Questões de Concurso sobre Legislação Aplicada - SEE SP

 
 
Disciplina 1
Assunto 1
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Escolaridade
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É verdade sabida que as disciplinas de História e de Geografia, se trabalhadas dissociadas da realidade social, nada mais fazem do que reproduzir um conhecimento desarticulado e despolitizado. Dessa forma, na EJA, para que tenhamos uma educação de qualidade, o ensino dessas disciplinas deve contribuir para o resgate dos valores humanísticos. Seguindo essa linha de pensamento, o “Currículo da Cidade: EJA: História” (SME, 2019) afirma que “O componente curricular de história deve colaborar ativamente para o processo de alfabetização de jovens e adultos, criando possibilidades de ‘leitura do mundo’, de interpretação da ‘complexa trama de valores, saberes, representações e identidades’ (...) presentes entre os estudantes”. Quanto ao “Currículo da Cidade: EJA: Geografia” (SME, 2019), este explicita que “A Geografia é um campo de conhecimento das humanidades que orienta os estudantes a aprender, a partir do pensamento espacial, a contextualizar as situações, a compreender, a ser crítico, ético, cidadão, entre outras possibilidades que o campo das ciências humanas permite. Os estudantes da EJA podem alcançar essas empatias e virtudes do campo social, cultural e ambiental a partir de


A

atividades de ensino com os atlas”.


B

propostas de atividades extracurriculares”.


C

projetos envolvendo estudos interdisciplinares”.


D

desenhos de mapas, isto é, alfabetização cartográfica”.


E

estudos da paisagem, território e lugares”.

A educação escolar constitui uma área do serviço púbico de grande relevância social, e cujo trabalho, complexo e interdisciplinar, exige desenvolvimento pessoal e profissional dos envolvidos, além do dever de “cooperar e manter espírito de solidariedade com os companheiros de trabalho”, conforme item X do artigo 178 da Lei Municipal de São Paulo nº 8.989/1979. No contexto escolar municipal de São Paulo, constam da Instrução Normativa SME nº 25/2018 duas funções que interagem entre si: o PAP – Professor de Apoio Pedagógico para atuar junto às turmas de recuperação de aprendizagens e o POA – Professor Orientador de Área para atuar no acompanhamento do planejamento das ações dos professores das áreas/componentes de Alfabetização, Língua Portuguesa e Matemática, em conjunto com o Coordenador Pedagógico.


De acordo com a referida Instrução, para exercer essas funções docentes de PAP e de POA, nas Escolas Municipais de Ensino Fundamental – EMEFs, nas Escolas Municipais de Ensino Fundamental e Médio – EMEFMs e nas Escolas Municipais de Educação Bilíngue para Surdos – EMEBSs, é necessário ser professor em exercício na Unidade Educacional e ser indicado


A

pela maioria dos docentes.


B

pelo Conselho de Escola.


C

pelo Coordenador Pedagógico.


D

pelo Diretor da Escola.


E

pela Equipe Gestora.

Os novos membros da Associação de Pais e Mestres (APM) da Escola Estadual de Ensino Fundamental Anibal Ferreira leram e analisaram o Decreto nº 12.983/78, que Estabelece o Estatuto Padrão das Associações de Pais e Mestres. Verificaram que, em seu art. 6º, o referido decreto estabelece que os meios e recursos para atender os objetivos da APM serão obtidos através de:


I. contribuição dos sócios;

II. convênios;

III. subvenções diversas;

IV. doações;

V. promoções diversas.

Além disso, no art. 7º, a respeito da contribuição dos sócios, constataram que esta


A

é paga em dinheiro ao tesoureiro da APM.


B

é facultativa.


C

é obrigatória.


D

pode ser parcelada em, no máximo, três pagamentos.


E

tem um valor mínimo fixado pela APM, sendo paga no ato da matrícula.

A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, por meio da Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Professores “Paulo Renato Costa Souza” – EFAP estabeleceu, em sua política de formação, diretrizes para ações formativas dos gestores da SEE-SP. Essas diretrizes visam subsidiar a formação continuada desses profissionais e dialogam com os demais documentos que norteiam


A

o desenvolvimento e a oferta de ações formativas.


B

os processos de promoção no serviço público.


C

a promoção por mérito na carreira docente.


D

as inovações curriculares na rede pública estadual.


