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Mulher, 74 anos, diabética, hipertensa, obesa, vem com queixa de dispneia aos esforços habituais. Nega tabagismo. Nega dor torácica. Realizou espirometria normal. Ao ecocardiograma, não apresentava qualquer valvulopatia, e a função sistólica estava normal.
Considere VRT = velocidade de regurgitação tricúspide e VA = volume atrial.
A alternativa que melhor caracteriza a função diastólica dessa paciente é
E/e’= 12; e’ septal = 5 m/s; VRT = 2,5 m/s; VA= 30 ml/m2
E/e’= 11; e’ septal = 8 m/s; VRT = 2,0 m/s; VA= 28 ml/m2
E/e’= 15; e’ septal = 5 m/s; VRT = 3,2 m/s; VA= 37 ml/m2
E/e’= 10; e’ septal = 9 m/s; VRT = 3,0 m/s; VA= 20 ml/m2
E/e’= 13; e’ septal = 10 m/s; VRT = 1,2 m/s; VA= 40 ml/m2
Observe os dados apresentados na tabela 1 referentes a um paciente hipertenso.
Tabela 1
Septo | 6 mm |
Parede posterior | 4 mm |
Diâmetro sistólico | 20 mm |
Diâmetro diastólico | 40 mm |
De acordo com os dados da tabela 1, a massa ventricular (Convenção de Penn), a espessura relativa e a fração de encurtamento, respectivamente, são:
51 / 0,20 / 20%
51 / 0,20 / 50%
51 / 0,30 / 50%
125 / 0,30 / 20%
125 / 0,40 / 50%