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“Após o século XIV, dominado pela figura notável do mansa Kanku Musa, o Mali entrou num período de declínio gradual. Os séculos XV e XVI foram marcados pela mudança progressiva do centro de interesse do império para o oeste”. (IN: Silvério, Valter Roberto. Síntese da Coleção História Geral da África: Pré-história ao século XVI / coordenação de Valter Roberto Silvério e autoria de Maria Corina Rocha, Mariana Blanco Rincón, Muryatan Santana Barbosa. Brasília: UNESCO, MEC, UFSCar, 2013, p. 451)
Sobre esse período da história do Império do Mali, analise as afirmativas abaixo:
I - Após o século XIV, as relações do Mali com a África setentrional se deterioraram, em consequência da célebre peregrinação do mansa Kanku Musa a Meca.
II - Enquanto o monopólio comercial muçulmano permanecia intacto nos demais países do sul do Saara, o comércio do Mali, a partir de meados do século XV voltou-se parcialmente para o litoral.
Em relação as afirmativas acima, é correto afirmar:
As duas afirmativas estão corretas.
As duas afirmativas estão incorretas.
Apenas a afirmativa I está correta.
Apenas a afirmativa II está correta.
Considerando-se o povo Tuaregue, da África, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(_) Os Tuaregues são um povo nômade que se dividia em tribos.
(_) Além da atividade pastoril, os Tuaregues tiveram papel importante no comércio de ouro nas rotas transaarianas.
(_) Apesar da grande influência árabe e islâmica na região, não mudaram suas práticas religiosas e seus costumes.
(_) Habitantes da região do Saara, tinham uma relação predatória e de pouco respeito pela natureza do deserto.
C - C - E - E.
E - E - C - C.
C - E - E - C.
E - C - C - E.
Sobre a História Africana, assinale a alternativa correta.
I - Liderado pelo macongo, o reino do Congo foi independente até o século XVIII quando passou a condição de vassalo de Portugal.
II - O Império da Etiópia foi a união de várias cidades do norte da África que faziam sombra ao Império Romano. A disputa entre as duas potências foi marcante na Antiguidade.
III - Conhecido como Abssínia, o Império Cartaginês conseguiu afastar os invasores árabes e turcos e foi o único império africano a resistir ao colonizador europeu.
Apenas o item I é verdadeiro.
Apenas o item II é verdadeiro.
Apenas o item III é verdadeiro.
Nenhum item é verdadeiro.
Todos os itens são verdadeiros.
Os griots (griôs) e as griotes desempenharam e desempenham um papel muito importante para muitos povos africanos, antes e depois da diáspora africana. Sobre as funções de griots e griotes, assinalar a alternativa CORRETA:
Contar as histórias de seu povo às novas gerações.
Educar as elites das aldeias acerca da escolha dos reis.
Treinar militarmente os homens a começar dos catorze anos.
Ensinar as técnicas agrícolas às mulheres a partir dos doze anos.
O Apartheid foi uma política de segregação social ocorrida na África do Sul entre 1948 e 1994, com a ascensão do Partido Nacional, cujo governo foi composto por uma minoria branca. O país foi governado por esta minoria que adotou, desde 1948, uma política de segregação racial.
Na imagem abaixo, mulheres negras participam de um protesto pacífico no período 1948-1970 com cartazes que mencionam:
“Mulheres não precisam de passes” e “Com passes, nós somos escravas”.

Imagem disponível no endereço eletrônico: https://www.facinghistory.org/resource-library/early-apartheid-1948-1970 (Acesso: 14 de setembro de 2023)
Com base no pequeno texto e na imagem acima, o que regulamentava a chamada “lei do passe” no Apartheid?
Boicote econômico, ou seja, era vetado à população negra comprasse e consumisse produtos ingleses de qualquer natureza.
Exclusão do mercado de trabalho, fazendo com que negros se submetessem a trabalhos sem remuneração
Impedimento de negros a tomarem posses de terras para uso latifundiário.
Controle do ir e vir, desautorizando os negros a transitarem em determinadas áreas das cidades e/ou a utilizarem espaços públicos junto aos brancos.
Sobre o tráfico de escravos no Brasil e sua extinção, pode-se afirmar que:
I. Após o processo de declaração de independência, o Brasil viveu um tempo de glória, focando na libertação dos escravos, criando leis e condições humanitárias para libertá-los, ou seja, existia uma consciência coletiva unânime para colocar um ponto final no comércio de escravos.
