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Leia o excerto a seguir.
“Também entre as elites políticas, sobretudo no Brasil, não escondiam a contrariedade com o fato de os EUA, depois da Segunda Guerra Mundial, destinarem milhares de dólares para a Europa e esquecerem a América Latina, para a qual só se voltavam, como no caso da Guatemala, com a preocupação de reprimir o comunismo, sem se cuidar de suprimir as causas – o atraso econômico e a pobreza – que permitiam seu aparecimento. O comportamento do governo Truman gerou, realmente, essa insatisfação. Ele se recusou a estender o Plano Marshall à América Latina, sob a alegação de que a sua execução, por si só, traria benefícios imediatos e diretos a todos os países south of border, mediante a intensificação do intercâmbio, dando a entender ou prometendo que compraria diretamente da América Latina os produtos primários a serem doados à Europa. Não cumpriu a promessa. Apenas uma percentagem ínfima foi adquirida na América Latina.”
BANDEIRA, L. A. M. De Martí a Fidel: a Revolução Cubana e a América Latina. 2.ed. Rio de Janeiro,
RJ: Civilização Brasileira, 2009. P.128.
Essa postura do governo estadunidense, mencionada no texto acima, alterou-se com a/o
Aliança para o Progresso, do presidente Jonh Kennedy, com o intuito de impedir que outros países do continente fossem influenciados pelo exemplo cubano e pelos ideais soviéticos.
Plano Colombo, que garantiu investimentos para países latinos em desenvolvimento, o que avalizou, por exemplo, a criação da Cia Vale do Rio Doce no Brasil.
Política de Boa Vizinhança, adotada pelo presidente Franklin Roosevelt, para impedir o avanço das práticas totalitárias na América.
Política do Big Stick para assegurar o desenvolvimento social e econômico, sobretudo após a construção do Canal do Panamá, ligado aos oceanos Atlântico e Pacifico.
A Guerra da Coreia, fruto da derrota japonesa na Segunda Guerra Mundial, proporcionou uma disputa da península coreana entre comunistas e capitalistas. Esse fato histórico tem relevância até os dias atuais, porque teve como resultado:
I. O apoio da china e da União soviética à Península Sul-coreana, onde hoje fica a Coreia do Sul.
II. A formação, em 1948, da Coreia do Norte e da Coreia do Sul, ambas capitalistas até os dias atuais.
III. O apoio dos Norte-americanos ao governo Sul-coreano consolidou o processo de desenvolvimento capitalista, integrando cada vez mais ao regime capitalista e, como consequência, isolando a Coreia do Norte dos países chamados Tigres Asiáticos.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas III.
Apenas I e II.
Apenas II e III.
I, II e III.
Julgue os excertos abaixo:
I.O Brasil tem uma relevante e histórica participação na ONU e tem ajudado em diversos processos de tomada de decisão das Nações Unidas.
ADEMAIS,
II.Desde 1948, o Brasil já participou de mais de 30 operações da ONU em prol da manutenção da paz mundial.
Ambas as afirmações são verdadeiras e a II complementa a I.
Ambas as afirmações são falsas, mas a II complementa a I.
A afirmação I é verdadeira, mas a II não complementa a I.
A afirmação I é falsa, mas a II é verdadeira.

Reunião das tropas SA, SS e NSKK em um Congresso do Partido NacionalSocialista Alemão, em Nuremberg (novembro de 1935)

Mussolini discursa em Gênova na Praça da Vitória com o Arco da Vitória ao fundo, construído pelo regime fascista (maio de 1938).
Assinale a opção que apresenta a característica dos regimes nazifascistas, evidenciada em ambas as imagens.
A mobilização total das massas.
A luta de classes e o combate ao liberalismo.
A participação política de vários grupos étnicos e sociais.
A vigilância do estado policial sobre toda a sociedade.
A propaganda e a censura da oposição.
Entre os dias 25 e 27 de setembro de 2015, 150 líderes mundiais se reuniram em Nova York para redefinir uma agenda visando o desenvolvimento sustentável. No encontro ficaram estabelecidos os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), que devem ser cumpridos até 2030.
Assinale a alternativa correta a respeito do tema:
Entre os objetivos estabelecidos está assegurar padrões de produção e de consumo que sejam responsáveis.
Por entender que atualmente são as causas mais urgentes, todos os objetivos tratam sobre preservação ambiental.