E

a consolidação da gestão democrática da escola pública.

De acordo com a normatização que consta da Instrução citada no texto que introduz essa questão, a autorização de estabelecimentos de ensino e de cursos mantidos pela iniciativa privada


A

depende da análise do setor jurídico da Diretoria Regional de Ensino ao qual o Dirigente encaminhará o requerimento do interessado e as peças anexadas, e o qual, após análise circunstanciada, emitirá relatório conclusivo, recomendando deferir ou indeferir o requerido.


B

é atribuição do Assistente Técnico do Dirigente Regional de Ensino, o qual pode, a seu critério, pedir a um ou mais supervisores colaboração para analisar as peças de caráter pedagógico que foram anexadas e elaborar nota avaliativa de cada uma delas.


C

é da competência do Setor de Planejamento da Diretoria, cujo chefe pode requisitar colaboração de integrantes de outros setores, conforme a necessidade, ficando sob sua responsabilidade a consolidação do parecer final deferindo ou indeferindo o solicitado.


D

envolve dois setores da Diretoria Regional de Ensino: o que cuida de Obras e Infraestrutura, para analisar questões relativas ao prédio escolar, e o Setor Pedagógico, para avaliar o que foi proposto em relação ao processo educativo e curricular.


E

passa pela comissão de supervisores designada pelo Dirigente Regional de Ensino, a qual procederá à vistoria do prédio, dos materiais, dos equipamentos e instalações e analisará a documentação exigida, emitindo parecer conclusivo pelo deferimento ou indeferimento.

Os supervisores de uma Diretoria de Ensino do interior paulista tomaram como recurso de formação dos integrantes da comunidade escolar, por meio de seu acompanhamento e assessoria, o processo de elaboração do Plano de Gestão da Escola, vivenciado coletivamente pelos membros da equipe escolar, conforme sugere o parágrafo único do art. 3º do Decreto Estadual nº 62.216/2016. Foi possível constatar progressos na atuação de suas equipes escolares, especialmente dos diretores, se comparada à das equipes das Diretorias vizinhas que não adotaram a mesma estratégia de formação. Essa constatação foi possível mediante a Avaliação Especial de Desempenho (Lei Complementar nº 1.256/2015) que se constitui em um conjunto de ações planejadas e articuladas com vistas


A

à seleção dos melhores, dentre os integrantes da equipe escolar, para integrarem equipes da Diretoria de Ensino.


B

ao inventário circunstanciado das carências de desempenho a serem consideradas nos programas de formação da Secretaria da Educação.


C

à concessão de bônus pecuniário àquele que se destacar em cada equipe escolar avaliada.


D

à premiação da unidade escolar cuja equipe tenha se destacado entre todas de determinada Diretoria Regional de Ensino.


E

ao acompanhamento contínuo do desempenho do servidor durante o período de estágio probatório.

A disciplina Gestão Educacional foi dividida em: Gestão Democrática e Participativa; Gestão Pedagógica; Gestão de Pessoas e Equipes; Gestão de Processos Administrativos e Gestão de Resultados Educacionais. No módulo Gestão Democrática e Participativa, Danilo teve a oportunidade de estudar sobre a elaboração coletiva e a implementação da proposta pedagógica da escola, considerando as diferenças individuais, sociais, culturais e a participação dos estudantes, educadores, colegiados e comunidade na vida escolar. Tal gestão visa favorecer um clima escolar que promova


A

um ambiente de tolerância e fraternidade.


B

a realização exitosa dos projetos governamentais.


C

a eficiência das tarefas administrativas da escola.


D

um bom entrosamento entre a escola e as famílias dos alunos.


E

o processo de ensino e aprendizagem.

O “Documento orientador para sondagem de Matemática: Ciclo de Alfabetização e Interdisciplinar: Ensino Fundamental” (SME, 2018) destaca que a sondagem para esse ciclo avaliará escrita numérica e resolução de problemas na perspectiva da Teoria dos Campos Conceituais de Vergnaud. Segundo o referido documento, os dados coletados não servem apenas para uma quantificação, mas principalmente para qualificar a ação pedagógica. A qualificação desses dados possibilitará, após a sua análise, a


A

realização de seminários para premiar as escolas que obtiverem melhores desempenho nas avaliações do Inep.