II. O Tratado do Brasil, assinado com a Inglaterra em 1823, configurou uma declaração de ilegalidade à prática de tráfico de escravos para o Brasil.
III. A criação de um acordo e as desavenças desse acordo com países estrangeiros mostrou que existia um choque entre teoria e prática do tráfico de escravos, pois apesar de o Brasil ter declarado sua independência, esse problema não poderia ser solucionado de uma hora para outra.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas II.
Apenas III.
Apenas I e II.
Apenas II e III.
A escravidão moderna é uma forma contemporânea de escravidão que envolve a ________________________________________ ___entre outras práticas semelhantes. Ela é caracterizada pela restrição da liberdade das vítimas, que são obrigadas a trabalhar em condições desumanas e sem remuneração adequada, muitas vezes sob ameaça de violência ou coerção.
Complete, quais são as principais formas de escravidão moderna:
Tráfico de pessoas, trabalho infantil e servidão por dívida.
Tráfico de drogas, trabalho infantil e servidão por dívida.
Tráfico de armas, trabalho infantil e servidão por dívida.
Tráfico de órgãos, trabalho infantil e servidão por dívida.
Tráfico de animais, trabalho infantil e servidão por dívida.
Considere os versos a seguir:
“Meu avô lá no Congo
Foi Rei Bantu
Mas aqui eu sou rei
Do Maracatu
Eu fiz meu reinado
Fiz meu tarbuco
Lá nos carnaviá
Do meu Pernambuco
[...].”
Rei Bantu, música de Luiz Gonzaga e Zé Dantas, 1950.
A música “Rei Bantu”, de Luiz Gonzaga e Zé Dantas, faz referência aos enraizamentos culturais africanos no Brasil ocasionados pelo tráfico forçado de pessoas escravizadas, um fenômeno histórico que pode ser visto em toda a América. Partindo do trecho acima e dos conhecimentos sobre cultura no Brasil Colonial, assinale a alternativa correta.
As reminiscências culturais africanas podem ser vistas em festas e religiões no Brasil, mas não influenciaram outros hábitos da sociedade colonial, como idioma ou culinária.
No período colonial, as irmandades religiosas leigas surgiram com o intuito de barrar a realização de festividades, especialmente aquelas que demonstrassem traços africanos
Festas brasileiras populares, como a Congada, revelam a capacidade de resistência e adaptação das tradições africanas vindas com o tráfico forçado.
A classe senhorial, aliada com a Igreja Católica, buscou o apagamento integral de culturas africanas em um processo conhecido como sincretismo.
A proibição de festas de origem bantu na Bahia acarretou a eclosão de revoltas de pessoas escravizadas, das quais se destaca a Revolta dos Malês.
Se levarmos em consideração o ano de 1693, quando, de acordo com texto do padre João de Sousa Ferreira, a população do Estado chegava a 1.300 [considerando somente a população adulta e masculina portuguesa], a vinda de um navio carregado de escravos [no caso 139 cativos] podia chegar a representar em torno de dez por cento dos homens portugueses.
CHAMBOLEYRON, Rafael. Escravos do Atlântico Equatorial: tráfico negreiro para o Estado do Maranhão e Pará (século XVII e início do século XVIII). Revista Brasileira de História, v. 26, n. 52, p. 79-114, São Paulo, dezembro, 2006. p. 102-103.
Os valores demográficos apresentados no fragmento acima, ao analisar a Amazônia colonial, revelam:
O esforço lusitano em abastecer a região com mão de obra cativa originária do continente africano, economia mais rentável para a Coroa, por conta da geração de tributos, se comparado com a exploração dos autóctones.
O intento metropolitano de garantir mão de obra abundante para a região na tentativa de dinamizá-la e consolidar uma elite colonial com mais autonomia em relação ao centro metropolitano.
A presença inexpressiva de escravizados africanos na Amazônia, fato que se explica pela maior rentabilidade da Coroa com a exploração da mão de obra originária.
A predominância da mão de obra indígena na Amazônia colonial, revelada pela visão humanística do pensamento cristão em relação aos africanos.
A densidade populacional elevada de portugueses na região, se comparado com as populações tradicionais locais.
