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São causas de hipoparatireoidismo, exceto:
Talassemia.
Hipomagnesemia.
Hipermagnesemia.
Sindrome de Patau.
No tratamento do hiperparatireoidismo primário é necessário ter cuidados com alguns pontos específicos do diagnóstico e dos exames complementares. Assinale a alternativa correta.
Confiar apenas nos exames de imagem, sem a mensuração do paratormônio no intraoperatório, pode levar a maior taxa de falhas.
Os exames de imagem localizatórios detectam com facilidade doença multiglandular.
A manipulação excessiva do adenoma durante o procedimento não altera os resultados do PTH intraoperatório.
Nas paratiroidectomias limitadas ou focalizadas, o posicionamento do pescoço durante o procedimento não afeta o desempenho.
Paratireoidectomia focalizada não pode ser realizada sob anestesia local.
Dona Maria é uma senhora aposentada que faz o acompanhamento médico devido sua Diabetes mellitus na Unidade básica de saúde do seu bairro. Foi informada que os hipoglicemiantes que fazia uso por via oral já não estão sendo o suficiente para seu tratamento. A mesma recebeu a seguinte prescrição de seu médico: toda alimentação ela deveria fazer a correção de sua glicemia subtraindo o valor informado do seu teste de glicemia capilar (HGT) por 80, já que esse é o valor que deve ser como referência para um bom controle e dividir por 40. Já que cada 40mg/dl deve ser aplicado 1UI de insulina Regular. Como a mesma irá se alimentar, após conferir na tabela TACO, ela irá se alimentar com 42g de CHO no seu almoço, do qual seu médico indicou ela realizar 1UI de insulina para cada 8g de CHO. Quantas unidades de insulina Dona Maria terá que realizar de insulina Regular no seu almoço, tendo como base seu HGT em jejum de 213 mg/dl?
3 UI.
5 UI.
8 UI.
6 UI.
Mulher, 71 anos de idade, esteve internada para tratamento de pneumonia comunitária há 15 dias. Atualmente, encontra-se em casa, estável hemodinamicamente, confortável em ar ambiente e realizado as refeições oferecidas normalmente. Nas últimas 24h, suas glicemias foram as seguintes: 115 (jejum), 132 (antes do almoço), 119 (antes do jantar) e 123 (antes da ceia). Qual a conduta mais adequada para o caso?
Iniciar insulina regular.
Iniciar insulina NPH duas vezes ao dia.
Manter mapa glicêmico.
Iniciar metformina.
Iniciar Glibenclamida.
Mulher de 40 anos, saudável, sem comorbidades, é atendida com queixa de um “caroço” no pescoço. Ao exame físico, um nódulo de 2,2 cm no lobo esquerdo da glândula tireoide é palpável. Nessa situação, o manuseio mais apropriado é
biópsia cirúrgica aberta.
cintilografia da tireoide.
excisão cirúrgica do nódulo.
radioiodo.
punção aspirativa por agulha fina.
Mulher, 70 anos, com risco muito alto de fratura usou teriparatida durante 2 anos. Qual a medicação que deve ser prescrita após esse tratamento?
Romosozumabe.
Teriparatida por mais 1 ano.
Romosozumabe durante 2 anos.
Vitamina D em monoterapia.
Risedronato.
Com relação à Síndrome Poliglandular Autoimune (SPA), é correto afirmar que
a SPA II é o subtipo mais frequente das SPA.
a doença de Addison é a manifestação mais comum da SPA III.
enquanto a SPA do adulto apresenta um caráter monogenético, a SPA juvenil mostra uma gênese multifatorial.
o componente endócrino maior e obrigatório da SPA II é a doença de Addison.
o hipoparatiroidismo é a manifestação mais comum da SPA III.
Nos últimos anos, o diagnóstico de obesidade tem aumentado e junto com ele também o diagnóstico de síndrome metabólica. Em relação à obesidade e à síndrome metabólica, assinale a afirmativa correta.
