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Ainda considerando o diagnóstico de PAF, o seguimento endoscópico dos familiares deve ser:
Conduta expectante para os irmãos e filha.
Colonoscopia imediata para todos os irmãos e filhos.
Colonoscopia imediata para os irmãos e expectante para a filha.
Colonoscopia imediata para o irmão mais velho e expectante para o irmão mais novo e filha.
Conduta expectante para o irmão mais velho e colonoscopia imediata para o irmão mais novo e filha.
A Endometriose é uma afecção causada pela presença de tecido semelhante ao endométrio, não neoplásico, fora da cavidade uterina. Afeta diversos órgão intrabdominais, entre eles, o intestino. Sobre a endometriose intestinal, podemos afirmar que:
A avaliação do acometimento intestinal é bastante satisfatório com uso de tomografia computadorizada, podendo ser complementada com uso de ultrassonografia específica.
A infiltração da mucosa é bastante comum podendo ser diagnosticado por colonoscopia
A localização mais frequente dos focos é o cólon ascendente, seguido pelo cólon sigmóide e reto.
Na abordagem cirúrgica são utilizadas técnicas diversas como as ressecções discoides, as ressecções de espessura parcial (escarificação ou “shaving”) e as ressecções segmentares.
A ressecção das lesões endometrióticas tem resultados semelhantes à terapia hormonal, no que se refere a sintomas de dor pélvica e constipação intestinal.
É critério de Roma para o diagnóstico da síndrome do intestino irritável:
Dor abdominal agravada pela defecação.
Sangramento oculto nas fezes.
Sangramento vivo nas fezes.
Presença de pus nas fezes.
Alteração na frequência evacuatória.
Sobre a hemorroidectomia é CORRETO afirmar:
A técnica de Milligan-Morgan é a mais executada e consiste na excisão dos mamilos hemorroidários seguido de fechamento primário das feridas.
A manutenção das pontes cutâneo-mucosa entre as feridas da hemorroidectomia é fundamental para preservação da elasticidade anal e prevenção de estenose anal.
O pós-operatório necessita da realização diária de enemas evacuatórios e, em alguns casos, recorre-se a colostomia visando à cicatrização das feridas.
A complicação aguda mais frequente é o sangramento que ocorre em até 30% dos casos, necessitando de reintervenção cirúrgica em cerca de 10% dos pacientes.
Após o advento de técnicas cirúrgicas não excisionais como a anopexia e a desarterialização, a hemorroidectomia mostrou taxas de recidiva maiores que as técnicas mais modernas.
Sobre o prolapso retal é INCORRETO:
Encontra-se associado com incontinência fecal e, em mulheres, a outras anomalias do assoalho pélvico.
Um grande número de procedimentos diferentes tem sido descritos para tratar o distúrbio, servindo como testemunho da etiologia incerta da doença e da divergência quanto ao tratamento cirúrgico ideal.
O prolapso apenas da mucosa tende a ser de menor dimensão que o prolapso total, também chamado de procidência retal.
As técnicas cirúrgicas com abordagem perineal, possuem taxas de recidiva inferiores aos procedimentos abdominais.
A técnica de retopexia ventral possui a vantagem de evitar a dissecção posterior do reto, minimizando, desta forma, o risco de lesões nervosas e vasculares pélvica.
Sobre os testes de avaliação funcional anorretal, assinale a alternativa INCORRETA:
A manometria anorretal está indicada no préoperatório de cirurgias orificias, principalmente em mulheres e pacientes idosos.
A pesquisa do reflexo inibitório retoanal pode ser facilmente pesquisada pela realização da manometria anorretal.
A medida de sensibilidade e capacidade retal são medidas pela ultrassonografia anorretal.
A ultrassonografia anorretal tem sido utilizada com resultado satisfatório na avaliação dos distúrbios evacuatórios em modalidade denominada de “ecodefecografia”.
A cinedefecografia é fundamental para avaliação dos distúrbios evacuatórios, sendo o teste de melhor valor para o diagnóstico do anismus.
Acometimento da mucosa oral, anal e de íleo terminal com formação de fístulas e abscessos está mais fortemente associada ao diagnóstico de:
Retocolite Ulcerativa.
Doença de Whipple.
Lupus Eritematoso Sistêmico.
Doença de Crohn.
Síndrome do Intestino Irritável.
A hemorragia digestiva baixa, na população idosa, é principalmente devido a:
Úlcera solitária de reto.
Angiodisplasia.
Colite.
Câncer.
Divertículo de Meckel.
Paciente masculino, 72 anos, foi admitido no Pronto Atendimento com quadro de desconforto abdominal e hematoquezia. Familiares referiram eliminações recentes de sangue rutilante em grande quantidade e frequência. Apresentava-se com palidez cutâneo-mucosa e taquicárdico. Exames laboratoriais demonstraram Hb: 7,2 g/dL e Ht: 22,2%.
Conforme o enunciado, não sendo possível a identificação do local de sangramento em paciente hemodinamicamente instável, após reposição de 8 unidades de hemoderivados e ressangramento, durante o primeiro dia de internação, a opção cirúrgica mais aceita é:
Colectomia total.
Colectomia direita.
Colostomia.
Enterectomia
Retossigmoidectomia.
A colopatia isquêmica, também conhecida como colite isquêmica é a forma de lesão isquêmica mais comum do trato grastointestinal. Sobre esta afecção é CORRETO afirmar:
Apresenta espectro que varia desde lesão transitória da mucosa até a doença transmural com gangrena de toda espessura da parede.
A principal manifestação clínica é o desenvolvimento de quadro infeccioso que pode evoluir para choque séptico.
O principal método diagnóstico é a arteriografia mesentérica ou tomografia computadorizada, nos casos inconclusivos.
O segmento mais acometido é o cólon ascendente, seguido pelo sigmoide e flexura esplênica.
A colonoscopia encontra-se contraindicada nesta situação, devido ao risco de perfuração colônica.
Sobre o volvo colônico, assinale a alternativa INCORRETA:
O megacolon é causa comum.
A topografia mais comum é cólon sigmóide.
O volvo de ceco ocorre geralmente em indivíduos com cirurgias prévias, sendo considerado um fator predisponente.
O quadro agudo de volvo pode ocorrer de forma abrupta sem sintomas prévios de constipação.
A descompressão e reversão endoscópica tem sido descrito com sucesso na literatura, com baixas taxas de recidiva.
A localização mais frequente das fissura anais é:
Na linha média anterior.
Na linha média posterior.
Na posição lateral direita.
Na posição lateral esquerda.
Qualquer posição.
Paciente portador de doença de Crohn apresenta-se com fistula anorretal complexa, de trajeto transesfincteriano, drenado grande quantidade de secreção purulenta e ocasionando sucessivos episódios de abscesso. A melhor a abordagem para este paciente é:
Realização de fistulotomia em único tempo.
Realização de fístulotomia em dois tempos.
Colocação de sedenho frouxo no trajeto fistuloso.
Realização aplicação de cola de fibrina no trajeto fistuloso.
Realização de ligadura do trajeto fistuoso (LIFT).