B

apresentação e divulgação nos meios de comunicação dos dados obtidos pelos alunos no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb).


C

promoção de intervenções nos processos de aprendizagem e, por consequência, de avanços necessários.


D

participação no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), com vistas a melhorar os tipos de avaliação adotados pela rede municipal de ensino.


E

aplicação de avaliações externas como a Prova Brasil e melhorar o ensino na cidade de São Paulo.

A Instrução Normativa SME nº 13/2018 reorienta o Programa “São Paulo Integral” nas unidades de Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio e nos Centros Educacionais Unificados da Rede Municipal de Ensino. Ela constitui um dos considerandos da Instrução Normativa SME nº 22/2018, que dispõe sobre a organização das Unidades Educacionais da Rede Municipal de Ensino. Esta instrução, em conformidade com a anterior, estabelece, nas suas disposições gerais, que aquelas unidades deverão organizar-se de modo a assegurar um trabalho educacional voltado para


A

a profissionalização de todo seu alunado no Ensino Médio.


B

a total eficácia e a eficiência técnica de suas unidades educativas.


C

a padronização da ação educativa em todas as unidades da cidade de São Paulo.


D

o sucesso do conjunto dos alunos de Ensino Fundamental e Médio nas avaliações externas.


E

a constante melhoria das condições de desenvolvimento das aprendizagens dos estudantes.

Segundo o documento “Orientações ao projeto de apoio pedagógico: recuperação paralela” (SME, 2018), o Projeto de Apoio Pedagógico, regulamentado pela Portaria nº 1.084/14, tem como premissa auxiliar estudantes com dificuldade de aprendizagem nos três ciclos do ensino fundamental, garantindo o direito de aprender, com vistas


A

à redução da defasagem idade/ano e da evasão escolar.


B

à valorização da escola por parte dos pais e/ou responsáveis pelos alunos.


C

à recuperação do prestígio da educação escolar pública.


D

à eliminação do bullying contra alunos repetentes.


E

a que concluam essa etapa da escolaridade antes de começarem a trabalhar.

A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, por meio da Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Professores “Paulo Renato Costa Souza – EFAP” estabeleceu, em sua política de formação, diretrizes para ações formativas dos gestores da SEE-SP (Diretrizes de Formação Continuada para Gestores da SEE-SP, São Paulo: SEE/EFAP, 2017). Segundo esse documento, “Nas ações de formação, devem-se levar em conta os modelos mentais, forma com que o adulto enxerga o mundo, que são construídos a partir de suas experiências e da sua subjetividade. É importante que essa ação considere uma metodologia e estratégia que possibilite a ressignificação dos saberes já construídos”. Nessa direção, o documento aponta, entre as metodologias sugeridas, a “Investigação-Ação metodologia baseada na perspectiva da Ação-Reflexão-Ação proposta por Donald Schön (1992), baseada, por sua vez, na Teoria da Indagação de John Dewey (1859 – 1952), que pressupõe a reflexão como busca de caminhos para gerar confiança e promover por meio do trabalho, o conhecimento que tem solidez teórica, transformando


A

o senso comum em episteme.


B

a prática e superando o mero fazer.


C

a aspiração em fato.


D

o sonho em realidade.


E

as maneiras pessoais de fazer em práticas padronizadas.

Vivemos um tempo marcado por mudanças, e mudanças aceleradas. Nesse contexto, para liderar as inovações no trabalho educativo escolar, o gestor precisa estar atento a estratégias de implementação de programas e projetos . No documento “Diretrizes de Formação Continuada para Gestores da SEE-SP (São Paulo: SEE/EFAP, 2017), afirma-se que “O ato de liderar exige saberes que permitam o planejamento de estratégias para a tomada de decisões participativas. A liderança pode ser exercitada e aperfeiçoada, por meio do desenvolvimento de competências e habilidades específicas”. Para tanto, esse documento apresenta alguns princípios que devem nortear todo processo formativo dos gestores da SEE-SP e, entre eles encontra-se o da Inovação: “O ato de inovar está ligado ao ato de criar e ao campo da criatividade. Ocorre mediante o surgimento de uma nova ideia, da necessidade de modificar processos e/ou legislações e da descoberta de diferentes _____________ para colocá-la em prática, cujo propósito é o de alcançar as metas e os objetivos traçados pela instituição a qual pertence”.



