

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Caso clínico – Paciente MDMA com diagnóstico de Insuficiência Cardíaca (IC) Classe Funcional II, internada na clínica médica há 5 dias com quadro de congestão pulmonar e dispneia (++++/++++): MDMA, sexo feminino, 55 anos, peso há 6 meses 58 Kg (eutrófica) e peso atual 42 Kg (desnutrida). Apresenta intensa inapetência, náuseas, vômitos, episódios de diarreia e dor abdominal, mas evolui com boa aceitação da dieta, fracionada e em pequenos volumes atingindo ingestão calórica de 1.000 calorias. Sem retenção hídrica e dispneia presente aos esforços (++/++++). Eletrocardiograma (ECG) evidencia alterações na frequência e no ritmo cardíaco, raio x do tórax evidencia Índice Cárdio Torácico (ICT) 0,55 e ecocardiograma revela Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo (FEVE) 55%. Em tratamento farmacológico com digoxina, propranolol e captopril. Sódio sérico 100 mEq/L e Hb 11 g/dL. Que quantidade de calorias totais é recomendada pelas III Diretrizes Brasileiras de Insuficiência Cardíaca Crônica (2009) para essa paciente?
1.344
1.470
1.596
1.680
1.890
O acompanhamento nutricional que antecede a cirurgia bariátrica tem como um dos principais objetivos:
evitar que o paciente tenha complicações gastrintestinais e metabólicas no pós-operatório imediato.
evitar que o paciente tenha refluxo e distensão abdominal no pós-operatório tardio.
confirmar a ineficiência do tratamento conservador em atingir a meta de peso corporal.
propiciar ao paciente uma rápida perda de peso, sem complicações, no pós-operatório.
Pacientes em hemodiálise devem ser orientados em relação aos seus cuidados nutricionais, principalmente durante os intervalos das sessões de hemodiálise.
Nesse caso, é importante informar que:
O paciente deve fazer restrição da quantidade de líquidos e sal ingerida entre as sessões de hemodiálise.
A ingestão de líquidos entre as sessões de hemodiálise deve ocorrer sempre que o paciente sentir sede, pois a hemodiálise vai drenar esse líquidos.
Não é relevante informar ao paciente sobre restrição de potássio e sódio, pois esses nutrientes são perdidos na hemodiálise.
O paciente deve seguir uma dieta hipoproteica (0,6 g de proteína/kg peso/dia) devido ao seu problema renal.
O paciente deve ter uma ingestão normal de fósforo e cálcio para que ele não apresente comprometimento ósseo.
Quando e como deve ser iniciada a realimentação no pósoperatório de cirurgia abdominal eletiva?
Imediatamente, por via parenteral, mesmo que o paciente esteja hemodinamicamente instável.
Após 72 horas, iniciando com alimentação parenteral.
Após 24 horas, iniciando com alimentação oral associada à enteral.
Precocemente, em até 24 horas de pós-operatório, desde que o paciente esteja hemodinamicamente estável.
Segundo Aguilar-Nascimento (2017), a terapia nutricional pré-operatória deve ser instituída aos pacientes candidatos a cirurgia de
pequeno a moderado porte, sem risco nutricional.
moderado a grande porte, que apresentem risco nutricional de moderado a alto.
grande porte, mesmo sem comprometimento do estado nutricional.
grande porte, com risco nutricional baixo.