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É correto afirmar que o verbo “terão” está conjugado no:
Presente do indicativo.
Pretérito perfeito do indicativo.
Futuro do pretérito do indicativo.
Futuro do presente do indicativo.
Analise a charge a seguir.

Disponível em: <encurtador.com.br/pQU38>.Acesso em: 16 maio 2019. (Adaptação)
Nessa charge, a expressão “OH!...” indica a(o)
aversão da mãe ao presente.
agradecimento da mãe à atitude de Mafalda.
surpresa da mãe ao receber o presente.
impaciência da mãe com a atitude de Mafalda.
Entre os recursos de expressão usados no texto 02, encontra-se, EXCETO
regionalismo.
ironia.
intertextualidade.
subjetividade.
Em “Esses caras só perdem bala na periferia”, a expressão grifada exerce função gramatical de:
locução adjetiva
locução conjuntiva
locução adverbial de lugar
objeto direto pleonástico
Leia a charge.
(Chargista Duke. Em: www.otempo.com.br)
No diálogo entre as personagens, é correto afirmar que o garoto
desconhece a ação dos bombeiros.
deprecia os desfiles de carnaval.
enaltece a profissão de bombeiro.
sugere que se identifica com os vilões.
prefere um super-herói a um bombeiro.
A charge sugere que quanto mais
velhos ficamos, mais rápido o tempo parece passar.
vivemos, mais entediantes são nossas aventuras.
buscamos a felicidade, mais ela se afasta de nós.
dedicados a nossas metas, mais rápido as alcançamos.
perseguimos o sucesso, mais nos frustramos.
O texto III é uma
tirinha.
charge.
piada.
anedota.

Disponível em: https://www2.uol.com.br/niquel/seletas.shtml
Analise as proposições abaixo:
I) O sentimento de decepção é exposto no último balão através da personagem que está cortando as unhas.
II) “tic, tic, tic, tic...” Representa o som natural produzido pelo cortador de unhas. Na língua portuguesa esse fenômeno também é conhecido por onomatopeia.
III) O vocábulo “alarme falso” denota sentimento de certeza e verdade.
I e II estão corretas
III apenas
II apenas
I, II e III estão corretas
Leia a charge e em seguida responda ao que se pede:

(Disponível em < (Disponível em < https://br.images.search.yahoo.com/search/images?p=charge+isaura&fr=mcafee&imgurl=http%3A%2F%2Fwww.juniao.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2014%2F08%2FTira_Dona_Isaura_00118_juniao_17_agosto_2014_72.jpg#id=45&iurl=http%3A%2F%2Fwww.juniao.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2013%2F01%2FDP_charge_19_08_2009a72.jpg&action=click> Data da consulta 29/04/19)> Data da consulta 29/04/19)
Estabeleça a relação entre as palavras da primeira coluna e a categoria gramatical correspondente na segunda coluna.
1.Muito.
2.Metido.
3. Esse.
4. Bolt.
( ) Adjetivo.
( ) Substantivo.
( ) Pronome.
( ) Advérbio.
A sequência de preenchimento CORRETO dos parênteses é:
2, 3, 1 e 4.
2, 3, 4 e 1.
4, 2, 1 e 3.
2, 4, 3 e 1.
3, 4, 1 e 2.

(Chargista Duke. Em: www.otempo.com.br)
Na charge, é feita uma crítica às pessoas que
ignoram como vivem aquelas que estão em seu entorno.
ficam admiradas porque outras se alimentam com lixo.
se mostram insensíveis aos problemas de povos vizinhos.
cuidam de pessoas próximas, mas ignoram as distantes.
desconhecem o que acontece com os miseráveis do mundo.
No contexto em que estão inseridas, assinale a alternativa que representa CORRETAMENTE uma palavra em função morfológica de substantivo na Charge:
É.
Que.
Não.
Criança.
Assinale a única alternativa correta quanto ao texto 3.
Trata-se de um cartum por conter crítica analítica, satirizando uma situação vigente.
Vê-se que os elementos linguísticos do texto possuem valores morfológicos idênticos.
Apresenta uma oração possuidora de sujeito indeterminado.
Infere que tanto a água dos depósitos está parada, como o cérebro humano não raciocina, está parado.
Possui período composto, tendo como elemento coesivo uma conjunção coordenativa.
Considere as seguintes tiras e charges:

São exemplos de linguagem conotativa:
1 apenas.
3 apenas.
1 e 2 apenas.
2 e 3 apenas.
1, 2 e 3.
Na oração “Esses caras só perdem bala na periferia”, o verbo “perder” foi utilizado na charge:
com o sentido depreciativo
com o sentido contraditório
com o sentido irônico
com o sentido real
Sobre a charge, analise as afirmativas.
I- A sequência dos quadrinhos mostra que os seres humanos podem tornar-se dependentes em relação aos produtos tecnológicos.
II- A capacidade de pensar, de criar pode ser embaçada pelo uso impensado e acrítico da tecnologia.
III- Os trabalhadores têm mente fechada, prendem-se exclusivamente ao que apresentam os produtos tecnológicos.
IV- Atualmente, o mercado de trabalho busca o trabalhador especializado, sem integração com a tecnologia.
Estão corretas as afirmativas
I, II, III e IV.
II, III e IV, apenas.
III e IV, apenas.
I e II, apenas.
Dom Quixote
Com suas voltas e reviravoltas, as aventuras de Dom
Quixote traçam o limite: nelas terminam os jogos antigos da
semelhança e dos signos; nelas já se travam novas relações.
Dom Quixote não é o homem da extravagância, mas antes o
peregrino meticuloso que se detém diante de todas as
marcas da similitude. Ele é o herói do Mesmo. Assim como
de sua estreita província, não chega a afastar-se da planície
familiar que se estende em torno do Análogo. Percorre-a
indefinidamente, sem transpor jamais as fronteiras nítidas da
diferença, nem alcançar o coração da identidade. Ora, ele
próprio é semelhante a signos. Longo grafismo magro como
uma letra, acaba de escapar diretamente da fresta dos livros.
Seu ser inteiro é só linguagem, texto, folhas
impressas, história já transcrita. É feito de palavras
entrecruzadas; é escrita errante no mundo em meio à
semelhança das coisas. Não porém inteiramente: pois, em
sua realidade de pobre fidalgo, só pode tornar-se cavaleiro,
escutando de longe a epopeia secular que formula a Lei.
O livro é menos sua existência que seu dever. Deve
incessantemente consultá-lo, a fim de saber o que fazer e
dizer, e quais signos dar a si próprio e aos outros para
mostrar que ele é realmente da mesma natureza que o texto
donde saiu. Os romances de cavalaria escreveram de uma
vez por todas a prescrição de sua aventura. E cada episódio,
cada decisão, cada façanha serão signos de que Dom
Quixote é de fato semelhante a todos esses signos que ele
decalcou.
Mas se ele quer ser-lhes semelhante é porque deve
prová-los, é porque os signos (legíveis) já não são
semelhantes a seres (visíveis). Todos esses textos escritos,
todos esses romances extravagantes são justamente
incomparáveis: nada no mundo jamais se lhes assemelhou;
sua linguagem infinita fica em suspenso, sem que qualquer
similitude venha jamais preenchê-la; podem ser queimados
todos e inteiramente, mas a figura do mundo não será por
isso alterada.
Assemelhando-se aos textos de que é o testemunho,
o representante, o real análogo, Dom Quixote deve fornecer
a demonstração e trazer a marca indubitável de que eles
dizem a verdade, de que são realmente a linguagem do
mundo.
Compete-lhe preencher a promessa dos livros. Cabe-
lhes refazer a epopeia, mas em sentido inverso: esta narrava
(pretendia narrar) façanhas reais prometidas à memória; já
Dom Quixote deve preencher com realidade os signos sem
conteúdo da narrativa.
Sua aventura será uma decifração do mundo: um
percurso minucioso para recolher em toda a superfície da
terra as figuras que mostram que os livros dizem a verdade.
A façanha deve ser prova: consiste não em triunfar
realmente - é por isso que a vitória não importa no fundo -,
mas em transformar a realidade em signo. Em signo de que
os signos da linguagem são realmente conformes às próprias
coisas.
Dom Quixote lê o mundo para demonstrar os livros. E
não concede a si outras provas senão o espelhamento das
semelhanças. Seu caminho todo é uma busca das
similitudes: as menores analogias são solicitadas como
signos adormecidos que cumprisse despertar para que se
pusessem de novo a falar. Os rebanhos, as criadas, as
estalagens tornam a ser a linguagem dos livros, na medida
imperceptível em que se assemelham aos castelos, às damas
e aos exércitos. Semelhança sempre frustrada, que
transforma a prova buscada em irrisão e deixa
indefinidamente vazia a palavra dos livros. Mas a própria
não-similitude tem seu modelo que ela imita servilmente:
encontra-o na metamorfose dos encantadores.
De sorte que todos os indícios da não-semelhança,
todos os signos que mostram que os textos escritos não
dizem a verdade assemelham-se a esse jogo de
enfeitiçamento que introduz, por ardil, a diferença no
indubitável da similitude.
E, como essa magia foi prevista e descrita nos livros,
a diferença ilusória que ela introduz nunca será mais que
uma similitude encantada. Um signo suplementar, portanto,
de que os signos realmente se assemelham à verdade.
Michel Foucault, As Palavras e as Coisas.
Sobre a Charge abaixo é incorreto afirmar:

Há intertextualidade da tirinha com a história original de Cervantes
A charge faz uma crítica à má administração do governo na região nordeste
Os dois textos, tanto o de Foucault quanto a charge, são uma crítica à pobreza o que pode levar a pessoas a loucura.
Pode-se dizer que a charge é uma espécie de paródia do texto de Cervantes, enquanto o texto de Foucault é uma analise crítica do mesmo.
A seca no nordeste é uma realidade, desse modo a charge retrata a desigualdade social sustentada por uma indústria capitalista.
Considere as seguintes afirmativas sobre a charge ao lado:
1. A intenção do autor da charge é criticar a passividade dos telespectadores diante de notícias sobre a violência no esporte.
2. O termo “literalmente” é empregado para desfazer o sentido figurado da expressão “matando por esporte”.
3. A aparência do personagem reflete o estereótipo de um espectador de futebol.
Assinale a alternativa correta.

As informações da charge permitem concluir que
a imprecisão dos pedidos ao gênio faz com que ele desista de realizá-los.
a capacidade de realizar os pedidos existe, mas o gênio não quer atendê-los.
o gênio se declara incapaz de resolver a situação de desemprego, que também o afeta.
o homem faz pedidos comuns e parecidos ao gênio, o que o deixa bem irritado.
o gênio é mais um na estatística do desemprego e, por isso, quer ajudar o homem.
Interpretar um texto é mais do que decodificá-lo; é preciso, sobretudo, prestar atenção aos processos que construíram os significados. Observe a charge a seguir e aponte a pergunta que se coaduna a essa última finalidade.

CHARGEONLINE.com.br
De que maneira o chargista mostra as dificuldades do povo?
A que preocupação se liga a primeira frase da charge?
Qual a principal crítica da charge?
Por que se emprega a forma “este” na segunda frase?
A linguagem predominante nas frases é a formal ou a informal?
Em conformidade com a norma-padrão, a ideia contida nas placas está corretamente expressa em: