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A artéria sacral média é o último ramo da aorta abdominal inferior, e tem trajeto posterior ao reto, junto ao sacro, estando vulnerável a lesão durante a dissecção pélvica, especialmente no momento do tratamento cirúrgico de doença maligna.
No tratamento cirúrgico do prolapso retal total (procidência), o acesso laparoscópico é uma opção adequada para a sacropromontofixação, porém a retossigmoidectomia abdominal exige acesso laparotômico exclusivo.
Essas doenças, na fase crônica, constituem fator de risco para o desenvolvimento de adenocarcinoma colorretal.
Quando ocorre perfuração intestinal não-bloqueada, o tratamento cirúrgico é obrigatório, entretanto não se deve realizar a ressecção da área inflamada.
A veia mesentérica inferior junta-se à veia cava inferior, logo abaixo da veia renal esquerda.
Na cicatrização de uma anastomose colônica, a síntese do colágeno é feita exclusivamente a partir de células musculares lisas da parede intestinal.
Nas obstruções do cólon por volvo de sigmóide, o tratamento cirúrgico de urgência, visando à ressecção ou à derivação do trânsito intestinal, por via laparoscópica ou laparotômica, está indicado para todos os casos.
Na doença de Crohn, as lesões perianais podem ocorrer sem a presença de doença intestinal macroscópica.
A realização de uma bolsa colônica, no caso descrito, não proporcionaria melhor função intestinal, após os dois primeiros anos do pós-operatório.
O linfogranuloma venéreo cursa com tenesmo e apresenta boa resposta terapêutica à tetraciclina.
A diverticulite e o megacolo chagásico são afecções cujo tratamento cirúrgico é factível por acesso laparoscópico exclusivo ou vídeo-assistido.
Os tumores hereditários não-polipóides normalmente apresentam melhor prognóstico do que os esporádicos.
A principal indicação da anopexia mecânica (PPH) é o tratamento de hemorróidas internas de grau II.
A incidência de instabilidade de microssatélites é mais comum nos carcinomas esporádicos do que nos hereditários, tipo HNPCC.
O diagnóstico de fissura anal aguda muito provavelmente deve ser firmado à inspeção anal.
Logo após a admissão do paciente, a primeira medida que deve ser tomada é o tratamento do estado de choque.
À eletromanometria, ao contrário do que ocorre no megacolo congênito, o reflexo inibitório retoanal está ausente no megacolo chagásico.
A utilização de heparina para profilaxia de tromboembolismo pulmonar não está indicada nessa situação, pois se trata de paciente jovem e, portanto, de baixo risco para tal complicação.
O megacólon tóxico é uma complicação exclusiva da retocolite ulcerativa.