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Considerando o Texto 1 e os empregos do termo “que” e da partícula “se”, quanto à função sintática ou semântica no contexto, assinale a alternativa correta.
Em “Com o avanço das tecnologias, o acesso ao conhecimento tornou-se mais democrático [...]”, a forma verbal “tornou-se” apresenta a partícula “se” como índice de indeterminação do sujeito.
Em “Além disso, a leitura oferece um momento de introspecção que pode ser terapêutico.”, o termo “que” é um pronome relativo que retoma “momento de introspecção”.
Em “Profissionais que leem com regularidade estão em constante aprendizado [...]”, o termo “que” exerce a função de conjunção integrante, completando o sentido do termo anterior.
Em “[...] a leitura de artigos, relatórios e livros específicos oferece insights e referências que podem fazer a diferença em discussões [...]”, o termo “que” funciona como pronome relativo e retoma os termos “artigos”, “relatórios” e “livros específicos”.
Em “[...] parar para ler pode ser uma forma de desconectar-se das pressões externas [...]”, a partícula “se” atua como conjunção subordinativa adverbial condicional, estabelecendo uma relação de causa e consequência entre as orações.
No trecho "...presentes que reforçam sua identidade torcedora", o pronome relativo "que" introduz uma oração subordinada. Com base na análise sintática dessa oração, assinale a alternativa correta quanto à função que o termo "que" exerce no período.
A oração subordinada iniciada por "que" é uma oração subordinada substantiva objetiva indireta, pois complementa o sentido do substantivo "presentes", exigindo preposição implícita.
O termo "que" exerce a função de sujeito da oração subordinada adjetiva, retomando o substantivo "presentes", núcleo do termo antecedente.
O pronome "que" tem função de adjunto adverbial de causa, visto que a oração introduzida por ele explica por que os torcedores ostentam seus times com orgulho.
O pronome relativo "que" funciona como objeto direto do verbo "reforçar", pois retoma o termo "identidade torcedora" e estabelece uma relação de completude com o verbo.
“Porque a vida segue. Mas o que foi bonito fica com toda a força. Mesmo que a gente tente apagar com outras coisas bonitas ou leves, certos momentos nem o tempo apaga. E a gente lembra. E já não dói mais. Mas dá saudade. Uma saudade que faz os olhos brilharem por alguns segundos e um sorriso escapar volta e meia, quando a cabeça insiste em trazer à tona o que o coração vive tentando deixar pra trás."
(Caio Fernando Abreu)
A palavra destacada ESTÁ como:
Conjunção integrante introduzindo uma oração substantiva;
Pronome demonstrativo fazendo referência à posição de algo em relação à pessoa do discurso;
Pronome relativo introduzindo uma oração adjetiva;
Conjunção coordenativa introduzindo uma oração explicativa.
Na frase: “É importante que você estude para o concurso”, a palavra sublinhada é:
adjetivo
conjunção integrante
pronome relativo
preposição
No terceiro período do primeiro parágrafo, o segmento “que, por sua vez, o trouxe da concepção de Bakhtin de ‘hibridismo linguístico’” tem sentido explicativo, o que justifica o emprego da vírgula imediatamente após o nome “Homi Bhabha”.
Certo
Errado
Assinale a alternativa em que a palavra destacada no período correspondente introduz uma oração com o sentido de causa em relação ao conteúdo anterior.
“Não se enfeita com os altos sistemas de pensamento, mas pode conter a filosofia do cotidiano e da vida que passa.”
“A crônica é a expressão das contradições da vida e da pessoa do escritor ou jornalista, exposto que fica, com suas vísceras existenciais à mostra no açougue da vida.”
“Literatura de jornal (o que é a crônica).”
“Deve parecer que (...) foi apenas lembrada ou ativada pelo escritor/jornalista que lhe deu forma.”
“Deve parecer que já estava escrita há muito tempo na sensibilidade de quem a lê.”
Na frase "O cachorro, como se entendesse meus desejos, urinou nas coisas da minha tia, que ficou furiosa.", a palavra "que" desempenha uma função essencial na estrutura sintática e no sentido da oração. Com base nas classes gramaticais, qual das alternativas melhor descreve a função e o impacto de "que" nesta sentença?
"Que" é uma interjeição que exprime surpresa e indignação, refletindo a reação emocional da tia à ação do cachorro.
"Que" é um pronome relativo que retoma "tia", introduzindo uma oração subordinada adjetiva explicativa.
"Que" é uma conjunção subordinativa que estabelece uma relação causal entre a ação do cachorro e a reação da tia, indicando a razão de sua fúria.
"Que" é um advérbio de intensidade que modifica o verbo "urinou", enfatizando a ação realizada pelo cachorro.
