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No enunciado "Vende-se esta casa", a partícula 'se' é classificada morfossintaticamente como:
Partícula apassivadora.
Pronome reflexivo.
Índice de indeterminação do sujeito.
Conjunção subordinativa condicional.
Observe o uso da palavra “se” nas 3 vezes em que aparece ao longo do texto:
“[...] encomenda já se encontra [...] (ℓ. 02-03)
“[...] ou se preferir [...]” (ℓ. 03)
“Não sei se o senhor têm [...]” (ℓ. 04)
Quanto à classificação morfológica do pronome “se” nos exemplos, assinale a alternativa correta.
Pronome oblíquo, conjunção condicional e conjunção integrante, respectivamente.
Pronome relativo, conjunção alternativa e conjunção subordinativa, respectivamente.
Conjunção coordenativa, conjunção subordinativa e pronome oblíquo, respectivamente.
Conjunção subordinativa, conjunção coordenativa e conjunção alternativa, respectivamente.
Pronome relativo, conjunção coordenativa e conjunção condicional, respectivamente.
No trecho "Certa noite, quis saber se o mundo inteiro dormia com ela", o vocábulo "se" desempenha papel fundamental na construção da oração. Assinale a alternativa que apresenta corretamente a classificação gramatical dessa ocorrência da palavra "se".
Conjunção integrante, que introduz uma oração subordinada substantiva objetiva direta, funcionando como complemento do verbo "saber".
Pronome pessoal oblíquo, pois retoma o sujeito oculto e atua como complemento do verbo na forma reflexiva.
Conjunção condicional, já que introduz uma hipótese cuja realização depende do sujeito da oração principal.
Conjunção integrante, que introduz uma oração subordinada substantiva objetiva indireta.
Em “Porque se a gente fala a partir de ser criança”, o “se” exerce função de pronome apassivador da forma verbal “fala”.
Certo
Errado
No período “Um brasileiro estava em Lisboa e, numa sexta-feira, perguntou a um comerciante se ele fechava no sábado”, retirado da piada apresentada, o termo em destaque trata-se de:
uma conjunção condicional.
uma conjunção integrante.
um pronome reflexivo.
uma partícula apassivadora.
uma partícula de realce.
No fragmento: “Que aconteceria às crianças, fora desse mundo infantil em que descobrem a vida, dia a dia, em cada pequena lição da natureza? E aos jovens, bruscamente desorientados? Ah! não se pensou nisso!”, a partícula SE classifica-se como:
partícula apassivadora.
forma pronominal com valor de reciprocidade.
forma pronominal com valor reflexivo.
índice de indeterminação do sujeito.
conjunção integrante.
Na frase, “[...] parecia ver-se a figura de uma mulher [...]”, assinale a alternativa correta quanto à classificação do vocábulo sublinhado:
Partícula expletiva.
Pronome apassivador.
Índice de indeterminação do sujeito.
Parte integrante do verbo.
Pronome reflexivo.
A cena em questão mostra uma loja de conveniência em primeiro plano, com o Monte Fuji erguendo-"se" atrás.
Morfologicamente, o termo destacado, nesta frase, trata-se de:
preposição.
pronome.
objeto.
conjunção.
Assinale a alternativa em que o “se” é uma partícula apassivadora, formando a voz passiva sintética.
“Muitos clientes se sentem mais confortáveis falando do que escrevendo [...]”.
“O tom de voz, a empatia e a personalização do atendimento se perdem.”.
“A forma como empresas se comunicam com os clientes mudou drasticamente.”.
“Se a comunicação deve ser eficiente, também precisa ser acessível e empática.”.
“Além disso, reduzir custos com telefonia e equipe tornou-se uma vantagem competitiva.”.
Assinale a alternativa em que a palavra “se” destacada esteja funcionando como índice de indeterminação do sujeito.
“Agricultoras de comunidades tradicionais se unem em defesa do Cerrado”.
“[...] tudo gira em torno da associação, é como se fosse a prefeitura da comunidade.”.
“Trata-se do segundo maior bioma nacional [...]”.
“Estima-se que tenha mais de 6 mil espécies de árvores e 800 espécies de aves.”.
“[...] disse ela, referindo-se à fábula do beija-flor [...]”.
Assinale a opção que apresenta a análise sintática correta do elemento destacado em “...mas também contabiliza se a criança tem um quarto só para ela”.
Conjunção condicional.
Conjunção integrante.
Pronome reflexivo.
Pronome apassivador.
No trecho “Se você trocar as turbinas, tem um ganho potencial de energia e de potência sem mexer na altura do reservatório”, o termo destacado deve ser classificado como:
Preposição
Pronome reflexivo.
Conjunção condicional.
Índice de indeterminação.
Pronome demonstrativo.
No trecho: "Se a nossa lamentável sina se resume a interferir na ordem natural com arrepios e arrogâncias intempestivas disfarçadas de 'ações para o bem do planeta e da humanidade', já vamos indo bem, esculhambando tudo com pretensas boas intenções", os dois "se" desempenham diferentes funções gramaticais. Analise as alternativas e assinale a correta.
O primeiro "se" é uma conjunção subordinativa condicional, enquanto o segundo é um pronome reflexivo.
O primeiro "se" é uma conjunção subordinativa condicional, enquanto o segundo é um pronome apassivador.
O primeiro "se" é uma conjunção subordinativa integrante, enquanto o segundo é um índice de indeterminação do sujeito.
Ambos os "se" são conjunções subordinativas condicionais, introduzindo orações subordinadas adverbiais.
Leia o texto a seguir:
AUTORRETRATO
Até hoje, quando me olho ao espelho, fico assombrado. Então, eu sou aquilo que aparece escovando os dentes, fazendo a barba, verificando o estrago do tempo nos meus olhos? Sempre fui assim? Ou fui pior ou melhor? Quando escovo os dentes, por exemplo, sinto o gosto da infância que nunca foi embora, que me persegue e, em certo sentido, me ameaça.
Não pedi para nascer e muito menos para crescer. Não tenho nada com o adulto que substituiu a criança espantada diante do mundo, gostando e temendo o mundo. Fugindo e querendo ser do mundo. Não sou nostálgico, tenho até aversão aos nostálgicos. Sou melancólico — o que é outra coisa, apesar de parecida. Em criança, gostava das histórias em que um menino partia para conhecer o mundo, envolvia-se com os outros, o gigante que morava no castelo, o duende que morava na floresta, a bruxa de olhos verdes que tinha uma cesta de maçãs (como na história da Branca de Neve), a fada que não tinha rosto, silhueta apenas, e que, apesar de tudo, me protegia.
Gostando ou não dessa gente, eu não perdia a noção de que estava cumprindo um destino, uma missão: conhecer o mundo. Um dia voltaria para dentro de mim, farto dos outros, farto de mim mesmo. A busca transformou-se num retorno — por isso, talvez, minha atividade mais constante é escrever. Um gesto tão infantil como o de escovar os dentes, sentir na boca o gosto da espuma crescendo.
Um rito infantil que talvez nunca tenha mudado, é sempre o mesmo. Daí a pouca ou nenhuma importância que dou ao adulto que me sucedeu. É um farsante. Finge levar a vida com a seriedade possível, mas está louco para que a missão acabe e ele possa voltar a ser o menino que cresceu contra a vontade. Por isso, foi mudo até os cinco anos, não conseguia pronunciar nenhuma palavra, nenhum som articulado. E quando falou, falou errado. Trocava as letras, até os 15 anos tropeçava nas palavras. Fez testes (científicos na época) para avaliar o grau de sua dormência mental. No fundo, ele até que se distraía: falar errado ou nada falar era um recurso para não assumir a vida que não quis nem pediu. Até que fingiu bem. Entre mortos e feridos, teve seus momentos. Mais do que merecia ou precisava. Mesmo assim, nunca soube aproveitar esses momentos. Aos outros, sempre deu a impressão de não estar ali, de estar indo para outro lugar, aflito para ir embora e chegar a um lugar indeterminado onde não é esperado. Mas não importa. A convulsão de ir e de nunca chegar é um truque que ele aprendeu sem querer. Seria impossível viver sem esse truque.
O menino mudo até os cinco anos só falou quando levou um susto. Sua primeira palavra foi um grito. Prometeu-se nunca mais gritar, ainda que o preço do não grito fosse a palavra finalmente falada ou confusamente escrita. O menino encontrou um ofício, mas não um destino.
(Carlos Heitor Cony, do livro O harém das bananeiras)
No trecho “Gostando ou não dessa gente, eu não perdia a noção de que estava cumprindo um destino, uma missão: conhecer o mundo. Um dia voltaria para dentro de mim, farto dos outros, farto de mim mesmo. A busca transformou-se num retorno — por isso, talvez, minha atividade mais constante é escrever. Um gesto tão infantil como o de escovar os dentes, sentir na boca o gosto da espuma crescendo”, o pronome “se” é classificado como:
Pronome indefinido.
Pronome reflexivo.
Pronome flexivo.
Pronome interrogativo.
Pronome demonstrativo.
Em “talvez fosse belo o que eles se dissessem”, o vocábulo “se” atua como:
conjunção condicional.
conjunção integrante.
preposição.
pronome pessoal oblíquo tônico.
pronome pessoal oblíquo átono.
Nas frases a seguir, retiradas do romance Eurico, o Presbítero, de Alexandre Herculano, todas apresentam a palavra “se”.
Analise o uso do “se” em cada caso e assinale a opção em que ele atua como indeterminador do sujeito.
Mais de uma vez, antes que se habituasse à sua vida de foragido, passando pelas bordas dos fojos, pelas quinas dos precipícios, ele próprio sentira essa fascinação do terror.
E os nove num relance transpuseram o valo, galgaram a ladeira e atiraram-se de tropel ao meio das ruínas do arraial romano.
Saíra da boca de Astrimiro, que, sem deixar o valo, tinha a vista cravada nos visos dos montes vizinhos até cujas gargantas se dilatava a selva.
Depois dos combates é que se dorme bem placidamente! É então que eu dormirei.
Vedes vós a estrela matutina que empalidece? - disse, apontando para um breve espaço do firmamento, onde, através do portal irregular, se via fulgir o planeta Vénus.
Em "Em contextos de alta vulnerabilidade social, não se deve esperar resultados imediatos da intervenção pedagógica", a partícula "SE" está classificada como:
Partícula apassivadora, indicando que "resultados imediatos" é o sujeito paciente.
Índice de indeterminação do sujeito, pois o verbo "esperar" está na terceira pessoa do singular e o sujeito é indeterminado.
Pronome reflexivo, indicando que alguém espera a si mesmo.
Parte integrante do verbo "dever-se".
“É como se viesse apenas para que se soubesse que realmente se existe.”
Assinale a alternativa que apresenta, na mesma ordem, a função de cada palavra destacada no trecho acima.
Conjunção que introduz o sentido de condição ou hipótese / Pronome que torna a oração seguinte na voz passiva
Palavra que realça o sentido da oração seguinte / Pronome que torna a oração seguinte na voz passiva
Conjunção que introduz o sentido de condição ou hipótese / Palavra que realça o sentido da oração seguinte
Pronome que torna reflexiva a ação da oração / Palavra que torna o sujeito da oração indeterminado
Palavra que torna o sujeito da oração indeterminado / Pronome que torna reflexiva a ação da oração
Analise as afirmações a respeito do uso da palavra se em destaque nos trechos abaixo.
I. Em "a tecnologia digital está se apoderando do mundo" (7º parágrafo), ela assume a função de partícula apassivadora.
II. Em "Se as tecnologias de IA tornarem-se autônomas" (7º parágrafo), ela introduz uma condição.
III. Em "não sabemos se uma máquina pode desenvolver autonomia e autoconsciência" (10º parágrafo), ela introduz uma complementação do sentido do verbo.
Está correto o que se afirma APENAS em
II e III.
I.
II.
III.
I e II.
No trecho retirado do texto “a infância pode se tornar dependente de estímulos externos constantes”, o termo “se” é um(a):
Índice de indeterminação do sujeito.
Conjunção subordinativa.
Partícula apassivadora.
Pronome reflexivo.
Partícula expletiva.