Questões de Concurso sobre Endocrinologia

 
 
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Paciente do sexo masculino, 32 anos, está em acompanhamento psiquiátrico há dois meses. Procurou atendimento após realizar exame admissional, no qual foi observada frequência cardíaca de 143 bpm. O médico que o avaliou atribuiu o achado à ansiedade e recomendou uso de ansiolítico. Durante a assinatura dos documentos, o paciente apresentou tremores nas mãos, o que dificultou o ato de assinar. Com base nas informações apresentadas, assinale a alternativa correta.


A

Os sintomas descritos são característicos de ansiedade, e não há necessidade de investigação laboratorial complementar.


B

Trata-se de um quadro típico de hipotireoidismo, devendo ser solicitados TSH e T4 livre para confirmação.


C

O quadro clínico sugere possibilidade de hipertireoidismo, sendo indicado solicitar TSH e T4 livre para avaliação inicial.


D

A taquicardia e o tremor são efeitos adversos esperados do uso de ansiolíticos e não requerem investigação.


E

O exame de ultrassom de tireoide deve ser solicitação de rotina em todo paciente com taquicardia.

O manejo das disfunções tireoidianas na rede básica pressupõe a coordenação do cuidado e o uso racional de recursos diagnósticos para garantir a estabilidade metabólica do usuário. Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:


(__) O acompanhamento longitudinal de pacientes com hipotireoidismo deve considerar a situação afetiva e o sofrimento subjetivo, evitando a medicalização precoce de sintomas depressivos secundários.

(__) O diagnóstico clínico do hipertireoidismo dispensa o conhecimento do território adscrito, devendo o médico focar na normalização biomecânica absoluta dos níveis de tiroxina livre no sangue periférico.

(__) A coordenação do cuidado significa assumir o usuário com doenças da tireoide mesmo quando há aspectos do tratamento, como o manejo de nódulos malignos, que a equipe não domina totalmente.

(__) O fornecimento de levotiroxina sódica deve ocorrer de forma fragmentada por corporações independentes, visando aumentar o poder gerencial isolado da farmácia municipal sobre o tratamento clínico.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:


A

F, V, V, F.


B

V, F, F, V.


C

V, F, V, F.


D

F, F, V, V.


E

V, V, F, V.

O rastreamento e o tratamento do Diabetes Melito visam evitar as complicações crônicas microvasculares e macrovasculares. Sobre o manejo do diabetes, assinale a alternativa correta.


A

A Metformina é o fármaco de primeira escolha para o tratamento do diabetes melito tipo dois, agindo principalmente na redução da produção hepática de glicose.


B

O diagnóstico de diabetes na gestação baseia-se em uma glicemia de jejum superior a cem miligramas por decilitro em qualquer período da idade gestacional.


C

O diabetes melito tipo um é causado pela resistência periférica à insulina em pacientes idosos tabagistas que apresentam síndrome de Cushing secundária.


D

O rastreamento de neuropatia diabética por meio do teste do monofilamento deve ser iniciado apenas dez anos após o diagnóstico de diabetes melito tipo dois.


E

A meta de hemoglobina glicada para gestantes com diagnóstico de diabetes gestacional deve ser mantida obrigatoriamente acima de oito por cento para evitar hipoglicemia fetal.

A obesidade é uma doença crônica, definida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como o acúmulo anormal ou excessivo de gordura no corpo. Sobre esse tema, assinale a alternativa correta.


A

A medroxiprogesterona não é considerada um fármaco com efeito obesogênico.


B

Em todas as situações, incluindo hipertrofia muscular acentuada, idade superior a 80 anos e indivíduos orientais, o IMC identifica adequadamente os pacientes obesos.


C

A aferição da circunferência da cintura é dispensável em indivíduos com IMC ≥35 kg/m².


D

O topiramato contribui para a diminuição do apetite e é considerado seguro para uso durante a gestação.


E

A circunferência abdominal deve ser medida em todos os pacientes adultos obesos.

Paciente com diabetes melito descompensado, apresentando pielonefrite aguda, cuja TC evidencia presença de gás no parênquima renal. Qual é o diagnóstico mais provável?


A

Pielonefrite obstrutiva.


B

Pielonefrite enfisematosa.


C

Pielonefrite xantogranulomatosa.


D

Abscesso renal cortical.


E

Necrose papilar renal.

Paciente com diabetes melito tipo 2 comparece à UBS apresentando prescrição externa de endocrinologista para uso de tirzepatida (Mounjaro®). O paciente faz uso regular de insulina basal (NPH) e solicita orientações sobre a aplicação do novo medicamento. Considerando o uso correto e seguro do Mounjaro® na Atenção Primária à Saúde, assinale a alternativa correta.


A

Deve ser aspirado na mesma seringa da insulina para reduzir o número de aplicações.


