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No caso apresentado, o enema opaco seria indicado como parte da avaliação pré-operatória, por sua capacidade de detectar lesões sincrônicas, com acuidade maior que a da videocolonoscopia.
Gonorréia anorretal está sempre associada a proctite inespecífica que cursa, geralmente, com abundante secreção mucopurulenta.
Na abordagem cirúrgica das lesões do reto extraperitoneal, além da derivação do trânsito intestinal, a rafia da lesão retal, após desbridamento, é obrigatória, independentemente do tamanho e da localização do ferimento no reto.
Os níveis séricos de glucagon e de catecolaminas normalmente estão aumentados.
Nessa fase, há uma tendência à hipoglicemia pelo aumento dos níveis sanguíneos de insulina.
O uso de antibiótico para reduzir a infecção do sítio cirúrgico, no caso descrito, deve ser terapêutico e utilizado durante pelo menos 7 dias após a operação.
Fístulas anorretais com orifícios externos situados anteriormente a mais de 3 cm da margem anal são exceções à regra de Goodsall.
A maior parte dos pacientes com hemorróidas de grau I devem ser tratados por meio de medidas conservadoras.
As lesões de cólon e do reto intraperitoneal, quando provocadas por arma branca, na maioria dos casos, podem ser tratadas por rafia primária.
Na ausência de complicações, a cicatrização de uma anastomose colônica, quando avaliada pela medida da resistência tênsil, ocorre mais rapidamente do que a cicatrização da pele.
A ocorrência de choque séptico no período pós-operatório de operações colorretais, na maioria dos casos, não tem relação com o procedimento cirúrgico realizado.
As causas mais freqüentes dessa hemorragia são a doença diverticular e as ectasias vasculares.
O tratamento de eleição do volvo de sigmóide, associado ao megacolo chagásico, quando não for complicado por isquemia intestinal, é a descompressão endoscópica.
A utilização de seton no tratamento de fístulas transesfincterianas altas anteriores, em mulheres, é uma alternativa cirúrgica adequada para reduzir o risco de incontinência fecal.
A proctocolectomia restauradora com bolsa ileal é a operação de eleição para essas doenças.
O melhor tratamento para pacientes com componente externo extenso consiste na hemorroidectomia, aberta ou fechada.
A ocorrência de instabilidade de microssatélites, nos pacientes com HNPCC, é mais freqüente do que em pacientes com adenocarcinoma esporádico.
No choque hemorrágico, ocorre redução do fluxo sanguíneo esplâncnico com isquemia da mucosa intestinal, provocando translocação de bactérias ou de toxinas.
No caso descrito, o paciente tem alto risco de apresentar tromboembolismo, estando, portanto, indicada a profilaxia química com heparina.
A porção subcutânea do esfíncter externo faz parte do anel anorretal e é responsável por 85% da pressão de repouso do canal anal.