Assinale a alternativa que preenchem corretamente a lacuna do texto.


A

incentivos pecuniários


B

caminhos e estratégias


C

recursos tecnológicos


D

pessoas especializadas


E

fontes de financiamento

De acordo com o art. 1º da Lei Complementar nº 1.256/2015 do Estado de São Paulo, durante os 3 (três) primeiros anos de efetivo exercício, período caracterizado como estágio probatório, o servidor ingressante no cargo de Diretor de Escola, pertencente ao Quadro do Magistério, será submetido à Avaliação Especial de Desempenho e a Curso Especifico de Formação, instituído pela Lei Complementar nº 1.207/2013. A Avaliação Especial de Desempenho antes citada visa verificar a conformidade com as competências e habilidades necessárias ao desempenho no cargo de Diretor de Escola, com foco nos seguintes aspectos: comprometimento com o trabalho e com a comunidade escolar; responsabilidade; capacidade de iniciativa e liderança; produtividade; assiduidade; disciplina e


A

eficiência na gestão educacional.


B

habilidade para delegar.


C

capacidade de mando.


D

domínio da palavra e pontualidade.


E

ternura e docilidade.

De acordo com o “Currículo da Cidade: Ensino Fundamental: Arte” (SME, 2019), recomenda-se a integração entre os saberes de diferentes componentes curriculares, sendo que, no âmbito da Arte, serão trabalhados os campos conceituais: processos de criação, linguagens artísticas, saberes e fazeres culturais e experiências artísticas e estéticas que são propostos como os conceitos que transversalmente compõem essa área de conhecimento. No que se refere ao componente curricular Educação Física, serão desenvolvidos, ao longo dos ciclos e anos, os eixos temáticos: Jogos/Brincadeiras; Lutas; Esportes; Danças; Ginásticas e


A

Práticas Corporais Alternativas.


B

Práticas Corporais de Aventuras.


C

Meditação.


D

Pilates.


E

Atividades Aquáticas.

Segundo o “Currículo da Cidade: Ensino Fundamental: Língua Portuguesa (SME, 2019), “é preciso que a unidade linguística básica do trabalho de Língua Portuguesa seja o texto, pois é nele, materialidade do discurso, que a língua, por encontrar-se em funcionamento, torna-se linguagem.” Buscando concretizar o trabalho com textos, a Instrução Normativa SME nº 26/2018 esclarece a organização dos Projetos de salas de leitura, espaços de leitura, núcleos de leitura. Conforme essa Instrução, as salas e espaços de leitura terão, entre outras diretrizes para a sua ação pedagógica, a leitura


A

do mundo precedente à leitura da palavra.


B

da palavra precedente à leitura do mundo.


C

de textos que veiculem fábulas tradicionais.


D

da palavra introduzida pela leitura de figuras.


E

de textos isentos em relação a preceitos morais.

Verifica-se que houve, por parte dos organizadores do “Currículo da Cidade: Ensino Fundamental” (SME, 2019), a preocupação de a criança ser compreendida em sua integralidade, podendo avançar em suas aprendizagens sem abandonar a infância. Com essa preocupação, o volume voltado ao ensino de Geografia afirma que “A seleção de conteúdos não deve ser apenas um modo de aprender tacitamente a ciência geográfica, mas aprender, por meio do conhecimento geográfico, o mundo que podemos construir”. Já o voltado ao ensino de História reconhece “a importância de definir objetivos e conteúdos que favoreçam uma formação comprometida com a análise, posicionamento e participação diante


A

do mundo globalizado”.


B

das novas tecnologias de informação e comunicação (TICs)”.


C

da simplicidade do pensamento da criança”.


D

das problemáticas contemporâneas”.


E

da complexidade da realidade vivida”.

O art. 15 do Decreto nº 57.141, de 18 de julho de 2011, que reorganiza a Secretaria da Educação e dá providências correlatas, dispõe sobre a estrutura de cada Diretoria de Ensino e, em seus incisos IV, V e VI, estabelece três centros, com seus respectivos núcleos, para atendimento às demandas relativas ao funcionamento das escolas. As questões relativas à “Vida Escolar” são atendidas por núcleo que integra o Centro


A

Especializado de Ensino.


B

de Administração, Finanças e Infraestrutura.


C

de Recursos Humanos.


