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Otávio é um adolescente cis branco de 17 anos, solteiro. Vem à consulta médica acompanhado da mãe. A mãe queixa-se de que percebe o filho muito desanimado nos últimos 6 meses, desde que mudou de escola. Refere que ele parece não ter interesse em nada, o vê chorando com certa frequência, às vezes deixa até de tomar banho. Quando você se volta para o Otávio, ele lhe informa que vem sofrendo bullying na escola nova por conta da obesidade. Sente-se como se fosse o culpado por estar nessa situação e acaba descontando esse sentimento na comida. Também tem acordado no meio da noite todos os dias. No último mês, pensamentos suicidas têm permeado a sua mente - quando você pergunta se ele teria um método ou data marcada, ele responde que não sabe bem ainda, "talvez algum remédio ou corda".
Qual das abordagens abaixo seria mais adequada para iniciar o tratamento de Otávio?
Encaminhamento para Psicoterapia Interpessoal, início de farmacoterapia com estabilizador de humor e afastamento da escola para monitoramento domiciliar, com retorno breve.
Encaminhamento para Psicoterapia Interpessoal, início de farmacoterapia com inibidor seletivo da recaptura de serotonina e afastamento da escola para monitoramento domiciliar, com retorno breve.
Encaminhamento para Psicoterapia Interpessoal, início de farmacoterapia com inibidor seletivo da recaptura de serotonina e internação psiquiátrica para manejo da ideação suicida.
Encaminhamento para Terapia de Aceitação e Compromisso, início de farmacoterapia com estabilizador de humor e internação psiquiátrica para manejo da ideação suicida.
Encaminhamento para Terapia de Aceitação e Compromisso, início de farmacoterapia com inibidor seletivo da recaptura de serotonina e afastamento da escola para monitoramento domiciliar, com retorno breve.
Rita é uma adolescente cis preta de 16 anos, com parceria fixa. Vem para sua primeira consulta com você após ser encaminhada pela UBS para ajuste de tratamento. Rita já vinha tratando um quadro de ansiedade há 6 meses com Fluoxetina, mas sentiu pouca melhora mesmo chegando à dose de 80 mg ao dia. Há 1 mês, o médico da UBS substituiu seu medicamento por Venlafaxina. Rita relata que apresentou melhora substancial após a troca, mas ainda se sente muito incomodada pela insônia, às vezes levando mais de 4 horas para pegar no sono. Rita não gostaria de abordar tratamentos não medicamentosos no momento, sente que ainda não tem a disciplina necessária, mas tem muito medo de usar algum medicamento que possa causar dependência. Dentre os esquemas terapêuticos abaixo, qual seria o mais adequado para uso contínuo?
Clonazepam 0,5 mg, 1 comprimido à noite.
Zolpidem 10 mg, 1 comprimido à noite.
Quetiapina 25 mg, 1 comprimido à noite.
Ramelteona 8 mg, 1 comprimido à noite.
Prometazina 25 mg, 1 comprimido à noite.
José Carlos é um adolescente trans branco de 17 anos, solteiro, estudante do Ensino Médio no turno noturno, que vem à consulta com você hoje pela primeira vez, acompanhado da mãe. Ela relata que o filho sempre foi muito tímido, mas que no último ano começou a sair mais de casa. Entretanto, nos últimos 3 meses, a frequência com que sai de casa aumentou bastante, além de estar chegando sempre tarde. Não é raro que ele apareça agitado, com olhos arregalados, ofegante, irritado e até mesmo paranoico - a mãe chegou a presenciar crises sérias de ansiedade algumas vezes. Ela relata que, no dia seguinte, ele acorda no meio da tarde, letárgico e desanimado, e assim permanece até a hora de ir para a escola. A mãe teme que ele possa estar tendo problemas com dinheiro, pois recentemente vendeu seus vídeo-games e computador pela internet, mas ele não se abre muito com ela. Quando você pede a José Carlos a sua versão dos fatos, ele diz que anda estressado com algumas coisas, mas veio à consulta apenas para agradar a mãe insistente.