A exploração da América foi uma condição essencial para o nascimento do capitalismo, e, também, um índice de sua expansão em escala mundial. As descobertas de ouro e de prata na América, o extermínio, a escravização das populações indígenas, forçadas a trabalhar no interior das minas, o início da conquista e pilhagem das Índias Orientais e a transformação da África num vasto campo de “caçada” lucrativa para obter escravizados são os acontecimentos que marcaram o alvorecer da era da produção capitalista. Esses processos idílicos são fatores fundamentais da acumulação primitiva.
Certo
Errado
“Cerca de 20% a 25% dos povos possuíam escravos. E o padrão básico era significativa parcela de pequenos proprietários, sendo em grande número os plantéis unitários. Normalmente a moda na posse de escravos entre os proprietários era um. Estes plantéis unitários e mesmo aqueles com dois ou três escravos talvez se aproximassem muito dos não-proprietários; ao menos em termos econômicos, talvez não de posição social. Possuir escravos representava um importante símbolo de status social. Eram raros os grandes proprietários. Isso foi visto em nossos trabalhos sobre Minas Gerais, publicados no início da década de oitenta. Naquela oportunidade os resultados nos surpreenderam; depois se reproduziram em outros trabalhos sobre Minas Gerais e outras áreas do território. Mesmo no Nordeste açucareiro, exceto nas áreas diretamente envolvidas com a própria produção de açúcar, o autor que profundamente estudou essa região, chamou a atenção para o reduzido tamanho do plantel médio. Entre milhares de proprietários estudados por nós em Minas Gerais e São Paulo, até 1836, poucas dezenas de senhores possuíam mais de cem escravos.”
(LUNA, Francisco Vidal. São Paulo: População, Atividades e Posse de Escravos em Vinte e Cinco Localidades - (1777-1829). Estudos Econômicos (São Paulo). V. 28, Nº1, 1998, p. 106).
Considerando os seus conhecimentos sobre o Escravismo no Brasil Imperial, assinale a alternativa incorreta.
O abolicionismo ganhou força em nosso país a partir da década de 1870, mas um ponto de partida importante a ser considerado foi a proibição do tráfico negreiro, que aconteceu por meio da Lei Eusébio de Queirós, em 1850.
Os escravos também atuaram na desestabilização da escravidão e realizavam fugas em massa, ou fugas individuais, formavam quilombos que se tornavam centros de resistência.
Em 28 de setembro 1871, a Lei do Ventre Livre foi sancionada, garantindo que os filhos de escravos, nascidos a partir daquela data, não poderiam ser mantidos em cativeiros. No ano de 1885 foi promulgada a Lei dos Sexagenários, que garantia liberdade aos escravos com mais de 60 anos.
Em 1845 o Parlamento Inglês aprovou uma lei que proibia o tráfico de escravos e autorizava os ingleses abordarem e aprisionarem navios de países que continuassem com a prática, como o Brasil era parceiro dos ingleses, no mesmo ano foi aprovada e sancionada no Brasil, a Lei Eusébio de Queirós, que proibia o tráfico negreiro no país.
Relatório da ONU de 2021: povos indígenas e comunidades tradicionais são os melhores guardiões das florestas da América Latina e do Caribe
As taxas de desmatamento na América Latina e no Caribe são significativamente mais baixas em áreas indígenas e de comunidades tradicionais onde os governos reconhecem formalmente os direitos territoriais coletivos. Melhorar a segurança da posse desses territórios é uma maneira eficiente e econômica de reduzir as emissões de carbono. Essa é uma das principais conclusões do novo relatório “Povos indígenas e comunidades tradicionais e a governança florestal” da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Fundo para o Desenvolvimento dos Povos Indígenas da América Latina e do Caribe (FILAC). Entre outros resultados, o documento mostra que a taxa de desmatamento dentro das florestas indígenas onde a propriedade da terra foi assegurada é 2,8 vezes menor do que fora dessas áreas na Bolívia, 2,5 vezes menor no Brasil e 2 vezes menor na Colômbia.
(Novo Relatório da ONU: povos indígenas e comunidades tradicionais são os melhores guardiões das florestas da América Latina e do Caribe. As Nações Unidas no Brasil.)