No trecho do texto: "A dona do cãozinho do caso parecia não se importar, afirmando que o comportamento do animal não mudou.", a palavra "que" exerce qual função gramatical?
Pronome relativo.
Pronome demonstrativo.
Conjunção subordinativa integrante.
Pronome interrogativo.
“A diretora do CEEP ICEIA, Maribel Silva, explica que já é feito um trabalho em sala de aula sobre o uso do celular, especialmente nos cursos técnicos que demandam a tecnologia.”
Com base nos estudos sobre subordinação das orações e considerando as duas orações introduzidas por “que”, em destaque pode-se afirmar:
A primeira oração introduzida por “que” funciona como oração subordinada substantiva objetiva direta, pois completa o sentido do verbo “explica”, e a segunda “que demandam a tecnologia” funciona como oração subordinada adjetiva restritiva, qualificando “cursos técnicos”.
A primeira oração introduzida por “que” exerce a função de predicativo do sujeito, enquanto a segunda restringe o sentido de “cursos técnicos”, configurando-se como oração subordinada adjetiva restritiva.
Ambas as orações introduzidas por “que” são subordinadas adverbiais finais, pois exprimem a finalidade do discurso diretivo.
A primeira oração introduzida por “que” é uma oração subordinada substantiva subjetiva, pois atua como sujeito de “explica”, e a segunda apresenta efeito meramente enfático, sem função sintática definida.
Ambas as orações introduzidas por“que” são subordinadas substantivas apositivas, porque especificam o significado de “trabalho” e de “cursos técnicos”.
No verso “Aceito os subterfúgios que me cabem,” (L6), a palavra “que” foi empregada como:
Conjunção subordinativa, fazendo a ligação à oração principal.
Pronome relativo, introduzindo uma oração subordinada adjetiva.
Conjunção aditiva, adicionando uma ideia à anterior; soma de informações.
Pronome demonstrativo, apontando a referência ao que foi dito anteriormente.
Advérbio interrogativo, ao introduzir um questionamento, denotando incerteza ou dúvida.
A palavra “que”, destacada no texto, tem a mesma função da palavra “que” em:
…a mulher vai sentir que, se adquirir aquele produto, vai agilizar o trabalho.
…o uso de estereótipos femininos em anúncios de produtos que fazem mal à saúde…
…já utilizavam estratégias para chamar o público feminino, que são as mesmas usadas para comidas ultraprocessadas.
…não é o comportamento dos consumidores, mas sim os apelos persuasivos que a publicidade de ultraprocessados usa…
…reproduzem estereótipos machistas que contribuem para o aumento do consumo desses produtos…
Observe os fragmentos abaixo.
I- "[...] pode ser mais comum do que se imagina." (5°§)
Il- "É ela que está em jogo quando se tropeça [...]." (10°§)
III- "Mas não está dado que alguém mantenha [...]." (15°§)
IV- "O que torna a norma culta uma sombra [...]." (17°§)
Marque a opção em que a classificação morfológica das palavras sublinhadas está correta.
Pronome relativo; conjunção integrante; conjunção integrante; conjunção consecutiva.
Conjunção conformativa; conjunção integrante; pronome relativo; palavra de realce.
Conjunção integrante; conjunção comparativa; conjunção integrante; pronome indefinido.
Conjunção comparativa; palavra de realce; conjunção integrante; pronome relativo.
Conjunção proporcional; conjunção integrante; pronome relativo; pronome relativo.
Analise a passagem a seguir, a fim de demarcar o item correto a partir da função desempenhada pelo vocábulo ressaltado.
‘Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.’
Sua função é referencial e delimita-se à substituição da locução adverbial no Brasil, podendo, junto à preposição em, ser trocado por onde, conectivo de termos locativos.
Sua função é referencial, podendo ainda ser substituído por onde, sem infração à norma-padrão.
Sua função é remissiva e, como seu referente se trata do termo “Tecnofeudalismo”, deve ser mantido como conector universal.
Sua função é remissiva e, como seu referente se trata da locução em abril, o paralelismo em que foi mantido de forma a respeitar a norma-padrão.
Sua função é referencial e delimita-se à referenciação de um termo temporal, podendo ser substituído por enquanto, sem prejuízo sintático-semântico à sentença.
Considerando a sintaxe do português padrão escrito, quanto à pontuação,
uma vírgula pode ser usada, depois do substantivo “funcionário”, mas isso provocará alteração de sentido.
uma vírgula deve ser usada, depois do verbo “garantir”, a fim de marcar uma pausa respiratória obrigatória.
a primeira vírgula separa termos com a mesma função sintática.
a segunda vírgula separa uma oração subordinada deslocada.
"Tamanha era a sua versatilidade no gênero de distração a que se dedicara, que um dia o provocamos a bater carteira de um desconhecido [...]." (13°§)
A respeito dos termos sublinhados, é correto afirmar que:
são pronome relativo e conjunção subordinativa, respectivamente.
ambas são conjunções subordinativas integrantes.
são conjunção coordenativa e conjunção subordinativa, respectivamente.
são pronomes relativos.
ambas são conjunções coordenativas.
Em “É feia. Mas é uma flor que rompe o asfalto”, o termo “que” desempenha função de:
Conjunção integrante.
Pronome relativo.
Conjunção coordenativa.
Partícula explicativa.
INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir e analise a função sintática da palavra "que" em destaque.
Texto II
A inveja é o sentimento de cólera que o sujeito experimenta quando percebe, no outro, a existência de um objeto desejável e, assim, busca apropriar-se dele ou destruí-lo.
KLEIN, Melaine. Disponível em: https://sbgc.org.br/a-inveja-na-gestao-do-conhecimento-parte-i-a-origem-da-inveja-na-humanidade/. Acesso em: 03 abr. 2025. (Fragmento adaptado).
Levando em consideração as passagens extraídas do texto I, assinale a alternativa em que o termo destacado exerce a mesma função sintática da palavra “que” em evidência no texto II.
“Ele atalha, sorrateiro, como a menina Ofélia, de Clarice Lispector, corroborando a miséria que toma conta dos sentidos”.
“[...] a inveja é o sentimento do diabo, personificado na serpente que se move para corromper a inocência do casal criado por Deus”.
“Paixão envergonhada, a inveja é um sentimento que causa mal-estar em quem o sente, tendo como alvo um outro [...]”.
“Trata-se, portanto, de uma afetividade profundamente paradoxal que muitas pessoas exercitam ao longo da experiência humana [...]”.
Entre as frases a seguir, assinale aquela em que a expressão “é que” está empregada não como elemento enfático, mas como participante da estrutura sintática da frase.
É o uniforme que faz esquecer aquele que o veste.
O hábito é que torna suportáveis até as coisas assustadoras.
Um dos riscos de escrever máximas é que nos colocamos na condição de sermos citados.
Quanto é que custam as coisas a que estamos sentimentalmente ligados?
Para o corpo doente é que é necessário um médico.
Analise o uso do “que” destacado nas frases a seguir e assinale a alternativa que apresenta a afirmação correta.
I. “Ele me chamava e mostrava a biblioteca e os livros que tinha comprado.”.
II. “Em 2004, Jarbas Mantovanini, que atuava na Fundação Roberto Marinho, apareceu na USP [...]”.
III. “[...] apresentou o projeto do museu e disse que queria me fazer dois pedidos.”.
Em I, o “que” é conjunção e introduz uma oração subordinada; em II, o “que” é conjunção e introduz uma oração adjetiva; em III, o “que” é conjunção e introduz uma oração subordinada.
Em I, o “que” é pronome relativo funcionando como sujeito; em II, o “que” é pronome relativo funcionando como objeto direto; em III, o “que” é pronome relativo funcionando como objeto direto.
Em I, o “que” é pronome relativo funcionando como objeto direto; em II, o “que” é conjunção e introduz uma oração subordinada; em III, o “que” é conjunção e introduz uma oração subordinada.
Em I, o “que” é conjunção e introduz uma oração subordinada; em II, o “que” é pronome relativo funcionando como sujeito; em III, o “que” é conjunção e introduz uma oração adjetiva.
Em I, o “que” é pronome relativo funcionando como objeto direto; em II, o “que” é pronome relativo funcionando como sujeito; em III, o “que” é conjunção e introduz uma oração subordinada.
No trecho "Faltam líderes em campo, atletas que inspirem e comandem.", o pronome relativo "que" exerce uma função essencial na construção do sentido da oração. Com base nesse contexto, assinale a alternativa que melhor descreve a natureza e o papel gramatical desse termo.
O termo "que" é uma conjunção integrante, marcando o início de uma oração subordinada substantiva objetiva direta, dependente do sentido do substantivo "atletas".
O termo "que" é um pronome relativo que exerce a função de sujeito da oração subordinada adjetiva restritiva, conferindo ao substantivo "atletas" a característica de liderança ativa.
O termo "que" é um pronome interrogativo, utilizado para introduzir uma interrogação indireta de caráter retórico, sendo regido por um verbo de ligação elíptico.
O termo "que" é um pronome indefinido de valor genérico, empregado como sujeito de uma oração reduzida, desempenhando função expletiva no enunciado.