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A gengivite herpética primária aguda se dá por uma infecção virai sintomática (Herpes Vírus Simples - HVS).
Assinale a alternativa que apresenta uma das características particulares dessa infecção primária.
Febre baixa, por volta dos 37,5ºC.
Linfadenopatia cervical anterior.
A gengiva normalmente não está aumentada, e o paciente não relata dor local.
Os casos graves podem persistir por até 10 meses.
Alterações nos ossos maxilares podem ser encontradas em pacientes que fazem uso contínuo de medicações sistêmicas. Essas alterações podem ser:
osteoesclerose associada a anti-inflamatórios não hormonais e a radioterapia.
osteíte deformante associada ao uso crônico de sinvastatina.
osteopetrose associada ao uso prolongado de cálcio e vitamina D.
osteonecrose associada a bisfosfonatos e rarefação da mandíbula associada ao uso de corticosteroides.
displasia fibrosa associada ao uso de quimioterápicos e cisto ósseo aneurismático relacionado ao uso de antimaláricos.
A homeostase da cavidade oral tem importantes correlações com a bioquímica do sangue. A deficiência de ferro e deficiências na absorção de vitamina B podem causar, na cavidade oral:
verrugas virais por queda da imunidade.
despapilação lingual e atrofia da mucosa.
hálito cetônico e acidez da saliva.
macroglossia e língua geográfica.
perdas dentárias e sangramento gengival.
Os primeiros sinais da Síndrome da Imunodeficiência Humana Adquirida (AIDS) podem ser diagnosticados com alterações na cavidade oral. Doenças infecciosas são indícios da doença, como:
o lúpus eritematoso, que tem como agente desencadeante o vírus da hepatite C.
a leucoplasia pilosa, relacionada ao Epstein Barr Vírus e infecções herpéticas recorrentes.
o líquen plano agressivo, que tem como agente desencadeante infecções virais desconhecidas.
a queilite glandular, de causa desconhecida.
o pênfigo foliáceo, induzido por mosquitos que são os vetores da doença.
A gengivoestomatite herpética aguda é o padrão mais comum de infecção primária sintomática pelo HSV (vírus herpes simples) (NEVILLE et al., 2004). Sobre esta infecção, assinale a alternativa falsa.
O início da infecção é abrupto e frequentemente acompanhado por linfoadenopatia cervical anterior, calafrios, febre, náusea, irritabilidade e lesões orais indolores.
Inicialmente, a mucosa afetada desenvolve diversas vesículas puntiformes, que rapidamente se rompem e formam inúmeras lesões pequenas avermelhadas
As lesões iniciais aumentam um pouco de tamanho e desenvolvem áreas centrais de ulceração, recobertas por uma fibrina amarela.
Tanto a mucosa móvel quanto a aderida podem ser afetadas e o número de lesões é altamente variável.
A miastenia grave é uma doença autoimune que ocorre mais comumente em mulheres. Suas repercussões no sistema estomatognático incluem:
glossodínea e hiperestesia.
hipoestesia e disartria.
neuralgia facial e desvios articulares.
atrofia muscular progressiva e disguesia.
dificuldades na mastigação e disfagia.
A leishmaniose mucocutânea é prevalente nos estados da região Norte do Brasil. A manifestação oral dessa doença
é diagnosticada apenas na forma grave da doença, que inclui o comprometimento visceral.
pode ser considerada uma micose profunda e deve ser tratada com quimioterápicos.
ocorre devido a infecção pelas formas promastigotas do protozoário Leishmania amazonensis.
pode ser transmitida pela mordida de morcegos silvestres.
pode ser causada pela infecção da mucosa oral pelas formas amastigotas do protozoário Leishmania brasiliensis.
O atual tratamento anti-retroviral provocou uma diminuição significativa na prevalência das manifestações bucais relacionadas ao HIV (vírus da imunodeficiência humana). Assinale a alternativa que contém a manifestação bucal mais comum em pacientes infectados pelo HIV.
Candidose
Sialolitíase
Pênfigóide bolhoso
Mucocele
Este quadro clínico é compatível com o diagnóstico de
varicela.
rubéola.
mononucleose infecciosa.
herpangina.
eritema multiforme.
A sífilis, apesar de ser uma doença sistêmica, apresenta manifestações intrabucais. Assim, o cirurgião- -dentista deve estar capacitado para diagnosticar as alterações na mucosa bucal decorrentes dela.
Sobre a sífilis, é incorreto afirmar:
O agente etiológico é o Treponema pallidum.
O protossifiloma na boca localiza-se principalmente na semimucosa labial, na língua e na própria mucosa labial.
Surdez labiríntica, anomalias dentárias e queratite parenquimatosa são manifestações clínicas da sífilis congênita tardia.
As placas mucosas do secundarismo sifilítico são altamente contagiantes, constituindo-se em um sério problema de biossegurança.
A goma sifilítica é o primeiro sinal da fase tardia, sendo contagiosa e comum na mucosa bucal.