O Comitê da ONU, responsável pelo encontro, estabeleceu severas punições pelo descumprimento dos objetivos.
Atualmente o Brasil possui um enorme prestígio na mídia mundial, como exemplo de responsabilidade ao cumprimento dos objetivos do desenvolvimento sustentável.
Nenhum dos objetivos trata de desenvolvimento industrial, por entender que esta pauta faz parte de assuntos econômicos e estes possuem espaços próprios nos comitês da ONU.
“Na madrugada do dia 1° de setembro de 1939, as forças armadas alemãs transpuseram a extensa fronteira comum e invadiram as planícies polonesas com seus tanques. Não houve declaração de Guerra. (...)As cidades polonesas foram indiscriminadamente atingidas. A população em desespero punha-se nas ruas e estradas sem saber para onde ir. A reação das forças armadas polonesas revelou-se inócua. (...) O exército soviético, pondo em prática o acordo firmado com os alemães, também invadiu o território em 17 de setembro. No dia 27, veio a rendição dos poloneses. (...) Em um mês, a Europa horrorizada, passou a conhecer a realidade da Blitzkrieg (guerra relâmpago). Havia começado a Segunda Guerra Mundial.” (REIS FILHO; FERREIRA; ZENHA, 2003, p. 167).
Considerando o tema da Segunda Guerra Mundial exposto na citação acima, assinale a alternativa CORRETA.
A Segunda Guerra Mundial foi desencadeada porque Hitler e Stalin desejavam a aliança da Alemanha com a União Soviética com o objetivo de dominar o mundo através do Nazismo.
Apesar do compromisso assumido com a Polônia, França e Inglaterra não declararam Guerra à Alemanha. Estas nações tentaram negociar com Hitler, através de Mussolini, uma proposta de paz que foi fracassada. No dia 3 de setembro, o governo britânico declarou guerra à Alemanha e logo em seguida o governo francês fez o mesmo.
Os britânicos, japoneses e brasileiros foram aliados em uma das Guerras mais devastadoras já vivenciadas no mundo.
A operação Barbarossa, de 23 de junho de 1941, corresponde ao ataque alemão à Inglaterra com milhões de homens, tanques e aviões.
Os japoneses venceram a segunda guerra mundial após o ataque à base naval americana de Pearl Harbor, destruindo aviões e navios deixando milhares de homens mortos e feridos.
Há 100 anos, em 1921, o físico teórico alemão, __________________, foi laureado com o Prêmio Nobel de Física "por suas contribuições à física teórica" e, especialmente, por sua descoberta da lei do efeito fotoelétrico, que foi fundamental no estabelecimento da teoria quântica. Diferentemente do que muitos pensam, não foi pelo desenvolvimento da sua famosa Teoria da Relatividade.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
Albert Einstein
Galileu Galilei
Isaac Newton
Stephen Hawking
Thomas Edison
Sobre o período da chamada “descolonização” do continente africano, a partir de 1960, é correto afirmar:
Ao final de 1984, a OTAN mantinha o seu protetorado sobre os países que ainda subsistiam como colônias;
Desde antes dos anos 1960, ficou evidente que a receita “econômica” relativa ao desenvolvimento econômico do continente africano produziria os esperados efeitos na redução das desigualdades sociais;
A exportação dos produtos agrícolas a partir de 1960, financiou grande progresso econômico e social em Angola e Moçambique;
No início dos anos 1970, não havia sequer sinais de uma “recuperação” econômica em qualquer país da África, independente do regime político adotado;
Assinale a alternativa que traz os pontos CORRETOS sobre o Tratado de Versalhes (1919).
No tratado de Versalhes (1919) existe uma cláusula, conhecida como “culpa de Guerra”, que fez da França a única responsável pela primeira Guerra Mundial.
Na Alemanha, houve a união do partido comunista, na extrema esquerda, com o partido nacional socialista de Hitler, na extrema direita, a partir da compreensão do Tratado de Versalhes como injusto e inaceitável.
A reparação pelo custo da guerra com a imposição do pagamento, pelo seu ônus, às diversas nações envolvidas, possibilitou a segurança da paz mundial até 1939, devido ao Tratado de Versalhes.
O tratado de Versalhes permitiu a união da Europa e dos EUA contra a União Soviética.
Diante da sua característica de defesa e consolidação da paz, o Tratado de Versalhes não possui nenhuma relação com a eclosão do novo conflito mundial bélico em 1939.
A imagem abaixo entrou para a história como uma das mais famosas e impressionantes do século XX.

