Questões de Concurso sobre História e Cultura Afro

 
 
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A África é reconhecida como o "berço da humanidade" porque foi no continente africano que os primeiros hominídeos surgiram, com fósseis de espécies como Australopithecus afarensis e Homo habilis sendo encontrados principalmente na região do Vale do Rift, no leste da África.


C

Certo


E

Errado

Leia o texto a seguir.


Do que valem as roupas caras, se não tem atitude?

Do que vale a negritude, se não pô-la em prática?

A principal tática, herança de nossa mãe África!

A única coisa que não puderam roubar!

Se soubessem o valor que a nossa raça tem,

Tingiam a palma da mão pra ser escura também!

Mas nosso júri é racional, não falha!

Não somos fã de canalha!

Quero nos devolver o valor, que a outra raça tirou.

Esse é meu ponto de vista. Não sou racista, morou?

Escravizaram sua mente e muitos da nossa gente.

Mas você, infelizmente,

Sequer demonstra interesse em se libertar.

Essa é a questão: autovalorização.

Esse é o título da nossa revolução.

O verdadeiro negro tem que ser capaz

De remar contra a maré, contra qualquer sacrifício.


RACIONAIS MC’s. Juri Racional. Disponível em <https://www.letras.mus.br/racionais-mcs/63440/>. Acessado em 31 de maio de 2024. [Adaptado].


De que forma a denúncia do texto contribuiu para desmantelar as heranças da escravidão no Brasil?


A

Implodindo a conciliação entre as raças.


B

Denunciando os sujeitos dos grupos subjugados.


C

Endossando o potencial cultural no sentido de periférico.


D

Reforçando as hierarquias dentro de uma mesma raça.

Algumas sociedades africanas formaram grandes reinos [...]. Outras eram agrupamentos muito pequenos de pessoas que caçavam e coletavam o que a natureza oferecia ou plantavam o suficiente para o sustento da família e do grupo. Mas todas, das mais simples às mais complexas, se organizavam a partir da fidelidade ao chefe e das relações de parentesco. O chefe de família, cercado de seus dependentes e agregados, era o núcleo básico de organização na África. [...]


(SOUZA, Marina de Mello e. África e Brasil africano. São Paulo: Ática, 2006. p. 31.)


Na África do século XV, um exemplo de um reino bem-estruturado politicamente, cujos governantes controlavam vastas regiões do continente, é o Reino de


A

Songai.


B

Harappa.


C

Sanchi.


D

Changan.

O Islamismo teve um impacto significativo na África e desempenhou um papel importante na história, na cultura e na sociedade do continente. Nesse sentido, assinale a alternativa que indica como o Islamismo se expandiu na África:


A

A expansão do Islamismo na África, devido ao isolamento do continente, não ocorreu.


B

Por meio da colonização europeia, que impôs o Islamismo às populações africanas.


C

A expansão do Islamismo na África foi exclusivamente pacífica, sem conflitos.


D

Por meio de conquistas militares, forçando a conversão de toda a população.


E

Por meio do comércio e das rotas de caravanas, o que facilitou a difusão da religião.

A luta contra o racismo vem proporcionando a discussão de temas significativos sobre a questão racial no Brasil, mostrando a resistência dos africanos e seus descendentes, que, embora não tenham conseguido manter vivas suas tradições culturais, resistiram ao regime de escravidão.


C

Certo


E

Errado

Leia o texto a seguir:


“O conteúdo programático incluirá o estudo da História da África e dos Africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política pertinentes à História do Brasil.”


(Lei nº 10.639 de 9 de janeiro de 2003. Adaptado)


A permanência de um viés colonialista na abordagem da Lei no 10.639 em sala de aula pode ser associada ao estudo


A

da capoeira como forma de resistência negra e expressão da cultura afro-brasileira.


B

do maracatu como manifestação cultural pernambucana que apresenta origens africanas.


C

da riqueza do café nas grandes fazendas escravistas do Vale do Paraíba fluminense no século XIX.


D

dos saberes relacionados à mineração trazidos da África para o Brasil pelos negros escravizados no período colonial.


