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De acordo com as informações da imagem, assinale a alternativa correta.
A frase “FGTS no bolso, ou na bolsa?”, pela proximidade fônica das palavras, reforça uma reflexão que pode fazer com que o cliente dos serviços do BRB Investimentos aporte o próprio dinheiro, não o deixando parado.
As formas verbais mobilizadas na publicidade do BRB Investimentos não incentivam o possível cliente a se indagar acerca de alternativas de investimento.
Essa peça publicitária desobedece ao requisito da objetividade, caro à publicidade, uma vez que há excesso de texto grafado.
A referida peça publicitária dissuade o cliente de ler o regulamento formulado pelo BRB Investimentos.
O uso da forma verbal “preparamos” não sugere a ideia de coletivo.
No quadrinho abaixo, os pontos de exclamação utilizados revelam:

Dúvida.
Alegria.
Decepção.
Tristeza.
Encontramos letras em toda parte: rua, panfletos, placas e entre outros. Nas alternativas abaixo, você vê desenhos, números e letras.
Marque a alternativa onde aparecem somente letras.
SILÊNCIO POR FAVOR |
SILÊNCIO
|
ATENÇÃO, MANTENHA O SILÊNCIO APÓS ÀS 22:00H |

“Um telefonema que o deixou com uma dúvida que parecia inexplicável. Por que tal resposta que, para ele, era uma pergunta óbvia? Tudo por causa de um diálogo.
− Quem está falando?
− Sou eu, Seu Antônio.
− Tudo bem aí no sítio, Tonico?
− Mais ou menos, Seu Antônio. Um pobreminha um pouco grave.
− PROBLEMINHA um pouco grave? O que foi? Com meu pai?
− É... não... é... não...
− Espera aí, é ou não é? Não entendi.
− Bem. Sabe aquela cadeira que o sinhô tanto gosta, que foi da sua bisavó?
− Sei sim. O que tem ela? E o meu pai?
− É que ele sentou nela.
− E o que tem ele sentar nela?
− Ele sentou na cadeira e quebrou o braço.
− Nosso Deus! E como está? Levou ao hospital? Ele está bem? Teve que engessar?
− Não. O Marceneiro só bateu uns pregos e parece que já está tudo bem.
− Marceneiro? Prego? Vocês crucificaram meu pai?
− Não. Só consertamos o braço. Por quê? É para crucificar seu pai?
(MENDONÇA, Tulius)
Após a leitura do texto acima, o que provoca o efeito de sentido e humor no texto:
A ambiguidade causada devido o duplo sentido da palavra “braço” no texto.
A linguagem bem regional do caseiro do sítio empregando palavras de forma inadequada como a palavra “pobreminha”
A dúvida que fica subentendida sobre se o acidente ocorrido com o pai de Antônio tenha sido realmente um acidente.
O fato de Tonico ter levado o pai de Antônio a um marceneiro em vez de levá-lo a um hospital.
De acordo com a materialidade imagética da tirinha, o que fez o personagem após receber uma resposta para sua reflexão?
O personagem não teve ação.
Fazer um novo questionamento ao pai.
Plantar uma árvore.
Oferecer uma flor ao pai.
Do conjunto de palavras relacionadas ao fenômeno retratado na imagem, exclui-se
cachoeira.
corredeira.
cascata.
caverna.
Na análise de um período composto cumpre, pois, ter em mente que a oração principal não exerce nenhuma função sintática em outra oração do período; que a oração subordinada desempenha sempre uma função sintática em outra oração, pois que dela é um termo ou parte de termos dependente. A oração subordinada substantiva, especificamente, exerce, portanto, a função de um substantivo, que pode ser sujeito, objeto direto, objeto indireto, predicativo, complemento nominal e aposto.
Assim, no primeiro balão da charge, a oração “que o desmatamento na Amazônia cresceu 88% em junho?” exerce uma função sintática sobre a principal. Esta oração sublinhada classifica-se por oração subordinada substantiva
subjetiva.
predicativa.
objetiva direta.
objetiva indireta.
completiva nominal.
Tendo como base a leitura do texto anterior, assinale a alternativa que indica a habilidade que a mãe do menino da charge NÃO está estimulando.