Pequenas perdas de peso (a partir de 5 a 10%) está associada à melhora do perfil cardiovascular e diminuição nos níveis glicêmicos.
Cirurgia bariátrica é indicada como única medida substitutiva para aqueles não responsivos à atividade física e à mudança de hábitos alimentares.
O orlistate é uma excelente opção de tratamento medicamentoso em monoterapia para obesidade, estando associado a perdas de peso de cerca de 15% do peso inicial.
Para o diagnóstico de síndrome metabólica segundo os critérios do IDF é necessária a presença de três dos seguintes critérios: circunferência abdominal aumentada como critério obrigatório; triglicérides acima de 150 mg/dl; pressão arterial maior ou igual a 130 x 85 mmHg; glicemia de jejum maior ou igual a 100 mg/dl; e, colesterol LDL maior ou igual 100 mg/dL.
A obesidade periférica relaciona-se com a deposição de gordura no pescoço, ao contrário da obesidade visceral. Isso causa um estreitamento mais notável das vias respiratórias superiores durante o sono, aumentando a incidência da SAOS.
O diabetes insipidus (DI) pode decorrer de deficiência na produção de:
amiodarona
óxido nítrico
vasopressina
noradrenalina
hidrocortisona
Mulher de 54 anos, com diabetes tipo 2, hipertensão e dislipidemia, usa metformina 1500 mg/dia, losartana e atorvastatina. Exames mostram HbA1c de 7,8%, LDL de 85 mg/dL, RFG de 75 mL/min e IMC de 34 kg/m². História familiar de infarto e obesidade central significativa.
Qual a melhor abordagem terapêutica para controle glicêmico e redução do risco cardiovascular, de acordo com o Consenso Brasileiro de Diabetes?
Adicionar liraglutida.
Introduzir insulina glargina.
Adicionar gliclazida.
Aumentar a dose de metformina.
Introduzir pioglitazona.
Acerca do diagnóstico clínico e/ou laboratorial de feocromocitomas e/ou parangliomas, bem como sua abordagem terapêutica, é adequado considerar que:
a dosagem das catecolaminas plasmáticas é padrão-ouro para o diagnóstico
os paroxismos são muito comuns, acometendo quase 80% dos indivíduos
se a cromogranina A apresentar-se aumentada com metanefrina plasmática elevada, aumenta o valor preditivo positivo
o tratamento da hipertensão deve ser iniciado com betabloqueadores e apenas após 3-7 dias deve-se iniciar o alfa bloqueio
a grande maioria é assintomático e ainda apenas uma minoria dos tumores são de natureza benigna, visto que mais de 50% dos feocromocitomas são herediários
Doença na qual o organismo não produz quantidade suficiente de insulina ou não responde normalmente à insulina, fazendo com que o nível de açúcar no sangue fique excepcionalmente elevado corresponde a:
hipertiroidismo;
fenilcetonúria;
diabetes;
esclerose múltipla;
hemocromatose.
Considerando os novos critérios para diagnóstico de Diabetes Mellitus estabelecidos pela Sociedade Brasileira de Diabetes em 2024, assinale a alternativa que contém uma situação na qual é possível fechar o diagnóstico de Diabetes, estando o paciente assintomático.
Glicemia 2 (duas) horas após 75 g de glicose anidra = 204 mg/dL e HbA1C = 6,0%.
Glicemia de jejum =120 mg/dL e HbA1C = 6,6%.
Glicemia de jejum =130 mg/dL e glicemia pós prandial =190 mg/dL.
Glicemia de jejum = 115 mg/dL e glicemia 2 (duas) horas após 75 g de glicose anidra = 210 mg/dL.
Glicemia de jejum = 127 mg/dL e glicemia 1 (uma) hora após 75 g de glicose anidra = 211 mg/dL.
