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Sobre a classificação da funcionalidade de crianças e adolescentes com deficiência intelectual, assinale a alternativa correta.
A avaliação da funcionalidade inclui habilidades conceituais, sociais e práticas, sendo fundamental para o planejamento terapêutico.
A classificação baseia-se exclusivamente no Quociente de Inteligência (QI).
A funcionalidade não é considerada na avaliação diagnóstica atual.
A funcionalidade é irrelevante para a definição de apoios educacionais e sociais.
Crianças com o mesmo QI apresentam necessariamente o mesmo nível funcional.
Qual dos seguintes hipotensores NÃO deve ser utilizado em crianças abaixo de 2 anos pelo risco de depressão do sistema nervoso central?
Brimonidina.
Pilocarpina.
Timolol.
Acetazolamida.
Travoprosta.
O psiquiatra da infância e adolescência em ambulatório especializado faz o primeiro atendimento com uma paciente de 13 anos, sexo feminino. A mãe relata que a jovem já estava em acompanhamento psicológico por um quadro ansioso, mas recentemente tem estado muito mais irritada, principalmente sobre as questões de sua alimentação e autoestima. A paciente prefere ficar sozinha na consulta, pois refere estar com atritos frequentes com a mãe, e relata sempre ter sido insatisfeita com seu corpo. Sem querer, se compara com as amigas e as influenciadoras das redes sociais, por isso há 5 meses começou a fazer mais atividade física (treina na academia 2 horas ao dia, 6 vezes na semana e faz treinos de funcional por conta em casa de 3 a 4 vezes/semana). Também, começou a fazer algumas horas de jejum no dia, sempre que consegue “pula” o jantar ou almoço, perdendo 4kg nesse tempo. Porém, tem ficado muito cansada, ansiosa e acaba comendo mais que o normal em alguma ocasião quase toda semana. Sente não conseguir se controlar, come escondido e sofre fortemente pela culpa. Em algumas ocasiões, já pensou em provocar o vômito após, mas ficou com medo de a mãe ver. Paciente sem método contraceptivo, com irregularidade menstrual. O cálculo do IMC é de 20,3 (entre o percentil 50 e 85). Diante do exposto, o que já é possível afirmar sobre esse caso?
Aparenta ser um quadro de bulimia nervosa, apesar da apresentação menos comum pelo início dos sintomas antes dos 16 anos e não haver sobrepeso ou obesidade.
Até não se configurar com mais precisão as características de um episódio de compulsão alimentar, pode ser iatrogênico para a paciente e sua família psicoeducar e introduzir as linhas gerais do tratamento nos transtornos alimentares.
O caso pode ser considerado leve, pois ainda se apresenta com apenas um comportamento compensatório e a paciente está com o IMC na faixa normal para a idade.
O fato de a paciente estar em acompanhamento psicológico já garante a parte principal do tratamento, mesmo que a profissional não tenha treinamento específico sobre transtornos alimentares.
Como toda a abordagem dos transtornos alimentares, esta também deverá envolver a família, conforme a indicação de primeira linha da terapia baseada na família (TBF) e do aconselhamento nutricional especializado.
Os dados epidemiológicos mais recentes indicam que a prevalência de uso de drogas é alta entre os jovens e tem relação estreita com índices igualmente elevados de mortes por causas externas. Em relação à avaliação e ao tratamento de adolescentes usuários de drogas, assinale a alternativa correta.
A influência genética nas situações de dependência é considerada baixa. Nos estudos com gêmeos, a herdabilidade variou entre 20 e 30%, considerando álcool, nicotina, cannabis e outras drogas ilícitas.
O psiquiatra deve sempre tratar comorbidades e ajudar na remissão de sintomas comportamentais graves, para que o jovem possa se beneficiar das demais intervenções terapêuticas multidisciplinares.
Muitos jovens usuários de drogas aceitam buscar ajuda por problemas emocionas outros, que não relacionados diretamente à substância. Porém, logo de início, é essencial focar a relação dos problemas do abuso para motivar a abstinência.
Uma vez que o TDAH é a principal comorbidade de um jovem com problemas relacionados ao uso de drogas, os psicoestimulantes devem ser utilizados mesmo se houver dúvida diagnóstica.
Para que o tratamento tenha maiores chances de efetividade, é preciso realizar esforços terapêuticos pontuais em cada fase, sendo a abstinência o primeiro passo indispensável para o seguimento das demais etapas.
Paciente, sexo masculino, 09 anos, apresenta critérios diagnósticos para TDAH e Síndrome de Tourette, com sintomas e sofrimento associado ao quadro de ambas as doenças. Em relação a esse caso, assinale a alternativa correta.
TDAH é a segunda maior comorbidade da Síndrome de Tourette, só não superando o TOC.
Clonidina e atomoxetina seriam as únicas medicações consideradas seguras para esse caso.
