.
Apenas a 2ª e a 3ª partes.
Todas as partes.
A "epidemia de dança", foi um fenômeno peculiar e bizarro que ocorreu principalmente na Europa medieval. Um dos episódios mais notórios ocorreu em Estrasburgo, no Sacro Império Romano-Germânico, em julho de 1518. Sobre esse assunto, julgue as frases abaixo:
I.Muitos acreditavam que a mania de dança era uma manifestação de fé, devoção e pureza. Logo, diversos religiosos organizaram procissões e levaram os dançarinos a santuários na esperança de obtenção de milagres.
II.A epidemia de 1518 começou quando uma mulher, conhecida como Frau Troffea, começou a dançar incontrolavelmente nas ruas de Estrasburgo. Em poucos dias, dezenas de outras pessoas se juntaram a ela, incapazes de parar de dançar. A epidemia continuou a crescer e, dentro de um mês, centenas de pessoas estavam envolvidas.
III.Na época, as causas da mania de dança eram um mistério. Teorias incluíam possessão demoníaca, punição divina e a influência de "sangue quente". Atualmente, algumas teorias sugerem envenenamento por fungos que crescem em cereais, como o ergot, que pode causar alucinações e convulsões. Outras explicações envolvem o estresse psicológico extremo e as condições sociais e econômicas difíceis da época.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões).
Apenas, I.
Apenas, II e III.
I, II e III.
Apenas, I e III.
Na Grécia Antiga, a cidadania era um privilégio restrito a certos grupos. No caso de Atenas, tinham direito à cidadania, com a possibilidade de participação ativa na democracia direta ___________.
Complete a frase acima e assinale a alternativa correta.
todos os homens livres com mais de 30 anos
homens e mulheres acima dos 18 anos
todos os habitantes, inclusive estrangeiros, desde que não escravos
apenas os homens livres, nascidos na cidade, que tivessem mais de 18 anos
O fragmento acima cita que o legislador Drácon criou um código de Leis, quais as características desse Código?
As leis draconianas eram brandas para a época. Puniam com a escravidão não só o homicídio, como também o furto. Os eupátridas eram os mais atingidos por esse código de Leis.
Essas leis eram notórias por sua dureza, aplicando punições desproporcionalmente severas para uma série de delitos. Por exemplo, suas leis estabeleciam a pena de morte para uma variedade de crimes, incluindo o roubo.
Refere-se ao código de leis criado por Dracón, caracterizado por ser bastante flexível, especialmente com os metecos e os escravos. Caracterizado por sua imparcialidade, era essencialmente uma legislação democrática.
Uma de suas características era a previsão de penas pecuniárias. Afirmava, essencialmente, a supremacia dos poderes particulares sobre os públicos. Os filhos deixaram de ser submetidos à autoridade do pai, mas, as filhas não.
O Império de Songhai foi um dos mais poderosos e influentes impérios da África Ocidental durante os séculos XV e XVI, alcançando grande expansão territorial e desenvolvimento econômico. Sua capital, Gao, e centros como Timbuktu se tornaram núcleos de comércio e conhecimento. Com base em seu contexto histórico, qual das seguintes afirmações reflete corretamente uma característica importante do Império de Songhai?
Songhai consolidou seu poder através do controle das rotas comerciais transaarianas, particularmente o comércio de ouro e sal, além de abrigar centros de conhecimento islâmico, como Timbuktu.
O sistema de governo em Songhai baseava-se em um conselho democrático de líderes tribais, o que impediu a centralização do poder sob um único governante.
O Império de Songhai era conhecido por sua forte aliança militar com o Império Bizantino, o que garantiu sua hegemonia na África Ocidental.
Songhai se destacou pela construção de uma vasta rede de estradas que ligava as regiões desérticas ao Mediterrâneo.