Fonte: http://chargesliterarias.blogspot.com/
Organização.
Regulação emocional.
Selecionar e categorizar.
Reflexão.
Motivação.
O uso de máscaras pelas ovelhas constitui elemento não verbal que, aliado ao termo “pandemia”, aponta para um dos elementos da textualidade. Assinale-o.
intertextualidade
informatividade
intencionalidade
situacionalidade
aceitabilidade
Os sinais de pontuação são fatores de coesão, designam a essência discursiva em frases, orações e períodos e, na escrita, buscam revelar as intenções do emissor.
A partir desse pressuposto e de acordo com o contexto em que estão empregados, é correto afirmar que
nos períodos “Ah Q quer aderir aos revoltosos. Debalde. É preso.”, os pontos finais indicam breve interrupção do pensamento.
no trecho “Deve aliciar, enredar, levar o leitor ignorante [...] à página seguinte”, as vírgulas separam orações justapostas assindéticas.
na passagem “O parvo acaba desenhando um círculo: é sua confissão e sentença de morte.”, os dois -pontos são usados para separar o vocativo.
na passagem “Isso ocorre em "O Diário de um Louco ‒ Contos Completos", de Lu Xun.”, o travessão denota uma pausa para caracterizar uma enumeração.
em “Talvez por isso [...] se dê ênfase à natureza (a luz da lua, o amanhecer, o vento, chuvas).”, os parênteses separam expressões explicativas intercaladas.
TEXTO I
“Pandemonium vem a ser o local de trabalho deste último [Satã]: o palácio, o quartel-general onde labutam o “Rabudo” e seus demônios subordinados. [...] Sobre a bem-sucedida carreira do pandemônio na linguagem comum há pistas esparsas. O dicionário etimológico de Douglas Harper registra, para o inglês, o surgimento do sentido expandido ‒ e já atenuado, pois não diabólico ‒ de "lugar de balbúrdia e desordem...”
TEXTO II

“Já dizia Camões, 'do velho caos a tão confusa face'. Mas, afinal, o que é o caos? [...] Desordem, babel, balbúrdia, barafunda, confusão, atrapalhada, charivari, embaralhação, escangalho, forrobodó, fuzarca, pandemônio, algaravia, atarantação, bagunça, cipoal etc. Esses sinônimos são uma expressão do caos, o qual é assim resumido por Plinio Corrêa de Oliveira: 'Um catastrófico auge de todas as desordens. [...] O caos, portanto, é o contrário da ordem.'”
Disponível em: <https://www.abim.inf.br/caos-o-aids-psicossocial-de-nos-sos-dias/>.
Considerando-se os dois textos, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I – Ambos, cada um à sua maneira, buscam explicar os sentidos para as palavras-chave que os norteiam, com destaque para certos aspectos que os aproximam. Ambos também se servem do argumento de autoridade para fundamentar seu ponto de vista. Todavia, o TEXTO II se distancia do TEXTO I
PORQUE,
II – além de conter a mescla de elementos verbais e imagéticos (ainda que esses últimos pudessem ser descartados, pois não comprometeriam a intenção original da mensagem), privilegia o humor estabelecido a partir da contraposição entre as representações metafóricas de “caos” e de “pandemônio”.
A respeito das asserções, é correto afirmar que
as duas são falsas.
a primeira é falsa e a segunda é verdadeira.
a primeira é verdadeira e a segunda é falsa.
as duas são verdadeiras e a segunda justifica a primeira.
as duas são verdadeiras, mas a segunda não justifica a primeira.
TEXTO PARA QUESTÃO 1.