Diante do quadro apresentado, qual seria a conduta mais adequada?
Pedir que a acompanhante saia da sala neste momento e investigar uso nocivo de estimulantes, sendo os sintomas citados provavelmente relacionados a intoxicação aguda.
Pedir que a acompanhante saia da sala neste momento e investigar dependência de álcool, sendo os sintomas citados provavelmente relacionados a síndrome de abstinência.
Iniciar tratamento para síndrome psicótica, introduzindo tratamento farmacológico com antipsicótico atípico para alívio dos sintomas de paranoia e persecutoriedade.
Iniciar tratamento para síndrome ansiosa, encaminhando paciente para psicoterapia e introduzido tratamento farmacológico com inibidor seletivo da recaptura de serotonina.
Iniciar tratamento para síndrome ansiosa, encaminhando paciente para psicoterapia, apenas.
Eliana é uma adolescente cisgênera preta de 16 anos, com parceria fixa. Vem à consulta porque não aguenta mais se sentir tão no limite o tempo todo. Sente inquietação, dificuldade para começar a dormir, preocupação com o futuro e pensamentos catastróficos recorrentes, sempre tem medo de que o pior desfecho possível de uma situação irá ocorrer. Os sintomas já estão presentes há 1 ano, quase todos os dias. Nega comorbidades, uso de substâncias ou medicações de uso contínuo. Chegou a iniciar tratamento com Fluoxetina no passado, mas logo desenvolveu manchas vermelhas no corpo e parou por orientação de sua amiga enfermeira. Buscou novamente o psiquiatra, que lhe receitou então a Sertralina - dessa vez, sentiu que os medos e preocupações se intensificaram logo na primeira semana de uso, e decidiu parar por conta própria. Eliana, então, pede a você que arrume alguma solução para essa situação "de uma vez por todas".
Baseado na melhor evidência científica disponível, qual dos seguintes tratamentos propostos seria mais bem indicado?
Terapia Cognitivo Comportamental e/ou nova tentativa com a Sertralina, sendo necessário explicar que o efeito colateral apresentado pela paciente é esperado e tende a melhorar com o tempo de uso.
Psicanálise e/ou nova tentativa com a Fluoxetina, sendo necessário explicar que o efeito colateral apresentado pela paciente é esperado e tende a melhorar com o tempo de uso.
Psicanálise e/ou nova tentativa com a Sertralina, sendo necessário explicar que o efeito colateral apresentado pela paciente é esperado e tende a melhorar com o tempo de uso.
Terapia Cognitivo Comportamental e/ou introdução de Paroxetina, visto que os efeitos colaterais experienciados com ambos os antidepressivos já testados demonstram insegurança ou ineficácia dessas medicações para a paciente.
Terapia Cognitivo Comportamental e/ou nova tentativa com a Fluoxetina, sendo necessário explicar que o efeito colateral apresentado pela paciente é esperado e tende a melhorar com o tempo de uso.
J., 11 anos, do sexo masculino, apresenta, há cerca de 8 meses, isolamento social, fica a maior parte do tempo em seu quarto e recusa-se a ir à escola. Já verbalizou ao pai e à psicóloga medo de a polícia o estar investigando; por isso, cobriu as câmeras do celular e do computador com fita e colou papéis na janela e na fechadura de seu quarto. A mãe o escuta falando sozinho no quarto, ouve risadas, solilóquios e alguns gritos, mas o paciente pouco responde quando ela o questiona sobre isso. Está em psicoterapia, porém deixou de conversar lá também, onde permanece calado, escrevendo em um caderno anotações com pouco sentido. Passou a descuidar da higiene, aceita comer apenas marmita de um restaurante próximo, mantém sono regular. Não apresenta histórico anterior de transtorno mental, nunca fez uso de substâncias psicoativas, não fez tratamentos medicamentos para outras condições de saúde, não apresenta comorbidades clínicas. Tem exames laboratoriais e de imagem dentro da normalidade.