Metilfenidato pode aumentar os tiques, sendo proscrito.
O diagnóstico da Síndrome de Tourette exige tique motor e vocal em tempos diferentes.
O tratamento da comorbidade de TDAH pode resultar em melhor capacidade de suprimir os tiques sem ter que tratá-los especificamente.
A respeito do transtorno depressivo maior em crianças e adolescentes, é correto afirmar que
a Children’s Depression Rating Scale (CDRS) tem boa validade diagnóstica, independentemente da entrevista clínica, e pode ser usada para diagnosticar e acompanhar a resposta clínica ao tratamento ao longo do tempo.
a tristeza e o conteúdo de pensamento como culpa são sintomas internalizantes, e são melhor informados pelos pais em crianças menores de 10 anos.
a irritabilidade, adicionada como um dos possíveis sintomas nucleares obrigatórios pelo DSM-V, mostra-se mais comum no quadro clínico de prépúberes e menos nos adolescentes.
a depressão na juventude apresenta-se com padrão de recorrência (40% de probabilidade, dentro de 2 anos) e, caso o episódio tenha duração maior que um ano, pode ser classificado pelo DSM-V como transtorno depressivo persistente.
a duloxetina é recomendada em guidelines de depressão no adolescente como primeira linha, devido ao efeito dual.
Um menino de 6 anos e 10 meses começou a formar frases com 2 anos e 7 meses. Hoje tem a linguagem verbal bem desenvolvida, demonstra gostar de conversar com as pessoas, mas tem dificuldade para falar de coisas fora do seu interesse. Usa grande parte do seu tempo pesquisando e falando sobre o espaço sideral e as expedições espaciais. Os pais já que ele é emocionalmente distante, tendo dificuldade para compartilhar com entusiasmo o que acontece com ele na escola e não acolhe as emoções dos outros. Também parece ter poucos amigos da mesma idade, prefere conversar com os mais velhos, tendo dificuldade de fazer e manter novas amizades, em compartilhar brincadeiras imaginativas e criar histórias. Desde os 3 anos apresenta ecolalia, balançar repetitivo das mãos e uso não funcional dos brinquedos. Assinale a alternativa que apresenta o sintoma que complementaria o caso descrito e ajudaria o clínico a concluir o diagnóstico para Transtorno do Espectro Autista segundo o DSM-V TR.
Hiperreatividade sensorial – não gosta de ser tocado ou de encostar em certos objetos ou texturas, incômodo intenso a certos tipos de sons.
Falha na comunicação não verbal – evitação ativa do contato visual, tom de voz monótono e prejuízo no uso/compreensão de gestos.
Seletividade alimentar – escolhe alimentos pela cor ou textura específicas.
Resistência excessiva à mudança – reações exageradas a mudanças triviais, no ambiente e/ou de planejamento.
Pensamento rígido – incapacidade de entender humor, aspectos não literais da fala, seguir de regras estritas.
A respeito das dificuldades escolares e dos transtornos específicos de aprendizagem, assinale a alternativa correta.
Um importante passo é diferenciar o atraso da dificuldade escolar, esta precisa ser associada a um transtorno específico da aprendizagem, já aquela caracteriza o nível abaixo do esperado para a idade ou série escolar.
Na minoria dos casos, há a necessidade de investigação com exames de condições como baixa acuidade visual, auditiva e do processamento auditivo central, pois, pela história clínica detalhada e pelo relatório escolar, já é possível a exclusão de um transtorno.
Pelo DSM-V TR, os transtornos específicos de aprendizagem estão entre os transtornos do neurodesenvolvimento e se apresentam em 3 subtipos (especificadores dos tipos de prejuízo) que não podem coexistir entre si.
A apresentação da dislexia é tipicamente com a dificuldade na precisão da ortografia, estrutura gramatical, pontuação e acentuação, mas conseguindo ter fluidez na leitura de um texto ao reconhecer as palavras familiares.
Atualmente é recomendada a abordagem de “Resposta à Intervenção” que imprime o adiamento do diagnóstico até depois que uma intervenção comprovada seja oferecida para a criança por pelo menos 6 meses.
Adolescente de 16 anos apresenta queixas inespecíficas de fadiga e insônia. Durante a consulta, demonstra resistência em compartilhar informações pessoais, especialmente sobre vida sexual e uso de substâncias. Sobre o caso, a estratégia que deve ser priorizada pelo médico é:
Acolher de forma empática, escutar de forma qualificada e garantir sigilo e construção de vínculo, criando ambiente de confiança para coleta de anamnese completa e abordagem integral.
Interrogar diretamente sobre hábitos de risco em frente aos pais, sem considerar vínculo ou sigilo, priorizando rapidez na coleta de dados.
Solicitar exames laboratoriais imediatos, sem anamnese aprofundada, pois dados objetivos seriam suficientes para diagnóstico inicial.