A imagem traduz a geopolítica internacional do século XX e expõe:
O poder da Rússia em fazer valer seus interesses políticos usando armas que devastaram povoados japoneses inteiros durante a Guerra Russo Japonesa.
A maneira como a ciência e a tecnologia, ao longo do século XX, também foi utilizada para fins bélicos e militares.
O delineamento do conflito da Guerra Fria, iniciado quando os EUA, mesmo após a rendição do Japão, lançou as bombas atômicas sobre as cidades de Hiroshima Nagasaki.
A segregação e a rivalidade que foi construída entre as províncias coreanas e que culminou na Guerra da coreia.
A vitória dos aliados, na Primeira Guerra Mundial, seria confirmada em Paris, em 28 de junho de 1919, quando se reuniram os representantes de 32 países e assinaram o Tratado:
de Zamora.
de Versalhes.
de Madri.
de Tordesilhas.
da Tríplice Aliança.
“O problema é que nada no Oriente Médio é o que parece ser. Talvez seja o ar quente do deserto, que induz às miragens. Ou o brilho do sol em monumentos de arte do homem — como a magnífica cúpula dourada da mesquita de AI Agsa — que confunde a nossa vista. O fato é que o conflito entre árabes e judeus é relativamente novo. Tem menos de um século, pouco tempo se comparado às centenas de anos em que os dois povos viveram em paz. Uma paz relativa, é claro, já que a região é, há milênios, cenário de disputas, muitas das quais em torno da escassez de um líquido precioso e da abundância de outro líquido vital. O que falta é água (são desérticos 90% do atual território do Egito, 70% da Síria e 60% de Israel). E o que sobra é petróleo.” )
(BRENER, Jayme. As Guerras entre Israel e os Árabes. Editora Scipione. SP 1ª edição, 1997. P7.)
Vários acontecimentos marcaram e ainda marcam as relações conflituosas envolvendo os povos árabes e israelenses, resultando em impasses ao longo de todo o processo desde a Primeira Guerra ocorrida em 1948/49 até as dificuldades atuais dos dois lados se acertarem em definitivo. Em relação a esses acontecimentos históricos, pode-se afirmar corretamente que:
a Guerra de Suez, iniciada no final de outubro de 1956, assegurou inúmeras vantagens para os povos árabes, pois a intervenção dos EUA e da URSS obrigou a retirada das tropas israelenses e a devolução de territórios palestinos
apesar do Estado de Israel não possuir novas armas, e nem sequer algum tipo de treinamento militar e apoio internacional, acabou vencendo os árabes na Primeira Guerra, aproveitando-se da divisão interna dos palestinos
assim que terminou a desocupação inglesa sobre o território palestino, ocorrida no dia 15/05/1948, foi declarada a criação de Israel, iniciando, de imediato, a Primeira das quatro Guerras entre árabes e israelenses
na Guerra dos Seis Dias, ocorrida em junho de 1967, o desastre árabe foi absoluto, pois Israel destruiu rapidamente os aviões inimigos, aprisionou milhares de veículos e tanques, porém não anexou nenhum território
A missão da Marinha do Brasil na Segunda Guerra Mundial foi patrulhar o Atlântico Sul e proteger os comboios de navios mercantes que trafegavam entre o Mar do Caribe e o nosso litoral sul contra a ação dos submarinos e navios corsários germânicos e italianos. Qual foi a primeira perda da Marinha de Guerra nesse conflito?
O Navio- Auxiliar Vital de Oliveira.
A Corveta Camaquã.
O Cruzador Bahia.
O Cruzador Rio Grande do Sul.
O Contratorpedeiro Amazonas.
“A violência do movimento nacional-socialista, com a ajuda de associações de defesa privadamente organizadas, tinha causado a quase completa dissolução do monopólio de força — sem o qual um Estado, a longo prazo, não pode funcionar — e destruiu a República de Weimar de dentro para fora (...) O plano da juventude nacionalista desses dias, que tinha frequentemente se unido para formar grupos de combate, era um tanto vago e negativamente definido. Ernst Jünger escreveu que nada tinha a ver com monarquia, conservadorismo, reação burguesa ou com o patriotismo do período guilhermino. Através da tomada do poder por Hitler, esse propósito negativo recebeu um rosto positivo. Assim, 30 de junho de 1934 foi o símbolo típico, quase paradigmático, do divisor de águas no desenvolvimento de um movimento revolucionário radical, que obteve êxito e cujos adeptos se converteram, então, de destruidores do Estado em representantes do Estado”. ELIAS, N. Os alemães. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. 1997, p. 208).
