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As lacerações na região submentoneana deve alertar o cirurgião buco-maxilo-facial para apossibilidade de uma fratura em qual região da mandíbula?
Subcondilar.
Processo coronóide.
Dento-alveolar.
Corpo mandibular.
João, 11 anos de idade, sofreu uma queda enquanto andava de bicicleta. Seus pais o levaram a ESF e durante a anamnese, João relatou sentir dor à mastigação no dente 21. Clinicamente não foi observada fratura, presença de deslocamento da posição original, apenas dor a percussão, nem mobilidade. O exame radiográfico mostrou ausência de alargamento do espaço do ligamento periodontal e de outros sinais patológicos. A CLASSIFICAÇÃO deste traumatismo e o seu TRATAMENTO são, respectivamente:
Concussão; alívio do contato oclusal e proservação.
Luxação; alívio do contato oclusal e tratamento endodôntico.
Concussão; alívio do contato oclusal e esplintagem por 15 dias.
Subluxação; alívio do contato oclusal e proservação.
Luxação; alívio do contato oclusal e esplintagem por 15 dias.
Leia o relato do caso a seguir.
Paciente do sexo masculino, de 35 anos, vítima de acidente motociclístico com alto impacto, deu entrada na emergência apresentando, entre outros sinais.
Uma equimose retroauricular, sinal de Battle, é sugestivo de:
fratura da base do crânio.
fratura da cabeça mandibular bilateral.
fratura da cabeça mandibular unilateral.
fratura do ramo mandibular.
Lesões traumáticas na cabeça, no pescoço e na região maxilofacial podem facilmente comprometer a capacidade de um indivíduo conseguir oxigênio para os pulmões, o que pode levar desde perda da consciência à falência dos órgãos e, eventualmente, morte. A avaliação inicial do cirurgião-dentista frente a um em trauma bucomaxilofacial exige habilidade para estabelecer e manter as vias aéreas pérvias, incluindo adequada ventilação. É imperativo determinar se os ferimentos sofridos comprometeram as vias aéreas e/ou respiração do paciente. Em pacientes que sofreram trauma, são manobras de responsabilidade primária e direta do cirurgião-dentista no atendimento do trauma bucomaxilofacial em serviço de pronto-atendimento:
I. Avaliação inicial: reconhecer obstrução na via aérea.
II. Realizar manobras na via aérea, desobstruindo-a e reposicionando o paciente.
III. Usar vias aéreas artificiais e realizar ventilação com bolsa-válvula-máscara.
IV. Realizar intubação endotraqueal.
V. Criar via aérea cirurgicamente quando a intubação for inviável.
Quais estão corretas?
Apenas IV e V.
Apenas I, II e III.
Apenas III, IV e V.
I, II, III, IV e V.
Os traumas em terço médio da face, com deslocamento do osso zigomático, podem gerar alterações funcionais significantes, com prejuízos oculares e visuais, visto que esse osso é importante constituinte de parte do assoalho e parede lateral da cavidade orbital. Em caso de hematoma retrobulbar relacionado a trauma do complexo zigomático-orbitário, uma das intervenções que podem ser realizadas pelo cirurgião bucomaxilofacial, durante o atendimento na sala de emergência, com a finalidade de evitar a perda visual permanente, é o procedimento de
fixação interna rígida na sutura nasofrontal, borda infraorbital e borda piriforme.
cantopexia.
cantólise.
adaptação e fixação de tela de titânio no assoalho orbitário.
enxertia óssea autógena.
Onde é detectado o sinal de Battle num paciente politraumatizado?
No septo nasal (região anterior).
Na área da mastoide (retroauricular).
Na câmara anterior do globo ocular.
Na região do fundo de sulco na maxila.
O trauma de oclusão é responsável por:
induzir a formação de bolsa periodontal
originar uma adaptação patológica e progressiva do ligamento periodontal
causar mobilidade dentária permanente
aumentar a velocidade da progressão da doença em dentes com doença periodontal
As lesões naso-órbito-etmoidais (NOE), muitas vezes referidas como uma fratura NOE, representam um desafio tanto para o diagnóstico quanto para a sua reconstrução. Esta região abriga o aparelho lacrimal, o ligamento cantal medial e a artéria etmoidal anterior. O telecanto traumático pode ocorrer em decorrência de rompimento medial do ligamento cantal. A distância que confirmará o diagnóstico para este tipo de lesão é de:
35 mm.
> 35 mm.
40 mm.
> 40 mm.
As fraturas do terço médio da face incluem as fraturas que afetam a maxila, o zigoma e o complexo naso-orbitoetimoidal, podem ocorrer isoladamente, ou combinadas. A fratura conhecida como disjunção craniofacial corresponde a:
Fratura Lefort I.
Fratura Lefort II.
Fratura Lefort III.
Fratura do complexo zigomático.
Leia o texto e analise as imagens a seguir.