D

de Informações Educacionais e Gestão da Rede.


E

Tecnológico.

De acordo com Murici e Chaves (2016), para que o sistema de educação cumpra amplamente sua função e resultados de qualidade sejam obtidos, cada um de seus elos deve cumprir suas atribuições por meio da execução de processos e atividades que agreguem valor, “sem perder de vista a conexão com o objetivo maior”.


Tendo presentes essas análises, considere as atribuições que se seguem, estabelecidas no art. 49 do Decreto Estadual nº 57.141/2011, que reorganiza a Secretaria da Educação e dá providências correlatas:

I. Organizar e gerenciar sistemas de informação na área educacional, abrangendo estatísticas, avaliações e indicadores de gestão;

II. propor, elaborar, divulgar e orientar a implementação de normas e procedimentos referentes aos sistemas informatizados da Secretaria;

III. integrar e dar suporte aos sistemas informatizados e bancos de dados da Secretaria;

IV. definir e administrar os recursos de informação, informática e comunicação digital da Secretaria;

V. analisar resultados de avaliações e informações do sistema de ensino, realizar diagnósticos e elaborar recomendações para subsidiar a formulação das políticas, programas e projetos educacionais, em articulação com a Coordenadoria de Gestão da Educação Básica;

VI. promover a disseminação das informações técnicas, de ordem legal e outras referentes à educação básica;

VII. articular-se com instituições nacionais, estrangeiras e internacionais, em sua área de atuação.

No sistema educacional paulista, elo do sistema nacional, essas são atribuições:


A

da Coordenadoria de Orçamento e Finanças.


B

dos Núcleos de Apoio Administrativo.


C

da Coordenadoria de Infraestrutura e Serviços Escolares.


D

da Coordenadoria de Informação, Monitoramento e Avaliação Educacional.


E

da Unidade de Atendimento aos Órgãos de Controle Externo.

O item VIII da Instrução que integra a Resolução SE nº 51/2017 refere-se a “Procedimentos Relativos às atribuições da equipe de Supervisão de Ensino”. Ele remete ao art. 72 do Decreto nº 57.141/2011 para situar que o supervisor de ensino, no exercício de suas atribuições, quanto à ação administrativa e pedagógica, em relação às escolas da rede privada de ensino, deverá


A

acompanhá-las, orientá-las, avaliá-las e fiscalizá-las quanto ao cumprimento das normas e preceitos legais pertinentes.


B

apenas fiscalizá-las quanto ao cumprimento das normas legais.


C

apenas orientá-las quanto às alterações da legislação referentes a currículo e avaliação.


D

orientá-las e assessorá-las em todos os aspectos, exatamente como faz com as escolas públicas.


E

acompanhar as que fazem parte de seu setor de supervisão, por meio de visitas semestrais, somente para verificar registros de vida escolar.

A Deliberação CEE nº 138/2016, em seu art. 21, dispõe que “a falta de atendimento aos padrões de qualidade e a ocorrência de irregularidades de qualquer ordem no funcionamento do estabelecimento de ensino serão objeto de diligência ou sindicância instauradas pela autoridade competente”. No item VII da Instrução que integra a Resolução SE nº 51/2017, para os casos de irregularidades cometidas pela instituição de ensino e/ou entidade mantenedora, em que foram “esgotadas as possibilidades de correção”, são definidos procedimentos relativos a diligência e sindicância, cujo correto entendimento é o de que compete ao Dirigente Regional de Ensino designar comissão de supervisores para efetuar diligências por ele instauradas ou para efetuar sindicâncias instauradas pela Coordenadoria de Gestão da Educação Básica – CGEB. Nesse último caso, a Comissão de Supervisores de Ensino


A

estabelece as normas e procedimentos a seguir e as fazem constar do relatório conclusivo.


B

recebe orientações diretas do Assistente Técnico do Dirigente Regional de Ensino, do início ao fim do processo.


C

tem as normas e procedimentos relativos à sindicância disponibilizados pela Assistência Técnica do Coordenador da CGEB, responsável pela rede privada de ensino.


D

recebe, do setor jurídico da Diretoria Regional de Ensino, orientações quanto aos procedimentos pertinentes.


E

deve pesquisar os procedimentos indicados para esses casos em manuais de Administração Pública, descrevendo, no relatório final, os que foram adotados.

   
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