Denominamos de fascismo, algumas vezes mais corretamente no plural — fascismos —, o conjunto de movimentos e regimes de extrema direita que dominou um grande número de países europeus desde o início dos anos 20 até 1945. Assim, as expressões nazismo, nacional-socialismo, hitlerismo etc, recobririam uma só realidade política, os regimes de extrema direita que dominaram vários países no período em questão.
Encontramo-nos numa situação insólita: sabemos qual a prática e as consequências do fascismo e sabemos, ainda, que não é um fenômeno puramente histórico, aprisionado no passado. Assim, torna-se impossível escrever sobre o fascismo histórico — o que é apenas uma distinção didática — sem ter em mente o neofascismo e suas possibilidades.
O fenômeno se caracteriza por uma forte coerência externa, assim, muito rapidamente teceu-se, na Europa, uma eficaz teia de identidades e colaboração, inclusive de intervenção salvadora, como na Espanha e Hungria, entre os diversos regimes e movimentos fascistas, muitas vezes superando adversidades históricas e nacionais.
O fenômeno se caracteriza por uma forte coerência interna, embora exclusivamente voltada para o processo interno de fascistização de cada país, apontava seguidamente para as mesmas características: antiliberalismo, antidemocratismo e antissocialismo, com as práticas políticas repressivas daí decorrentes. Foi essa mesma coerência que permitiu o surgimento da resistência antifascista.
Canalizando, em tempo integral, a potência do indivíduo para odiar, transferindo para um estranho as causas do seu próprio mal-estar e afagando um ego aniquilado nas suas possibilidades de felicidade, em especial ao atribuir ao estranhado qualidades ambicionadas por todos (como a raça e o sangue, a virilidade, a lealdade e a força), o fascismo rompe com a tradição de participação política do Ocidente e aproxima-se tanto de posturas místicas e cultiva cerimoniais cívicos coletivos.
A compreensão do mundo globalizado permite desvendar a natureza das transformações econômicas, sociais e políticas da atualidade. Porém, devemos ter cautela para não usarmos “globalização” como uma palavra mágica que explica tudo e qualquer coisa. Isso porque a globalização interage com as realidades nacionais e locais, alterando a sua forma de relacionamento com o mundo externo, mas sem eliminar as suas características peculiares. Podendo ser entendida a globalização como um processo revolucionário, mas que vem se desenvolvendo de forma lenta e progressiva, com saltos qualitativos em determinados momentos, até alcançar a etapa atual – e que também não é a última – de ampliação das fronteiras do capitalismo para, virtualmente, todas as áreas geográficas. Sobre esse tema, é INCORRETO afirmar que:
Os Estados Unidos são, em geral, globalizadores, mas em muitos campos se deixam globalizar com a entrada de empresas multinacionais e de profissionais qualificados de outros países.
Séculos de história criaram identidades culturais, nexos econômicos internos e sistemas políticos dotados de particularidades nos espaços nacionais, tornando inviável a sua substituição por uma nova ordem global que represente perfeitamente essas várias histórias.
A globalização não elimina as especificidades nacionais e locais, mas se superpõe a essas. No decorrer desse processo, abre possibilidades novas, mas também gera atritos, já que a concorrência internacional entre sistemas econômicos e culturais se torna mais forte.
A globalização pode ser qualificada como necessariamente boa, sendo o resultado de um conjunto complexo de fatores econômicos, políticos e sociais que influenciam o mundo inteiro, por igual, proporcionando aos países que possuem maior capacidade econômica intervir no cenário internacional.
Analise as sentenças abaixo, tendo como parâmetro a Guerra Fria.
I- Trata-se de um período que teve seu início logo após a Revolução Russa de 1917 e se baseou na disputa geopolítica, silenciosa e constante entre a União Soviética e Cuba.
II- Foi um momento histórico que se iniciou logo após a Segunda Guerra Mundial, em 1945, e se caracterizou pelas disputas estratégicas e conflitos indiretos entre os Estados Unidos e a União Soviética.
III- A Guerra Fria teve seu início logo após a revolução cubana em 1959 e trata-se do período de disputas pela hegemonia política, econômica e militar no mundo entre Cuba e os Estados Unidos.