Delegar entrevista exclusivamente aos pais, sem participação do adolescente, considerando apenas informações fornecidas por responsáveis legais.
Encerrar consulta diante da resistência, recomendando apenas acompanhamento psicológico externo, sem prosseguir com avaliação médica.
Sobre as escalas CARS (Childhood Autism Rating Scale), ADOS-2 (Autism Diagnostic Observation Schedule, 2ª edição) e ADI-R (Autism Diagnostic Interview-Revised), utilizadas para triagem e diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista (TEA), assinale a alternativa INCORRETA.
A CARS é uma escala de avaliação baseada na observação clínica e em informações obtidas do cuidador.
O ADOS-2 e o ADI-R são instrumentos de triagem destinados a avaliar inteligência e responsividade social do indivíduo com TEA.
O ADOS-2 é considerado um instrumento observacional padronizado amplamente utilizado na avaliação diagnóstica do TEA.
O ADI-R consiste em uma entrevista estruturada realizada com os pais ou cuidadores para investigação do desenvolvimento e dos sintomas autísticos.
Em relação à guarda de menores e à participação da criança ou adolescente na decisão, assinale a alternativa correta.
A criança decide livremente com qual genitor ficará, independentemente da idade ou da avaliação judicial.
A opinião da criança ou adolescente é juridicamente irrelevante nos processos de guarda.
A guarda compartilhada é proibida quando há conflito entre os pais.
A criança ou adolescente deve ser ouvido pelo juiz sempre que possível, sendo obrigatória a oitiva a partir dos 12 anos, sem que sua vontade seja, isoladamente, decisiva.
Apenas adolescentes maiores de 14 anos podem ser ouvidos em processos de guarda.
Em relação ao ensino domiciliar (homeschooling) e seus aspectos éticos e legais, assinale a alternativa correta.
É universalmente regulamentado e incentivado por organismos internacionais de saúde mental infantil.
Evidências indicam que o ensino domiciliar elimina riscos de prejuízo à socialização e ao desenvolvimento emocional.
Do ponto de vista ético, pode levantar preocupações quanto à socialização, proteção contra negligência e acesso a direitos educacionais.
É recomendado como primeira escolha para crianças com transtornos psiquiátricos.
Não há necessidade de supervisão estatal ou critérios mínimos educacionais nesse método de ensino.
Em relação ao tratamento não farmacológico dos transtornos de tique na infância e adolescência, assinale a alternativa correta.
Intervenções psicoterápicas não possuem evidência científica no manejo dos tiques.
A terapia de reversão de hábitos (habit reversal training – HRT) é considerada intervenção de primeira linha.
Técnicas comportamentais são indicadas apenas quando há comorbidade psiquiátrica grave.
Psicoeducação familiar não exerce impacto clínico relevante nos transtornos de tique.
A abordagem não farmacológica é contraindicada em casos de síndrome de Tourette.
Em relação ao tratamento farmacológico e não farmacológico dos transtornos do controle dos esfíncteres na infância e adolescência, assinale a alternativa INCORRETA.
Intervenções comportamentais constituem a base do tratamento da enurese e da encoprese.
O uso de alarmes é considerado uma das estratégias mais eficazes no tratamento da enurese noturna.
A desmopressina pode ser utilizada no tratamento da enurese, especialmente em casos selecionados.
A encoprese funcional frequentemente requer manejo do hábito intestinal e abordagem psicossocial.
O tratamento farmacológico deve ser iniciado em todos os casos de encoprese.
Sobre os transtornos do controle dos esfíncteres na infância e adolescência, assinale a alternativa correta.
A enurese é definida como eliminação voluntária de fezes em locais inadequados após os 4 anos.
A encoprese pode ser diagnosticada antes dos 3 anos, desde que haja impacto funcional.
A enurese noturna primária ocorre em crianças que nunca atingiram controle urinário noturno adequado.
A presença de enurese exclui a possibilidade de comorbidades psiquiátricas.
O tratamento farmacológico é sempre a primeira linha nos casos de encoprese funcional.
Um menino de 11 anos apresenta-se em consulta com histórico de, há cerca de 6 meses, estar sentindo muitas preocupações acerca de seu desempenho escolar. Refere sentir que precisa tirar notas boas em todas as matérias para conseguir entrar em uma boa faculdade no futuro, além de temer ser humilhado diante dos colegas pelos professores se for mal nas provas. Ademais, refere sofrer pensando nas dificuldades financeiras dos pais e deseja ter uma boa profissão para poder ajudar a família. Tem tido insônia na véspera das provas e sente-se cansado constantemente, reclamando também de “brancos” no momento das provas, o que prejudica suas notas. Parou de brincar aos finais de semana para estudar. Pais consideram os comportamentos exagerados e negam cobrança excessiva com notas. O paciente não tem comorbidades clínicas nem antecedentes em saúde mental. O diagnóstico mais provável para o quadro dele é de
transtorno de ansiedade generalizada.
transtorno obsessivo compulsivo.
fobia social.
fobia específica com temática escolar.
episódio depressivo.
