Questões de Concurso sobre História e Cultura Afro

 
 
Disciplina 1
Assunto 1
Banca
Instituição
Cargo
Ano
Carreira
Área de formação
Escolaridade
Dificuldade
 
Comentários:
Professores
Alunos
Meus Comentários
Vídeo
 
Minhas questões:
Resolvidas
Não resolvidas
Certas
Erradas
 
Tipo de questão:
Certo e errado
Múltipla escolha
Incluir questões:
Anuladas
Desatualizadas
 
Questões:
Todas as questões
 
Filtro simplificado
 
Questões
Todas as questões
 
682 questões encontradas
Questões por página
20
Mais recentes
 

Abaixo, dois trechos de letras de sambas-enredo, que abordam a abolição da escravidão no Brasil, a partir da Lei Áurea, assinada em 1888. A partir dos documentos e dos seus conhecimentos sobre o pós-abolição da escravidão, assinale a alternativa INCORRETA.


Fragmento 01


“(...)Perguntem ao Criador

Quem pintou essa aquarela

Livre do açoite da senzala

Preso na miséria da favela(...)”


“100 anos de liberdade. Realidade ou Ilusão?”, GRES Estação Primeira de Mangueira, 1988.


Fragmento 02


“(...) Pra Isabel, a heroína

Que assinou a lei divina

Negro cantou, comemorou

O fim da sina (...)”


“Liberdade, liberdade! Abra as asas sobre nós”, GRES Imperatriz Leopoldinense, 1989


A

As temáticas relacionadas à condição do negro no pós-abolição são mote frequente na literatura e na música, contudo, não há interesse por parte de historiadores em pesquisar tais questões.


B

No fragmento 01, é possível identificar uma narrativa que aponta a não existência de um projeto de inserção social do negro após a abolição.


C

O fragmento 02 apresenta uma narrativa histórica pautada na ideia positivista de que o processo de abolição da escravidão foi fruto do desejo individual e benemérito da Princesa Isabel.


D

Os dois fragmentos apresentam perspectivas distintas sobre um mesmo evento histórico.


E

A abolição da escravidão não significou para os libertos o exercício pleno da cidadania.

Sobretudo a partir da Idade Moderna, chegando à contemporaneidade, a história da Europa e da América é indissociável da história da África. Relativamente ao tema, assinale a alternativa correta.


A

Apesar das pressões de movimentos sociais, ainda não há legislação determinando o estudo de história da África nas escolas brasileiras.


B

Um equívoco em que muitos incorrem, no Brasil, é imaginar ser a África um continente homogêneo, sem maiores distinções entre seus povos.


C

Fundamental na colonização do Brasil, a escravidão africana inexistiu nas demais áreas da América colonizadas pelos europeus.


D

Por causa das condições de absoluta sujeição impostas aos escravos africanos, é bastante reduzida sua contribuição para a formação cultural do Brasil.


E

Diferentemente do ocorrido no Novo Mundo, a Europa desconhecia a escravidão e não mantinha intercâmbio de negócios com a África.

No século XVIII, o grupo compunha a maior parte da sociedade mineira no Brasil colônia era:


A

Grandes comerciantes.


B

Os escravos negros.


C

Altos funcionários do governo.


D

Proprietários de grandes lavras.

“É assim evidente que a dissociação/repressão/ rebaixamento do feminino constitui uma estrutura central do patriarcado produtor de mercadorias, também no sentido de ‘inconsciente social’”. (SCHOLZ, 2000). Tal afirmação se faz sentir como verdadeira, por exemplo, na narrativa do que foi o Quilombo dos Palmares e suas lideranças. Acerca da liderança feminina que a narrativa androgênica eclipsou com a figura de Zumbi, assinale a alternativa correta:


A

Maria Padilha


B

Dandara


C

Salomé


D

Isaura

“Como a maior parte da população se concentraria no Bonfim para os festejos de Nossa Senhora da Guia, na noite de 24 para 25 de janeiro, os malês imaginaram poder ocupar, sem maior resistência, o forte de São Pedro e o quartel da Mouraria. Com armamento de que se apoderassem, espalhariam o terror na cidade e dominariam os pontos estratégicos.” Costa, S. C. da. Brasil, segredo de Estado. Incursão descontraída pela história do país. Rio de janeiro: Record, 2001.

