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A inflamação periapical inicia-se após toxinas e microrganismos antingirem as partes mais profundas da polpa. Geralmente, ocorre quando mais da metade do tecido pulpar já foi comprometida pela contaminação microbiana.
Os preparos endodônticos para núcleos metálicos fundidos com paredes menos divergentes ou próximas do paralelismo produzem um maior efeito retentivo e menor risco de fratura quando comparados com os preparos mais divergentes.
A remoção de parte da guta percha usada na obturação do canal deve ser feita juntamente com a dilatação das paredes intra-radiculares por meio de instrumento de corte rotatório, pois este procedimento reduz o tempo clínico e o desconforto do paciente.
Havendo drenagem via canal, deve ser feita uma irrigação abundante, colocando-se uma bolinha de algodão na câmara coronária para evitar que alimentos entrem nos canais. Após serem receitados antibiótico e analgésico, o paciente deve ser orientado a voltar após a febre ter passado e a dor espontânea regredido totalmente para a continuação ou conclusão do caso.
Trata-se de um abscesso periapical agudo em evolução.
Em células da polpa dentária, bem como em células de descamação da mucosa bucal, a presença de cromatina sexual permite a emissão de diagnóstico citológico positivo para sexo feminino.
Se o conduto não apresentar obturação do conduto radicular adequada, pode ocorrer lesão periapical ou do periodonto pela passagem do agente clareador.
Se o paciente apontar com certeza o dente 24 como causador do desconforto, o procedimento de rotina deve consistir em anestesia terminal infiltrativa, acesso coronário, pulpectomia e colocação de medicação intracanal seguida de selamento coronário.
Em uma radiografia periapical da região de caninos e incisivo lateral superior direito de um paciente, observou-se uma imagem radiotransparente, homogênea, bem delimitada, com aspecto de pêra invertida entre o canino e o incisivo lateral. O correspondente teste de vitalidade pulpar revelou necrose do incisivo lateral. Nessa situação, seria correto o diagnóstico de cisto glóbulo-maxilar.
Um tecido granulomatoso periapical forma-se antes do desenvolvimento do cisto, em todos os casos.
A confirmação de necrose pulpar exige uma abertura endodôntica imediata, limpeza inicial do sistema de canais usando-se o princípio crown-down e sobreinstrumentação com 0,5 mm além do forame apical.
Caso o exame radiográfico não indique alteração periapical em nenhum dos dentes, será possível firmar um diagnóstico de pulpite irreversível.
A substância citada possui efeito residual, permitindo ação antimicrobiana mais prolongada e tão efetiva quanto o hipoclorito de sódio a 5,25%, podendo substituí-lo totalmente em breve.
As drogas que deprimem diretamente o nociceptor incluem a dipirona e o diclofenaco de sódio (Voltaren). Essa ação torna-os mais efetivos nos casos de dores já instaladas.
É necessário o exame radiográfico da região mandibular esquerda, independentemente do resultado do exame físico intrabucal.
O tecido pulpar apical é mais fibroso e possui poucas células.
As brocas de cone invertido são utilizadas especialmente para determinar retenções adicionais e planificar paredes pulpares.
A prescrição de analgésicos e antibióticos é imprescindível para o conforto pós-operatório do paciente em casos de periodontite apical aguda de origem traumática.
O clareamento interno tem longevidade assegurada devido à remoção do fator causal durante a execução do procedimento.
Cimentos do tipo ionômero de vidro, policarboxilato de zinco, super EBA e compômeros estão indicados como seladores provisórios somente e exclusivamente após a obturação do canal, enquanto o paciente aguarda a restauração definitiva.