Conforme as diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes para abordagem do idoso com diabetes, é INCORRETO afirmar que:
os inibidores do SGLT2 podem aumentar o risco de infecções genitourinárias e levar a perda de peso.
em um idoso frágil e com índice de massa corporal menor que 22 kg/m², o tratamento enteral de primeira escolha deve ser os inibidores do DDP-IV.
para idosos frágeis e com múltiplas comorbidades, o alvo de hemoglobina glicada deve ser menor que 8%.
a glibenclamida deve ser evitada pelo risco de hipoglicemia.
a pioglitazona pode levar a maior risco de fraturas.
A apresentação de estrogênio preferível para a reposição hormonal na menopausa é
estradiol.
etinilestradiol.
mestranol.
quinestrol.
dietilestilbestrol.
A Tirosinemia Tipo I é uma doença metabólica hereditária que afeta o metabolismo da tirosina, resultando em acúmulo de metabólitos tóxicos que podem causar danos a diversos órgãos. A alternativa que descreve corretamente a fisiopatogenia e os principais sintomas da Tirosinemia Tipo I é:
A Tirosinemia Tipo I resulta da deficiência da enzima fumarioacetoacetato hidrolase (FAH), levando ao acúmulo de succinilacetona, que causa insuficiência hepática, renal e neuropatia periférica.
A Tirosinemia Tipo I é causada pela deficiência da enzima tirosina aminotransferase, levando ao acúmulo de tirosina nos tecidos, resultando em catarata, lesões cutâneas e atraso no desenvolvimento mental.
A Tirosinemia Tipo I decorre de uma mutação no gene que codifica a enzima homogentisato dioxigenase, resultando no acúmulo de homogentisato, que causa ocronose e artrite.
A Tirosinemia Tipo I decorre de uma mutação no gene que codifica a enzima homogentisato dioxigenase, resultando no acúmulo de homogentisato, que causa ocronose e artrite.
A Tirosinemia Tipo I ocorre devido à mutação no gene que codifica a enzima fenilalanina hidroxilase, resultando em acúmulo de fenilalanina, levando a distúrbios neurológicos graves e hipopigmentação.
São fatores que conferem risco aumentado de hipotireoidismo primário, exceto:
Idade maior que 60 anos.
Sexo masculino.
Síndrome de Down.
Síndrome de Turner.
O quadro clínico da deficiência de CYP11B1 é caracterizada por
virilização da genitália externa nos pacientes de sexo genético feminino e pseudopuberdade precoce, aumento da velocidade de crescimento e avanço de idade óssea, em ambos os sexos, associado, na maioria dos casos, à hipertensão mineralocorticoide.
virilização da genitália externa nos pacientes de sexo genético masculino e pseudopuberdade precoce, aumento da velocidade de crescimento e avanço de idade óssea, apenas no sexo feminino, associado, na maioria dos casos, à hipertensão mineralocorticoide.
virilização da genitália externa nos pacientes de sexo genético feminino e pseudopuberdade precoce, aumento da velocidade de crescimento e avanço de idade óssea, em ambos os sexos associado, na maioria dos casos, à hipotensão mineralocorticoide.
puberdade precoce verdadeira em ambos os sexos.
hipertensão mineralocorticoide e puberdade normal.
Assinale a opção que indica o sintoma menos frequente nos pacientes com apoplexia hipofisária.
Cefaleia.
Perda de acuidade visual.
Náuseas.
Coma.
Mulher, 67 anos de idade, comparece a consulta médica para atendimento de rotina apresentando quadro de constipação, poliúria, polidipsia, náuseas e fraqueza muscular há 3 meses. Exames laboratoriais: cálcio corrigido pela albumina: 13,1 mg/dL, PTH: 743 pg/mL, 25 OH vitamina D: 7 ng/mL, fósforo: 2,3 mg/dL, creatinina 1,5 mg/dl e fosfatase alcalina: 512 UI/L (até 104 UI/L). Qual a hipótese mais provável para o caso?
Hiperparatireoidismo primário.
Hiperparatireoidismo secundário à doença renal crônica
Hipercalcemia da malignidade.
Intoxicação por vitamina D.
Intoxicação por cálcio.