O diagnóstico mais provável de J., de acordo com o DSM-5, é:
esquizofrenia.
transtorno esquizofreniforme.
transtorno do espectro autista.
transtorno psicótico breve.
transtorno catatônico.
Uma paciente de 8 anos apresenta comportamento retraído e nervosismo persistente em diversas situações cotidianas. Os sintomas tiveram início há aproximadamente sete meses, coincidindo com a mudança para uma nova escola. Desde então, observa-se que a criança evita participar de atividades em grupo e demonstra desconforto significativo ao frequentar o ambiente escolar. Durante a consulta, a paciente relatou sentir intensa ansiedade ao imaginar situações em que precise interagir com outras crianças ou ser observada, descrevendo episódios de palpitações e aceleração do coração. Ela expressa um medo persistente de ser avaliada negativamente pelos colegas, o que ocasiona prejuízo no seu desempenho escolar e nas interações sociais. Não há relato de alterações marcantes de humor ou pensamentos delirantes.
Diante desse quadro, o diagnóstico mais provável é transtorno:
depressivo maior;
bipolar do humor;
do espectro autista;
de ansiedade social;
de apego reativo.
Um menino de 8 anos é encaminhado ao serviço de saúde por apresentar baixo rendimento escolar, dificuldade de concentração e atraso no desenvolvimento da linguagem. A equipe multiprofissional observa limitações no comportamento adaptativo, especialmente nas habilidades sociais e práticas cotidianas. A partir da avaliação clínica e psicométrica, o profissional considera a possibilidade de um transtorno do desenvolvimento intelectual. Considerando os critérios diagnósticos, classificatórios e terapêuticos relacionados à deficiência intelectual (oligofrenia), assinale a alternativa correta.
O tratamento da deficiência intelectual baseia-se principalmente em intervenções farmacológicas voltadas à melhora direta da capacidade cognitiva e aumento do QI.
O diagnóstico de deficiência intelectual deve ser confirmado apenas após os 10 anos de idade, quando o desenvolvimento cognitivo está completo e o QI é estável.
A deficiência intelectual é definida por limitações significativas nas funções intelectuais e no comportamento adaptativo, com início antes dos 18 anos, e sua abordagem terapêutica envolve avaliação multiprofissional, reabilitação e suporte psicossocial.
A deficiência intelectual é caracterizada exclusivamente pela redução do Quociente de Inteligência (QI), independentemente do desempenho adaptativo ou do início precoce dos sintomas.
Sobre o uso de canabidiol (CBD) no tratamento dos transtornos externalizantes em crianças e adolescentes, assinale a alternativa correta.
É amplamente recomendado como tratamento de primeira linha para o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).
O DSM-5-TR inclui o uso do CBD como terapia aprovada para o transtorno opositor desafiante, com evidências de eficácia e segurança em crianças.
Apresenta efeitos colaterais mínimos, sendo indicado para uso indiscriminado em transtornos externalizantes sem necessidade de acompanhamento multidisciplinar.
Estudos preliminares sugerem que o CBD pode ter um efeito ansiolítico e modulador do comportamento agressivo em transtornos externalizantes, mas sua utilização ainda é experimental e não consta nas recomendações oficiais.
É contraindicado em qualquer transtorno psiquiátrico na infância e adolescência devido ao risco de agravamento dos sintomas.
Com base nas recomendações do Ministério da Saúde do Brasil sobre atenção psicossocial a crianças e adolescentes, assinale a alternativa INCORRETA sobre os objetivos e características da visita domiciliar no cuidado em saúde mental de crianças e adolescentes.
A visita domiciliar possibilita avaliar de forma mais precisa fatores ambientais, rotinas familiares e padrões de interação que podem influenciar sintomas emocionais e comportamentais.
