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Há uma diferença de opinião entre Calvin e seu pai sobre ir “realmente bem” nos exercícios. Escolha a alternativa que explica essa diferença:
O pai de Calvin acha que ir “realmente bem” é conseguir resolver todas as questões. Calvin acha que é conseguir resolver algumas.
O pai de Calvin acha que ir “realmente bem” é tentar fazer todas as questões. Calvin acha que é apenas pesquisar sobre como resolvê-las.
O pai de Calvin exige que o filho faça todos os exercícios. Calvin ironiza, dizendo que não pode ser tão “fenomenal”.
A diferença de opinião é apenas quanto ao número de exercícios: 100% dos exercícios resolvidos são o ideal para o pai, 50% são o ideal para Calvin.
A diferença de opinião gera um conflito entre Calvin e seu pai: o menino fica extremamente irritado com a intromissão do pai em seus estudos.
O efeito de sentido decorrente do uso do ponto de exclamação na fala do menino; “porque a chuva tá levando todo o lixo!” é de:
Espanto.
Alegria.
Raiva.
Tristeza.
Indiferença.
No quadrinho acima, Felipe pergunta a Mafalda: “Como vão as coisas?” A palavra “vão”, aqui, é uma flexão de um verbo, cujos homônimos também podem ter o valor de:
Substantivo e adjetivo.
Pronome e conjunção.
Advérbio e numeral.
Adjetivo e preposição.
A partícula “que” empregada na Charge exerce função morfológica de:
Pronome relativo.
Pronome adjetivo.
Conjunção integrante.
Preposição.
Pode-se afirmar corretamente que o texto apresenta:
Somente linguagem informal.
Linguagem verbal apenas.
A função de linguagem predominante é a apelativa.
Apenas elementos da variedade formal da língua portuguesa.
Um apelo ecológico com linguagem verbal e não verbal.
Sobre o texto 2, leia as alternativas, marcando em seguida a única que se encontra sem erro.
O texto apresenta termos empregados sem ambiguidade.
A variedade linguística é formal, sem intervenção da variedade coloquial.
Todas as palavras estão empregadas em sentido denotativo.
A linguagem é sintética e possui humor irônico.
Os sinais de pontuação estão empregados de modo incorreto.
Assinale a alternativa cuja palavra substituiria o termo evidência, sem comprometer a coerência do texto.
Certeza.
Indício.
Relevo.
Relevo.
Clareza.
INSTRUÇÃO: Analise a charge abaixo para responder a questão nº 13:

A charge tem como objetivo:
Criticar o machismo presente na sociedade.
Demonstrar que até mesmo os gestos mais simples valem a pena.
Criticar o aumento do botijão de gás.
Criticar o aumento dos impostos que subiram 45% em dois meses.
Leia os textos seguintes.
Texto I
“Conforme sua posição junto ao verbo, os pronomes oblíquos átonos podem ser: proclíticos (antepostos ao verbo), mesoclíticos (intercalados ao verbo) e enclíticos (pospostos ao verbo). Essas três colocações dos pronomes oblíquos átonos denominam-se, respectivamente, próclise, mesóclise e ênclise.” (CEGALLA, 2009, p.538).
Texto II

Disponível em: <http://sugestoesdeatividades.blogspot.com/2013/06/exercicios-colocacao-pronominal.html> Acesso em: 23 abr. 2019.
Tendo por base o conceito veiculado no Texto I e a exemplificação apresentada no Texto II, avalie as seguintes afirmações sobre a colocação dos pronomes oblíquos átonos.
I. Quando antes do verbo houver palavra de sentido negativo, o pronome oblíquo átono estará em ênclise.
II. Pronomes relativos ou indefinidos exercem atração sobre o pronome oblíquo átono, por isso ocorre a próclise.
III. Os verbos no imperativo afirmativo atraem o pronome oblíquo átono; portanto, a próclise será empregada nessas orações.
IV. O pronome oblíquo átono estará em ênclise nos períodos iniciados com verbo, pois não se inicia frase com este pronome.
V. A mesóclise é a colocação do pronome oblíquo átono, quando o verbo se encontra no futuro do presente ou no futuro do pretérito.
Está correto apenas o que se afirma em
I e II.
III e V.
I, III e IV.
II, IV e V.
O plano sonoro da língua pode contribuir para reforçar ou criar elementos significativos. Nos quadrinhos um e dois, há elementos que sugerem sons. Esse recurso se denomina:
prosopopeia.
aliteração.
assonância.
onomatopeia.
Comparando o texto 02 ao texto 01, observa-se que
estabelecem relação quanto à temática.
fazem uso da linguagem verbal e não verbal.
apresentam um tom satírico.
pertencem ao mesmo gênero textual.
Leia a tirinha.

Disponível em: <http://gru2017portugues.blogspot.com/2017/04/denotacao-e-conotacao-voce-sabe-o-que-e.html> Acesso em: 24 abr. 2019.
A propósito do emprego da palavra “porque”, avalie as seguintes afirmações.
I. No primeiro quadrinho, usa-se “por que” por se tratar de uma frase interrogativa.
II. No terceiro quadrinho, usa-se “porque” pelo fato de a expressão equivaler a “pois” ou a “uma vez que”.
III. A palavra “porque”, no terceiro quadrinho, é substantivada, situação em que é um sinônimo de “motivo”.
IV. Pode-se substituir “por que” por “para que” ou por “pelo qual”, no primeiro quadrinho, pois a palavra “motivo” está subentendida.
Está correto apenas o que se afirma em
I e II.
III e IV.
I, III e IV.
II, III e IV.
Leia a tirinha de Caco Galhardo e observe a grafia da palavra “por que”.