Considerando as recomendações para o seguimento clínico de crianças e adolescentes em uso de antipsicóticos atípicos, assinale a alternativa correta.
A dosagem sérica do antipsicótico é recomendada para o acompanhamento do tratamento, de forma análoga ao monitoramento realizado no uso de lítio e ácido valproico.
A hiperprolactinemia associada a alguns antipsicóticos atípicos, como a risperidona, tem relevância clínica considerada baixa nessa faixa etária, dispensando avaliação específica na rotina de seguimento.
Peso, IMC e circunferência abdominal devem ser aferidos no início do tratamento e reavaliados com maior frequência nos primeiros meses, junto com pressão arterial, glicemia e perfil lipídico, dado o potencial de efeitos colaterais metabólicos.
Hemogramas seriados são fundamentais no monitoramento de pacientes em uso de clozapina e lurasidona, considerando o risco de agranulocitose associado a esses fármacos.
Dentre os antipsicóticos atípicos, o aripiprazol é uma exceção por não necessitar de monitoramento clínico, uma vez que apresenta perfil de efeitos colaterais diferente, não cursando com riscos metabólicos.
Menino de 3 anos é trazido para consulta por atraso de linguagem, contato visual reduzido, interesse restrito por objetos redondos, os quais gira por longos períodos, e agitação e choro diante de pequenas mudanças de rotina. Pensando na hipótese de transtorno do espectro autista (TEA), segundo os critérios do DSM-5, é correto afirmar que o diagnóstico requer
presença de deficiência intelectual associada, sem a qual o diagnóstico de TEA não pode ser estabelecido.
início dos sintomas após os 3 anos de idade, já que manifestações mais precoces caracterizariam quadro de transtorno desintegrativo da infância.
presença de alucinações ou delírios recorrentes, que diferenciariam o TEA de quadros de transtorno global do desenvolvimento sem comprometimento cognitivo.
déficits persistentes na comunicação e interação social em múltiplos contextos, associados a padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades, com sintomas presentes desde o período inicial do desenvolvimento.
perda clinicamente significativa de habilidades de linguagem, sociais ou comportamento adaptativo previamente adquiridas, após período de desenvolvimento tipicamente normal de pelo menos dois anos.
Um paciente de 5 anos apresenta, há mais de 6 meses, birras frequentes, desobediência a regras e discussões recorrentes com os pais e professores, sem episódios de agressão a pessoas ou animais ou violação grave de normas sociais. Recebeu o diagnóstico de Transtorno de Oposição Desafiante (TOD). Considerando as diretrizes mais atuais sobre o manejo desse transtorno, assinale a alternativa correta sobre a intervenção de primeira linha indicada.
Encaminhamento para acolhimento institucional ou afastamento temporário do convívio familiar é a conduta inicial recomendada diante do diagnóstico de TOD em crianças menores de 7 anos.
Programas de orientação/treinamento parental, com foco em manejo comportamental e fortalecimento do vínculo pais-criança, são considerados intervenção de primeira linha para TOD nessa faixa etária, com evidência de eficácia.
Antipsicóticos atípicos em baixas doses constituem a intervenção de primeira linha para TOD em pré-escolares, dada a necessidade de controle rápido dos sintomas comportamentais para melhor prognóstico.
Estabilizadores de humor, como o ácido valproico, são indicados como tratamento inicial para TOD, pela sobreposição fisiopatológica bem estabelecida entre esse transtorno e o Transtorno bipolar de início precoce.
O metilfenidato é indicado como tratamento de primeira linha para TOD, mesmo na ausência de sintomas de desatenção ou hiperatividade associados.
Em relação aos fármacos não estimulantes utilizados no tratamento do TDAH em crianças e adolescentes (atomoxetina, clonidina e imipramina), assinale a alternativa INCORRETA.
A atomoxetina atua como inibidor seletivo da recaptação de noradrenalina, aumentando sua disponibilidade principalmente no córtex pré-frontal.
A clonidina é um agonista alfa-2 adrenérgico que reduz a liberação de noradrenalina, sendo útil especialmente em TDAH associado a comportamentos impulsivos, agressivos e distúrbios do sono.
A imipramina exerce efeito sobre os sistemas noradrenérgico e serotoninérgico, podendo ser utilizada em casos selecionados de TDAH refratário.
Os fármacos não estimulantes apresentam início de ação geralmente mais lento do que os psicoestimulantes.
A atomoxetina atua predominantemente como antagonista dopaminérgico D2, justificando seu uso no TDAH.