E

das comunidades rurais negras que se autodeclararam quilombolas em meio à luta pela terra.

“Atualmente, há leis que asseguram a obrigatoriedade do ensino da cultura e história afro-brasileiras, africanas e indígenas nas escolas. A lei 10.639 foi sancionada em 2003 e institui o ensino da cultura e história afro-brasileiras e africanas e a lei 11.645 complementa a lei 10.639 ao acrescentar o ensino da cultura e história indígenas. Ambas alteram a lei 9.394, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional”.

Disponível em:

https://www.epsjv.fiocruz.br/noticias/reportagem/historia-ecultura-africana-e-indigena-nas-escolas. Acesso em: 24 nov. 2024.


Acerca desse tema, têm-se observado que:


A

A inclusão desses conteúdos no currículo escolar tem como um de seus objetivos combater o racismo e valorizar a diversidade cultural do Brasil.


B

O ensino da cultura afro-brasileira e indígena tem avançado nas cidades, mas continua ausente nas escolas de áreas rurais.


C

Apresenta como limitação a ausência de pesquisas acadêmicas sobre o tema, o que dificulta a produção de materiais didáticos para os alunos.


D

Esses avanços na legislação encontram forte resistência dos professores e dos movimentos sociais para integrar esses conteúdos no currículo escolar.


E

A legislação tornou obrigatório o estudo da história e cultura indígena e afro-brasileira apenas nos estabelecimentos de ensino de nível superior.

Tanto os brancos quanto os negros foram profundamente afetados pelo mito da democracia racial no Brasil. Nesse contexto, qual das seguintes afirmações melhor descreve a dinâmica da sociedade brasileira em relação ao mito da democracia racial?


A

A negação do preconceito racial promoveu uma verdadeira harmonia entre as diferentes raças no Brasil, permitindo uma mobilidade social igualitária para todos os grupos étnicos.


B

O mito da democracia racial proporcionou aos negros oportunidades amplas e inquestionáveis de ascensão social, resultando em uma sociedade verdadeiramente igualitária.


C

A identificação do mulato como uma categoria especial foi um reflexo da inclusão e aceitação incondicional de todas as etnias na sociedade brasileira.


D

A mobilidade social para os negros frequentemente exigia a negação de sua identidade racial e cultural, perpetuando assim as estruturas de poder dominantes.


E

Os negros de ascendência mista eram amplamente reconhecidos como líderes de movimentos de resistência contra o mito da democracia racial, desafiando assim as estruturas sociais estabelecidas.

Há um movimento em franca ascenção na África do Sul contemporânea cuja luta visa a “retomada do país”, segundo seus líderes , “tomado pelos estrangeiros trabalhando em postos que deveriam ser destinados aos nacionais” . Muitos veículos de comunicação, em especiais, os estrangeiros, enxergam no movimento um forte apelo atrelado ao preconceito que tem gerado ainda mais conflitos em um país historicamente marcado por esse problema.


A

a tomada de consciência para satisfação de suas necessidades


B

o imediato desligamento entre o self e o outro


C

Operação Dudula


D

a acentuação da realidade externa

Assinale a alternativa correta sobre os grandes reinos e as sociedades tribais da África:


A

Os grandes reinos africanos, como o Reino do Congo, nunca estabeleceram relações comerciais com outras regiões do mundo.


B

As sociedades tribais africanas eram essencialmente sociedades nômades, cuja economia se baseava na caça, na coleta e no pastoreio.


C

Os grandes reinos africanos, como Mali e Songhai, eram caracterizados por uma organização política centralizada e uma economia baseada principalmente na agricultura.


D

Os grandes reinos africanos, como o Império de Axum, não tinham nenhuma influência cultural ou religiosa sobre outras regiões.


E

As sociedades tribais africanas eram caracterizadas por uma organização política altamente centralizada, com um chefe supremo que detinha todo o poder político e religioso.