Estado de Minas, Ilustrada, 08 fev. 2019, p. 6.
No segundo quadrinho, é correto afirmar que há um erro na grafia do termo “por que”?
Sim; ele deve ser escrito separado e com acento circunflexo, por estar empregado de forma isolada.
Não; ele deve ser escrito separado e sem acento circunflexo, por se tratar de uma expressão substantivada.
Sim; ele deve ser escrito junto e sem acento circunflexo, por se equivaler a uma conjunção sobordinativa final.
Não; ele deve ser escrito separado e é facultativo o uso do acento circunflexo, por corresponder a um pronome relativo.
Observe a charge abaixo.

A frase da esquerda mostra um problema teórico, que é
a confusão entre flexão e derivação.
a inexistência de concordância nas palavras que variam em grau.
a impossibilidade de haver concordância simultânea de gênero e número.
a incoerência semântica entre a primeira palavra e as demais.
a mistura de concordância com classes gramaticais.
Leia este texto.

Disponível em: <http://abre.ai/ajUN>. Acesso em: 2 out. 2019.
Essa charge demonstra, principalmente, a
ansiedade do não fumante em função da chamada do telejornal.
apreensão do fumante devido à nova legislação que entrará em vigor.
preocupação do poder público com a saúde da população fumante.
iminente queda de arrecadação em função da diminuição do fumo.
Leia esta Charge.

Disponível em: http://www.tribunadainternet.com.br/charge-do-alpino-411/. Acesso em 21 de maio 2019.
É CORRETO afirmar que a Charge:
Contraria a tese do Texto 1, afirmando a importância da internet para a satisfação dos adolescentes.
Critica a tese do Texto 1, negando a importância da internet na vida dos adolescentes.
Endossa a tese do Texto 1, negando a importância da internet na vida dos adolescentes.
Reforça a tese do Texto 1, afirmando a importância da internet para a satisfação dos adolescentes.
O texto 1 apresenta muitas citações, separadas por aspas, do estudo que é apresentado. Assinale a alternativa que explica a função, nesse texto, das citações.
É um resumo de um estudo, por isso existem muitas citações dele.
É um texto argumentativo, e as falas de personagens do estudo, trazidas entre aspas, colaboram para trazer credibilidade para o texto, porque geram o efeito de verdade, para o leitor.
É um texto narrativo que procura resumir para o leitor as principais conclusões a que se chegou com o estudo, daí a abundância de citações.
É um texto informativo, e procura relatar com imparcialidade e objetividade o estudo, o que justifica trazer, na íntegra, trechos do trabalho.
Leia o texto abaixo.
Eu, Mwanito, o afinador de silêncios
(Excerto)
A família, a escola, os outros, todos elegem em nós uma centelha promissora, um território em que poderemos brilhar. Uns nasceram para cantar, outros para dançar, outros nasceram simplesmente para serem outros. Eu nasci para estar calado. Minha única vocação é o silêncio. Foi meu pai que me explicou: tenho inclinação para não falar, um talento para apurar silêncios. Escrevo bem, silêncios, no plural. Sim, porque não há um único silêncio. E todo o silêncio é música em estado de gravidez.
Quando me viam, parado e recatado, no meu invisível recanto, eu não estava pasmado. Estava desempenhado, de alma e corpo ocupados: tecia os delicados fios com que se fabrica a quietude. Eu era um afinador de silêncios.
— Venha, meu filho, venha ajudar-me a ficar calado.
Ao fim do dia, o velho se recostava na cadeira da varanda. E era assim todas as noites: me sentava a seus pés, olhando as estrelas no alto do escuro. Meu pai fechava os olhos, a cabeça meneando para cá e para lá, como se um compasso guiasse aquele sossego. Depois, ele inspirava fundo e dizia:
— Este é o silêncio mais bonito que escutei até hoje. Lhe agradeço, Mwanito.
Ficar devidamente calado requer anos de prática. Em mim, era um dom natural, herança de algum antepassado. Talvez fosse legado de minha mãe, Dona Dordalma, quem podia ter a certeza? De tão calada, ela deixara de existir e nem se notara que já não vivia entre nós, os vigentes viventes.
— Você sabe, filho: há a calmaria dos cemitérios. Mas o sossego desta varanda é diferente.
Meu pai. A voz dele era tão discreta que parecia apenas uma outra variedade de silêncio. Tossicava e a tosse rouca dele, essa, era uma oculta fala, sem palavras nem gramática.
Mia Couto, excerto do capítulo “Eu, Mwanito, o afinador de silêncios” | Livro Um – Humanidade, no livro “Antes de Nascer o Mundo“. (romance). São Paulo: Editora Companhia das Letras, 2009.
Se compararmos a personagem Mwanito do Mia Couto com a Mafalda do Quino, podemos afirmar que:
as duas personagens tratam o silêncio da mesma maneira.
Mafalda reprova o silêncio, Mwanito defende-o.
Mafalda questiona o silêncio repressor, Mwanito exercita silêncios libertários.
as personagens são críticas em relação ao silêncio, diferente dos autores.
as personagens e os autores identificam-se na defesa do silêncio.
O verbo RELEVAR foi empregado no contexto da charge no sentido de:
Sobressair-se, diferenciar.
Dar relevo, importância.
Consentir, permitir.
Realçar, destacar.
Desculpar, perdoar.
A leitura da charge, Texto III, permite entender que a educação é considerada injusta quando
obriga indivíduos diferentes entre si a realizar tarefas de avaliação.
emprega os mesmos critérios de avaliação para indivíduos diferentes entre si.
considera indivíduos diferentes entre si capazes de realizar a mesma tarefa de avaliação.
adota os mesmos critérios de avaliação para indivíduos com as mesmas condições de vida.