Sobre a Rebelião dos malês marque a opção correta:


A

Ocorre no Pará e transforma os objetivos das elites locais contra o poder central sediado no Rio de Janeiro em lutas por melhores condições de vida para a população em geral;


B

É explicada pela resistência das elites gaúchas contra os pesados impostos cobrados pelo governo sediado no Rio de Janeiro;


C

Movimento de escravos de religião muçulmana que lutavam contra a escravidão e as imposições do catolicismo;


D

Movimento separatista que objetiva a formação de uma Confederação Republicana;


E

Organizada pelos setores médios urbanos como jornalistas, padres, advogados e professores, tinha como objetivo a separação da região norte do império brasileiro.

A escravidão alcançou o Brasil logo no início do processo colonizador. Basta lembrar que o Foral, documento que determinava direitos e deveres dos capitães donatários, concedia aos portugueses o direito de escravizar os nativos. A oposição da Igreja a esse tipo de exploração, inibidora do projeto da catequese, estimulou uma série de conflitos durante toda a história colonial, acabando por reduzir a exploração do indígena com o decorrer das décadas de colonização.


A substituição do trabalho indígena pelo africano, se deveu entre outros fatores:


A

ao baixo número populacional de indígenas.


B

a aversão do indígena ao trabalho agrícola.


C

ao lucro do trafico de africanos escravizados.


D

a indolência indígena.

O movimento abolicionista (1870-1888) foi um movimento político e social que defendeu e lutou pelo fim da escravidão no Brasil. Todos os movimentos de libertação que ocorreram no Brasil propunham que:


A

Somente o fim da escravidão indígena no Brasil.


B

Os refúgios de escravos, conhecidos como quilombos, passassem a ser cada vez mais comuns.


C

Não propunha a emancipação gradativa dos negros no país.


D

Os fazendeiros se mantivessem indiferentes em relação à questão abolicionista.

Observe os mapas atuais do continente africano e, levando em consideração os seus conhecimentos sobre as disputas imperialistas que marcaram a história e a geopolítica do continente, assinale a alternativa CORRETA:


Imagem associada para resolução da questão


SCARAMAL, E.S.T. O ensino de História da África em debate. In: Educação para as relações etnicorrais. Orgs MORAES, C.C.P; LISBOA, A.S; OLIVEIRA, L.F. 2 Ed. P.30-31.


A

O atual traçado político do continente foi fruto de disputas internas entre grupos étnicos, o que pode ser evidenciado por meio da artificialidade das fronteiras.


B

O atual mapa político levou em consideração as diversidades étnicas e culturais, evitando os conflitos internos entre os diversos países do continente.


C

Essa atual e artificial divisão política da África foi decidida na Conferência de Bandung.


D

O processo de descolonização dos países africanos, no contexto da Guerra Fria, ocorreu de forma homogênea, consensual e pacífica perante as respectivas metrópoles europeias.


E

Um dos grandes problemas gerados pelo imperialismo europeu foi decorrente da tentativa de colocar, dentro das mesmas fronteiras, grupos étnicos diferentes e, às vezes, rivais, com um longo passado de lutas.

Durante as últimas décadas do século XIX e inícios do século XX, surgiram cientistas e intelectuais dedicados a pensar e projetar ideias sobre o futuro do Brasil, refletindo acerca de questões raciais, religiosas e culturais. Silvio Romero, Nina Rodrigues e Euclides da Cunha estão entre os principais nomes desse grupo. Assinale a alternativa correta acerca de suas ideias.