B

Pode ser administrado junto com a insulina, desde que aplicado no mesmo local anatômico.


C

Deve ser aplicado por via subcutânea, em injeção separada da insulina, sem mistura e em local diferente de aplicação.


D

O uso concomitante com insulina é contraindicado em qualquer situação clínica.


E

Deve ser administrado exclusivamente em ambiente hospitalar, devido ao risco de hipoglicemia grave.

Em relação à Doença de Pompe de início tardio (um distúrbio do metabolismo do glicogênio), registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:


(__)É causada pela deficiência da enzima alfa-glicosidase ácida (GAA) lisossomal, levando ao acúmulo de glicogênio nos lisossomos, principalmente no músculo esquelético.

(__)A apresentação clássica em adultos envolve hipoglicemia de jejum severa e hepatomegalia, diferindo da forma infantil que afeta o coração.

(__)O diagnóstico é confirmado pela medição da atividade da enzima GAA em leucócitos ou fibroblastos, ou por análise molecular do gene GAA.

(__)O tratamento é primariamente dietético, com infusões de amido de milho cru, sendo a Terapia de Reposição Enzimática (TRE) reservada para casos refratários.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:


A

F, F, V, V.


B

V, V, F, F.


C

F, V, F, V.


D

V, F, V, F.

Um paciente de 62 anos, com histórico de hipertensão, dislipidemia e sobrepeso, apresenta glicemia de jejum persistentemente elevada, HbA1c de 9% e neuropatia periférica incipiente. Ele relata episódios de hipoglicemia leves durante tentativas de controle glicêmico intensivo. Considerando as diretrizes atuais para manejo avançado do diabetes mellitus tipo 2, assinale a alternativa correta:


A

Pacientes com neuropatia periférica incipiente e glicemia elevada podem adiar o controle rigoroso da glicemia, pois complicações microvasculares só se desenvolvem após décadas de hiperglicemia persistente.


B

A escolha de terapia farmacológica deve ser individualizada considerando comorbidades, risco cardiovascular, função renal e hepática, perfil de hipoglicemia, tolerabilidade e potencial benefício sobre complicações micro e macrovasculares.


C

O manejo do diabetes mellitus tipo 2 pode desconsiderar a função renal e cardiovascular ao selecionar agentes hipoglicemiantes, pois todos os medicamentos disponíveis possuem segurança equivalente nessas condições.


D

Pacientes com diabetes tipo 2 e HbA1c acima de 8,5% devem receber ajustes na dieta e atividade física, sem necessidade de iniciar ou intensificar terapia medicamentosa.

Homem de 76 anos está hospitalizado para uma artroplastia total do quadril. Ele tem diabetes tipo 2 controlado com intervenção no estilo de vida. A hemoglobina glicada (HbA1c) pré-operatória era 7,3%. Na evolução hospitalar, a glicemia varia de 95 mg/dL (em jejum) a 224 mg/dL (pós-prandial). Ele necessita de 25 UI de insulina regular corretiva no primeiro dia pós-operatório e 14 UI nas últimas 24 horas (2⁠º dia pós-operatório), tendo apresentado um episódio de hipoglicemia noturna sintomática (44 mg/dL) após a administração de 2 UI de insulina regular para corrigir uma glicemia de 212 ao deitar. A ferida está cicatrizando bem e ele planeja começar a deambular amanhã. Peso: 78 kg e IMC: 25,2 kg/m². Atualmente, está com dieta de 60 g de carboidratos e se alimenta normalmente, sem náuseas ou vômitos. A função renal é normal.


Nesse paciente, de acordo com as melhores evidências científicas disponíveis, constitui o plano mais seguro de tratamento:


A

iniciar metformina oral e correção com insulina lispro, conforme glicemia.


B

iniciar sitagliptina oral e correção com insulina asparte, conforme glicemia.


C

continuar com a correção regular de insulina, conforme glicemia, e indicar um lanche antes de dormir.


D

iniciar insulina degluteca, 15 UI ao deitar, e administrar 3 UI de insulina asparte antes de cada refeição.


E

iniciar glipizida oral e correção com insulina regular, conforme a glicemia.

Sobre os análogos do Peptídeo-1 Semelhante ao Glucagon (GLP-1), marque a alternativa CORRETA.


A

O aumento do risco de pancreatite aguda foi constatado em pacientes em uso de análogos do GLP-1.


B

A semaglutida é extremamente efetiva na resolução de esteato-hepatite e da fibrose estágios F3 e F4 de Metavir.


C

Os análogos de GLP-1 reduzem a secreção de insulina estimulada pela glicose e, portanto, têm menor potencial de causar hipoglicemia do que as sulfoniluréias e as glinidas.


D

Os análogos de GLP-1 não devem ser prescritos em combinação com o tratamento utilizando insulina basal pelo risco de aumentar os episódios de hipoglicemia.

