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Em função das necessidades de:
• convergência internacional das normas contábeis (redução de custo de elaboração de relatórios contábeis, redução de riscos e custo nas análises e decisões, redução de custo de capital);
• centralização na emissão de normas dessa natureza (no Brasil, diversas entidades o fazem);
• representação e processo democráticos na produção dessas informações (produtores da informação contábil, auditor, usuário, intermediário, academia, governo),
foi criado, no Brasil, o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), por seis entidades. Nessa perspectiva, considere as entidades a seguir.
I – ABRASCA – Associação Brasileira das Companhias Abertas
II – APIMEC NACIONAL – Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais
III – BACEN – Banco Central do Brasil
IV – BOVESPA – Bolsa de Valores de São Paulo
V – CFC – Conselho Federal de Contabilidade
VI – CVM – Comissão de Valores Mobiliários
Fazem parte do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) APENAS as entidades
I, II e III.
I, IV e VI.
II, III e VI.
I, II, IV e V.
II, III, V e VI.
Com relação ao(s) objetivo(s) estabelecido(s) para o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), analise os elementos a seguir.
I – Emissão de Orientações e Interpretações que poderão ser consubstanciadas em Norma Brasileira de Contabilidade, pelo CFC.
II – Emissão de Pronunciamentos Técnicos sobre procedimentos contábeis.
III – Estudo, pesquisa, discussão e deliberação sobre o conteúdo e a redação de Pronunciamentos Técnicos.
IV – Estudo e preparo de Pronunciamentos Técnicos sobre procedimentos de Contabilidade.
Integram o objetivo do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) APENAS os elementos contidos em
I e II.
I e III.
II e III.
II e IV.
III e IV.
Segundo a Resolução CFC no 1.272/2010, as contas do passivo da gestão operacional previdencial são constituídas por
obrigações administrativas, tais como folha de pagamento de empregados e seus encargos, dívidas decorrentes da prestação de serviços nas áreas contábil, atuarial, financeira, jurídica, tributos e outros.
contingências relativas aos planos de benefícios administrados pela EFPC, tais como reclamações de participantes acerca de valores, prazo, metodologia de cálculo dos benefícios previdenciários e outros.
obrigações relativas à folha de pagamentos de benefícios previdenciários dos participantes em gozo de benefícios, tributos pertinentes, compromissos com terceiros e outros.
obrigações relativas às aplicações de recursos, tais como taxas de corretagem, taxas de custódia, encargos bancários, tributos, liquidações de operação e outros.
contingências relativas aos investimentos, como reclamações sobre tributos, emolumentos, contratos com terceiros relativos às aplicações e outros.
Um ativo não circulante, classificado como mantido para a venda, nos dizeres do CPC 31 item 15, deve ser mensurado pelo
valor justo mais as despesas de venda
valor contábil mais as despesas de venda
valor de compra menos as despesas para venda
menor entre seu valor contábil e o valor justo menos as despesas de venda
menor entre o valor de compra e o valor justo menos as despesas incrementais atribuídas à distribuição
O princípio do registro pelo valor original determina que os ativos sejam avaliados pelo custo histórico e que, uma vez integrados esses ativos ao patrimônio, o custo histórico não pode sofrer variações.
Para fim de registro e mensuração contábil dos elementos patrimoniais de uma entidade, é indiferente se esta pretende continuar com suas atividades por prazo indefinido ou encerrálas em data preestabelecida no futuro próximo.
Qualquer ente pode constituir entidade contábil, desde que possua patrimônio próprio e independente de outras entidades.
O reconhecimento dos fatos contábeis apenas por ocasião de seu efetivo recebimento ou pagamento é prática condenável na contabilidade brasileira, tendo em vista que viola o princípio da competência contábil.
A demonstração do resultado do exercício é considerada o relatório contábil que representa melhor o princípio da competência.
A mensuração e a evidenciação dos componentes patrimoniais são diretamente afetadas pelo princípio da continuidade.
O cumprimento do regime de competência pressupõe a confrontação entre receitas e despesas.
A elaboração da demonstração do valor adicionado deve contemplar os seguintes quatro principais componentes na distribuição da riqueza: pessoal; insumos adquiridos de terceiros; impostos, taxas e contribuições; e remuneração de capitais próprios.
Em relação às operações de arrendamento mercantil, é correto afirmar, de acordo com as novas Normas Brasileiras de Contabilidade:
Um arrendamento mercantil é classificado como financeiro se ele não transferir substancialmente todos os riscos e benefícios inerentes à propriedade.
No começo do prazo do contrato de arrendamento mercantil operacional, os arrendatários devem reconhecer os arrendamentos mercantis operacionais como ativos e passivos nos seus balanços por quantias iguais ao valor justo da propriedade arrendada ou, se inferior, ao valor presente dos pagamentos mínimos do arrendamento mercantil.
Os arrendadores devem reconhecer nos seus balanços patrimoniais os ativos mantidos por um arrendamento mercantil financeiro e apresentá-los como uma conta a receber por um valor igual ao investimento líquido no arrendamento mercantil.
