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“Embora também fosse restrito...” Esta oração pode ser classificada corretamente como:
Coordenada explicativa.
Coordenada causal.
Subordinada adjetiva explicativa.
Subordinada adverbial comparativa.
Subordinada adverbial concessiva.
O trecho destacado na passagem “O sistema, embora primitivo, era capaz de emitir alguns fonemas e até palavras simples...” está reescrito com seu sentido preservado em:
desde que original
mesmo instintivo
apesar de rudimentar
portanto tosco
porque primário
Embora a situação não tenha fugido ao controle, é importante agirmos com cautela caso algum imprevisto volte a acontecer. Como nossa função exige mais atenção do que as demais, não podemos dar chance para o azar.
No texto acima há, dentre outras, as orações subordinadas adverbiais
causal e temporal.
comparativa e condicional.
concessiva e proporcional.
conformativa e comparativa.
Marque a alternativa correta quanto à classificação das orações sublinhadas, que se encontram nos dois trechos seguintes: “Um vírus mal-intencionado surgiu não se sabe de onde decidido a acabar conosco e, mesmo se não conseguir, alterar a vida sobre a Terra... (l.12-13) e “Elas podem muito bem ser sobre a guerra da vacina que fatalmente acontecerá em poucos anos...” (l. 15-16)
Subordinada adverbial concessiva; subordinada adverbial temporal.
Subordinada substantiva objetiva direta e subordinada adjetiva restritiva.
Subordinada substantiva subjetiva e subordinada adjetiva explicativa.
Subordinada adverbial concessiva e subordinada adjetiva restritiva.
Na frase: "A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida" de Vinicius de Moraes, as orações relacionam-se sintaticamente através do processo de:
Coordenação.
Subordinação.
Correlação.
Justaposição.
Em Apesar de as garantias fundamentais do cidadão estarem bem definidas pela maioria das constituições democráticas, o exercício da cidadania plena no Brasil sempre foi limitado para a maior parte da população. (1o parágrafo), a oração sublinhada expressa, em relação à oração que a sucede, ideia de
comparação.
consequência.
causa.
concessão.
condição.
Analise o seguinte trecho:
Mesmo sendo motivos prosaicos, isso ainda é ser feliz por muito. (linha 9)
O segmento sublinhado no período acima, em relação ao trecho anterior, apresenta uma
concessão.
causalidade.
explicação.
exemplificação.
proporcionalidade.
"Não aceitou o convite, 'embora a proposta fosse tentadora'".
Assinale a alternativa cuja oração destacada pertença à mesma classe do fragmento acima destacado.
"'À medida que passavam os dias', pensava em declinar do convite".
"Sentia-se cada vez mais tentado, 'ao passo que se aproximava a data'".
"Sentia-se tentado a aceitar o convite, 'por mais constrangedor que fosse'".
"Declinaria daquele convite 'para que não maculasse seus princípios'".
“ ‘Nesses momentos, ela fica muito quieta, mesmo que a gente procure disponibilizar vários brinquedos para ela.’ ” (§ 5)
Na sentença acima, observa-se que é expressa uma ideia de concessão. Assinale a alternativa na qual a expressão sublinhada expressa essa mesma ideia:
Em certos momentos, a criança fica muito quieta, visto que tem um aparelho eletrônico para distraí-la.
As crianças podem ficar por muito tempo expostas às telas, já que a atração delas pelo telefone é grande.
É preciso que os pais monitorem o tempo de utilização de aparelhos eletrônicos pelos filhos, ainda que permitam o uso como forma de distração.
A exposição a telas deve ser cuidadosamente observada pelos pais, de modo que possam possibilitar às crianças um uso saudável de aparelhos eletrônicos.
No primeiro parágrafo do texto, a sequência “Com a intenção de mudar esse cenário [...]” expressa sentido de
finalidade.
adversidade.
concessão.
consequência.
condição.
Em: “Embora não merecesse, recebi dez elogios”, a oração em destaque é:
Oração subordinada substantiva consecutiva.
Oração subordinada adverbial explicativa.
Oração coordenada explicativa.
Oração subordinada adverbial concessiva.
Em se tratando de orações subordinadas, assinale (V) verdadeiro ou (F) falso e marque a alternativa correta.
-
( ) Como não encontrou a peça correta, não pôde consertar o fogão. (Oração subordinada adverbial causal).
( ) Ele agia como se fosse o dono da verdade. (Oração subordinada adverbial comparativa).
( ) Embora tivesse excelente formação, não conseguiu a vaga. (Oração subordinada adverbial concessiva).
( ) Falava tão alto que ficava rouco constantemente. (Oração subordinada adverbial consecutiva).
( ) Caso você termine os exercícios, antecipe a lição de casa. (Oração subordinada adverbial condicional).
V – V – V – V – V.
F – V – V – V – F.
V – V – F – F – V.
V – F – V – V – V.