Paciente, 48 anos, sexo masculino, comparece à consulta com diagnóstico recente de diabetes mellitus tipo 2, confirmado por duas glicemias de jejum (148 mg/dL e 152 mg/dL). Nega sintomas de hiperglicemia. Apresenta Índice de Massa Corporal de 32 kg/m² e circunferência abdominal de 110 cm. A função renal é normal e não há contraindicações ao uso de metformina. De acordo com as diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes para o manejo inicial do diabetes tipo 2, a conduta farmacológica de primeira linha é:


A

Insulina NPH


B

Glibenclamida


C

Metformina


D

Dapagliflozina


E

Apenas medidas não farmacológicas

Mulher de 63 anos foi investigada por osteopenia e níveis séricos de cálcio no limite superior da normalidade. Apresentava deficiência de vitamina D, tratada com suplementação adequada e ajuste dietético. Após normalização da vitamina D e manutenção da ingestão adequada de cálcio, observou-se persistência da elevação do paratormônio (PTH).


Com base no quadro descrito, o(s) exame(s) fundamental(is) para esclarecer o diagnóstico e a conduta mais apropriada são:


A

dosagem de cálcio urinário de 24 horas e ultrassonografia cervical, com indicação cirúrgica se confirmado hiperparatireoidismo primário;


B

dosagem de fósforo sérico e de cálcio ionizado, mantendo apenas acompanhamento clínico anual;


C

dosagem de PTH após restrição de cálcio e vitamina D, adiando a investigação até nova elevação confirmada;


D

cintilografia óssea e tomografia cervical, com tratamento medicamentoso à base de calcitonina;


E

densitometria óssea de coluna lombar, fêmur e braço esquerdo, com reposição de cálcio oral contínua e acompanhamento clínico anual.

A cetoacidose diabética (CAD) é uma complicação metabólica aguda e potencialmente grave que requer abordagem médica imediata. Segundo o livro Pronto-Socorro do ICr-HCFMUSP – 4ed., sobre o TRATAMENTO da CAD, marque a alternativa INCORRETA.


A

A insulinoterapia deve ser iniciada na segunda hora, após o início da reposição de fluidos.


B

A reposição de potássio é indicada a partir da segunda hora da hidratação, especialmente naqueles pacientes que não apresentam diurese ou que seu nível sérico seja inferior a 5,5 mEq/L.


C

Quando a glicemia atingir um valor menor que 250 mg/dL, deve-se considerar a administração de soro glicosado a 5% ou a diminuição da velocidade de infusão da insulina.


D

A conduta inicial na primeira hora será sempre a hidratação venosa, mesmo naqueles pacientes que apresentem, à admissão, uma acidose grave.

Assinale os componentes da neoplasia endócrina múltipla do tipo 1.


A

Tumores da paratiroide, carcinoma medular da tiroide e feocromocitoma.


B

Tumores da paratiroide e líquen amiloidótico cutâneo.


C

Neuromas, carcinoma medular da tiroide e feocromocitoma.


D

Feocromocitoma e hábito marfanoide.


E

Tumores da paratiroide, hipófise e neuroendócrinos enteropancreáticos.

Mulher, 62 anos, solicita avaliação de massa óssea após episódio de queda durante o treino de corrida. Refere episódio de infarto de miocárdio há 6 meses e litíase renal há 10 anos. Menopausa aos 50 anos. Não se submeteu a terapia hormonal por ter tido câncer de mama. Densitometria atual com T- escore em coluna –3,5 DP, em colo de fêmur –1,2 DP, e em fêmur total –2,0 DP. Usa diariamente: 1g de carbonato de cálcio e 2.000 UI de vitamina D. Dentre os exames, apresenta: cálcio, fósforo, cálcio urinário e PTH normais; 25 (OH) vitamina D: 50 ng/mL.


Qual é a conduta adequada para esse caso?


A

Introdução de romozosumabe devido à ação antirreabsortiva e osteoformadora e substituição do carbonato pelo citrato de cálcio.


B

Introdução de bisfosfonato venoso, a ser mantido durante 10 anos ininterruptos pelo risco de perda óssea, e substituição do carbonato pelo citrato de cálcio.


C

Avaliação de C-telopeptídeo C-terminal de colágeno tipo I (CTX) e de pró-peptídeo aminoterminal do colágeno tipo 1 (P1NP) para determinar a escolha da terapia anti-osteoporótica. Manutenção de cálcio e vitamina D.


D

Introdução de denosumabe, um anticorpo monoclonal que inibe o RANKL, e substituição do carbonato pelo citrato de cálcio.


E

Elevação da dose de vitamina D como objetivo de aumentar os níveis séricos para 70 ng/mL em associação a um bisfosfonato oral ou injetável. Manutenção de carbonato de cálcio.

Assinale a alternativa correta com relação ao tratamento de dislipidemias, conforme a Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – 2025.