Especificamente no que diz respeito aos povos indígenas do Brasil, principalmente em relação à demarcação de terras:
Estamos passando por uma ampla burocracia e por interesses diversos, sendo a demarcação de terras o pivô de muitas disputas por território no país.
A aprovação da demarcação fica a cargo exclusivo da FUNAI (Fundação Nacional do Índio), embora precise ter o aceite unânime da comunidade local.
Cabe ao Presidente da República efetuar o reassentamento de indígenas, desde que comprovada a ancestralidade e a disponibilidade de terras devolutas.
Acompanhando o cenário do restante da América Latina, o Brasil reconheceu por todo o território, plena e formalmente, os direitos de propriedade coletiva de seus indígenas.
Nos Estados Unidos, o cenário geográfico do abolicionismo foi bem distinto, foi seccional. Vários senhores e políticos sulistas [...] deram livre expressão à sua repugnância em relação à escravidão. Do mesmo modo, algumas sociedades antiescravistas foram fundadas em estados sulistas nesta época. Contudo, nunca houve um forte movimento antiescravista no sul. Entre as poucas sociedades contra a escravidão que se fundaram nestes estados, as mais bem-sucedidas [...] patrocinavam programas de abolição gradual, combinados com esquemas de deportação imediata dos libertos. O movimento pela emancipação gradual, em sua fase inicial, foi de fato engendrado ao norte do país.
(Célia M. M. de Azevedo, 2003. p. 20.)
Quando se trata da questão escravista e abolicionista no continente americano, existem particularidades no que se refere à forma que ocorreram e cessaram, nas diversas nações da América. Em se tratando especificamente dos casos do Brasil e dos EUA, podemos levantar interessantes contraposições, tais como:
A abolição nos EUA esteve ligada à cisão entre as elites confederadas e ianques. Um grupo via a escravidão como um entrave, e o outro como o sustentáculo da sua produção de riquezas.
No Brasil, a cisão radical interna das elites favoreceu a abolição brasileira, mas estava mais ligada ao tipo de produção (café ou açúcar) do que a uma pura questão geográfica como nos EUA.
No Brasil, o papel das elites foi fundamental como promotoras da abolição; enquanto nos EUA o processo contou com a participação ativa dos próprios escravos, da mesma forma que ocorreu no Haiti.
Quando se extinguiu a escravidão do Brasil, tal prática já não se mostrava tão lucrativa quanto a imigração e só a Lei Áurea bastou para consolidar tal ato; enquanto nos EUA foi preciso uma Guerra Civil para torná-la realidade.
A origem da mão de obra de um país e de outro era totalmente distinta, bem como a forma de tratamento, aquisição e organização dos escravos para o trabalho compulsório, embora ambas fossem subsidiadas puramente pelo Estado.
Leia o texto a seguir:
“Podemos concluir que o trabalho escravo foi utilizado largamente nas atividades econômicas e sociais enquanto perdurou a escravidão no Brasil. Ao que parece, salvo as exceções, os escravos, bem como os libertos, só não ocuparam funções entre os profissionais liberais (médicos, juristas e professores) e em altos escalões das administrações pública e militar e da Igreja Católica.”
Fonte: LIBBY, Douglas Cole; PAIVA, Eduardo França. A escravidão no Brasil: Relações sociais, acordos e conflitos. 2ª edição. São Paulo: Editora Moderna, 2005, p. 43.
Nas últimas décadas do século XX e início do XXI, uma série de novas pesquisas realizadas no Brasil sobre as dinâmicas na organização do trabalho escravo, tanto dos povos originários brasileiros, como dos africanos, ao longo dos períodos colonial e imperial, estão trazendo novas informações que contestam e atualizam antigas interpretações sobre o tema.
Tendo em vista as recentes pesquisas relacionadas ao trabalho escravo no Brasil Colonial e Imperial, destaca-se o fato de:
no século XVI serem organizadas grandes caçadas aos nativos que habitavam o planalto paulista e, apoiada pela Coroa portuguesa, a escravidão indígena ser legalizada no Brasil até o século XIX
haver registros de doenças trazidas pelos europeus e também pelos africanos, como a varíola, a rubéola e o tifo, que foram responsáveis pela dizimação tanto da população nativa escravizada, como da livre
com a morte de milhares de nativos escravizados ao longo do século XVI, os senhores de engenho passarem a apoiar a aquisição de africanos escravizados, pois eram mais baratos que os trabalhadores nativos
para melhor entender o tráfico negreiro e a escravidão negra na América portuguesa e no Brasil imperial, ser preciso perceber que o comércio de escravos na África só começou com o tráfico negreiro praticado pelos portugueses
A escravidão e o tráfico internacional de escravos tiveram consequências econômicas, sociais e demográficas profundas e duradouras para os africanos. A respeito do tema, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O tráfico de escravos e a escravidão deram origem ao fenômeno da transposição de elementos das culturas africanas e a consequente interação entre as experiências socioculturais africanas e as existentes nos locais para onde os africanos e afrodescendentes foram levados – a diáspora africana.
