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Assinale a alternativa que apresenta o tratamento correto para uma fratura do colo do tálus, fechada, do tipo 2 de Hawkins, em uma criança de 10 anos de idade.
Gesso inguinopodálico após redução incruenta.
Redução cruenta e fixação com 02 fios de Kirschner e angulação pós-cirurgia menor que 15 graus.
Gesso suropodálico após redução incruenta com desvio residual de 07 mm.
Redução cruenta e fixação interna com angulação menor que 10 graus.
Redução cruenta e fixação interna com desvio menor que 03 mm.
Na classificação de Letournel e Judet das fraturas do acetábulo, o tipo F corresponde à fratura
da coluna posterior.
completa de ambas colunas.
da coluna e parede posterior.
da parede anterior.
em T.
Assinale a alternativa que apresenta uma vantagem do tratamento de uma fratura com o uso de fixador externo.
Menor incidência de pseudoartrose.
Mobilização imediata das articulações proximal e distal à fratura.
Menor risco de eventos cardiopulmonares do que com a fixação com placas e parafusos.
Menor dor no pós-operatório.
Carga imediata e total após a cirurgia nas fraturas dos membros inferiores.
Uma paciente de 35 anos foi admitida no Pronto-Socorro após sofrer queimaduras extensas de segundo e terceiro graus no membro inferior esquerdo e parcial na coxa direita. Após atendimento inicial, foi mantida em observação. Entretanto, após 4 horas, durante nova reavaliação, foi observado aumento do edema do membro inferior esquerdo, dor de forte intensidade à extensão passiva e parestesia no pé homolateral. Presença de pulsos distais e lentificação do enchimento capilar.
A melhor conduta diante desse quadro é
realizar curativo oclusivo, antibiótico de largo espectro e reavaliar a cada 12 horas.
administrar analgésicos e manter hidratação venosa restritiva associada à diurético.
administrar analgésicos e manter o membro elevado, aguardando redução do edema.
realizar uma escarotomia imediata para aliviar a pressão muscular e restabelecer a circulação.
realizar escarotomia e fasciotomia ampla para diminuir a pressão intramuscular e restabelecer a circulação.
O estado de estresse pós-traumático caracteriza-se por episódios de repetidas revivescências, sensação persistente de entorpecimento ou embotamento emocional logo após o trauma, sem período de latência, ao contrário do que se verifica na síndrome de burnout.
Certo
Errado
Um paciente de 62 anos, vítima de acidente automobilístico, apresenta dificuldade respiratória e hipoxemia, sendo diagnosticado pneumotórax hipertensivo em hemitórax esquerdo. Prontamente foi realizada punção do hemitórax com alívio da hipertensão seguida de toracostomia tubular com estabilização hemodinâmica e ventilatória. Pouco tempo depois, voltou a se queixar de dispneia e dor torácica intensa. Foram observados movimentos paradoxais na parede torácica esquerda associada a crepitação.
A conduta inicial mais adequada para o manejo da instabilidade da parede torácica é
colocar um segundo dreno no hemitórax afetado.
administrar analgésicos e fornecer oxigênio suplementar.
realizar intubação orotraqueal e ventilação mecânica.
realizar toracotomia de emergência para fixação dos arcos costais.
realizar curativo compressivo sobre a área afetada para estabilização.
A lesão cutânea da queimadura não é uniforme em extensão e profundidade, gerando uma lesão clinicamente com aspecto em mosaico. Nesse sentido, a zona de estase se caracteriza microscopicamente por:
necrose com células não viáveis
hipoperfusão acentuada e células viáveis
vasodilatação, hiperemia e células viáveis
vasoconstrição, isquemia e células viáveis ou não
Vítima de acidente automobilístico, um jovem adulto foi projetado para fora do carro.
Ao chegar ao local, a equipe médica de atendimento pré-hospitalar deve adotar as seguintes condutas, com exceção de uma. Assinale-a.
Perguntar o nome do paciente. Diante de uma resposta adequada não há necessidade de suporte ventilatório.
Caso o paciente não responda o nome e diante de uma escala de Glasgow menor que 8, avaliar a permeabilidade e colocação de uma via aérea definitiva.
O exame neurológico por si só não exclui o diagnóstico de lesão da coluna cervical, a qual deve ser protegida com uso de colar cervical que pode ser aberto para intubação orotraqueal.
Antes de se encaminhar ao Centro de Trauma, deve ser passado um relatório de informações necessárias para a triagem no hospital, incluindo tempo da lesão, eventos relacionados à lesão e histórico do paciente
Deve-se providenciar dois acessos venosos de grosso calibre e proceder a administração criteriosa de fluidos, pois a ressuscitação agressiva antes do controle do sangramento pode aumentar a mortalidade e a morbidade.
Uma queimadura pode ser classificada de acordo com a profundidade com que atinge o tecido, o que pode implicar em algumas características que podem ser observadas clinicamente, como no caso de uma queimadura de 2º grau superficial pela presença de:
eritema e flictenas com dor intensa
pele seca e nacarada com dor ausente
eritema e pele úmida com dor moderada
flictenas e pele branca com dor moderada
Algumas horas ou dias após o trauma, pode ocorrer a migração de neutrófilos e macrófagos com liberação de interleucinas, que pode evoluir para a síndrome da resposta inflamatória sistêmica.