A

Recomenda-se a associação de CoQ10 às estatinas porque essa classe de medicamentos inibe a enzima HMG-CoA redutase, que participa da produção da CoQ10.


B

A genfibrozila demonstra um perfil de segurança superior ao fenofibrato, sendo sua associação com qualquer estatina considerada razoável quando houver indicação clínica.


C

A sinvastatina deve ser evitada em portadores de HIV usuários de inibidores de protease.


D

Nenhum ajuste de dose é necessário para atorvastatina, rosuvastatina, sinvastatina e pitavastatina quando administrados concomitantemente com amiodarona.


E

O FDA recomenda que as doses de sinvastatina não devem exceder 40 mg por dia quando prescrita em combinação com qualquer dose de amlodipina.

Na terapia insulínica do Diabetes Mellitus tipo 1 ou 2, a substituição da insulina NPH por análogos basais de longa duração (como Glargina ou Degludeca) é frequentemente indicada para pacientes que apresentam instabilidade glicêmica e hipoglicemias noturnas. A vantagem farmacocinética decisiva desses análogos, que justifica clinicamente a redução do risco de hipoglicemia durante o sono em comparação à NPH, é:


A

a metabolização hepática acelerada, que impede o acúmulo da droga.


B

o início de ação ultrarrápido, cobrindo apenas o período pós-prandial do jantar.


C

a formação de microprecipitados ou multi-hexâmeros no subcutâneo, permitindo uma absorção estável e sem pico de ação pronunciado (perfil peakless).


D

a ligação exclusiva à albumina plasmática, que inativa a insulina até que haja hiperglicemia.


E

o aumento da secreção endógena de insulina pelas células beta remanescentes, dispensando a ação exógena direta.

Assinale a alternativa que descreve corretamente os critérios laboratoriais e clínicos para o diagnóstico de glicemia de jejum alterada (GJA) em adultos com risco para diabetes mellitus tipo 2, de acordo com diretrizes atualizadas da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) e American Diabetes Association (ADA), considerando o estado de pré-diabetes.


A

Critérios laboratoriais: glicemia plasmática em jejum ≥126 mg/dL, confirmada por HbA1c ≥6,5%, independentemente de jejum; Critérios clínicos: sintomas obrigatórios, como poliúria, polidipsia e perda de peso inexplicada, com screening restrito a indivíduos com idade <40 anos e sem fatores de risco metabólicos.


B

Critérios laboratoriais: glicemia plasmática em jejum entre 100 e 125 mg/dL obtida após, no mínimo, 8 horas de jejum, com recomendação de confirmação em uma segunda medição em dia diferente, se ausentes sintomas clássicos; Critérios clínicos: indivíduos assintomáticos com fatores de risco como idade ≥45 anos, IMC ≥25 kg/m², histórico familiar de DM2 em parentes de primeiro grau, sedentarismo, hipertensão arterial e dislipidemia.


C

Critérios laboratoriais: glicemia em jejum entre 110 e 125 mg/dL, medida após 12 horas de jejum, sem necessidade de repetição; Critérios clínicos: presença de sintomas agudos como fadiga e visão turva, com indicação de screening apenas em obesos mórbidos (IMC ≥40 kg/m²) ou com histórico de infarto agudo do miocárdio.


D

Critérios laboratoriais: glicemia aleatória entre 140 e 199 mg/dL, associada a teste de tolerância oral à glicose (TOTG) com valor ≥200 mg/dL às 2 horas; Critérios clínicos: fatores de risco limitados à etnia indígena ou tabagismo, com screening bienal em adultos sem comorbidades.


E

Critérios laboratoriais: HbA1c entre 5,7% e 6,4% como critério isolado, sem medição de glicemia em jejum; Critérios clínicos: sintomas crônicos, como neuropatia periférica ou retinopatia, indicando screening em indivíduos com idade <30 anos e histórico de uso de corticosteroides.

Mulher de 24 anos, com ciclos espaçados, hirsutismo e acne, apresenta ovários aumentados com múltiplos folículos periféricos ao USG transvaginal e testosterona total discretamente elevada, com TSH e prolactina normais. O quadro é mais compatível com:


A

insuficiência ovariana primária.


B

hiperprolactinemia funcional.


C

tumor virilizante de adrenal.


D

síndrome dos ovários policísticos.


E

hipogonadismo hipogonadotrófico isolado.

Casal em investigação de infertilidade apresenta espermograma normal do parceiro. A paciente tem 35 anos, ciclos regulares, hormônio antimülleriano baixo e contagem de folículos antrais reduzida ao USG. O fator etiológico mais provável da infertilidade é:


A

fator cervical.


B

fator tubário.


C

fator uterino estrutural.


D

reserva ovariana diminuída.


E

hiperprolactinemia crônica.

 
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