Questões de Concurso sobre Crônica

 
 
Disciplina
Assunto 1
Banca
Instituição
Cargo
Ano
Carreira
Área de formação
Escolaridade
Dificuldade
 
Comentários:
Professores
Alunos
Meus Comentários
Vídeo
 
Minhas questões:
Resolvidas
Não resolvidas
Certas
Erradas
 
Tipo de questão:
Certo e errado
Múltipla escolha
Incluir questões:
Anuladas
Desatualizadas
 
Questões:
Todas as questões
 
Filtro simplificado
 
Questões
Todas as questões
 
352 questões encontradas
Questões por página
20
Mais recentes
 

Com relação à crônica lida, considere as seguintes afirmações:

I. Os clichês na relação entre mãe e filho contribuem para o humor da crônica, como se pode constatar no trecho:

“– Todo mundo tem cachorro, só eu que não tenho. – Você não é todo mundo.”

II. Pode-se afirmar que o principal tema abordado no texto é a volubilidade dos desejos das crianças.

III. O título pode ser considerado irônico, tendo em vista o desfecho da crônica.

Está CORRETO apenas o que se afirma em:


A

III.


B

I e II.


C

Todas estão corretas.


D

Nenhuma das alternativas.

Lya Luft recorre à “beleza” e à “paciência” para nos fazer refletir sobre a língua e a sociedade. Com base no texto lido, analise as afirmativas a seguir.


I. Esse texto é considerado uma crônica.

II. A autora revela ser uma pessoa conservadora diante da Língua Portuguesa.

III. O trecho “Outro professor, já na faculdade, (...)” (4º§) mostra a passagem do tempo na narrativa.

IV. A palavra “feminicídio” é valorizada e necessária, pois “homicídio” se liga a homem.

V. O emprego das palavras “empoderamento” e “feminicídio” pela sociedade comprovam que a língua é um ser vivo.


Estão corretas apenas as afirmativas


A

I, III e V.


B

I, II e III.


C

II, III e V.


D

II, III e IV.

De acordo com o texto, é possível considerar a conversa entre as duas vizinhas a primeira crônica. Marque a opção que mais se aproxima dessa interpretação.


A

A estrutura da conversa entre as duas vizinhas se desenvolveu e deu origem ao gênero crônica.


B

Após a conversa, as vizinhas escreveram o que haviam conversado, surgindo, assim, a primeira crônica.


C

Havia um escritor observando as duas vizinhas conversarem e decidiu escrever a primeira crônica.


D

As vizinhas, que viriam a ser cronistas, tiveram a ideia de desenvolver esse gênero a partir de suas conversas.


E

O neto das vizinhas, ao ouvir a conversa entre as avós, teve a ideia de escrever o primeiro texto do gênero crônica.

O texto acima é uma crônica, sob forma de um relato pessoal, entremeado, no entanto, de comentários acerca da seguinte questão:


A

O preconceito racial que existe contra os brasileiros.


B

A imagem que os estrangeiros têm do Brasil.


C

A valorização de brasileiros devido à sua profissão.


D

A desvalorização da mulher como produtora cultural.


E

A necessidade de os brasileiros saírem do país para terem sucesso.

Leia a crônica abaixo e, em seguida, analise as proposições acerca do seu conteúdo.


O padeiro

Rubem Braga


1 ___ Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer o café e

2 abro a porta do apartamento – mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me

3 lembro de lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De

4 resto não é bem uma greve, é um lock-out, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho

5 noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido

6 conseguirão não sei bem o que do governo.

7 ___ Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim. E enquanto

8 tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando

9 vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não

10 incomodar os moradores, avisava gritando:

11 ___ - Não é ninguém, é o padeiro!

12 ___ Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?

13 ___ “Então você não é ninguém?”

14 ___ Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas

15 vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou

16 outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e

17 ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o

18 padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém...

19 ___ Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não

20 quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante.

21 Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela

22 madrugada que deixava a redação de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela

23 oficina – e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o

24 jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.

25 ___ Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante

26 porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem

27 assinar, ia uma crônica ou artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho

28 na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele

29 homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!”.

30 E assobiava pelas escadas.


BRAGA, Rubem. 200 crônicas escolhidas. 27 ed. Rio de Janeiro: Record, 2010.p. 319.



I- A situação criada na crônica, de um personagem – o padeiro – não se incomodar de ser considerado “ninguém”, ou alguém sem importância, é uma forma de o cronista provocar a reflexão sobre o valor que cada pessoa/profissional tem, independentemente de o cargo simbolizar maior ou menor prestígio social.

II- O cronista faz alusão a um diálogo entre dois personagens – o padeiro e a empregada – para esclarecer a origem da expressão “não é ninguém, é o padeiro”, com o propósito central de demonstrar que há discriminação entre pessoas de mesma classe social.

III- A lição de humildade a que o cronista se refere não tem a ver com a negação de que o trabalho envaideça quem o realiza – tanto é que o jornalista se orgulha de ter um texto com a sua assinatura, e não diminui o trabalho do padeiro – mas com o fato de o trabalho não ser norteado pela avaliação que os outros fazem.

IV- A identificação do cronista com o padeiro se dá porque, tal como a profissão de padeiro, a de jornalista que é de grande utilidade para a sociedade, já não tem, nos tempos modernos, tanto destaque, em virtude da ampla divulgação das notícias por meio das redes sociais.


A alternativa que responde CORRETAMENTE é:


A

III e IV.


B

I e II.


C

I e III.


D

II e III.


E

I e IV.

O texto lido é uma crônica. Assinale a alternativa em que a definição contraria a justificativa inicial:


A

Porque se ocupa em relatar e expor determinada pessoa, objeto, lugar ou acontecimento.


B

Porque é um tipo de texto narrativo curto, geralmente, produzido para meios de comunicação, por exemplo, jornais, revistas, etc.


C

Porque se encarrega de expor um tema ou assunto por meio de argumentações.


D

Porque é um tipo de texto que apresenta uma linguagem simples.


E

Nenhuma das alternativas.

A escritora afirma, no texto, que seu amigo, um pianista famoso, acha graça quando ela usa a palavra “tom”, porque:


A

Lya Luft faz uma referência inteligente e implícita ao compositor Tom Jobim (1927-1994).


B

A palavra “tom” pertence ao vocabulário musical e Lya Luft é escritora.


C

É importante para a autora ter momentos de alegria quando encontra os amigos, e o amigo percebeu isso.


D

Ele será o primeiro leitor dela, ajudando a indagar sobre a frase expressa ao final do texto (linha 19).


E

Os dois buscam a mesma coisa: a condenação por estar vivos, mas optam por rir das dificuldades.

Ao tratar do velho relógio de família que está com ele, o cronista considera


A

a afetividade que manteve com essa lucrativa herança familiar, por conta do luxo que ela representa.


B

um compartilhamento possível entre sua personalidade humana e o comportamento irregular do relógio herdado.


C

as diferenças irreparáveis que se estabeleceram entre o funcionamento dos velhos relógios de corda e o dos relógios modernos.


D

sua nostalgia de um tempo em que as experiências humanas não eram marcadas pela exatidão mecânica dos relógios.


E

sua aproximação cada vez mais afetiva com esse relógio, devido ao apego crescente aos bons tempos que ele soube marcar.

Todas as informações abaixo podem ser confirmadas pelo texto, EXCETO:


A

As pessoas são hipócritas, não dizem sempre a verdade.


B

O cronista começa sempre o filme após o minuto sete, para que os filhos não vejam que a mãe do Nemo morreu.


C

O cronista não deixa os filhos colocarem o dedo no nariz por receio de ser hipócrita.


D

O cronista não se importa de ver, diversas vezes, o mesmo filme com o filho.

Por que o autor sugere que um dos melhores modos de começar uma crônica é dizendo “Que calor!”?


A

A crônica tem origem nas coisas simples e algo tão trivial quanto falar sobre o tempo pode ser tema de uma crônica.


B

Falar sobre o tempo é muito importante no gênero crônica.


C

A previsão do tempo é tema essencial da crônica.


D

O fato do Brasil ser um país tropical é muito discutido em crônicas.


E

O calor é um dos assuntos mais apreciados por leitores de crônicas.

O texto de Rubem Braga pertence ao gênero crônica. A caracterização do texto acima se dá como crônica porque


I- trata temas do cotidiano com humor sustentando um ponto de vista sem perder a leveza.

II- é um gênero textual vinculado a uma experiência do cotidiano.

III- há uma espécie de leveza na construção do texto, que se exprime na escolha da linguagem e da temática, próprias desse gênero.

IV- utiliza-se da metalinguagem, ou seja, fala sobre si mesma, sobre a sua forma de produção.


Está CORRETO o que se afirma apenas em


A

I, II, e III.


B

II e IV.


C

I, II e IV.


D

IV.


E

III e IV.

Diante de sua estrutura, emprego da linguagem e intenção comunicativa, o texto apresentado pertence a qual dos gêneros textuais expostos abaixo:


A

piada


B

crônica


C

notícia


D

biografia


E

conto

Pelas características predominantes do texto, assinale a alternativa que melhor identifique o seu gênero:


A

Resenha.


B

Artigo.


C

Relatório.


D

Crônica.

A crônica de Mário Prata trata principalmente:


A

das mudanças ocorridas na linguagem no decorrer do tempo.


B

do vocabulário limitado dos jovens.


C

da comunicação complexa de alguns grupos sociais.


D

Nenhuma das alternativas.

Na crônica, a complicação do fato narrado acontece quando


A

o comprador entra na loja para comprar um alfinete.


B

os interlocutores não conseguem se entender.


C

o vendedor pede ao comprador para descrever o objeto.


D

o comprador esquece o nome do objeto que ele quer comprar.


E

o vendedor percebe a aflição do cliente em descrever o alfinete.

A crônica de Luiz Garcia fala sobre:


A

os cuidados que devem ser tomados em relação aos meninos que estão iniciando suas carreiras futebolísticas.


B

as mazelas vividas por um jogador de futebol durante o final da carreira.


C

a trajetória de um jogador de futebol bem sucedido.


D

as dificuldades de administrar o sucesso.


E

o trabalho árduo de um jogador de futebol.

O texto “Guardar”, de Martha Medeiros, pode ser considerado uma crônica porque:


A

a autora, na busca por defender seu ponto de vista no que diz respeito à espera, em vão, da “ocasião especial”, utiliza uma linguagem rebuscada, além de uma sintaxe perfeita, assemelhando-se à escrita literária.


B

a partir de um fato cotidiano, a leitura de um texto anônimo, proveniente das conhecidas correntes da internet, a autora apresenta sua própria visão sobre a espera do momento oportuno.


C

possui como objetivo principal informar ao leitor sobre a existência de correntes, que circulam na internet, apresentando fatos que comprovem a inutilidade de tais práticas.


D

diferente de um texto literário, a crônica de Martha Medeiros apresenta elementos típicos de um texto jornalístico, como depoimentos, apresentação de um fato, bem como dos diferentes posicionamentos acerca desse fato e uma linguagem que oscila entre o rebuscamento e a espontaneidade.

O texto “Sangue de barata” trata de assunto comum do cotidiano sobre o qual a autora, de forma leve e bemhumorada, tece reflexões, sendo um exemplo do gênero


A

Classificados.


B

Carta.


C

Notícia.


D

Crônica.

Na crônica acima o autor


A

Ironiza práticas contemporâneas de renomear, revalorizar e recontextualizar práticas antigas.


B

Problematiza o sentido da expressão “politicamente correto”.


C

Prevê o futuro da televisão.


D

Analisa como o capitalismo tardio valoriza novos produtos.

“Minha mulher e eu temos o segredo para fazer um casamento durar. Duas vezes por semana, vamos a um ótimo restaurante, com uma comida gostosa, uma boa bebida e um bom companheirismo. Ela vai às terças-feiras e eu, às quintas. Nós também dormimos em camas separadas: a dela é em Fortaleza e a minha, em São Paulo. Eu levo minha mulher a todos os lugares, mas ela sempre acha o caminho de volta. Perguntei a ela onde ela gostaria de ir no nosso aniversário de casamento. ‘Em algum lugar que eu não tenha ido há muito tempo!’, ela disse. Então, sugeri a cozinha. Nós sempre andamos de mãos dadas. Se eu soltar, ela vai às compras! Lembrem-se: o casamento é a causa número 1 para o divórcio. Estatisticamente, 100% dos divórcios começam com o casamento.”


O texto acima, de Luis Fernando Veríssimo, publicado no jornal O Estado de S. Paulo, é uma crônica porque


A

apresenta informações reais sobre as dificuldades de relacionamento entre duas pessoas, obtidas por meio de entrevistas, com estilo literário.


B

relata o drama conjugal de maneira clara, objetiva, concisa e sem qualquer juízo de valor.


C

aborda questões da vida cotidiana nas páginas de um jornal impresso generalista diário com leveza, humor e um toque literário.


D

discute as relações afetivo-conjugais conforme os estudos mais recentes sobre o casamento.


E

propõe um debate sobre os relacionamentos humanos para atender às exigências da linha editorial do jornal.

   
Gerar simulado