Durante a chamada “Partilha Europeia da África” (1880-1914), apenas dois países do continente africano se mantiveram independentes. São eles:


A

Libéria e Marrocos


B

Libéria e Etiópia


C

Etiópia e Madagascar


D

Egito e Marrocos

O Brasil é um país extraordinariamente africanizado. E só quem não conhece a África pode escapar o quanto há de africano nos gestos, nas maneiras de ser e viver e no sentimento estético do brasileiro. Por sua vez, em toda a outra costa atlântica se pode facilmente reconhecer os brasileirismos. Há comidas brasileiras na África, como há comidas africanas no Brasil. Danças, tradições, técnicas de trabalho, instrumentos de música, palavras e comportamentos sociais brasileiros insinuaram-se no dia a dia africano. Com ou sem remorso, a escravidão foi o processo mais importante de nossa História. [...] O escravo ficou dentro de todos nós, qualquer que seja a nossa origem.


(Costa e Silva, 2003.)


A palavra “diáspora” foi originalmente usada no Antigo Testamento para designar a dispersão dos judeus de Israel para o mundo. Recentemente, tem se aplicado o mesmo vocábulo, por analogia à condição judaica, aos movimentos dos povos africanos e afrodescendentes no interior do continente negro ou fora dele. A diáspora traz em si a ideia do deslocamento que:


A

Tanto no caso da África quanto no caso dos judeus, esteve profundamente enraizada nas perseguições e intolerância religiosa imposta pelos colonizadores de diversas origens.


B

No caso africano, produziu-se em escala massiva durante o período do tráfico de escravos, entre os séculos XV e XIX, em um dos movimentos migratórios mais espetaculares da História moderna.


C

A África esteve e ainda está ligada à condição da escravidão, introduzida pioneiramente pelos europeus no continente, resultado de guerras, perseguições políticas, religiosas ou mesmo de desastres naturais.


D

Para o povo africano reside um viés especificamente ritual e religioso, incentivado nas grandes massas populacionais por intermédio das crenças em premonições nefastas que apregoavam o final dos tempos.

Os malês protagonizaram a maior das rebeliões escravas ocorridas na Bahia, quiçá no Brasil, mas também a última. Esses rebeldes realizaram o levante como uma rebelião escrava, mas também étnica e religiosa [...]. O levante fracassou por diversas razões. O mais grave, para eles [os rebeldes], porém, foi que seus inimigos eram muitos e se uniram: toda a população livre da Bahia – branca e negra, rica ou miserável – se articulou, por laços de interesse, solidariedade ou medo, contra a insurreição africana.


(Lilia Moritz Schwarcz, 2015. p. 257.)


Mobilizando cerca de 600 africanos escravizados que lutaram pela sua liberdade, nessa revolta:


A

Apesar de apoiados por africanos não muçulmanos, que também entraram na luta, os malês foram os responsáveis por planejar e mobilizar os rebeldes.


B

Todos os africanos na Bahia, de uma forma ou de outra, participaram da revolta; no entanto, autoridades só perseguiram aqueles comprovadamente malês.


C

A identidade religiosa foi importante para deslanchar o movimento, mas o mais importante era a identidade étnica dos participantes, que só poderiam ser malês.


D

Os negros nascidos no Brasil também participaram, mas foram traídos, já que o objetivo era que a Bahia malê fosse uma nação africana tendo à frente os muçulmanos.


E

Uma outra revolta interna se travou: a dos negros devotos de uma maneira geral, dos devotos dos orixás que não admitiam de modo algum qualquer outra espécie de devoção.

“Onde houve escravidão houve resistência. E de vários tipos. Mesmo sob a ameaça do chicote, o escravo negociava espaços de autonomia com os senhores ou fazia corpo mole no trabalho, quebrava ferramentas, incendiava plantações, agredia senhores e feitores, rebelava-se individual e coletivamente. (...) Houve um tipo de resistência que poderíamos caracterizar como a mais típica da escravidão – e de outras formas de trabalho forçado. Trata-se da fuga e da formação de grupos de escravos fugidos”.


REIS, João José; GOMES, Flávio dos Santos (orgs.). Liberdade por um fio: história dos quilombos no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 9.