Durante a visita domiciliar, uma das metas é fortalecer vínculos entre a equipe de saúde e a família, promovendo corresponsabilização no tratamento.
A visita domiciliar pode auxiliar na identificação de fatores de risco relacionados à negligência, violência ou barreiras de acesso ao tratamento, permitindo intervenções precoces.
A visita domiciliar, quando indicada, deve ser integrada ao projeto terapêutico singular e articulada com outros pontos da rede de atenção psicossocial.
A visita domiciliar deve ser utilizada preferencialmente como substituta das consultas ambulatoriais, afastando a necessidade de acompanhamento clínico formal.
Paciente do sexo masculino, 7 anos, estudante, natural e procedente de Macaé/RJ, foi admitido no pronto-socorro apresentando contratura cervical, cianose central, disartria, hipertermia e taquicardia. O quadro surgiu após uso de risperidona nas últimas 72 horas, prescrita para tratamento de transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH). A dose indicada havia sido de 0,25 ml, porém, por erro de administração, o paciente recebeu 2,5 ml, evoluindo com os sintomas descritos.
O quadro clínico descrito
trata-se de distonia aguda induzida por antipsicóticos.
representa uma agitação grave decorrente de sintomas emocionais do TDAH.
é compatível com síndrome neuroléptica maligna, com rigidez muscular severa, hipertermia e instabilidade autonômica.
requer tratamento com haloperidol associado à prometazina intramuscular.
descarta a hipótese de organicidade por ser um provável caso clínico de transtorno dissociativo.
Sobre as habilidades savant no autismo, assinale a correta:
Acontece na maioria dos pacientes
Estão presentes apenas nos indivíduos com altas habilidades
São habilidades relacionadas a capacidade de menor sensação dolorosa
São habilidades que excedem o que convencionalmente parece humanamente possível, manifestam-se mais comumente em memória, arte, música, aritmética mental e cálculo de calendário
São habilidades relacionadas a capacidade de manter uma adequada interação social
Sobre os transtornos ansiosos na infância e adolescência, assinale a correta:
E um dos últimos transtornos mentais a surgir na adolescência
A idade média de início é 10 anos
O transtorno de pânico é o mais frequente na infância
Na avaliação dos quadros ansiosos não é incomum que haja discordância entre o relato dos pais e das crianças
Ter ansiedade ou medo quando ocorre a separação da criança dos pais é um fenômeno inesperado no desenvolvimento normal na infância
Sobre o transtorno bipolar na infância e adolescência assinale a incorreta:
O início precoce está associado a um curso mais grave e pior prognóstico
A irritabilidade é um sintoma frequente
Os episódios depressivos são as manifestações mais comuns em crianças e adolescentes
A depressão bipolar tende a ser mais grave, ter mais sintomas maníacos mistos e comportamentos de automutilação
Não é possível ter transtorno bipolar e TDAH simultaneamente
Paciente de 3 anos de idade vem para a consulta com a mãe com a queixa de episódios de importante agressividade na escola, dificuldades no aprendizado, relato de comer demais”e bater na mãe quando não lhe é permitido repetir o prato. A mãe refere que a criança nasceu com 32 semanas de idade gestacional e ficou 15 dias na UTI. Ao exame, apresenta obesidade grave. Realizado exame genético que demonstrou deleção em 15q12.
Qual síndrome genética frequentemente é associada com o quadro descrito?
