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Conforme a leitura do 1º quadrinho, é correto afirmar que a fala do menino expressa
determinação.
pessimismo.
desinteresse.
desprezo.
cansaço.
Leia com atenção a charge a seguir:

https://www.google.com
Marque a alternativa que apresenta o uso correto do “porquê”.
Está explicado o por quê querem cortar a aposentadoria!
Está explicado porque querem cortar a aposentadoria!
Querem cortar a aposentadoria, por que?
Está explicado por que querem cortar a aposentadoria!
Por quê querem cortar a aposentadoria?
Texto II
O fundamento da educação inclusiva é que todas as crianças, sempre que possível, devem
aprender juntas, independentemente de suas dificuldades e diferenças. A inclusão educativa é um
movimento da sociedade planetária, com três décadas de história, enraizada no respeito intransigente
aos direitos humanos.
5 Ao assumir a educação inclusiva como paradigma de ação do Estado na área educacional, o
Brasil optou por parâmetros de conduta para os sistemas de ensino com implicações conceituais e
operativas, tais como:
∙ Aprender é uma ação humana em cuja centralidade está o aluno.
∙ Adaptar o conteúdo escolar é ação do próprio aluno no âmbito do processo de autorregulação.
10 ∙ Modular a assimilação dos conhecimentos é processo dependente das limitações e
possibilidades do aluno.
∙ Reconhecer e valorizar as diferenças é o primeiro passo para a escola comum recriar suas
práticas pedagógicas.
∙ Trabalhar com uma gama variada de atividades é o grande desafio do professor da educação
15 especial.
∙ Aferir programas no campo da aprendizagem e, não, conferir quantidade de conteúdos
programáticos aprendidos, são formas adequadas de proceder à avaliação dos alunos com
deficiência.
Os alunos com necessidades especiais específicas, antes de serem alunos da educação
20 especial, são alunos da escola e [...] a escola é que deve se adequar à recepção de todos os alunos, e
não os alunos à escola.
O quadro de necessidades educacionais especiais tem dupla configuração, a saber:
a) Necessidades Educacionais Especiais vistas no quadro de conceitos-referências mais
comuns: Deficiência Auditiva, Deficiência Física, Deficiência Mental, Deficiência Visual, Condutas
25 Típicas, Deficiência Múltipla, Síndrome de Down, Autismo, Déficit de Atenção/Hiperatividade,
Transtornos de Personalidade, Dificuldades de Aprendizagem, Altas Habilidades/Superdotação,
Transtornos do Pensamento e da Linguagem etc.
b) Necessidades Educacionais Especiais vistas no quadro de ocorrências nem sempre
consideradas no âmbito escolar: alunos com transtornos afetivos, alunos com baixo conceito,
30 alunos provenientes de minorias culturais, alunos soropositivos, alunos alcoólatras, alunos com
dependência química, alunos menores em liberdade assistida, alunos internos do sistema de
educação para menores, alunos com visão monocular, alunos oriundos de família com pobreza
aguda, alunos albergados, alunos que vivem nas ruas, alunos com atraso no desenvolvimento
neurológico, alunos com dificuldade de aprendizagem e de socialização, alunos vítimas de
35 privação cultural intensa, alunos que foram abusados sexualmente, alunos sem pais, alunos de
pais prisioneiros etc.
Esta breve tipificação dos sujeitos da Educação Especial mostra que estamos diante de um
campo vasto de possibilidades, exatamente do tamanho das possibilidades e limitações humanas.
CARNEIRO, Moaci Alves. LDB fácil: leitura crítico-compreensiva, artigo a artigo. 23. ed. revisada e ampliada.
Petrópolis: Vozes, 2015, p. 122-24.
Dentre os parâmetros de conduta listados no Texto II e que têm a educação inclusiva como paradigma de ação, aquele que melhor dialoga com a charge acima, Texto III, é:
“Aprender é uma ação humana em cuja centralidade está o aluno.” (Texto II, linha 8)
“Adaptar o conteúdo escolar é ação do próprio aluno no âmbito do processo de autorregulação.” (Texto II, linha 9)
“Modular a assimilação dos conhecimentos é processo dependente das limitações e possibilidades do aluno.” (Texto II, linhas 10-11)
“Reconhecer e valorizar as diferenças é o primeiro passo para a escola comum recriar suas práticas pedagógicas.” (Texto II, linhas 12-13)
Sobre o terceiro quadrinho, a fala de Cascão demonstra que:
Ele tinha a mesma preocupação do seu amigo.
Ele se sentiu responsável pela torneira aberta.
A torneira aberta não era a sua preocupação.
A poça de água poderia lhe ferir.
Ele era o responsável pela instalação da torneira naquele lugar.
Analise a tirinha abaixo e assinale a alternativa correspondente a figura de linguagem apresentada:

Perífrase;
Eufemismo;
Personificação;
Gradação.
Não! Só esqueci o número um na frente.”
A fala da professora poderia ser reescrita, de acordo com a norma-padrão da língua, da seguinte forma:
Não! Só esqueci do número um na frente!
Não! Só me esqueci o número um na frente!
Não! Só esqueci-me do número um na frente!
Não! Só me esqueci do número um na frente!
É correto afirmar que a Charge faz uma crítica ao(à):
Burrice humana em ter tempo sobrando.
Falta de tempo das pessoas.
Forma como os filhos falam com suas mães.
Excesso de lazer estipulado pelas pessoas.
Leia a tira.

(Chargista Duke. Em: www.otempo.com.br)
*Podcast: arquivo digital de áudio de conteúdo variado
Considerando o contexto da tira, assinale a alternativa em que há a correta sequência para a frase “Não precisa mais
contar histórias, vovô...”
inventar histórias, vovô...”
cantar músicas, vovô...”
ouvir os podcasts, vovô...”
Leia a charge a seguir e analise as proposições, em relação ao uso da tecnologia pelas pessoas e suas experiências em todos os contextos, inclusive na escola.

I- As mudanças decorrentes da tecnologia, que se encaixam em mudanças sociais mais amplas, não impactam a linguagem e as práticas comunicativas na escola.
II- A tecnologia faz parte das experiências vividas pelas pessoas, desde engajar-se numa infinidade de sites de redes sociais com amigos, no trabalho, nos estudos, provocando a transformação digital das atividades cotidianas.
III- As novas concepções do ensino de língua incluem a diversidade de gêneros digitais para a construção do letramento escolar e os espaços online são locais importantes de aprendizagem múltipla.
É VERDADE o que se afirma apenas em: a
II e III.
III.
I.
II.
I e II.
Do diálogo entre os dois interlocutores da charge, Texto IV, é possível inferir que
no entendimento do filho, a mãe é inapta para intermediar o acesso dele à escola.
no entendimento da mãe, o desejo manifestado pelo filho é algo que extrapola a realidade em que vivem.
a escrita e a leitura, na avaliação da mãe, são atividades inapropriadas para a faixa etária do filho.
a baixa escolaridade da mãe é, na avaliação do filho, alvo de ironia por ser um entrave ao desenvolvimento dele.
A leitura crítica da charge abaixo nos convida para um chamamento

Fonte: Google.html#imgrc=jgbecVWhFUwRmM
Analise as proposições e marque a alternativa adequada. É preciso:
I- Conceder espaço e voz ao educador no sentido de obter perspectivas reais para a situação da escola pública.
II- Refletir sobre as concepções, valores e opiniões acerca do papel da escola pública.
III- Interagir com as complexas demandas sociais para a efetiva contribuição à reflexão da coletividade dos que fazem e pensam a educação.
Está CORRETO o que se afirma em:
III.
I e II.
I e III.
II e III.
I, II e III.
O texto III faz uso predominante de
linguagem padrão.
linguagem verbal.
linguagem não verbal.
linguagem coloquial.
Leia a tirinha a seguir e assinale a alternativa CORRETA:

O uso dos “porquês” está CORRETO:
Em todos os quadrinhos da tira.
Apenas no primeiro quadrinho.
Apenas no segundo quadrinho.
Apenas no terceiro quadrinho.
As informações da charge permitem concluir corretamente que há uma crítica
ao uso comedido que as pessoas fazem das redes sociais.
à falta de tratamento para os viciados em tecnologia.
à divulgação de dados pessoais pelas redes sociais.
às pessoas que usam as redes sociais em excesso.
à lentidão para a realização de exames médicos.
O aspecto que torna o complemento do verbo “dizer” diferente do complemento do verbo “matar” é o seguinte:
o verbo “matar” apresenta como complemento o locativo “lá em Goiânia”.
a indeterminação do sujeito altera a especificação do objeto direto.
o complemento de “dizer” é oracional, enquanto o complemento de “matar” não é.
a polissemia de um dos verbos possibilita alterar seus complementos.
Leia o texto a seguir.

Disponível em: <http://www.malvados.com.br/>. Acesso em 29 jul. 2019.
A respeito de sua caracterização, é correto afirmar que se trata de um(a)
charge, veiculada em publicações jornalísticas com a intenção de descrever algum acontecimento recente.
cartum, destinado a narrar acontecimentos na história de personagens fictícios.
tirinha, que intenciona, por meio do humor, realizar uma crítica a determinados valores sociais.
caricatura, que, mesclando elementos verbais e não verbais, objetiva retratar de forma exagera aspectos da sociedade.
Leia, o texto a seguir.
A concordância consiste em se adaptar a palavra determinante ao gênero, número e pessoa da palavra determinada. A concordância nominal se verifica em gênero e número entre o adjetivo e o pronome, o artigo, o numeral ou o particípio e o substantivo ou pronome a que se referem.
(BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. 37 ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009, p. 543. Adaptado.)
Considere esse princípio e a tirinha abaixo.

(Disponível em: <http://megatura.blogspot.com/2017/04/conotacao-e-denotacao-no-dia-dia.html>. Acesso em: 11 fev. 2019.)
A esse respeito, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. Na frase do balão, a palavra “meio”, empregada no sentido de “um pouco”, é invariável,
PORQUE
II. como adjetivo, não concorda em gênero e número com o termo determinado “perdida”.
Sobre essas asserções, é correto afirmar que
a primeira é falsa e a segunda, verdadeira.
a primeira é verdadeira e a segunda, falsa.
as duas são verdadeiras, mas não estabelecem relação entre si.
as duas são verdadeiras, e a segunda é uma justificativa correta da primeira.
Pode-se depreender, a partir da leitura da charge, que a intenção crítica do autor é mostrar que:
O menino não respeita o espaço de sua mãe, interrompendo-a em um momento de distração.
Há muita violência no país.
O menino, provavelmente, aproveitou-se de a mãe estar vendo TV para lhe mostrar seu boletim escolar.
A mãe preocupa-se com o fato de haver menores violentos, mas não percebe que a falta de atenção aos filhos pode ser um dos fatores dessa situação.
A mãe preocupa-se com a violência nas ruas, o que pode vir a afetar seu filho pequeno.
Na frase: “Ele estava bem aqui do meu lado, querida, mas eu me distraí....” temos um exemplo de uso de pronome reflexivo. Segundo Bechara, 2009 a voz reflexiva ocorre quando a ação desempenhada pelo verbo não é transferida a outra pessoa, mas é refletida no sujeito, ou seja, são pronomes pessoais oblíquos átonos que, embora funcionem como objetos direto ou indireto, referem-se ao sujeito da oração e indicam que o sujeito pratica e recebe a ação expressa pelo verbo. Seguindo as considerações apresentadas, identifique a alternativa na qual o pronome em destaque NÃO enquadra-se como pronome reflexivo.
João se banha.
Se está doente, trate-se.
Ele se achou culpado por ter perdido a luta.
A bailarina se impôs um treino muito severo.
Alugam-se casas aqui.
Para realizar uma leitura eficiente, o leitor deve captar tanto os dados explícitos no texto, quanto os implícitos. A fala de Mafalda, no quadro quatro, permite perceber:
uma crítica ao som das músicas eletrônicas.
a declaração de que a arte está com defeito.
uma declaração de que o rádio está com defeito.
a expressão da decepção de Mafalda.