A

Consideravam o Brasil como uma nação formada por uma sociedade de raças cruzadas e um caso extremo de miscigenação.


B

Atuaram no movimento republicano e engajaram-se no programa de abolição da escravidão, motivos pelos quais foram perseguidos e exilados.


C

Dos três, apenas Euclides da Cunha expressou preconceitos sobre as tradições do sertão brasileiro, quando elaborou sua obra sobre o movimento de Canudos.


D

Adotaram a perspectiva do branqueamento racial, defendendo a limpeza étnica e cultural da população brasileira.


E

Identificaram no índio a base da principal raiz cultural brasileira e fundamentaram suas obras na defesa da identidade desses povos.

Assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas, nas assertivas abaixo acerca da relação do Brasil com o continente africano, considerando a visão da historiadora Analúcia Pereira (2013).

( ) O vínculo do Brasil com o continente africano tem um passado forte em função do tráfico de escravos. Portanto, mesmo com o fim do tráfico escravagista, as políticas econômicas entre os dois países tiveram grandes avanços nas relações de cooperações entres os dois países.

( ) Historicamente o passado revela um vínculo entre o Brasil e o continente Africano, proporcionado pelo tráfico de escravos, porém o fim das relações escravistas e a implantação do sistema colonial criaram uma indiferença de cooperação entre ambos.

( ) Com o governo Lula, o Brasil proporcionou uma relação de cooperação com o continente Africano, uma política externa ativa e afirmativa. O ápice de cooperação entre Brasil e África se sistematizou durante o seu governo.

( ) A relação entre Brasil e a África, com o governo Lula, transcende o nível bilateral, a mesma configura um enorme significado de globalidade. É uma região com que a diplomacia brasileira estabeleceu grandes avanços.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:


A

V – V – V – V.


B

F – V – V – V.


C

V – V – F – F.


D

V – F – V – F.


E

F – F – F – F.

Refletindo sobre a América e a África, Dorigo (2011) menciona os hábitos e as lacunas que os antigos livros de história do Brasil apresentaram. Assinale a alternativa que NÃO representa a visão do historiador sobre o assunto.


A

Como conteúdo de história, a chegada dos Espanhóis e Português ao Brasil não é mencionada nesses primeiros escritos historiográficos.


B

Há uma ideia nessa historiografia de que os Europeus trouxeram história ao continente.


C

Com a ajuda da arqueologia, antropologia e da história, foi possível perceber que os livros deixavam de lado a experiência humana que existia nas civilizações.


D

Com ajuda da antropologia e da arqueologia, foi possível recuperar o passado dos grupos que habitaram a América e a África.


E

O passado histórico marcou uma história tradicional, uma historiografia com uma visão Eurocêntrica.

Sobre a menção dos europeus ao “tráfico africano”, entre os século XVII e XIX, é CORRETO afirmar que referia o comércio dos europeus com:


A

A África Oriental.


B

A África Ocidental.


C

As regiões interioranas do continente africano.


D

O Saara africano.

Em seu texto Algumas impressões e sugestões sobre o ensino de história da África, Marina de Mello e Souza, 2012, apresenta algumas ações que podem, especialmente na educação básica, contribuir para superação das visões estereotipadas em relação ao continente africano, e, em consequência, contra seus habitantes e também contra os afrodescendentes.

Sendo assim, sobre as indicações da autora para superação dessas visões distorcidas, é correto afirmar que:


I. seria necessário considerar o ensino de temas africanos, considerando não apenas os seus aspectos negativos, largamente divulgados pela imprensa e pelas mídias oficiais, mas também pelo que se pode chamar de aspectos positivos, ou seja, as características culturais e formas de organização social, políticas próprias, os processos históricos tanto internos quanto pertinentes à sua relação com outros continentes.

II. o uso dos materiais didáticos e paradidáticos disponíveis seria de enorme valor e agregaria ao trabalho em sala de aula no ensino de História outras possibilidades, pois vêm sendo produzidos em larga escala, distribuídos pelas escolas do país e superaram há um certo tempo os problemas que apresentavam incialmente,

a saber: os estereótipos, o conhecimento precário e os erros grosseiros.