Síndrome do X frágil
Síndrome de Prader-Willi
Síndrome de Down
Síndrome de Williams
Síndrome de Smith-Magenis
Sobre os transtorno disruptivos na infância e adolescência marque a incorreta:
Os fatores genéticos não são importantes na etiopatogenia
Os transtornos de humor são importantes diagnósticos diferenciais
Baixo Qle prejuízos em funções executivas podem ser associados a ocorrência problemas de conduta e delinquência
No transtorno de conduta são observadas agressões a pessoas e animais, atos de vandalismo, mentiras, furtos e graves violações de regras
Os principais transtornos disruptivos são: o transtorno de oposição desafiante (TOD) e o transtorno de conduta (TC)
Sobre a teoria do apego assinale a correta:
O apego pode ser definido como o tom emocional entre as crianças e seus cuidadores e é evidenciado quando o bebê procura e se agarra à pessoa que dele cuida
O termo vínculo significa o mesmo que o apego
São fases do apego: estágio pré-apego, formação de apego e pós-apego
Existem dois tipos de apego: inseguro e ambivalente
Crianças que sofrem maus tratos geralmente não apresentam transtornos no apego
Manuela é uma criança parda de 7 anos, na primeira série da escola, e vem à consulta acompanhada da sua mãe Jasmine, que traz preocupações com o rendimento escolar da filha. Embora não esteja tendo um mau desempenho acadêmico, já faz alguns meses que os professores reclamam que Manuela é muito distraída. Jasmine explica que várias vezes no meio da aula a filha para o que está fazendo e fica olhando para o nada, como se estivesse "no mundo da lua", e assim que volta a prestar atenção fica pedindo para o professor se repetir. Durante a aula de educação física isso acontece com ainda mais frequência: para no meio do jogo de futebol e fica parada, olhando para longe, e só volta para o jogo depois de alguns segundos, depois da professora muito chamar sua atenção. Além disso, Jasmine não recebeu nenhuma outra reclamação sobre a filha, e também não notou outros problemas.
Quando você se vira para conversar com a Manuela, ela fala bem sobre sua relação com os amigos da escola e sobre os desenhos de que gosta, embora tenha parado de gostar de futebol porque sempre leva bronca. Após algum tempo de conversa, você percebe que Manuela fica cerca de 20 segundos sem falar, apenas olhando fixamente para você, antes de voltar a conversar normalmente.
Qual a principal hipótese diagnóstica para o caso e qual seria a próxima medida mais adequada para seguir a investigação?
Epilepsia: solicitar eletroencefalograma com teste de hiperventilação.
TDAH tipo desatento: aplicar Escala PHDA (Perturbação de Hiperatividade/Déficit de Atenção).
Epilepsia: solicitar eletroencefalograma com teste de apneia.
Normalidade: aplicar técnica de "demora permitida" e reavaliar paciente em 1 mês para checar evolução do quadro.
TDAH tipo desatento: aplicar Escala CAP (Childhood Attention Problems).
Sobre a dislexia em crianças e adolescentes, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A dislexia é um transtorno específico de aprendizagem caracterizado principalmente por dificuldades na precisão e fluência da leitura, apesar de inteligência e oportunidades educacionais adequadas.
( ) O diagnóstico de dislexia exige a exclusão de déficits sensoriais, déficits intelectuais e falta de exposição ao ensino formal.
( ) Segundo o DSM-5-TR, a dislexia está classificada como um transtorno específico da aprendizagem com prejuízo na leitura.
( ) A dislexia costuma estar associada a dificuldades em habilidades fonológicas, como a discriminação e a manipulação dos sons da fala.
( ) Intervenções eficazes para a dislexia na infância incluem abordagens multidisciplinares que envolvem estratégias pedagógicas, terapias fonoaudiológicas e suporte psicológico.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
F – F – V – V – F.
F – V – V – F – F.
V – V – V – V – V.
V – V – F – F – V.
V – F – F – V – V.
A síndrome de referência olfativa, caracterizada pela preocupação persistente de exalar odores corporais ofensivos, pode ocorrer como comorbidade em indivíduos com TEA, especialmente em casos em que se observem rigidez cognitiva e hipersensibilidade interoceptiva, sendo o quadro geralmente associado a alterações funcionais no córtex orbitofrontal e no córtex motor primário.
Certo
Errado
A gagueira na infância é mais comum em meninas que têm histórico familiar dessa condição do que em meninos.
Certo
Errado