Os traumatismos cranianos são responsáveis por 8% a 16% de todas as paralisias, observadas em 2,9% das lesões da cabeça, incluindo os pacientes com envolvimento de múltiplos nervos cranianos. De todos os nervos cranianos, a paralisia do oculomotor no paciente com trauma craniano acarreta uma sensação de haver urgência na realização de imagens e no manejo devido à possibilidade de haver um hematoma intracraniano em expansão.

De acordo com o texto e análise das imagens, a resposta pupilar anormal durante o exame ocular é:
I - lesão pontina.
II - compressão do nervo oculomotor.
III - síndrome de Horner.
IV - dano do diencéfalo bilateral.
As fraturas que podem comprometer a via aérea do paciente são importantes para o cirurgião que está fazendo o tratamento. Quando a fratura criar uma situação instável para a língua, deve-se considerar a estabilização temporária imediata, intubação ou outros meios de suporte da via aérea. A fratura mandibular que pode criar problema na via aérea é:
parassínfise unilateral.
subcondilar bilateral.
corpo mandibular unilateral.
processo coronoide bilateral.
Leia o relato do caso a seguir.
Paciente do sexo masculino, 45 anos, vítima de queda de cerca de seis metros de altura, deu entrada na emergência com fraturas nos membros inferiores, na mandíbula bilateral e terço médio da face. Apresenta hemorragia grave pela cavidade bucal e nasal, além de TCE importante.
De acordo com o relato, a primeira medida a ser adotada é:
entubação nasotraqueal.
instituição da escala de coma de Glasgow.
estabelecimento de uma via aérea cirúrgica.
tamponamento nasal posterior.
No acesso submandibular de Risdon para o tratamento de fratura do ângulo mandibular, deve-se atentar aos planos e estruturas anatômicos. A artéria e veia facial, bem como o nervo marginal mandibular, localizam-se topograficamente entre
o tecido subcutâneo e o músculo platisma.
o músculo platisma e a camada superficial da fáscia cervical profunda.
a camada superficial da fáscia cervical profunda e a cinta muscular pterigomassetérica.
a pele e o tecido subcutâneo.
Diante de urgências traumáticas, é vital, não somente do ponto de vista das condições bucais locais, mas também da recuperação sistêmica do usuário, que as condutas de higiene bucal passíveis de realização dentro de cada quadro sejam prescritas e reforçadas pelos profissionais responsáveis pela assistência. Sobre o tratamento adequado para cada lesão, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Na subluxação, indica-se preservação em função da idade do paciente e, em caso de dentição decídua, acompanha-se o processo de reabsorção radicular; se dentição permanente, é possível realizar desgaste seletivo, havendo contato prematuro; orienta-se alimentação macia quando a mastigação for dolorosa.
( ) Na concussão, realiza-se prescrição de analgésicos e bochechos; em dentição permanente, se a mobilidade for grande, deve-se utilizar uma contenção semirrígida por duas semanas; orienta-se alimentação pastosa durante uma semana.
( ) Na extrusão de dentes permanentes, reposiciona-se o dente com contenção rígida durante três semanas. Se necessário, prescreve-se analgésicos e bochechos.
( ) Na avulsão de dentição permanente, com tempo de exposição inferior a uma hora e condições adequadas de conservação do dente (laceração mínima do ligamento periodontal e elemento dentário limpo), ele é recolocado imediatamente em seu alvéolo; prescrevem-se analgésicos e bochechos com clorexidina sem álcool.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – V – F – F.
V – F – V – V.
F – F – F – V.
F – F – V – F.
F – V – V – V.
É classificado como traumatismo alveolodentário:
Laceração da gengiva ou da mucosa oral.
Traumatismo aos tecidos periodontais.
Contusão da gengiva ou da mucosa oral.
Abrasão da gengiva ou mucosa oral.
Em relação à fratura radicular horizontal, considere as seguintes afirmações:
I. O êxito ocorre em menores proporções quando o paciente é mais jovem.
II. O pior prognóstico é para as fraturas que ocorrem no terço cervical próximo da margem gengival.
Assinale a alternativa correta:
I é verdadeira e II é falsa.
I é falsa e II é verdadeira.
I e II são verdadeiras.
I e II são falsas.
Considere as seguintes afirmações:
I. Após realizar completa anamnese, exame clínico e radiográfico, o dentista está apto a determinar o plano de tratamento mais adequado para o tipo de traumatismo envolvido.
II. Em caso de avulsão dentária em adolescentes é necessário lavar o dente em água corrente antes do reimplante.
Assinale a alternativa correta:
I é verdadeira e II é falsa.
I é falsa e II é verdadeira.
I e II são verdadeiras.
I e II são falsas.
Na Subluxação causada pelo Traumatismo aos Tecidos Periodontais observa-se:
Não ocorre aumento de mobilidade ou deslocamento anormal.
Som à percussão normal.
Hemorragia no sulco gengival.
Ausência de sensibilidade à percussão.