III. seria importante, no caso específico da História, descartar a ideia de que somente os documentos escritos são imprescindíveis para o conhecimento histórico. Essa postura permitiria que fosse aceita a possiblidade de fazer história de populações que não deixaram registros escritos e cuja importância não é medida pelo impacto de suas ações na história da humanidade como um todo.


Conforme as informações e reflexões da autora sobre a temática da História da África e seus assuntos correlatos, estão corretas as afirmativas:


A

I e II, apenas.


B

I e III, apenas.


C

II e III, apenas.


D

I, II e III.

“Salve o navegante negro, que tem por monumento as pedras pisadas no cais”. Assim diz o trecho da canção Mestre-sala dos mares, de João Bosco e Aldir Blanc, que evoca à memória um dos movimentos populares encetados pelos marinheiros contra os maus-tratos a que eram submetidos pela Marinha e que passou à História como Revolta da Chibata, ocorrida em 1910.


(Ricardo Oriá, Memória e ensino de História. Em: Circe Bittencourt (org.). O saber histórico na sala de aula)


A partir do excerto, é correto afirmar que


A

como os chamados grupos vencedores na História tentam impor a sua visão e a perpetuação de uma memória de dominação, os setores populares quase não são referência monumental no patrimônio histórico nacional.


B

a decisão sobre o que deve ou não ser preservado como memória nacional depende das referências oferecidas pelas principais universidades públicas brasileiras, particularmente nos departamentos de Antropologia e História.


C

os atuais tombamentos exclusivos de igrejas, sedes de fazendas e conjuntos arquitetônicos e urbanísticos homogêneos, entre outros bens, são necessários porque estes foram socialmente reconhecidos como monumentos históricos representativos da nação.


D

a memória nacional é resgatada de forma sistemática desde a construção do Estado brasileiro e todos os grupos sociais são objetos do mesmo cuidado e preservação, conforme se observa desde a primeira política de defesa do patrimônio.


E

o conceito de patrimônio histórico objetiva preservar, essencialmente, personagens, objetos e espaços diretamente relacionados com os mais importantes eventos da história nacional, caso, por exemplo, da Proclamação da República.

Leia o trecho a seguir.


“Nem toda fuga de escravos gerava a formação de quilombos. Fugir era sempre um ato de resistência, e os cativos evadiam-se com diferentes propósitos. [...] A fuga individual ou em grupo questionava os limites da dominação: o escravo que fugia afrontava o princípio da propriedade, ameaçava a ordem das coisas, impondo grave prejuízo ao seu senhor.”

(SCHWARCZ, Lília M; STARLING, Heloísa M. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p. 103)


A constituição de um aparato de vigilância e controle sobre a escravaria foi lento. Foram mecanismos importantes desse aparato


A

a senzala e as festas populares.


B

o castigo físico exemplar e os capitães do mato.


C

os tribunais e as forças militares coloniais.


D

o controle de natalidade e o celibato.

A disputa por territórios no litoral da África ao longo do século XVII estava relacionada à expansão de uma nova economia nas Américas. O controle do litoral de regiões como as baías de Benin e de Biafra e a Costa do Ouro se deu inicialmente pelos navegadores portugueses e depois passou a ser disputado principalmente por ingleses e holandeses.

A economia colonial que movimentou o comércio atlântico tinha como produto o


A

algodão.


B

ouro.


C

açúcar.


D

tabaco.

Leia o texto a seguir.