IV- Foi um conflito militar entre Os Estados Unidos e o Vietnã pelo período de 1959 a 1975.
Assinale a alternativa que responde CORRETAMENTE:
II e III e IV apenas.
I, III e IV apenas.
II apenas.
IV apenas.
I apenas.
Durante a Segunda Guerra Mundial, a Marinha do Brasil criou a Força Naval do Nordeste pelo Aviso n º . 1.661 de 5 de outubro de 1942, para cumprir o seu papel no conflito. Qual foi a missão da Marinha nessa guerra?
Patrulhar o Pacífico e proteger os comboios de navios mercantes que trafegavam entre o Mar do Caribe e o litoral sul do Brasil.
Patrulhar o Atlântico Sul e procurar os comboios de navios de guerra que trafegavam entre o Mar do Caribe e o litoral sul do Brasil
Patrulhar o Atlântico Sul e atacar os comboios de navios mercantes que trafegavam entre o Mar do Caribe e o litoral sul do Brasil.
Patrulhar o Pacífico e procurar os comboios de navios de guerra que trafegavam entre o Mar do Caribe e o litoral sul do Brasil.
Patrulhar o Atlântico Sul e proteger os comboios de navios mercantes que trafegavam entre o Mar do Caribe e o litoral sul do Brasil.
Um dos desdobramentos do final da Segunda Guerra Mundial foi a aceleração do processo de descolonização dos países africanos e asiáticos, que deixaram de ter relações de subalternidade política em relação aos países europeus. Isso significou uma profunda alteração nas relações geopolíticas globais e inaugurou um novo momento na história mundial. Entre os processos de descolonização, muitos tiveram singularidades específicas, no que tange os diferentes países e continentes. Em relação às independências do século XX, é correto afirmar que:
Jonas Savimbi foi o principal articulador da independência do Paquistão Oriental.
Amílcar Cabral foi o principal líder da libertação de Angola do Imperialismo Português.
Gandhi teve atuação destacada como líder militar do exército de libertação indiano.
A FRELIMO é uma sigla referente à Frente de Libertação de Moçambique.
A independência da Austrália e do Canadá tiveram como marcos as guerras contra o imperialismo da Rainha Elizabeth II, fato pouco comentado nos círculos históricos e políticos.
O Brasil permaneceu neutro nos primeiros três anos de conflito na Europa em 1914, que veio a ser conhecido por Primeira Grande Guerra. O que veio a modificar a atitude brasileira, levando o governo a romper as relações diplomáticas com o governo alemão?
O afundamento do Navio Mercante Paraná.
A adesão de Portugal em março de 1916.
O ataque ao Navio Mercante Cabedelo.
O ataque aos Navios Mercantes Guaiba e o Acari.
A atitude de protesto da Inglaterra com o bloqueio irrestrito.
“O caminho para a revolução pela longa guerra de guerrilha foi descoberto um tanto tardiamente pelos revolucionários sociais do século XX (...). A própria palavra "guerrilha" não fazia parte do vocabulário marxista até depois da Revolução Cubana de 1959.”
(HOBSBAWM, Eric J. Era dos Extremos: o breve século XX: 1914-1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.)
A Revolução Cubana de 1959, que depôs o presidente Fulgencio Batista, liderada por Fidel Castro e Ernesto “Che” Guevara, inaugurou a tática de guerrilha e da guerra desigual no cenário revolucionário do século XX. Sobre os fatores e os contextos históricos que antecederam o processo revolucionário e tiveram como culminância a instauração de um regime socialista na Ilha de Cuba, podemos destacar:
o intenso desenvolvimento industrial e tecnológico de Cuba capitaneado pelo governo de Fulgencio Batista, que dinamizada o capitalismo e afastava cada vez mais a possibilidade de uma Revolução Socialista.
o apoio declarado da URSS que possibilitou o treinamento e o financiamento das atividades de guerrilha dos cubanos, antes mesmo da tomada do poder.
o movimento de recolonização das Ilhas da América Central por parte do governo espanhol que ameaçava a soberania e a independência do governo cubano, garantido pela aliança com os EUA.
insatisfação do governo norte-americano com o governo de Fulgencio Batista que trabalhava de forma conjunta com diferentes setores políticos de Cuba, para enfraquecer o então presidente cubano.
a Emenda Platt, inserida na Carta Constitucional de Cuba, que estabelecia o direito de intervenção político-militar norte-americana em Cuba, desrespeitando a soberania nacional.