O Quilombo dos Palmares chegou a reunir 20 mil habitantes, o que representava 20% da população total de Pernambuco à época. Com 100 anos de resistência, este local foi o epicentro de uma aguerrida luta contra a escravidão no Brasil. Sobre esta afirmação, assinale a alternativa incorreta.


A

Assim como ocorria em outros quilombos espalhados pelo Brasil, a intenção de ex-escravos que ali chegavam era manter uma vida em liberdade com seus próprios costumes


B

Havia um claro contraste entre a miséria da população do litoral alagoano e a abundância alimentar de Palmares, já que, em sua subsistência, os quilombolas comercializavam a produção excedente com seus vizinhos em troca de produtos de que não eram capazes de produzir


C

Zumbi, o segundo rei do Quilombo dos Palmares, é considerado um dos maiores símbolos da resistência à opressão contra negros e negras


D

Pode-se afirmar que o problema dos quilombos, para as metrópoles e senhores escravistas era em certo sentido mais político e social do que propriamente econômico


E

Embora Quilombo dos Palmares tenha sido objeto de atenção das autoridades luso-brasileiras, senhores de engenho não se alarmaram com as fugas em massa em direção ao quilombo, nem pressionavam para que as autoridades colocassem um fim no movimento

Leia com atenção o texto a seguir:


No seu livro Casa-Grande & Senzala, Gilberto Freyre afirma que não há culturas superiores e inferiores, mas evolução social e étnica, nas relações interculturais. A compreensão da identidade nacional deveria ser buscada na....................... e no sistema agrário do passado colonial nordestino, que se estendeu gradativamente pelo país, mesmo quando se urbanizou. Considerava o tipo brasileiro, um novo indivíduo, étnica e culturalmente misto de luso, negro e índio. De forma diferente de autores que o antecederam, que consideravam que a.......................... representava um fator de degeneração, Freyre a considerava um valor apreciável e possibilidade de evolução.


Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.


A

economia • imigração


B

histórica • higienização


C

colonização • sexualidade


D

genética • europeização


E

cultura • miscigenação

No Brasil, os grupos empobrecidos e descendentes de escravizados, apesar da abolição da escravatura e da proclamação da República, continuaram a viver em completa e violenta desigualdade. Contudo, não só de opressão vivia o povo. É importante lembrar que a movimentação, a reação e a resistência que fazem parte da história do negro brasileiro constituem momentos importantes da história do Brasil.


A população negra nunca aceitou passivamente essa situação. Na luta pela construção da cidadania muito sangue foi derramado.


(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes. O negro no Brasil de hoje)


Entre outras formas de resistência e luta desde a abolição, Munanga e Gomes apresentam o Teatro Experimental Negro, que


A

resultou da fusão das inúmeras associações de defesa das causas negras existentes em São Paulo, desde o último quartel do século XIX, e priorizou a formação teórica dos artistas, essencialmente afrodescendentes, e a montagem de peças clássicas.


B

nasceu na primeira década do século XX, no Recôncavo Baiano, e foi herdeiro direto dos grupos que defendiam a abolição da escravatura, voltando-se para a formação prática de artistas negros e simpatizantes da luta pela igualdade racial.


C

constitui-se, a partir dos anos 1930, nas principais cidades mineiras, a partir de grupos políticos e religiosos conservadores, que defendiam a necessidade de artistas negros, mas consideravam a qualidade superior da arte de origem europeia.


D

surgiu no Rio de Janeiro, na década de 1940, tendo o objetivo de abrir as portas das artes cênicas brasileiras para atores e atrizes negros, além de publicar um periódico no qual retratou o ambiente político e cultural de mobilização antirracista no Brasil.


E

apareceu, ao fim do século XIX, no estado do Ceará, a primeira região brasileira a extinguir a escravidão e especializou na montagem de peças que tratassem do escravismo no Brasil como uma experiência voltada para a inclusão dos negros.

Considere o excerto.


Embora a escravidão emprestasse à sociedade dos senhores de engenho um sentido fundamental, a força de trabalho escravo não se estendia pela totalidade do sistema produtivo. Persistiam no engenho de açúcar setores de trabalho que funcionavam à base de mão de obra livre.