Certo
Errado
Criança de 04 anos de idade, previamente hígida, com fratura fechada da diáfise do úmero decorrente de trauma há 05 dias. No raio-x, apresenta angulação de 45 graus no perfil. O tratamento a ser indicado é:
imobilização com tipoia simples.
cirurgia com fixação com placa e parafusos.
imobilização em pinça de confeiteiro.
cirurgia com fixação com TEN.
imobilização com órtese axilo palmar.
Paciente masculino, 52 anos, dá entrada no Pronto-Socorro vítima de acidente de trabalho apresentando lesão abdominal por fragmento de lâmina de serra elétrica. Encontra-se lúcido, eupneico, FC 102 bpm, PA 140 x 90 mmHg. No exame clínico observamos ferida corto-contusa no flanco direito, na altura da linha axilar anterior, de aproximadamente 2,0 cm, com sangramento ativo de pequeno volume. À palpação abdominal observamos certo grau de defesa, dor mais intensa em flanco direito e mesogástrio e sem sinais de irritação peritoneal. Na exploração digital da ferida observamos penetração na cavidade abdominal.
Diante desse quadro, a melhor conduta é
lavado peritoneal diagnóstico.
ultrassonografia abdominal – FAST.
tomografia computadorizada do abdome.
videolaparoscopia exploradora diagnóstica.
realizar laparotomia exploradora de emergência.
O uso de succinilcolina está associado a risco aumentado de hipercalemia na seguinte condição clínica:
doença pulmonar obstrutiva crônica.
miastenia gravis.
trauma com queimaduras extensas após 24 horas.
diabetes tipo 2 com hemoglobina glicada < 5% e glicemia de jejum < 100 mg/dL.
hipotireoidismo.
Em relação às osteotomias valgizantes para artrose medial do joelho, assinale a alternativa correta.
A osteotomia de abertura medial apresenta tempo de consolidação menor.
A osteotomia de abertura medial apresenta maior risco ao nervo fibular.
A osteotomia de abertura lateral necessita de enxertia óssea.
A osteotomia de fechamento lateral leva à diminuição no comprimento do membro.
A osteotomia de fechamento lateral permite melhor controle da correção angular.
Um paciente jovem com fratura fechada da clavícula distal do tipo IIb apresenta lesão do(s) ligamento(s):
conoide e trapezoide.
trapezoide.
coracoclaviculares.
conoide.
coracoclavicular e trapezoide.
Com relação ao trauma de bexiga, assinale a alternativa correta.
A maioria dos traumas de bexiga ocorre em traumas de baixa energia, sendo mais comuns em mulheres jovens.
A ruptura intraperitoneal da bexiga é mais frequente que a extraperitoneal, e o local mais comum de ruptura é o assoalho vesical.
A ruptura intraperitoneal da bexiga é mais comum que a extraperitoneal e, frequentemente, pode ser tratada de forma conservadora com cateterismo vesical.
A ruptura extraperitoneal da bexiga está frequentemente associada a fraturas pélvicas e, frequentemente, pode ser tratada de forma conservadora com cateterismo vesical.
O principal exame de imagem para avaliação de lesão vesical em pacientes politraumatizados é a ultrassonografia abdominal.
Um paciente de 28 anos é admitido no pronto-socorro após um acidente automobilístico de alta velocidade. Na avaliação inicial, apresenta abertura ocular ao estímulo doloroso, emissão de sons incompreensíveis e extensão anormal dos membros superiores ao estímulo doloroso. A pressão arterial é de 140/85 mmHg, frequência cardíaca de 72 bpm e pupilas isocóricas e reativas. A tomografia computadorizada (TC) de crânio não evidencia lesões intracranianas significativas. Suspeita-se de lesão axonal difusa (LAD) devido ao mecanismo do trauma e ao quadro clínico apresentado.
Considerando o quadro clínico e a suspeita de LAD, qual é a estratégia diagnóstica mais adequada para confirmar a lesão axonal difusa nesse paciente?
Realizar ressonância magnética (RM) de crânio com sequências ponderadas em susceptibilidade magnética (SWI).
Repetir a tomografia computadorizada de crânio após 24 horas.
Monitorar a pressão intracraniana (PIC) de forma invasiva.
Solicitar eletroencefalograma (EEG) para avaliação de atividade cortical.
Realizar angiografia cerebral por ressonância magnética para avaliar a perfusão cerebral.
Paciente do sexo feminino, oito anos de idade, submetida a ultrassonografia abdominal total para investigação de infecção do trato urinário. A ultrassonografia revelou lesão cística trabeculada, de cerca de 3 cm de maior diâmetro, no polo superior do baço. Responsáveis negam sintomas digestivos ou trauma abdominal prévio.
A principal etiologia da lesão, nesse caso, é
pseudocisto esplênico.
cisto hidático.
cisto amebiano.
cisto epitelial.
infarto esplênico.
Um homem de 35 anos é admitido no pronto-socorro após ser vítima de uma facada no abdome. Ele apresenta-se hemodinamicamente estável, sem sinais clínicos evidentes de lesão visceral. Qual é o exame de imagem mais apropriado neste contexto?
Ultrassom FAST estendido com Doppler abdominal.
Lavagem peritoneal diagnóstica guiada por imagem.
Radiografia simples de abdome em múltiplas incidências.
Tomografia computadorizada de abdome com contraste intravenoso.
Ressonância magnética de abdome com contraste intravenoso.
Na luxação crônica acromioclavicular, em um paciente sintomático, o procedimento de Mumford está indicado no caso de uma luxação do tipo
IV.
VI.
V.
III.
II.