Na passagem – Comecei a sofrer tanto com os meus males carnais, que a vida se tornou insuportável. – a relação de sentido entre os enunciados é de
comparação, como ocorre na frase – Há mais dores no coração que no corpo
concessão, como ocorre na frase – Não mudarei de ideia, nem que me repreendam.
explicação, como ocorre na frase – Ajudem-me, que eu não consigo mais controlar a dor.
consequência, como ocorre na frase – A inteligência da criança é tamanha, que nos assusta.
conclusão, como ocorre na frase – O ônibus atrasou, de modo que cheguei tarde.
A oração “embora ainda não superada” (linha 5) expressa, em relação à oração que a sucede, circunstância de causa.
Certo
Errado
'Embora as diferenças nos depósitos vulcânicos sejam fáceis' de ver, futuras missões revelam contestações na composição geoquímica.
A expressão destacada é uma oração:
Coordenada sindética alternativa.
Coordenada sindética adversativa.
Subordinada adverbial consecutiva.
Subordinada adverbial concessiva.
A oração As pessoas que são alegres vivem melhor trata-se de uma:
Oração subordinada adverbial concessiva.
Oração subordinada adjetiva explicativa.
Oração subordinada adverbial alternativa.
Oração subordinada adjetiva restritiva.
Oração subordinada adverbial comparativa.
Atenção! O texto a seguir serve de base para as questões de 01 a 07:
RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO
O termo “responsabilidade” é o conhecido pelo senso comum. É utilizado para qualquer situação em que alguém deva responder pelas consequências de atos ou fatos lesivos – toda pessoa que é apta a ter direitos deve responder por suas obrigações. No campo do Direito, verifica-se a existência de uma tríplice responsabilidade: a administrativa, a penal e a civil, inconfundíveis e independentes entre si e, eventualmente, cumuláveis.
No entanto, a regra da independência não é absoluta, existindo a possibilidade de interdependência entre tais instâncias. É corrente, no Direito Civil, que não se pode mais questionar a existência do fato ou sua autoria, quando a questão estiver decidida no juízo criminal, o que reforça a ideia de uma autonomia relativa entre as esferas. Essa relativização da independência de jurisdições se justifica em virtude de o Direito Penal incorporar a exigência de provas mais rígidas para a solução das questões submetidas a seus ditames, sobretudo em virtude do princípio da presunção de inocência. Porém, nem sempre as questões decididas definitivamente no juízo criminal irradiarão efeitos vinculantes nos juízos cível e administrativo.
A sentença penal absolutória, tanto no caso em que fundamentada na falta de provas para a condenação quanto na hipótese em que ainda não tenha transitado em julgado, não vinculará o juízo cível ou administrativo no julgamento das respectivas ações. Sobre o tema, no RE 1164236/MG, o STJ registrou-nos que "a ação em que se discute a reparação civil somente estará prejudicada na hipótese de a sentença penal absolutória fundamentar-se, em definitivo, na inexistência do fato ou na negativa de autoria'.
A responsabilização civil tem origem no Direito Civil, em que se verifica, no mais das vezes, a responsabilidade contratual, pois fundada em acordos prévios entre os particulares. Em regra, a responsabilidade do Estado constitui modalidade extracontratual, por inexistir um contrato que sustente o dever de reparar, distintamente do que ocorre nas relações travadas entre os particulares. A seguir, aprofundemos a distinção entre a responsabilidade extracontratual e contratual.
A responsabilidade extracontratual ou aquiliana é a que decorre da ação ou omissão, lícita ou ilícita, que provoque dano a alguém, independentemente de prévia obrigação contratual. É o exemplo da responsabilidade civil do Estado, a qual se destina a salvaguardar os "terceiros': assim entendidos aqueles que não se acham submetidos a qualquer vínculo especial com o Poder Público (§ 6.0 do art. 37 da CF/1988). Já a responsabilidade contratual origina-se no descumprimento de cláusulas contratuais entre as partes. É o exemplo da indenização decorrente da anulação do contrato administrativo de prestação de serviços de limpeza, devido à culpa atribuível ao Estado-administrador.
(Adaptado de Borges, Cyonil e Sá, Adriel. Manual de Direito Administrativo Facilitado. São Paulo: Editora Juspodivm, 2018. 2ª edição).
“Em regra, a responsabilidade do Estado constitui modalidade extracontratual, por inexistir um contrato que sustente o dever de reparar, distintamente do que ocorre nas relações travadas entre os particulares” (4º parágrafo). Nesse trecho do texto, que é um período composto, a oração destacada funciona:
Como consequência da oração anterior.
Como causa da oração anterior.
Como concessão da oração anterior.
Como comparação da oração anterior.
Na oração “Embora a meteorologia previsse bom tempo, choveu.”, a conjunção sublinhada exprime ideia de:
Condição.
Finalidade.
Comparação.
Tempo.
Concessão.
A oração “Embora nossas condições de vida sejam, decerto, melhores do que as de nossos ancestrais” (linhas 2 e 3) estabelece com a oração que vem na sequência uma relação
causal
temporal
concessiva
explicativa
adversativa