In: ANTONIL, A. J. Cultura e opulência do Brasil. São Paulo: Nacional, 1967.


A estrutura produtiva açucareira sempre foi alvo de grandes discussões historiográficas como esta apresentada no texto, que reforça a ideia de uma


A

homogeneização da origem escravista nas propriedades.


B

renúncia à aplicação de técnicas produtivas complexas.


C

diversidade de relações de trabalho nos engenhos


D

totalidade escravista na base da força de trabalho nos engenhos.

Leia os textos a seguir.


Texto I


Não é natural, nem podemos esperar, que todos os trabalhadores escravos, adquirindo a liberdade, permaneçam nos estabelecimentos agrícolas e se dediquem aos rudes serviços da lavoura. Com a modificação do sistema, a fixação do salário e os esforços do proprietário, muitos libertos poderão, embora deslocando-se das fazendas em que viveram como escravos, continuar a prestar serviços à lavoura. Creio, porém, que a maior parte, pelo menos ao primeiro período da libertação, fugirá ao trabalho, entregando-se ao ócio e à vadiagem.


Relatório da Província de São Paulo, intitulado Transformação do trabalho, publicado pelo Correio Paulistano nos dias 11 e 12 de janeiro de 1888. Disponível em: https://www.historia.uff. br/stricto/files/public_ppgh/hol_2011_CaminhosLiberdade.pdf. Acesso em: 25 abr. 2022.


Texto II


Na história da humanidade, este fato [a emancipação dos escravos em São Paulo] será assinalado para glória da iniciativa dos fazendeiros paulistas, que, colocando-se à frente do movimento emancipador, deram a mais brilhante prova, tanto da sua prudência econômica, como da coragem heroica com que souberam enfrentar as dificuldades da situação aflitiva em que se viram colocados.


Correio Paulistano, 17 de janeiro de 1888. Disponível em: https://www.historia.uff.br/stricto/files/public_ppgh/hol_2011_CaminhosLiberdade.pdf. Acesso em: 25 abr. 2022.


Esses textos, publicados no Brasil no contexto da abolição da escravidão, podem enriquecer os debates sobre essa temática em sala de aula.


Assinale a alternativa em que uma análise desses textos, que deve ser feita nesses debates, é apresentada corretamente.


A

Os textos demonstram o preparo da província de São Paulo para lidar com as consequências socioeconômicas da abolição da escravidão.


B

O jornal paulista, em ambas as publicações, destaca o protagonismo da elite cafeeira de São Paulo no processo de emancipação dos escravizados.


C

Ambos os textos são preconceituosos, visto que o primeiro associa abolição à vadiagem e o segundo retira o protagonismo dos negros no processo de abolição.


D

O texto I reforça a dificuldade dos libertos em trabalharem como assalariados nas lavouras, e o texto II atribui aos fazendeiros paulistas o protagonismo no processo de abolição da escravatura.

Os Reinos de Benim e o Império Songhai são duas importantes entidades históricas da África Ocidental, cada uma com suas próprias experiências culturais, políticas e energéticas. Sobre esse tema, relacione as colunas a seguir:


Coluna 1:


1.Reinos de Benim.

2.Império Songhai.


Coluna 2:


(__)Enfrentou desafios internos e externos, inclusive conflitos com vizinhos e a influência colonial. Em meados do século XVII, a expansão do Império Oió e a chegada dos europeus levaram ao seu declínio gradual.

(__)Foi governado por uma série de líderes notáveis, incluindo Askia Muhammad I, que promoveu a expansão e o Islã como religião oficial.

(__)A cidade de Gao era o seu centro político e econômico. Ela se tornou uma cidade cosmopolita e vibrante, atraindo comerciantes, estudiosos e artesãos.

(__)Estava envolvido em um comércio ativo com outras partes da África e com os europeus. O comércio de marfim, especiarias, escravos e outros bens contribuíram para a sua riqueza.


A sequência CORRETA é:


A

1- 2 - 2 - 2.


B

1- 2 -1 - 2.


C

1 - 2 - 2 - 1.


D

1- 1 - 2 - 1.

 
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