Os pagamentos do arrendamento mercantil financeiro devem ser reconhecidos como despesa pelo arrendatário numa base de linha reta durante o prazo do arrendamento mercantil, a não ser que outra base sistemática seja mais representativa do modelo temporal do benefício do usuário.
Um arrendamento mercantil é classificado como operacional se ele transferir substancialmente todos os riscos e benefícios inerentes à propriedade.
O pronunciamento técnico CPC 24, Divulgação sobre as Partes Relacionadas, editado pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis, estabelece que a divulgação deva contemplar
saldos e transações entre as partes nas demonstrações individuais, somente da controlada.
saldos existentes entre partes relacionadas, somente.
transações entre as partes relacionadas, somente.
transações e saldos existentes com partes relacionadas nas demonstrações individuais da controladora ou investidora.
transações e saldos existentes entre as partes nas demonstrações individuais da controlada, investida, controladora ou investidora.
Conforme entendimento da legislação vigente e das normas emanadas pelo CFC (Conselho Federal de Contabilidade), oriundas dos Pronunciamentos Técnicos do CPC (Comitê de Pronunciamentos Contábeis), os juros pagos pela entidade durante o exercício, tratados como despesas e registrados na demonstração do resultado do exercício (DRE), deverão também ser
classificados como atividades operacionais e divulgados através da demonstração do fluxo de caixa.
segregados das despesas financeiras e apresentados como variação de débito na DRE.
tratados como reduções dos lucros acumulados na demonstração de mutações do patrimônio líquido.
incluídos no grupo de eventos subsequentes e registrados no balanço patrimonial.
incluídos como insumos de terceiros e divulgados na demonstração de valor agregado.
De acordo com a legislação atual e as normas emanadas pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e pelo CFC (Conselho Federal de Contabilidade), oriundas dos Pronunciamentos Técnicos do CPC (Comitê de Pronunciamentos Contábeis), a demonstração de mutações do patrimônio líquido, dentre outros itens, deve apresentar
as variações ocorridas nas obrigações de terceiros que deverão ser trazidas a valor presente.
a formação e utilização de todas as reservas, e não apenas as originadas de lucros.
os pagamentos de contratos futuros a termo de opções e swap que não possam ser classificadas como investimentos.
receitas financeiras oriundas de operações do mercado financeiro que não tenham transitado em resultado.
resultado líquido dos tributos incidentes sobre operações descontinuadas decorrentes de mensuração ao valor justo.
A Resolução CFC nº 1.136, de 21 de novembro de 2008, aprova a Norma Brasileira de Contabilidade – NBC T 16.9 – Depreciação, Amortização e Exaustão, entra em vigor:
I. De forma obrigatória para todos os fatos ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2009.
II. De forma obrigatória para todos os fatos ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2010.
III. A partir da data de sua publicação, de forma obrigatória para todos os fatos ocorridos.
IV. A partir da data da sua publicação, com adoção de forma facultativa.
V. Após um ano de sua publicação.
É correto o que se afirma em
I e III, apenas.
I e IV, apenas.
II e III, apenas.
II e IV, apenas.
V, apenas.
A Regulamentação das operações com arrendamento mercantil (Leasing) foi determinada pelo Pronunciamento Técnico CPC 06 que, por sua vez, originou a Deliberação CVM 554 de 12/11/2008 e a Resolução CFC 1.141 que aprovou a NBC 10.2.
Na Resolução CFC 1.141, que aprovou a NBC 10.2, o item 20 determina a forma de reconhecer os arrendamentos mercantis financeiros no início das operações. Assim, o registro inicial de uma operação de arrendamento mercantil financeiro deve ser efetuado pelo
valor residual garantido do bem ou pelo valor justo futuro dos pagamentos mínimos do arrendamento mercantil.
valor de transferência de propriedade do bem, no final da operação de arrendamento.
valor presente dos benefícios de caixa esperados, deduzidos do valor residual garantido do arrendamento mercantil.
valor justo da propriedade arrendada ou, se inferior, ao valor presente dos pagamentos mínimos do arrendamento mercantil.
montante das saídas de caixa futuras deduzido do valor residual esperado ou pelo valor justo, caso o primeiro seja menor.
Sobre auditoria, sob a ótica das normas do Conselho Federal de Contabilidade, analise as afirmações a seguir.
I - Obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, como um todo, estão livres de distorção relevante, independente de causadas por fraude ou erro, possibilitando, assim, que o auditor expresse sua opinião acerca das demonstrações contábeis elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura do relatório financeiro aplicável, constitui-se num dos objetivos gerais do auditor ao conduzir a auditoria de demonstrações contábeis.
II - Sem ressalva, com ressalva, adverso e com abstenção de opinião identificam os tipos de parecer do auditor interno.
III - Ao determinar a extensão de um teste de auditoria ou o método de seleção de itens a serem testados, o auditor deve empregar técnicas estatísticas.
IV - O auditor, ao aplicar os testes de observância, deve objetivar a obtenção de evidências quanto à existência, efetividade e continuidade dos controles internos.
Está correto o que se afirma APENAS em
I e III.
I e IV.
II e III.
II e IV.
II, III e IV.
Os objetivos das demonstrações contábeis incluem apresentar os resultados da atuação da administração na gestão da entidade.