( ) Os africanos escravizaram africanos para vendê-los como escravos a mercadores provenientes de outros continentes e também chefes de linhagem que detinham autoridade sobre seus povos.
( ) Os povos africanos subsaarianos reduziam ao cativeiro seus congêneres em três situações principais: por compra e venda, por dívida e majoritariamente por guerra.
( ) O tipo de cativeiro praticado na África é designado de “escravidão de linhagem” e sua finalidade não era a exploração econômica em larga escala e a perda de liberdade pessoal não era completa, pois os cativos permaneciam integrados ao grupo social dos vencedores.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – F – F – V.
F – F – V – V.
V – V – F – F.
V – V – V – V.
F – F – F – F.
Durante o período colonial brasileiro, a escravidão foi uma instituição benigna e benéfica para os escravizados, proporcionando-lhes trabalho, abrigo e proteção.
Certo
Errado
A história da África é rica e diversa, mas muitas vezes subestimada e mal representada na cultura ocidental. O impacto mais significativo da exploração europeia na história da África foi a
introdução de tecnologias avançadas para melhorar a vida das pessoas na África.
escravidão e o tráfico de escravos, que resultaram em milhões de africanos sendo levados para as Américas.
destruição absoluta de sociedades e culturas tradicionais africanas.
unificação da África como um continente político e econômico.
criação de uma sociedade multirracial na África com a mistura de culturas europeias e africanas.
O preconceito racial originou a política de segregação conhecida como “Apartheid”. Resultado de uma história imperialista na África, foi a partir da década de 1950 que as mobilizações contra as arbitrariedades impostas começaram a ganhar destaque. Em razão de vários movimentos, incluindo a luta armada, Nelson Mandela, líder dos jovens do Congresso Nacional Africano, foi sentenciado à prisão perpétua. Depois de várias negociações na década de 1980, foi libertado após 27 anos de prisão, sendo eleito, em 1994, presidente do(a):
República do Congo.
Botswana.
Namíbia.
África do Sul.
Zimbábue.
Considere a citação abaixo:
"[...] Na Bahia, os escravos foram recrutados para lutar a favor da Independência. Mas esses soldados buscavam mais do que livrar o Brasil do domínio de Portugal. Empunharam armas na esperança de usar seus serviços de guerra como moeda de troca para obterem a alforria [...]".
Fonte: KRAAY, Hendrik. Livres como o país. In: Revista de História da Biblioteca Nacional, 9 out. 2012.
A situação narrada pelo historiador Hendrik Kraay no excerto acima faz parte do contexto de:
Insatisfação com o crescente aumento dos impostos, que serviam para sustentar o modo de vida da corte portuguesa instalada no Rio de Janeiro.
Resistência interna de militares e escravizados africanos, que controlavam o governo local e reconheciam a separação do Brasil em relação a Portugal.
Liberação da atividade industrial no Brasil, que faz com que os escravizados ganhassem a alforria e fossem trabalhar nas indústrias.
Planos de liberdade dos escravizados, que a desejavam a proclamação de uma República Democrática e a abolição da escravidão.
Formada no norte da África, provavelmente na região que conhecemos hoje como a Tunísia, a civilização tinha no comercio marítimo no Mediterrâneo a base da sua economia. Com notável força militar, conseguiu constituir uma breve hegemonia na Bacia do Mediterrâneo, mas sua posição estratégica para o comercio marítimo, somada a projetos expansionistas de civilizações vizinhas, fez de suas de terras palco de conflitos sangrentos. Assinale a alternativa que indica, corretamente, a civilização descrita acima:
Fenícia
Grega
Egípcia
Cartaginesa
Mesopotâmica