LEITE, Willian. Willtirando. Disponível em: http://www.willtirando.c om.br/category/entende dor-anonimo/. Acesso em: 30 jul. 2022.
A multimodalidade é um recurso usado para a elaboração de um texto composto de palavras e imagens. Assim, encontram-se significados não só no texto verbal, mas também no texto visual. Dessa forma, o texto visual, representado pela máscara, traz ao leitor da tirinha, como discussão sobre o ambiente virtual, o tema e seu efeito de sentido, respectivamente,
“pós-verdade” e “hipocrisia”.
“anonimato” e “hipocrisia” .
“fake news” e “violência não verbal”.
“hipocrisia” e “pós-verdade”.
“violência não verbal” e “fake news”.
O texto inteiro se compõe em torno de um campo semântico que a temática sugere. Analisando-se os conjuntos a seguir, assinale a alternativa em que uma das simbologias esteja em DESACORDO com esse propósito e suas correlações semânticas.





A respeito da segunda fala do primeiro quadrinho, analise as afirmativas a seguir:
l. Notexto, ao se responder a uma pergunta com outra pergunta, o efeito é de confirmação da pergunta anterior.
ll. À segunda fala do segundo quadrinho revela que o argumento do outro personagem levantou uma reflexão.
lll. À última fala do texto mantém a argumentação em cima do próprio questionamento do quadrinho anterior.
Assinale
se apenas as afirmativas l e ll estiverem corretas.
se apenas as afirmativas l e lll estiverem corretas.
se apenas as afirmativas ll e lll estiverem corretas.
se todas as afirmativas estiverem corretas.
se nenhuma afirmativa estiver correta.
Sobre o quadrinho, é correto afirmar que
O menino não quer mais conversar com o tigre porque o assunto é sempre o mesmo.
Mesmo deduzindo que o assunto que mais conversa com o tigre é sobre coisas irreais, coisas que passam na televisão, ele quer continuar a assistir TV.
O menino e o tigre refletem sobre o fato de terem televisão no quarto em vez de uma grande varanda.
O menino revela sua enorme vontade de saber mais sobre vizinhos e pessoas reais, porém só pode assistir televisão.
Assinale a alternativa que apresenta uma análise INCORRETA em relação ao texto acima.
Aborda dois problemas relacionados à sociedade moderna.
Foi publicado na internet.
É uma história em quadrinhos sem marca de autoria.
É construído a partir da junção de elementos verbais e visuais.
Umas das ideias veiculadas pelo texto é:
O analfabeto digital não tem como ser aceito na sociedade contemporânea.
A uniformização de ideias é um dos benefícios do uso das novas tecnologias.
A grande utilidade do celular é permitir o diálogo com quem está ao seu lado.
A pessoa que opta por pensar e agir diferentemente da maioria é rotulada.
Aquele que não pensa e não se comporta como a maioria é triste e deprimido.
O assunto principal do texto é:
O preço das bicicletas no Brasil.
Dicas para se preparar para ir trabalhar de bicicleta.
O aumento do uso de aplicativos para ir até o trabalho.
As principais ferramentas para conserto de bicicletas.
Como ensinar uma criança a andar de bicicleta.
Assinale a alternativa INCORRETA em relação ao conteúdo do texto ou ao emprego de elementos linguísticos.
Considerando o conteúdo retomado por “assim”, a expressão “quando for assim” tem o seguinte sentido: ‘quando você ouvir de pessoas que nunca tentaram a frase “Não adianta!”’.
A frase “Não adianta!” foi proferida em relação a uma ação específica que o personagem da tira almejava fazer: uma passeata em favor de mais empatia entre as pessoas.
As expressões “nada”, “alguém” e “alguma coisa” são genéricas, o que mostra que a avaliação posta no último quadrinho pode ser aplicada a diferentes situações.
O termo “sempre” indica que há uma recorrência da ação indicada no primeiro quadrinho: ouvir que “Não adianta!”.
A expressão “não liga!” é bastante recorrente nas interações orais e pode ser entendida como sinônima de “não se importe!”.
Assinale a alternativa que apresenta uma reescrita do primeiro quadrinho na 1ª pessoa do plural.
Vocês sempre vão ouvir que “Não adianta”!
Eu sempre vou ouvir que “Não adianta”!
Eles sempre vão ouvir que “Não adianta”!
Ele sempre vai ouvir que “Não adianta”!
Nós sempre vamos ouvir que “Não adianta”!