

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Nos termos do Decreto nº 11.843/2023, a Política Nacional de Atenção à Pessoa Egressa do Sistema Prisional – PNAPE deve considerar a intersetorialidade das políticas públicas e os efeitos:
econômicos da vida na prisão
colaterais da vida fora da sociedade
estigmatizantes da vivência prisional
recorrentes da vivência em reclusão
O Decreto nº 7.626/2011 instituiu o Plano Estratégico de Educação no Âmbito do Sistema Prisional (PEESP), o qual possui como diretriz a promoção:
da reintegração social da pessoa em privação de liberdade por meio da educação
dos órgãos responsáveis pelo ensino público com os órgãos responsáveis pela execução penal
da distribuição de livros didáticos e da composição de acervos de bibliotecas nos estabelecimentos penais
da formulação de políticas de atendimento educacional à criança que esteja em estabelecimento penal, em razão da privação de liberdade de sua mãe
Silvio é cientista político e foi aprovado em concurso público para órgão vinculado à União Federal. Tendo em vista suas competências, foi convidado para ocupar cargo de supervisor em área de ensino, prestando serviços para vários órgãos públicos. Nos termos do Decreto nº. 7.626/2011, o Plano Estratégico de Educação no âmbito do Sistema Prisional - PEESP será coordenado e executado pelos:
Ministérios da Justiça e da Educação
Ministérios do Interior e da Educação
Ministérios do Trabalho e da Educação
Ministérios da Assistência Social e da Educação
O Decreto 11.843/2023 instituiu a PNAPE (Política Nacional de Atenção à Pessoa Egressa do Sistema Prisional). Segundo o Decreto, uma das diretrizes da PNAPE é:
a atuação junto aos Estados e Municípios, excluindo o Distrito Federal, buscando uma melhor integração do sistema penal brasileiro
o fomento à articulação e enfraquecimento de redes de apoio às pessoas egressas e aos seus familiares, reconhecida a participação social como direito do cidadão e expressão de sua autonomia
o reconhecimento de que o atendimento às pessoas egressas e aos seus familiares é de responsabilidade privada, compartilhada entre União e Estados, apenas, com participação ativa da sociedade civil e da iniciativa pública
a articulação intersetorial e interministerial para a promoção da cidadania e da inclusão social das pessoas egressas e dos seus familiares, mediante a integração com as políticas de saúde, educação, trabalho e renda, assistência social, habitação, cultura, mobilidade urbana e promoção dos direitos, considerados os marcadores sociais das diferenças
A Política Nacional de Atenção à Pessoa Egressa do Sistema Prisional é implementada pelo órgão competente em regime de cooperação com os demais órgãos da administração pública federal, os Estados, o Distrito Federal, os Municípios, o Poder Judiciário e a sociedade civil. A implementação do PNAPE compete:
ao Conselho Nacional de Justiça
ao Conselho de Defesa Nacional
ao Procurador Geral da República
à Secretaria Nacional de Políticas Penais
O Decreto nº 11.843/23 regulamenta a Política Nacional de Atenção à Pessoa Egressa do Sistema Prisional - PNAPE, o qual possui como um dos seus objetivos promover:
o associativismo e o cooperativismo, com ênfase na desigualdade de gênero e de raça
a formação de quadros e de carreiras de servidores especializados na atenção às pessoas egressas e aos seus familiares
estratégias, programas, projetos e ações voltados à garantia dos direitos fundamentais das pessoas egressas e dos seus familiares
serviços especializados de atenção às pessoas egressas e aos seus familiares, com metodologias próprias e interligadas às redes de serviços públicos
Dentre os objetivos do Plano Estratégico de Educação no Âmbito do Sistema Prisional (PEESP), está executar:
a integração da educação profissional e tecnológica com a educação de jovens e adultos no sistema prisional;
a formação e a capacitação dos profissionais envolvidos na implementação do ensino nos estabelecimentos penais;
as ações conjuntas e a troca de informações entre órgãos federais, estaduais e do Distrito Federal com atribuições nas áreas de educação e de execução penal;
a elaboração de planos estaduais de educação para o sistema prisional, abrangendo metas e estratégias de formação educacional da população carcerária e dos profissionais envolvidos em sua implementação;
Nos termos do Decreto nº. 7.626/2011, fica instituído o Plano Estratégico de Educação no âmbito do Sistema Prisional – PEESP, que possui várias diretrizes, dentre as quais está promover a integração entre os órgãos responsáveis pelo ensino público e os órgãos responsáveis pela:
alimentação dos estudantes
administração da Justiça
atividade policial
execução penal
NÃO constitui princípio da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional
equidade, em virtude de reconhecer as diferenças e singularidades dos sujeitos de direitos.
promoção de iniciativas de ambiência humanizada e saudável com vistas à garantia da proteção dos direitos dessas pessoas.
relativização dos direitos humanos em face das peculiaridades de cada unidade prisional, de modo a priorizar aquelas com maiores probabilidades de ressocialização.
valorização de mecanismos de participação popular e controle social nos processos de formulação e gestão de políticas para atenção à saúde das pessoas privadas de liberdade.
corresponsabilidade interfederativa quanto à organização dos serviços segundo a complexidade das ações desenvolvidas, assegurada por meio da Rede Atenção à Saúde no território.
O Plano Estratégico de Educação no âmbito do Sistema Prisional tem como diretriz
incentivar a educação à distância para o sistema prisional.
vincular o acesso à educação aos condenados por crimes leves.
disciplinar e controlar a população prisional por meio da educação.
priorizar o acesso à educação aos agentes penitenciários.
promover a reintegração social da população prisional por meio da educação.
Compete ao Ministério da Educação, na execução do Plano Estratégico de Educação no âmbito do Sistema Prisional
conceder apoio financeiro para construção, ampliação e reforma dos espaços destinados à educação nos estabelecimentos penais.
orientar os gestores do sistema prisional para a importância da oferta de educação nos estabelecimentos penais.
equipar e aparelhar os espaços destinados às atividades educacionais nos estabelecimentos penais.
escolher o perfil da população prisional que terá acesso aos serviços de assistência educacional.
realizar o acompanhamento dos indicadores estatísticos do Plano, por meio de sistema informatizado, visando à orientação das políticas públicas.
Constitui objetivo do Plano Estratégico de Educação no âmbito do Sistema Prisional
concentrar esforços para que a educação seja prestada aos presos, excetuando-se os egressos e reincidentes.
fortalecer a integração da educação profissional e tecnológica com a educação de jovens e adultos no sistema prisional.
prevenir a criminalidade causada por falta de educação, humanizando a vida das pessoas que não estão socializadas devidamente.
ampliar o acesso à educação como forma de punição aos presos condenados por crimes graves e hediondos.
priorizar o fornecimento de educação aos presos em regime semiaberto e livramento condicional.
Segundo o artigo 21. a partir de um ano da publicação deste Decreto, as instituições federais de ensino da educação básica e da educação superior devem incluir, em seus quadros, em todos os níveis, etapas e modalidades, o tradutor e intérprete de Libras – Língua Portuguesa, para viabilizar o acesso à comunicação, à informação e à educação de alunos surdos. O profissional a que se refere o caput atuará
I. nos processos seletivos para cursos na instituição de ensino.
II. nas salas de aula para viabilizar o acesso dos alunos aos conhecimentos e conteúdos curriculares, em todas as atividades didático-pedagógicas.
III. no apoio à acessibilidade aos serviços e às atividades-fim da instituição de ensino.
É correto o que se afirma em
I e II, apenas.
II e III, apenas.
I, apenas.
I, II e III.