“Sociedade de senhores porque sociedade de escravos, era na sujeição do negro que se definia a personalidade do senhor. E sob relações paternalistas estava mascarada a extrema violência do escravismo. Donos da vida e da morte em seu mundo, aos senhores cabia velar pelos negros, nutrindo-os, vestindo-os e castigando-os. Pão, pano e pau eram os elementos fundamentais das obrigações do proprietário para com seus escravos. Pouca comida, vestuário miserável, castigo duro e contínuo, a realidade. A rígida hierarquia dessa sociedade não significou, em absoluto, acalmia social. Nos três séculos de vida colonial, as regiões do açúcar foram palco de tensões e conflitos entre senhores e escravos, entre brancos e índios, entre colonos e agentes metropolitanos, entre proprietários de engenho e lavradores e comerciantes, que marcaram com sangue a apenas aparentemente plácida História do Brasil.


(FERLINI, Vera Lúcia. A civilização do açúcar).


Assinale a alternativa que aponta uma das características marcantes desta “civilização do açúcar":


A

Relaciona-se ao fato de poder o negro conquistar sua liberdade e equivalência na pirâmide social.


B

Foi o autoritarismo patriarcal aristocrático, caracterizado pelo domínio do senhor de engenho em todos os setores daquela sociedade.


C

Identifica-se no fato de as grandes distâncias sociais serem acentuadas pelos componentes religiosos.


D

Percebe-se na identificação de lavradores e comerciantes com a causa do africano escravizado.

Observe a figura a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


(Disponível em: https://www.google.com.br/search?. Acesso em: 26 de novembro de 2017.)


A imagem de Jean-Baptiste Debret mostra uma faceta do trabalho escravo no Brasil. A partir da análise da imagem e com base no tema, nota-se


A

a diversidade de atividades realizadas pelos escravos urbanos.


B

o ócio dos escravos nas ruas da cidade.


C

a devoção às divindades africanas mesmo durante o trabalho.


D

a homogeneidade das condições de vida dos escravos.

“Durante os séculos XV e XVI houve uma mudança dramática no equilíbrio de poder entre os países do Mediterrâneo ocidental” (WILSON, 2001, p. 74). Assinale a alternativa incorreta:


A

A queda de Granada muçulmana marcou o fim de mais de sete séculos de expansão e colonização marroquinas na Península Ibérica


B

No início do século XVII Salé, Casbah e Rabat apresentavam-se como cidades independentes, locus da jihad da africa setentrional contra os impérios cristãos e da pirataria, reforçando a busca por rotas alternativas


C

Algumas cidades funcionavam como portos e este fato revela que na segunda metade do Século XVI a Europa mantinha soberania costeira, raramente ultrapassando os muros das feitorias


D

As representações cartográficas deste período, como o mapa da África de Guilherme Blaeu (1571-1638), apresentavam representações estritamente objetivas dos territórios cartografados

“Por sua magnitude, o Cais do Valongo pode ser considerado o lugar mais importante de memória da diáspora africana fora da África. Ele é o maior porto de entrada de negros escravizados na América Latina. As estimativas apontam que entre 500 mil e um milhão de negros chegaram ao continente desembarcando neste Cais. Desde sua construção, em 1811, ele sofreu sucessivas transformações até ser aterrado em 1911” (UNESCO, 2017). Assinale a alternativa incorreta:


A

A descoberta deste sítio é de extrema importância para a reconstituição da formação populacional brasileira, destacando que mais da metade da população brasileira se declarou em 2015 como pardas e pretas


B

Na mesma região portuária a poucos quarteirões do sítio do Cais do Valongo foi descoberto o “Cemitério dos Pretos Novos”, onde foram encontrados milhares de restos humanos provenientes de escravos e utensílios de uso cotidianos dos mesmos, este também sendo reconhecido pela UNESCO


C

O local em que se encontrava o Cais do Valongo foi soterrado por uma reforma urbana da região portuária carioca, sua descoberta em 2011 deveu-se a novas obras de “’revitalização” da região portuária


D

O Cais do Valongo está classificado pelo IPHAN no mesmo patamar que Hiroshima e Auschwitz classificados como locais de Memória e Sofrimento

 
Ir para a página:
OK
 
Gerar simulado